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17 de novembro de 2016

Daniel Matador - Empatezinho maroto para cumprir tabela

São Paulo 1 x 1 Grêmio


Caros

No dia em que os salafrários do STJD anunciaram a suspensão da ridícula perda do mando de campo do jogo final da Copa do Brasil, o Grêmio visitou o palco do seu primeiro título brasileiro, o estádio do Morumbi. E o adversário foi aquele mesmo derrotado no saudoso ano de 1981, com um golaço de Baltazar, o Artilheiro de Deus. O São Paulo, após chegar a ficar ameaçado de rebaixamento (igual a certos times, não disse quais), fixou-se na zona intermediária da tabela do Temerzão. E o tricolor ainda tentava emplacar o discurso de que ambiciona uma vaga para a Libertadores da América por este campeonato. Na real, as partidas que restam servem mais para aquecimento e preparação para os jogos que realmente interessam: as finais da Copa do Brasil.

1º tempo: São Paulo 1 x 0 Grêmio

O jogo começou com uma forte pressão dos donos da casa. Aos 6 minutos, boa chegada do tricolor, em jogada iniciada por Douglas. Aos 12, num rápido contra-ataque, Chávez recebeu lançamento, antecipou-se à zaga e encobriu Grohe, abrindo o placar. Aos 18, Grohe faz grande defesa num chutaço de longe e manda para escanteio. A marcação gremista, até então, era deficiente, permitindo o controle da partida pelos paulistas.

Aos 34, Chávez bateu de canhota, mas a bola saiu pela linha de fundo. Aos 42, Maicon errou na saída de bola e Cueva ficou na cara de Grohe, que salvou milagrosamente. Aos 45, Douglas lançou Pedro Rocha, mas ninguém acompanhou e ele perdeu o lance. O árbitro deu mais um minuto e encerrou o primeiro tempo com a vitória parcial dos paulistas.




2º tempo: São Paulo 0 x 1 Grêmio

O tricolor voltou sem modificações para a segunda etapa. E o desempenho continuou meia-boca. A mudança perceptível foi um ligeiro avanço da marcação. Aos 13, Chávez chutou muito forte e Grohe fez outra boa defesa. Aos 18, rara chance em uma cobrança de falta, mas tão logo ela foi alçada na área, a arbitragem marcou falta no goleiro. No minuto seguinte, Éverton entrou no lugar de Pedro Rocha.

Aos 20, rápida chegada tricolor, com Douglas pifando Ramiro e o baixinho chutando para empatar! O gol deu uma abalada no tricolor do Morumbi, que não esperava uma reação gremista. Aos 32, Jaílson entrou para a saída de Edílson. Com isso, Ramiro foi deslocado para a lateral direita. Aos 42, outra boa chegada de Douglas, mas o ataque acabou morrendo. Aos 44, em um contra-ataque, quase que o São Paulo faz o segundo, num apagão inacreditável. No último minuto regulamentar, Luan saiu para a entrada de Batista, naquela famosa substituição para matar tempo. Já nos acréscimos, o Grêmio tentou um ataque, mas sem sucesso. E não havia mais nada a fazer. O apitador encerrou a partida empatada




Como jogaram:

Grohe: mal posicionado no gol de Chávez. Afora isso, fez boas defesas. Adiantou-se em um lance ao final do jogo que quase proporcionou gol são-paulino. Nota 5
Edílson: atuou por conta de um efeito suspensivo. Sem grande brilho. Nota 5
Geromel: fez o feijão com arroz de sempre. Nota 7
Wallace Reis: substituiu o suspenso Kannemann. Falhou no primeiro gol, depois deu uma estabilizada. Nota 5
Marcelo Oliveira: incrivelmente, parou de comprometer após a chegada de Renato, apesar de não ser brilhante. Nota 5
Walace: parecia perdido em campo, com a cabeça em outro lugar. Nota 5
Maicon: errou bastante no primeiro tempo. Deu uma melhorada no segundo. Nota 6
Ramiro: vinha cumprindo função tática, mas acabou sendo importantíssimo ao fazer o gol de empate. Nota 8
Douglas: não avançou para o ataque, quando suas jogadas poderiam surtir efeito. Quando fez isso, acabou pifando Ramiro. Nota 7
Pedro Rocha: a dificuldade que tem no confronto direto é impressionante. Não consegue ter vitória pessoal contra praticamente nenhum marcador. Peso morto no ataque. Nota 2 (com boa vontade)
Luan: ficou ilhado no ataque. Produziu bem menos do que pode. Nota 5

Éverton: entrou no lugar de Pedro Rocha e deu mais mobilidade. Nota 6
Jaílson: entrou no lugar de Edilson, mas ficou pouco tempo em campo. Sem nota
Batista: entrou no lugar de Luan, mas o jogo já estava praticamente no final. Sem nota

Renato Portaluppi: por mais que tente emplacar o discurso de que o time quer a vaga no G6, duvido que não fale para os jogadores tirarem o pé para estarem disponíveis para a grande final da Copa do Brasil. Mas a reação na segunda etapa tem mérito dele. Nota 7

Arbitragem: Jailson Macedo Freitas, auxiliado por Alessandro Rocha Matos e Elicarlos Franco de Oliveira (trio baiano). O fraco apitador está em vias de aposentar-se e ainda assim a CBF continua escalando-o para passar fiasco no final da carreira. Ficou de picuinha o jogo todo, só amorcegando.

O primeiro tempo do Grêmio foi lamentável. Não deu sequer um chute a gol. No segundo tempo, Renato avançou o time e arrancou um bom empate. É sabido que todas as atenções estão voltadas para a Copa do Brasil. Assim sendo, este empatezinho acabou sendo um bom negócio.

E uma informação importante ocorreu durante o jogo. O Atlético-MG confirmou que a partida de ida da grande final da Copa do Brasil ocorrerá no Mineirão.


Vamos tricolor, queremos a Copa!

Saudações Imortais

29 de outubro de 2016

Daniel Matador - Mais feio que tropeçar com as mãos no bolso

Figueirense 0 x 0 Grêmio

Foi um joguinho pavoroso em Santa Catarina.

Caros

Após a exuberante atuação frente ao Cruzeiro na Copa do Brasil, cuja vitória em pleno Mineirão lotado proporcionou uma grande vantagem para o jogo de volta, o tricolor entrou em campo para enfrentar o Figueirense pelo Campeonato Brasileiro. O jogo foi disputado no estádio Orlando Scarpelli, cuja iluminação estava pior do que campo de várzea. Como as atenções estão todas voltadas  para a Copa, Renato botou um time reserva para encarar este desafio. O famoso jogo para jogar de sangue doce. E também para dar ritmo para o pessoal que vem atuando menos. O G6 até pode ser uma meta, apesar de todos saberem que o foco é o jogo da próxima quarta-feira.

