Mostrando postagens com marcador Histórias do Gaguinho. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Histórias do Gaguinho. Mostrar todas as postagens

10 de abril de 2011

A "Era Maca-carrônica"



O Gaguinho ligou e foi falando:
Tu-tudo indica que a diversão vai co-continuar. Agora, co-com requintes no sabor. Um amigo mandou um mail com um li-link. Nele há-há-há o depoimento de um co-cô-lorado sincero no painel da RBS sobre a co-contratação do novo técnico do gru-grupo (Quêêêêê gru-grupo!). Ele escreveu assim:

"Quando o Falcão treinou o Inter na década de 90, eu trabalhava num posto bancário dentro do Beira-Rio e mantinha co-contato diário com ele e os jogadores, e os jogadores diziam em co-coro "não dá para entender o que ele (Falcão) quer dizer", isso me dá medo de co-contratá-lo como treinador...
Edison Neto
Cachoeirinha - RS - Brasil
09/04/2011 - 09:25"


Senhoras e senhores, vamos vivenciar a Era Maca-carrônica: a Era das palestras do Técnico Maca-carrônico".
Obrigado, Gaguinho, pela sua participaçao.
____

Hoje, voltamos à cancha em Santa Cruz. Uma vitória e uma chuleada nos colocam no topo do grupo. É às 16 horas da tarde e Leandro joga. Alguém vai perder?

6 de abril de 2011

Que Jaguares bem jaguara

O Jaguares é o lanterna absoluto do campeonato mexicano. Um timeco até para os padrões miseráveis do futebol do México. Parece que lá jogam bola com feijão daqueles pula-pula.
Do México veio o espetacular Vilson Mathias. Deu para sentir a pujança?
Pois o grupo (queeee grupo!) foi para o México cheio de confiança. Seria no mínimo o segundo melhor colocado entre todos. Seria.
Levou um chocolate do lanterninha do grande campeonato mexicano.
Como se diz lá em Iraí ou em Três de Maio. "Que jaguara que é este Jaguares!"
_____

Adendo do Gaguinho

O Gaguinho ligou.
Aí eu disse: "Fala, Gaguinho!"
Ele falou.
Acabei de ver na te-te-vê: Ja-ja-guaras 1 x 0 Gua-gua-ipecas.
Obrigado, Gaguinho, pela sua participação.

30 de março de 2011

Mas o que é isso?

O Gaguinho ligou e foi falando:

"Mas o que-que é isso? Li-li-guei a TV para um co-contraparente co-côlorado assistir o jogo da Libertadores e estava passando um jogo da Co-copa Paquetá."



Obrigado Gaguinho, pela sua participação.

19 de fevereiro de 2011

Noite estrelada



Dizem que o tempo está fechando em Porto Alegre. Nuvens espessas no ar. Será? Só o que vejo é uma noite estrelada. Noite maravilhosa para sair. Tomar um chopp. Beber um vinho. Esticar um motel. Voltar para casa e dormir o sono dos justos.
Nada como uma noite estrelada.
_____

Lembrando um pouco de futebol, parece que o grupo (Queeeeee Grupo!) andou mais uma vez mostrando todo o acerto destes dirigentes fenômenos de gestão e de amor ao clube incensados pela imprensa barata.
_____

Adendo do Gaguinho

Passei no a-te-te-rro, pelas 19:tri-trinta. Pelo que ouvi não estava jogando nem o time "a", nem o time "b". Hoje era o ti-time "bu-buuu".

8 de fevereiro de 2011

Pronto, co-começou!



O Gaguinho chegou correndo e, quando ele chega correndo, é preciso deixá-lo falar. Então, fala Gaguinho!

Ontem à noite, pa-pareceu ter sido dada a senha para mais um capítulo de ingratidão por parte dos co-cô-lorados. Aliás, isso é fato co-comum por aqueles lados. Lá, os maiores ídolos se-sempre são vítimas de ingratidão. Já aconteceu com o Dunga, com o Iarley e com o Ga-gabiru. Entrando num programa, WC desancou o terceiro melhor técnico do mu-mundo, iniciando uma campanha sórdida para tirá-lo do co-comando do grupo (co-como vocês dizem que-queeee gru-grupo). Co-começaram co-com aquele papo de que o ciclo dele acabou. São uns mo-moedores de ídolos.

Daqui uns dias, vai so-sobrar para os Ca-carlos Si-simon e To-torres.

Obrigado Gaguinho pela sua participação.

13 de janeiro de 2011

Aniversário

Senhoras e senhores,
amanhã faz, EXATAMENTE, um mês que o Todo Poderoso Mazembe colocou o timinho no seu devido lugar. Para preparar a celebração da data, divulgamos, uma vez mais, a "Jardineira do Gaguinho". Uma adaptação feita para celebração do Mazembaço.

20 de dezembro de 2010

Bem-vindo, te-terceirão!