1º Tempo - Figueirense 0 x 0 Grêmio

E a primeira chegada do jogo foi com Everton, logo aos 3 minutos. Apesar do time catarinense necessitar desesperadamente da vitória para tentar sair do lamaçal do Z4, não conseguia fazer muita pressão. A primeira grande chance apareceu aos 11 minutos, em um voleio de Rafal Moura, mas a arbitragem já havia invalidado o lance. Aos 19, Kaio teve boa chance, mas a bola saiu para escanteio. A saída de jogo era dificultada pela marcação alta imposta pelo Figueirense. Aos 23, Everton levou um carrinho que só não foi pênalti por pouco. Na cobrança de Miller, a bola bateu na trave e saiu pela linha de fundo.

Os catarinas passaram então a ensaiar uma pressão. Aos 35, Badi chutou com perigo após pegar a bola próximo ao círculo da grande área e avançar. Aos 40, chute forte de Rafael Moura, que desviou em Jaílson e saiu para escanteio. Aos 44, Rafael Moura cabeceou à queima-roupa e Grohe fez grande defesa. E o árbitro encerrou aos 47 um primeiro tempo pachorrento.




2º Tempo - Figueirense 0 x 0 Grêmio

Aos 7 minutos, grande chegada do Figueira que acabou gerando escanteio. Mas o jogo estava ainda pior do que no primeiro tempo. Tanto Grêmio quanto Figueirense nada criavam. Aos 19, Guilherme saiu para a entrada de Batista. E a falta de futebol continuou de ambos os lados. Aos 27, Miller saiu para a entrada de Lincoln. Mas nada alterou na partida. A pobreza técnica era sofrível. Vez por outra sobrava alguma bola para o contra-ataque, mas estes nunca eram aproveitados.

Aos 40, Negueba saiu para a entrada de Guilherme Amorim. Aos 42, Batista cortou e soltou um petardo de longe, mas a bola passou longe. Aos 45, Batista teve a bola do jogo ao ficar cara a cara com o arqueiro catarina e perder o gol. Logo emseguida, Lincoln também perdeu boa chance por pura preguiça. E o árbitro finalmente encerrou essa desgraça de jogo.




Como jogaram:

Grohe: jogou para recuperar ritmo após voltar de lesão. Fez boas intervenções. Nota 7
Wallace Oliveira: foi fantasiado de homem-invisível para a partida. Nota 1
Wallace Reis: foi o capitão da equipe e teve boa postura na zaga. Nota 7
Thyere: outro que foi bem e tem aproveitado as chances que recebe. Nota 7
Iago: comprovou os motivos pelos quais Marcelo Oliveira é titular absoluto. Nota 3
Kaio: jornada razoável, um dos que se salvou num jogo bem ruim. Nota 6
Jaílson: fez o feijão com arroz na volância, sem muito tempero. Nota 5
Guilherme: ganhou uma grande chance de mostrar trabalho, mas deixou a desejar. Nota 2
Miller: fez um primeiro tempo razoável. Foi um dos que mais tentou no segundo tempo, mas nada muito espetacular. Saiu para a entrada de Lincoln. Nota 5
Negueba: outro que recebeu chance, mas não conseguiu brilhar. Parecia cansado já no primeiro tempo e se arrastou no segundo. Saiu para a entrada de Guilherme Amorim. Nota 3
Everton: foi um dos mais agudos em campo, apesar de não ter convertido desta vez. Nota 6

Batista: entrou no lugar de Guilherme. Não conseguiu fazer nada de muito produtivo. Perdeu o gol que poderia ter dado a vitória ao time. Nota 2
Lincoln: entrou no lugar de Miller. Também não fez diferença em campo. Outro que perdeu uma chance de ouro. Nota 2
Guilherme Amorim: entrou no final. Sem nota

Renato: montou um misturão com os reservas e deu ritmo de jogo a Grohe (que voltava de lesão) e Everton. Talvez a falta de entrosamento possa ser um atenuante, mas a performance do time foi muito abaixo do mínimo aceitável. Nota 5

Arbitragem: Eduardo Tomaz de Aquino Valadao (GO), auxiliado por Adailton Fernando Menezes(GO) e Edson Antonio de Sousa (GO) foram os apitadores. Muito ruins, deixaram a pauleira correr solta, se embananaram em lances de impedimento e inverteram faltas. Amarraram o jogo o máximo que puderam e conseguiram marcar perigo de gol nos raríssimos lances em que estes ocorreram.

Era um joguinho para jogar às brincas e, se possível, somar pontuação e avançar em direção ao G6. A jornada, contudo, foi muito ruim. O jogo foi um dos piores do campeonato. Fica difícil até mesmo fazer alguma análise em cima de nada produzido por ambos os times. Ainda bem que terminou e na quarta-feira tem o jogo do ano na Arena, o qual pode encaminhar o time para mais uma final de Copa do Brasil.

Saudações Imortais

13 de outubro de 2016

Daniel Matador - A Libertadores tá logo ali

Grêmio 1 x 0 Atlético-PR

Pedro Rocha aproveitou o rebote e marcou o gol da vitória tricolor.

Caros

Após ter vencido o Vitória na rodada anterior, o tricolor entrou em campo na Arena para encarar mais uma vez o Atlético-PR, que já havia enfrentado no turno anterior e em dois confrontos na Copa do Brasil (quando classificou-se naquela heroica decisão nos tiros livres diretos da marca penal). Sem poder contar com Grohe, afastado por conta de uma fascite plantar, Renato escalou naturalmente Bruno Grassi em seu lugar. O capitão Maicon retornou de lesão e ocupou o lugar de Jaílson, que foi para o banco. E na frente, quando cogitava-se a escalação de Everton para fazer dupla de ataque com Luan, Portaluppi optou por dar mais uma chance a Pedro Rocha.

1º Tempo: Grêmio 1 x 0 Atlético-PR

Aos 5 minutos uma primeira boa jogada arrematada por Douglas. Mas o jogo era amarradaço, tanto que cerca de 20 minutos passaram-se sem que nada digno de nota ocorresse. Ambas as equipes pareciam estudar-se até demais. Aos 22, Maicon quase fez um golaço do meio de campo. Foi um lance tão bonito que até Portaluppi aplaudiu. No minuto seguinte, Walace fez uma jogadaça, tirou Paulo André do lance e quase marcou. Mas o jogo continuou truncado, mesmo com o tricolor tentando algumas estocadas. As falhas de finalização, contudo, continuavam prejudicando o time.

Aos 40, Ramiro fez um grande cruzamento, mas a falta de um definidor na área não permitiu a abertura do placar. Aos 44, Pedro Rocha meteu um chute que Weverton defendeu no primeiro lance e no rebote. Na finaleira, Douglas meteu um arremate que o arqueiro, desta vez, aparou na sorte. E, mais na finaleira ainda, aos 46 minutos, após Weverton bater roupa em um chutaço de Edílson, Pedro Rocha foi oportunista e abriu o placar.




2º Tempo: Grêmio 0 x 0 Atlético-PR

No retorno, mal a bola saiu e Maicon acionou Luan, que arrematou para fora. Aos 9 minutos, Luan sofreu falta e ele mesmo bateu, com a bola explodindo no poste! Aos 13 e 14 minutos, duas blitzes gremistas que levaram pavor à zaga rubro-negra, sendo que neste último houve um discutível lance de pênalti sobre Luan, não assinalado pela arbitragem. O Grêmio deu uma arrefecida, até mesmo porque o time paranaense começou a fazer altas confusões e atrapalhar o andamento da partida. O goleiro Weverton chegou a levar cartão amarelo por ter tido um surto psicótico em campo.

Aos 29, Pedro Rocha saiu para a entrada de Éverton, que em seu primeiro lance acertou Hernani e levou cartão amarelo. Aos 36, Ramiro saiu  para a entrada de Jaílson. Aos 41, após chute de Douglas, Éverton perdeu e, no rebote, Luan também não conseguiu marcar. No minuto seguinte, Douglas saiu para a entrada de Lincoln. O árbitro assinalou mais 5 minutos de acréscimo. Mas o Grêmio, na malandragem de Renato, amorcegou o jogo até o fim e garantiu mais três pontos na conta.




Como jogaram:

Bruno Grassi: não teve muito trabalho. Assistiu o jogo sem pagar ingresso. Nota 6
Edílson: foi bem e ainda meteu o chutaço que proporcionou o rebote que abriu o placar. Nota 7
Geromel: seguro como de costume. Nota 7
Kannemann: o mesmo estilo lenhador de sempre. Nota 7
Marcelo Oliveira: desta vez, não comprometeu e foi razoável. Nota 5
Walace: cumpriu a função, mas continua abaixo do que já rendeu. Nota 6
Maicon: voltou bem da lesão. Quase marcou um gol antológico. Nota 7
Douglas: abaixo do que pode fazer. No segundo tempo deu uma melhorada, mas cansou. Saiu para a entrada de Lincoln. Nota 5
Ramiro: fez o feijão com arroz e até botou um pouco de tempero, até sair para a entrada de Jaílson. Nota 7
Pedro Rocha: tentou até marcar e foi premiado com o gol. Mérito total. Saiu por cansaço para a entrada de Éverton. Nota 8
Luan: foi um dos que mais tentou jogadas. Quase fez um belo gol de falta. No segundo tempo armou um escarcéu na defesa do Furacão. Nota 8

Éverton: entrou no lugar de Pedro Rocha. Até tentou alguma coisa, mas foi pouco efetivo nos pouco mais de 20 minutos em campo. Nota 5
Jaílson: entrou no lugar de Ramiro, quase no fim. Sem nota
Lincoln: entrou no lugar de Douglas, quase no fim. Sem nota

Renato Portaluppi: impossível negar que o time evoluiu com ele. Corrigiu o crônico problema da bola aérea defensiva, a própria defesa ficou mais sólida e o ataque agora é mais vertical. A vitória de hoje, novamente, passa por ele. Nota 8

Arbitragem: Pericles Bassols Cortez (PE-Fifa) foi o apitador, auxiliado por Clovis Amaral da Silva (PE) e Cleberson do Nascimento Leite (PE). Deu algumas rateadas e sonegou um pênalti.

A vitória alçaria o time a real e forte postulante ao G6. E, confirmando o trabalho pragmático de Portaluppi, ela veio novamente. O placar não condiz com a produção ofensiva do time, que poderia golear caso fosse mais efetivo. Mas, mesmo que estejamos muito vivos na busca pelo título da Copa do Brasil, o G6 tá logo ali. A Libertadores 2017, aparentemente, começa a tomar forma.

Saudações Imortais

7 de outubro de 2016

Promoção Grêmio X Atlético-PR – Outubro Rosa Tricolor

Outubro é o mês de conscientização sobre o câncer de mama, e tradicionalmente o Grêmio realiza ações nesse mês.
Além de trabalhar a parte visual de aplicações em redes sociais, posts e anúncios, hoje o clube anunciou promoção para as mulheres no jogo contra o Atlético-PR, dia 13/10 as 21:00 na Arena. Mulheres pagarão R$ 20,00 o ingresso em qualquer setor do estádio, com exceção da arquibancada norte e torcida visitante, e nos camarotes o desconto será de 50%.

Além dessa ação promocional para mulheres, ainda haverá a continuidade dos ingressos reduzidos para todo o público nos setores Superior, Gramado e Gold.

Para as Cadeiras Superiores, a entrada terá valor único de R$ 60,00.
As Cadeiras Gramado terão valores entre R$ 60,00 e R$ 70,00.
A Cadeira Gold terá valor único de R$ 100,00.
A arquibancada norte o preço será R$ 50.

As promoções para crianças e Sócios Cadeira também continuam:
1. Crianças de 03 a 11 anos  têm a vantagem de ingresso a R$ 10,00 em todos os setores, exceto para arquibancada Norte e torcida visitante;
2. Sócios cadeira podem adquirir um ingresso para acompanhante a R$ 20,00 (válido no mesmo setor do sócio cadeira, exceto na torcida visitante e na arquibancada norte);
3. Sócio (cadeira superior) poderá adquirir até dois ingressos pelo valor de R$ 20,00 cada, nos setores gramado leste, sul e corners do leste;
4. Camarotes compartilhados seguem com valores promocionais a partir de R$ 205,00 por pessoa.
O sócio tem prioridade de compra a partir das 11h de sexta-feira, 7 de outubro, pelo site  www.arenapoa.com.br. A segunda etapa de vendas começa no domingo, 9/10, 11h, pelo site, com ingressos disponíveis ao público em geral.

(Informações retiradas do site do Grêmio)

Essa política de desconto tem dado muito certo.
Esse jogo é muito importante para buscarmos nossa vaga na Libertadores do ano que vem.


#VamosGrêmio 

5 de outubro de 2016

Daniel Matador - Vitória fora de casa, finalmente!

Vitória 0 x 1 Grêmio

Jaílson foi bem na partida e ainda fez o gol da vitória.