O Gaguinho ligou, querendo deixar uma mensagem de boas vindas. Então, fala, Gaguinho.

É o se-seguinte, co-cô-lorados:
Não importa co-co-mo foi o seu dia.
O importante é voltar pra ca-ca-sa de ca-ca-beça erguida.


Obrigado, Gaguinho, pela sua boa educação.

25 de julho de 2010

Onofre by Gaguinho

Sempre fala co-como sendo
planejador consistente,
estrategista estupendo,
"o rei do planejamento".
Pensa ser ás, o e-elemento,
isto lhe resta evidente.

Diz: "Era já tudo previsto"
para qualquer co-consulente.
Ninguém o pega pra Cristo,
pois tá tudo no-no livrinho.
"Não pensem que sou bobinho!"
É, claro, evidentemente.

Se um atleta interessa,
logo a imprensa está ci-ciente.
O interesse confessa,
sem qualquer comedimento.
Isso é pla-planejamento!
Com certeza, é evidente!

Se o negócio é com pereba,
ele sempre diz "Pre-presente".
É ligeiro, não enseba.
Contrata até de ba-balaio,
com salário "condizente".
Basta um DVD lacaio.

Não é um recém-chegado,
pra fazer tanta bu-burrada.
É um velho "abnegado",
aspone de longa data,
mas tonto como barata.
quando leva vassourada.

Não está lá por acaso;
lhe entregaram o piquete.
É oficial o de-descaso;
É chancelado o atrapalho.
Jabuti não sobe em galho,
é o que se diz no Alegrete.

E assim vai o I-imortal...
Caminha sem presidente.
Vai nos deixando o moral,
mais abaixo que o carpim.
Mas um dia isso tem fim.
É certo, claro e evidente.

25 de abril de 2010

Histórias do Gaguinho - [ 3 ]

Eu tenho um outro amigo co-cô-lorado. Este me propiciou uma história mu-muito saborosa. Era o ano de 1987. O Grêmio ganhara o tri-tri-tri-campeonato gaúcho. Um domingo, o meu amigo me co-convidou para ir almoçar na ca-casa dele. Por co-coincidência, era dia de Gre-nal pela Co-copa União, o Brasileirão daquele ano.

Depois do almoço, regado a vinho muito bom, o meu amigo co-cômeçou a me provocar para eu ir junto com ele ao Gre-nal. Ele disse que tinha um ingresso sobrando e seguiu provocativo. Ouvi o "co-convite" em silêncio. Ele insistiu tanto que eu pensei: nas cadeiras, ficaremos re-relativamente isolados. Aceitei. Lá fomos nós, rumo ao chi-chiqueiro da beira-rio.

Quando chegamos, estranhei o ca-ca-minho que ele tomou. Na co-correria da entrada, e ainda fu-fustigado pelo mau che-cheiro, não tive co-condições de perceber o que se passava. Ainda mais que eu não co-conhecia as vielas da pocilga. Sempre que ia em jogos lá, sentava na arquibancada superior, onde fi-ficava a torcida do Grêmio.

Me-meu amigos, qua-quando eu dei por mim, estava em plena social do aterro lo-lotado. Para vocês bem entenderem o drama: o borderô do dia co-contou um público de 52.347 pessoas.

Co-começa o jogo. Eu ali, qui-quieto, só ouvindo as manifestações da horta, cu-cuidando pra não pisar em nenhum morango. O go-goleiro deles era Cláudio Ta-taffarel, festejado por seus 900 minutos sem levar gol. Jogo parelho. Na fo-folhinha, 12 de outubro, Dia da Cri-criança.

Num ataque dos no-nossos, Jorge Veras avança pela esquerda. Os deles acompanham à distância. O po-ponta segue avançando, passa na co-corrida por Luis Carlos Winck, chega a linha de fundo e cru-cruza para a área.

Senhoras, eu vi-vi a bola vi-vindo e vi-vindo e vi-vindo e vi-vi o Taffarel se abaixando para recolhê-la e girar co-como se tivesse levado um pialo. E vi-vi a criança esférica subindo um palmo e caindo dentro do go-gol. Senhores, foi um fra-frango abbon-bbon-abbondanziérico. E eu ali vendo tu-tudo aquilo no meio de um mar mo-morango.

Por reflexo, por pu-puro reflexo, pulei para fe-festejar. No milésimo de segundo entre o pu-pulo e o levantar de braço, minha amígdala cerebral me advertiu sobre onde eu estava. O instinto re-reagiu. De pu-punho cerrado, apenas com o indicador acusador, gri-gritei para o agente da minha esfuziante alegria: "Fra-frangueiro! Fi-filho da pu-puta!". O grito foi ouvido em me-meio ao silêncio da social co-côlorada, enquanto os nossos vinham abaixo do outro lado do estádio. Alguns morangos co-concordaram co-comigo. O meu amigo não. Ele ficou quieto, co-como guri cagado. Nunca mais me co-convidou para ir a jogo.