Caros

O tricolor foi até a Bahia para tentar fazer algo que não vinha fazendo neste campeonato brasileiro: vencer fora de casa. Sem Luan e Marcelo Oliveira, o time de Portaluppi veio com Henrique Almeida e o jovem Iago como titulares. Parte da torcida estava de sangue tão doce para este jogo que tiveram que aplicar insulina para controlar diabetes. Vitória do Grêmio era bom para as pretensões do agora G6, ao passo que resultado positivo do time de Argéu Fúquis afundaria ainda mais o pessoal da beira do lago. Era até engraçado acompanhar o Twitter com a galera gremista torcendo para qualquer resultado.

1º tempo: Vitória 0 x 0 Grêmio

O jogo começou com certa pressão por parte do time baiano. Zé Love, aparentemente, ficou maluco e tentou encarar Walace, um negão que tem o dobro do tamanho dele. Aos 11 minutos, Jaílson ganhou dividida no meio de campo e largou para Walace, que lançou Henrique Almeida. O atacante gremista acabou chutando no peito do goleiro do Vitória e perdeu um gol quase feito. Aparentemente, ele tem especializado-se nesse tipo de lance. Aos 18, Henrique Almeida lançou Ramiro, que dominou, concluiu e marcou, mas o árbitro assinalou impedimento e anulou o gol. Aos 20, Kieza cabeceou, Grohe deu um tapinha e a bola ainda pegou na trave.

Marinho era um dos jogadores que mais levava perigo à área tricolor, inclusive cobrando escanteios.Aos 30, Grohe sentiu um problema de fascite plantar, mas acabou voltando, mesmo mancando. Aos 35, blitz gremista na área baiana e Fernando Miguel salvou. Esse lance foi de uma bizarrice tão grande que não deu nem pra acreditar. Até mesmo um pênalti cometido por Kanu em Henrique Almeida rolou. Aos 44, Henrique Almeida fez uma jogadaça ao invadir a área e chutar, mas um defensor do Vitória conseguiu espanar. Não houve mais nada digno de nota e o árbitro encerrou a primeira etapa com o placar fechado.





2º tempo: Vitória 0 x 1 Grêmio

O segundo tempo começou com Grassi voltando no lugar de Grohe, que não resistiu às dores proporcionadas pela tal fascite plantar. E, aos 7 minutos, Douglas cobrou falta sofrida por Jaílson, que escorou de joelho e abriu o placar. Aos 20, Grassi fez grande defesa, mandando para escanteio. Aos 19, Henrique Almeida saiu para a entrada de Everton. Aos 26, Fernando Miguel salvou outro lance em que Everton estava cara a cara. Aos 29, Edílson fez grande jogada e quase marcou um golaço. Aos 43, Wallace Reis entrou no lugar de Pedro Rocha, naquela famosa substituição para matar tempo e garantir o resultado. E ele foi garantido pelo placar mínimo.




Como jogaram:

Grohe: fez uma grande defesa em uma conclusão de Kieza no primeiro tempo, indo bem no geral. Mas não voltou para a segunda etapa por conta da lesão que sofreu. Nota 7
Edílson: foi razoável, apesar de não ter a mesma contundência de outras partidas. Nota 6
Geromel: foi bem na defesa, gerenciando a zaga como sempre. Nota 7
Kannemann: sentou a lenha e não aliviou. Gostamos de zagueiros assim. Nota 7
Iago: sentiu o jogo no primeiro tempo. Deu uma melhorada no segundo. Nota 5
Walace: aparenta ter esquecido seu futebol em algum lugar. Muita balaca e pouca efetividade. Nota 4
Jaílson: fez o feijão com arroz na volância. Além disso, fez o gol que abriu o placar. Nota 8
Ramiro: marcou um belo gol, mas o árbitro anulou. Cumpriu bem a função. Nota 6
Douglas: foi bem e ainda deu a assistência para gol de Jaílson. Nota 7
Pedro Rocha: continua com algumas sérias dificuldades em arrematar a gol com qualidade. Deu uma leve melhorada na segunda etapa. Nota 5
Henrique Almeida: perdeu um gol semi-feito. Até teve boa vontade e inclusive auxiliou na marcação de saída de bola, mas só isso não basta. Nota 4

Bruno Grassi: voltou do intervalo no lugar de Grohe, que saiu lesionado. Fez boas defesas.
Everton: meteu uma correria violenta e deu novo ânimo ao time, apesar de ter perdido um gol quase feito. Nota 7
Wallace Reis: entrou no final, somente para matar tempo. Sem nota

Renato Portaluppi: o gol saiu de uma jogada que ele tem insistido no Grêmio, a bola alçada para a área e a chegada com pressão. O segundo gol contra o Palmeiras também saiu assim. Não é só motivador. A vitória fora de casa, raridade com Roger, foi retomada com ele. Nota 8

Arbitragem: Emerson de Almeida Ferreira (MG), Luiz Antonio Barbosa (MG) e Marconi Helbert Vieira (MG). O apitador conseguiu a proeza de dar cartão amarelo para Kannemann em uma jogada que sequer foi falta. Bem ruinzinho.

Novamente o Grêmio criou várias chances e pecou na finalização. Quando já estava em vantagem no placar, poderia ter matado a partida, não fossem as falhas de finalização. Mas o que vale são os três pontos fora de casa. E eles vieram, mesmo que a fórceps. O estilo de Renato é esse. E vem dando certo.

Saudações Imortais

25 de setembro de 2016

Daniel Matador - A vitória veio, não importa como

Grêmio 1 x 0 Chapecoense

Pedro Rocha fez o gol que garantiu a vitória tricolor.
Caros

A sentença que proferi quando da chegada de Renato confirmou-se logo em sua estreia, quando tivemos uma mostra da magia. Sim, porque somente a magia pode explicar o que aconteceu naqueles pênaltis contra o Atlético-PR. Não tem outra explicação. Só que não houve muito tempo para assimilar o que aconteceu na partida que classificou o tricolor para as quartas-de-final da Copa do Brasil, pois o time de Portaluppi teve que entrar no gramado da Arena neste domingo para enfrentar a Chapecoense pelo Campeonato Brasileiro. E com os desfalques de Edílson, Kannemann e do capitão Maicon. A luta pelo título, apesar de matematicamente possível, é quase improvável. Mas o ingresso no G4 ainda pode ser alcançado e é por aí que a torcida e o time têm que seguir.

1º tempo: Grêmio 1 x 0 Chapecoense

Aos 9 minutos, Grohe salvou um perigoso chute da entrada da área, mandando para escanteio. No minuto seguinte, após grande jogada da gurizada, Walace cruzou da esquerda para Pedro Rocha arrematar e abrir o placar com um chute cruzado. O jogo ficou muito truncado no meio de campo, com as chances rareando para ambos os lados. Só aos 25 Luan bateu de fora da área em um lance com algum potencial. Aos 26, após bobeada de Walace, Kempes recuperou a bola e quase que a Chapecoense empatou. A partida continuou amarrada e com poucos lances incisivos de lado a lado, encaminhando-se para o intervalo com a vitória parcial do tricolor.