Aquele 1 x 0, assistido em ple-plena social do aterro é um dos meus Gre-nais inesquecíveis.

5 de abril de 2010

Histórias do Gaguinho - [ 2 ]

Eu tenho um amigo co-cô-lorado. Só não digo que é um daqueles xa-xa-ropes, porque todos são. O fato é que o ca-cara não se dá por vencido. Se o Grêmio conquista algo, ele sai em busca de alguma coisa pra compensar. So-soooofre! Depois de todos os fiasco deste ano, ele andava meio qui-quieto. Certamente revirando o mundo em busca de uma bo-bóia onde se agarrar. Também não seria necessário, porque co-côlorado não afunda. Mas isso é outra história.

Co-como eu disse, ele andava qui-quieto. Um domingo, o meu ce-celular deu sinal de torpedo. Leio e era ele.
- "Li-liga no canal 39".
Fui ver. Era um jo-jogo num ginásio fechado, pi-piso de grama sintética, uns neguinhos gri-grisalhos e gordos co-correndo atrás de uma bola. Um time vestia ca-camisas listradas e o outro camisas rosas. Retornei a mensagem:
- "???".
Em seguida veio a resposta:
- "É Gre-nal e estamos ganhando!"

Rapaz me deu uma pe-pena do co-cô! Mas não perdi a oportunidade. Co-completei o papo com uma última mensagem:
- "Mais uns dias e vocês vão estar festejando até va-vaga em estacionamento".

Não sei porque não ele não respondeu.

30 de março de 2010

Histórias do Gaguinho - [ 1 ]

Eu morava num pré-prédio de apartamentos em Porto Alegre. Ti-tinha um vizinho meu, do apartamento de ba-baixo, que era muito co-cô-lorado. Era tão co-cô-lorado, que nem os outros mo-moranguinhos aguentavam ele.

Durante a semana, ele co-costumava pendurar aquela bandeira rosa horrorosa na ja-janela, transformando o prédio numa tapera, num no-nojo. Dia de jo-jogo, costumava reco-colher a meleca. Dizia que bo-botava em cima da TV pra dar sorte. Devia ter um ga-gato da Net, porque nunca ia no ate-terro.

Ti-tinha noites que eu ia dormir mais tarde. Então, eu arrastava ca-cadeiras no ta-tabõao da sala, só pra me divertir no dia seguinte, quando ficava sabendo que o vermículo tinha acordado o síndico pra re-reclamar. Aliás, o síndico também era co-côlorado, co-com o que a diversão era du-dupla.

Um dia, eu olhava a fachada do meu prédio. Aquela nojeira pendurada me revolveu o esto-tômago. Resolvi dar um basta naquilo. Voltei pra ca-casa e comecei a pensar na solução pra aquela baixa-xaria. Co-cortar com uma tesoura eu não podia, porque não alcançaria janela abaixo e também po-porque ele ia saber que tinha sido eu. Que-queimar era uma boa idéia, mas poderia provocar um incêndio no pré-prédio e, do mesmo modo, ia levantar suspeitas sobre a minha no-nobre pessoa. Fi-fiquei algum tempo imaginando o que fazer. Aí, veio a i-dé-déia. Só tive que ma-maturar.

Sábado de manhã, dia de sol fo-forte. Te-3 ovos no freezer, por te-3 horas à temperatura máxima. Ainda co-congelados, enterrados e deixados descansar no sol por do-12 horas. Fi-ficaram no po-ponto. Aí, fu-fui rápido. Que-quebrei os ovos podres, pu-pus num tu-tubo de borrifar roupa com metade de água, fe-fechei, sa-sacodi. Sa-sacodi bem. Sa-sacodi mais. Pro-pronto. Fiz uma ne-névoa descer e encharcar o trapo ro-rosa. O calor do sol co-completou a obra.

No dia seguinte tinha jogo do co-côlorado. Esperei na ja-janela a hora que o vizinho ia recolher a “bandeira da so-sorte” para co-cobrir a TV. Difícil descrever o que se pa-passou. O po-pobre morango urrava, indagando o que ti-tinha acontecido com o nojo ro-rosa: “Mas o que é isso? Pu-puta que pariu”. Devia estar fedendo mu-muito. Eu ouvia a mulher dele xi-xingando, dizendo para ele su-sumir com aquela imundícia. O fi-filho perguntou: “Pa-pai dá pra lavar?” A mulher interrompeu: “Na mi-minha máquina e no meu tanque esse fe-fedor não entra”. A co-coisa só se acalmou qua-quando co-começou o Fantástico.

O que fizeram com a po-podridão não sei. Só sei que nu-nunca mais vestiram o meu prédio com pano ro-rosa.

O si-síndico andou me indagando coisas sobre o episódio. Eu di-disse pra ele que era ve-vegetariano estrito. Não co-comia ovo, porque era bem mais saudável co-comer moranguinho.