2º tempo: Grêmio 0 x 0 Chapecoense

O Grêmio voltou para o segundo tempo sem alterações. E o jogo continuou truncado, tanto que somente aos 12 minutos Henrique Almeida teve a primeira chance razoável, dando um belo arrematando que o goleiro desviou para escanteio. Aos 19, Canela cabeceou, mas sem assustar muito. Aos 21, Guilherme entrou no lugar de Henrique Almeida. Aos 22, Walace tomou o terceiro amarelo e não joga a próxima partida. E na cobrança da falta a Chapecoense quase marcou com um desvio no primeiro pau. Aos 26, outro perigoso lance da Chape, que quase marcou de cabeça. Aos 27, Pedro Rocha fez grande jogada e Ramiro cruzou, mas Jaílson não arrematou corretamente. Aos 39, bom chute de Luan, que passou muito perto. No minuto seguinte, Pedro Rocha saiu para a entrada de Thyere. Ao final, Douglas saiu para a entrada de Ty. E mais não teve e nem precisava, pois o tricolor voltava a vencer no Campeonato Brasileiro.




Como jogaram:

Grohe: foi sua primeira partida após o redentor jogo contra o CAP. Foi bem, mas também não joga a próxima partida por ter levado o terceiro amarelo. Nota 6
Ramiro: fez um feijão com arroz sem muito tempero na lateral. Nota 5
Geromel: foi bem, ganhando praticamente todas as disputas individuais, com exceção de um ou outro lance. Nota 6
Wallace Reis: fez boa dupla com Geromel e não comprometeu. Nota 6
Marcelo Oliveira: fazia seu 100º jogo pelo Grêmio e, surpreendentemente, não cometeu as tradicionais rateadas. Nota 6
Walace: apesar da assistência para gol, novamente jogou mal, muito aquém do que já mostrou ser capaz. E ainda levou um cartão amarelo que inviabiliza sua escalação na próxima rodada. Nota 4
Jaílson: cumpriu a função tática na volância, sem muito destaque. Nota 5
Douglas: tentou utilizar sua habilidade para pifar os atacantes, mas o povoamento no meio de campo não privilegiou suas características. Saiu no final para a entrada de Ty. Nota 6
Pedro Rocha: fez o que o atacante tem de fazer e meteu a bola no barbante. Saiu para a entrada de Thyere. Nota 7
Luan: abaixo do que a torcida acostumou a ver. Nota 5
Henrique Almeida: recebeu nova chance após o triste episódio do último jogo. Desferiu apenas um bom chute durante todo o jogo. Pouco para um atacante. Nota 3

Guilherme: não entrou tão bem quanto no jogo anterior. Nota 4
Thyere: entrou no lugar de Pedro Rocha para tentar garantir o resultado ao final do jogo. Sem nota
Ty: o primeiro jogador sul-africano a vestir a camisa tricolor fez sua estreia no time principal, mas entrou bem ao final. Sem nota

Renato Portaluppi: teve pouco tempo para remontar uma equipe acostumada a jogar com um sistema viciado. Mas sua estrela ajudou o time a reencontrar a vitória depois de um período de seca. Nota 8

Arbitragem: Dewson Fernando Freitas da Silva (PA) é um dos melhores (se não o melhor) árbitro do país nos últimos tempos. Foi auxiliado por Márcio Gleidson Correia Dias (PA) e Hélcio Araújo Neves (PA). Apitou bem e foi discreto, como todo bom árbitro deve ser.

Portaluppi teve raros momentos para tentar remontar a equipe, seja em seu aspecto técnico-tático seja em seu aspecto anímico. Mas o Grêmio precisava vencer, não importava de que jeito fosse. E a mística de Renato ajudou a sanar uma situação que já estava ameaçando ficar crítica. Agora é encarar o Palmeiras pela Copa do Brasil.

Saudações Imortais

20 de setembro de 2016

Daniel Matador - Acredite na magia



“- E ninguém lhe dá ouvidos, senhor? - perguntei a Merlin.
- Alguns sim - respondeu, ressentido. - Poucos, um ou dois. Artur, não. Acha que sou um velho idiota à beira da senilidade. E você, Derfel? Também acha que sou um velho tolo?
- Não, senhor.
- E acreditas na magia, Derfel?
- Sim, senhor - disse eu. Tinha visto a magia funcionar, mas também a vira falhar. Era algo difícil, a magia, mas eu acreditava nela.”

Diálogo de Merlin com Derfel na imortal obra “O Rei do Inverno”, segundo volume da trilogia Crônicas de Artur.
 
Acompanhado do mestre Valdir Espinosa, Renato acompanhou o treino na Arena (foto de André Ávila).


Caros

Em 2013 aproveitei um raro momento de folga e fui até a Arena para ver a volta da magia. No caso, acompanhei a apresentação de Renato Portaluppi para a torcida do Grêmio em seu primeiro treinamento aberto. Inclusive documentei aqui no blog, neste post aqui ==> http://blogremio.blogspot.com.br/2013/07/daniel-matador-volta-da-magia.html

A magia, assim como os milagres, é uma coisa meio estranha. Muitos não acreditam nela, dizem que não existe. Outros, meio reticentes, até creem em sua existência, mas duvidam de sua eficácia. Eu já sou de outra turma. Acredito na magia. Ela existe, duvidem ou não. Sabe aquele gol do Aílton na final do Campeonato Brasileiro em 96, faltando cinco minutos pra terminar o jogo? Magia. Aquele gol do Carlos Miguel no Maracanã lotado em 97, quando a torcida do Flamengo já comemorava o título da Copa do Brasil? Também foi magia. E o gol de Renato em Tóquio, na prorrogação, pegando o goleiro do Hamburgo no contrapé e coroando o Grêmio como Campeão do Mundo? Óbvio que era magia. Impossível discordar.

Grande parte da torcida não queria a saída de Roger. Mesmo esses, contudo, admitem que o ex-técnico, provavelmente o mais promissor da atualidade no futebol brasileiro, vinha pecando em alguns pontos cruciais. Por mais que todo treinador tenha seus bruxismos, a manutenção de determinados jogadores que não vinham rendendo contribuiu para minar seu trabalho. Diferentemente de seu mentor Tite, que sempre soube aliar a qualidade técnica à gestão de pessoas, Roger não domina este segundo quesito. E a incapacidade de ler uma partida em tempo real é, talvez, um de seus principais pontos negativos. A metodologia de toque de bola, não obstante os bons resultados que trouxe em muitas situações, nunca era alterada, estivesse o time ganhando, perdendo ou empatando. E isso é ruim, tanto que não me recordo de algum jogo que o time tenha virado o placar após sair em desvantagem (até pode ter ocorrido, apenas não me vem automaticamente à mente, o que corrobora o citado). Saber mudar o rumo quando a situação assim o exige é importante, para não dizer essencial. Roger é jovem, iniciante em sua carreira. Tem tempo para corrigir estes aspectos. Mas ele optou por corrigi-los fora do Grêmio.

E, quando o pragmatismo racional deixa de brilhar e dar resultado, aí apela-se para o imponderável. Como dizem na aldeia, entra o pensamento mágico. Recorre-se à mística. Apela-se para a magia. Não é correto? Provavelmente. A manutenção de um projeto, via de regra, costuma dar bons resultados. Mas é algo relativo. Chega uma hora em que, mesmo que possa haver um futuro promissor, o presente obriga a uma guinada de rumo. E aí, valendo-me de uma citação lá do Twitter, temos um ponto interessante a ressaltar. O pensamento mágico pode ser bom ou ruim. Vai depender do cacife do mágico. Uns apelam para David Copperfield, outros apelam para o Tio Tony. O resultado? Bom, temos uma amostra em certos times que estão na zona de rebaixamento.

Não dá pra exigir muito da magia quando o mágico é o Tio Tony.

Ao contrário do que muitos erroneamente apregoam, Renato não é um mero motivador ou um singelo distribuidor de coletes. Já acompanhei alguns treinos dele e atesto que muitos fundamentos técnicos e táticos são interessantes. A parte física entra também, mas aí é trabalho da comissão permanente. E a parte anímica, esta Portaluppi trabalha como poucos. E talvez seja justamente o que mais precisamos neste momento. Se souber utilizar parte do legado de Roger, Renato tem condições de fazer um bom trabalho, a exemplo do que fez nos outros dois Brasileiros em que comandou o time. Em 2010 pegou a equipe às portas do rebaixamento e classificou-o à Libertadores. Em 2013, com um elenco não superior ao atual, foi vice-campeão.

Portanto, há razões para acreditar. Nesta quarta-feira, às 19h30min, ele estreará na casamata contra o Atlético-PR pela Copa do Brasil precisando de um empate para classificar o time para as quartas-de-final do torneio. E aí faltarão apenas 6 jogos para o título. Sim, apenas 6 jogos. Difícil? Lógico, como tem sido a vida do tricolor nestes últimos anos. Impossível? Claro que não. Em sua coletiva de apresentação, ao lado de Valdir Espinosa, Portaluppi falou uma frase emblemática: "Não tenho varinha mágica". Ok, Renato. A gente sabe que nem todo mágico precisa disso para fazer seus truques. E talvez o que precisemos, nesta hora, seja justamente um toque de magia. Aquela que vem faltando há um certo tempo. Acredite na magia. Ela existe. Eu já a vi falhar, mas também já a vi funcionar. E ela está de volta.

Saudações Imortais

14 de setembro de 2016

Jornada fiasquenta em Campinas

Ponte Preta 3 x 0 Grêmio

Caros

Apesar de ter sido contra o líder do campeonato, o empate sem gols no último domingo na Arena frustrou a torcida gremista. Assumir a liderança e brigar pelo título ficou muito complicado, apesar do time continuar na briga com o pelotão da frente. Douglas levou o terceiro amarelo e desfalcou o time para este jogo em Campinas contra a Macaca, abrindo espaço para o garoto Lincoln. historicamente, o Moisés Lucarelli sempre foi um estádio hostil para o Grêmio. Ganhar lá nunca foi barbada. Mas não adianta, há que meter os peitos.

1º Tempo: Ponte Preta 0 x 0 Grêmio

O jogo iniciou meio truncado nos primeiros minutos, sem grandes lances para ambos os lados. Aos 8 minutos, Lincoln cruzou para Luan, que cabeceou e a bola passou rente à trave. Só que o jogo continuava com alguma movimentação, porém sem lances efetivos. Aos 23, Marcelo Oliveira fez uma falta na risca da área e levou pânico à torcida. Na cobrança, grande defesa de Grohe. Em seguida, em cobrança escanteio, Douglas Grolli (sim, aquele) cabeceou e a bola explodiu no travessão. Aos 34, Kannemann e Geromel embananaram-se em uma disputa de bola e William Potker desperdiçou a chance para a Macaca. Eu até gostaria de citar mais alguma coisa, mas o jogo foi horroroso neste primeiro tempo. O árbitro poderia até ter encerrado antes para aliviar o sofrimento de quem assistia.





2º Tempo: Ponte Preta 3 x 0 Grêmio

Na volta do intervalo, Batista entrou no lugar de Miller. Uma estranha troca de Roger. Reza a lenda que estava com indisposição estomacal (Miller, não Roger). E, também estranhamente, aos 2 minutos Marcelo Oliveira fez uma fila, invadiu a área e chutou para defesa  do goleiro. E aí, aos 8 minutos, em uma cobrança de falta, Fábio Ferreira (sim, aquele mesmo que também já fardou aqui) cabeceou e abriu o placar. Aos 13 e 14, duas blitzes seguidas da Ponte. Ato contínuo, Negueba entrou no lugar de Pedro Rocha. Aos 16, Jaílson tocou para Batista, que bateu de chapa, quase empatando a partida. Aos 24, Luan fez uma boa jogada ao invadir a área, mas que não deu em nada. Até que, aos 31, novamente em uma jogada de bola aérea, a Ponte ampliou. O Grêmio estava literalmente batido em campo. A partir daí, nada digno de nota ocorreu. A Ponte deu uma administrada até o lamentável final. Mas, para a tragédia ficar completa, aos 48 o árbitro assinalou pênalti convertido por William Potker.




Como jogaram:

Grohe: caçou várias borboletas durante o jogo. Nota 4
Edilson: sumido durante grande parte da partida. Nota 2
Geromel: razoável, mas aquém das jornadas fora de série com as quais acostumou a torcida. Nota 4
Kannemann: tem mostrado que sua contratação foi acertada. Joga sério, duro e sem firula. Nota 4
Marcelo Oliveira: com exceção de uma boa jogada, nada mais fez, mostrando a mesma mediocridade de sempre. Nota 2
Walace: voltou enfeitado da seleção. Não foi bem. Nota 4
Jaílson: até tentou algo, mas sucumbiu junto com o time. Nota 4
Lincoln: quase não apareceu no jogo. Nota 2
Pedro Rocha: teve um único lance razoável no primeiro tempo. E só. Saiu para a entrada de Negueba. Nota 3 (com boa vontade)
Luan: pareceu jogar fora de posição. Até tentou algumas investidas, mas parecia descompromissado. Nota 5
Miller: até fez uma movimentação razoável no primeiro tempo, mas estranhamente não retornou para o segundo, dando lugar para Batista. Nota 5

Batista: entrou no lugar de Miller. Tem potencial, mas hoje não conseguiu fazer nada. Nota2
Negueba: entrou no lugar de Pedro Rocha. Não fez nada de diferente. Nota 2
Guilherme: entrou no lugar de Lincoln. Também não conseguiu mostrar nada. Nota 2

Roger: continua pecando em escalar Marcelo Oliveira, além de errar demais na estratégia de jogo nas partidas fora de casa. Mais um resultado que passou por ele. Nota 1 (só pra não zerar)

Arbitragem: Jailson Macedo Freitas foi o apitador, auxiliado por José Carlos Oliveira dos Santos e Paulo de Tarso Bregalda Gussen. Fraco, mas não interferiu no resultado.

Apesar da grande recuperação e campanha que a Ponte Preta vem fazendo no campeonato, era o jogo para o Grêmio recuperar-se. Mas impressiona a apatia do time nos jogos fora de casa. É algo fora do normal. Mesmo a presença de jogadores de seleção como Luan, Walace, Miller, Geromel e Grohe parece não adiantar. A situação está muito complicada. Oremos.

Saudações Imortais

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ATUALIZAÇÃO: na coletiva pós-jogo, o presidente Romildo Bolzan informou que Roger solicitou demissão e seu pedido foi aceito pela direção. O tricolor agora parte para a busca de um novo técnico.

4 de setembro de 2016

Daniel Matador - Estádio de segunda, atuação de quinta

Botafogo 2 x 1 Grêmio

Caros

O Grêmio foi até o Rio de Janeiro para enfrentar o Botafogo no acanhado Estádio Luso-Brasileiro, chamado por alguns de "Arena Botafogo", para cumprir o jogo atrasado da 19ª rodada do Temerzão. Pois o único jogo do domingo não foi transmitido em TV aberta, que preferiu passar DOIS FILMES do Adam Sandler EM SEQUÊNCIA!!! O estádio é mais acanhado que muitos do interior gaúcho e o gramado é meia-boca.

Márcio Neves, o fotogênico repórter da Grêmio Rádio Umbro, no Estádio Luso-Brasileiro para a jornada.

Com a justa ida de Geromel para a Seleção Brasileira, Kannemann e Wallace Reis formaram novamente a dupla de zaga. Com Grohe também lá, Bruno Grassi ganha chance no gol. E a ida de Bolaños para a seleção equatoriana abriu vaga para Henrique Almeida. Uma vitória daria novo fôlego e significaria a retomada com força da briga pelo título.

1º Tempo - Botafogo 2 x 0 Grêmio

Logo aos 2 minutos, Bruno Silva meteu um sapataço de fora da área, mas a bola fez a curva e saiu pelo lado direito da goleira defendida por Grassi. Um minuto depois, o Botafogo fez o gol que, depois de uma grande confusão entre árbitro e bandeirinha por conta de um impedimento assinalado, foi corretamente anulado. O jogo estava horroroso, sem nada que valesse sequer o registro, tanto  por parte do Grêmio quanto do Botafogo. Quase aos 20 minutos que surgiu um primeiro lance mais incisivo, com a característica troca de passes que resultou num chute fraco de Maicon.

Até que, no minuto seguinte, o bom jogador Camilo meteu uma bicicleta e marcou um golaço. Logo depois, Kannemann fechou bem uma chegada perigosa de Sassá pela direita. Aos 29, novamente pelo lado direito, Sassá ampliou. O time trotava em campo e não jogava nada. Era um filme de terror. Aos 41, uma das raras chances, quando a bola sobrou para Wallace Reis, que chutou meio enviesado pra fora. O árbitro ainda deu 3 minutos de acréscimo por conta da lambança ao anular o gol irregular logo no início do jogo, o que só prolongou a agonia. Foi certamente o pior primeiro tempo do Grêmio em todo o ano.




1º Tempo - Botafogo 0 x 1 Grêmio

No primeiro minuto Kannemann salvou mais um lance em  disputa individual com Sassá. A pobreza da partida, contudo, permanecia. Aos 14, saíram Walace e Henrique Almeida para as entradas de Ramiro e Batista. Só que as mudanças não alteraram em nada o panorama. Tanto que, aos 25, Luan fazia grande jogada e, dentro da área, optou por dar mais um toque ao invés de chutar. Aos 33, Kannemann fez grande jogada lá da defesa, recebeu na área e marcou, mas o árbitro anulou anotando impedimento. Impressionantemente, o time conseguiu descontar aos 35 em um típico lance de centroavante do garoto Batista. Para prolongar a agonia, o árbitro deu 5 minutos de acréscimo.




Como jogaram:

Grassi: saídas de bola meio assustadas. O chute de Camilo foi forte, mas em cima, o que tornaria o  lance defensável. Uma meia falha do arqueiro. Nota 4
Edílson: independentemente da plasticidade do lance, não poderia ter permitido a bicicleta de Camilo. Piorou no segundo tempo. Nota 3
Kannemann: foi bem em grande parte dos embates individuais. Bom zagueiro e um dos poucos que se salvou da atuação fiasquenta. Nota 6
Wallace Reis: não foi o único, mas falhou no lance do segundo gol. Sucumbiu junto com o time, apesar de não ter sido sofrível. Nota 5
Marcelo Oliveira: o cruzamento que proporcionou o gol de Camilo partiu facilmente por seu lado. O segundo gol também surgiu de um lance do lado que deveria guarnecer. Sem dúvidas, o pior em campo. Nota 1 (com boa vontade)
Walace: outro que não repetiu as atuações que o levaram à seleção. Errou até mesmo passes simples. Uma de suas piores atuações com a camisa tricolor. Nota 3
Jaílson: uma jornada muito aquém das que havia protagonizado até então. Nota 4
Maicon: uma partida protocolar, o que é pouco para um capitão. Saiu para a entrada de Kaio. Nota 4
Douglas: até tentou, mas abusou de jogadas desnecessárias em um momento delicado. Nota 5
Luan: um dos que mais avançou, mas pecou pelo preciosismo e individualidade em alguns lances. Nota 6
Henrique Almeida: ficou isolado na frente durante todo o primeiro tempo. Inoperante, foi substituído aos 14 do segundo tempo por Batista. Nota 2

Ramiro: entrou no lugar de Walace e comprovou a máxima de que, de onde menos se espera, daí é que realmente não sai nada. Nota 4
Batista: entrou no lugar de Henrique Almeida. Foi voluntarioso e fez aquilo que o atacante tem de fazer: gol. Nota 7
Kaio: entrou no lugar de Maicon e só cumpriu função, apesar de não comprometer. Nota 5

Roger: é impressionante o fato de não conseguir impor um estilo de jogo fora de casa, seja contra adversários fortes ou fracos. Hoje foi igual. A derrota passou por ele. Nota 3

Arbitragem: Wagner Reway (MT) foi o apitador, auxiliado por Eduardo Goncalves da Cruz (MS) e Fabio Rodrigo Rubinho (MT). Logo no início a "equipe" já deu mostras de despreparo ao protagonizar uma lambança generalizada.

Foi um jogo medonho de ambas as partes. O Botafogo é um time ruim e o Grêmio conseguiu a proeza de ser pior. Não há o que comentar.

Saudações Imortais

4 de agosto de 2016

Daniel Matador - O Grêmio não quer ser campeão

Grêmio 0 x 0 Santa Cruz

Wallace Oliveira teve uma atuação igual à cara dele.

Caros

O tricolor entrou em campo na Arena para sua última apresentação neste turno. Sim, pois, por incrível que pareça, a CBF transferiu para o mês que vem o jogo contra o Botafogo, que ocorreria na última rodada. Apenas mais uma das muitas pataquadas que a entidade costuma fazer para ferrar o Grêmio. Ainda assim, a vitória era o objetivo para que a liderança pudesse ser alcançada e o G4 mantido (neste último caso, mesmo sem o resultado do jogo contra o Botafogo). Depois de uma rateada gigantesca contra o América-MG na rodada anterior, nenhum resultado seria possível, a não ser uma vitória. Edílson foi expulso contra o Coelho e desfalcou o time, sendo que Wallace Oliveira entrou em seu lugar. O resto da escalação seguiu a mesma do último jogo.

1º tempo: Grêmio 0 x 0 Santa Cruz

Apenas aos 11 minutos ocorreu o primeiro lance digno de nota. E ainda assim nem foi tanto assim, pois foi um chutão que Geromel deu para afastar a bola na intermediária e que acabou virando um lançamento para Miller, que não alcançou. Aos 13, Wallace Oliveira mandou de cabeça para escanteio uma bola alçada na área do Grêmio. Aos 16, blitz tricolor que culminou com chute de Maicon, rebatido pela zaga. Aos 20, lance individual de Pedro Rocha, que limpou na entrada da área e chutou, mas a bola saiu pela linha de fundo. O jogo era truncado ao extremo, com poucas chances de gol, apesar do time gremista dominar as ações. Aos 21, a melhor chance até então: cruzamento de Negueba para a área, Douglas deu passe de cabeça para Pedro Rocha, que não conseguiu dominar em frente ao gol. Aos 26, lançamento de Negueba para Pedro Rocha, interceptado pelo goleiro. Aos 28, chute de Maicon de fora da área, facilmente defendido pelo goleiro. Aos 40, após lance de Marcelo Oliveira, Wallace Oliveira pegou na veia, de direita. Mas a bola passou longe do gol. Aos 44, lance de Keno para Grafite e quase que o Santinha faz o crime. Grohe saiu nos pés de Grafite e depois a zaga salvou. Aos 45, outro chute que Grohe salvou e mandou para escanteio. E nada mais ocorreu em um primeiro tempo bem ruinzinho, onde o Santa Cruz postou-se quase todo atrás e o Grêmio não foi competente para furar o bloqueio. A torcida no Twitter não perdoou e soltou o verbo.





2º tempo: Grêmio 0 x 0 Santa Cruz

O segundo tempo começou com a entrada do garoto Guilherme no lugar de Pedro Rocha. E logo aos 2 minutos ele cruzou uma bola perigosa para Negueba, mas o lance acabou originando escanteio. Aos 8 minutos, Miller cobrou uma falta magistralmente, na quina da goleira. No rebote, Negueba, de frente para o gol aberto, conseguiu a proeza de cabecear para fora. O Santinha manteve sua estratégia de botar o time todo no campo defensivo e o tricolor continuava sem conseguir furar o bloqueio. Aos 20, jogadaça de Guilherme pela esquerda, que cruzou para Douglas, que cabeceou na trave! No minuto seguinte, Negueba saiu para a entrada de Henrique Almeida. Aos 22, João Paulo cobrou falta na meia lua e a bola explodiu no travessão. Aos 33, Douglas saiu para a entrada de Lincoln. Aos 35, Grohe salvou chute à queima-roupa de Grafite. Aos 37, Lincoln cobrou falta pela direita e Wallace Reis cabeceou com perigo. E o jogo transcorreu de forma modorrenta até o apito final, que sacramentou mais um empate ridículo.




Como jogaram:

Grohe: salvou um lance importante ao final da primeira etapa e outro na segunda, ambos de Grafite. Nota 7
Wallace Oliveira: não jogava há um bom tempo, tendo sido preterido em outras oportunidades até mesmo por Ramiro. Foi praticamente inoperante no primeiro tempo. Nota 2
Geromel: eficaz como sempre. Bons desarmes e antecipações. Nota 7
Wallace Reis: até o momento, é o zagueiro que tem composto a melhor dupla com Geromel. Nota 6
Marcelo Oliveira: a regularidade abaixo da média de sempre. Nota 4
Jaílson: desta vez, não mostrou a mesma performance que encantou a torcida nos jogos anteriores. Nota 5
Maicon: movimentou-se mais do que o normal, talvez pela ausência de Giuliano, que guardava mais posição que Negueba. Nota 6
Douglas: pouco efetivo durante o primeiro tempo. Cansou no segundo. Nota 3
Negueba: foi um dos que mais tentou no time. Mas perdeu um gol quase feito. Nota 4
Pedro Rocha: foi mantido no time, mesmo tendo uma má jornada contra o América-MG. Muito mal no primeiro tempo, não conseguiu fazer praticamente nada. Tanto que nem voltou após o intervalo, saindo para a entrada de Guilherme. Nota 2
Miller Bolaños: tentou muito e cobrou uma falta que quase foi um golaço. Mas parece travado. Nota 4

Guilherme: entrou no intervalo no lugar do inoperante Pedro Rocha. Mostrou ímpeto e fez mais do que seu antecessor. Nota 5
Henrique Almeida: entrou no lugar de Negueba para tentar mudar o jogo. Não conseguiu. Nota 3
Lincoln: entrou no lugar de Douglas. Mas não teve sequer um lampejo do craque que já disseram que ele é. Nota 3

Roger: teve muita dificuldade para montar um sistema que furasse o bloqueio do Santa Cruz. Nota 4

Arbitragem: Luiz Flavio de Oliveira (Fifa-SP), auxiliado por Tatiane dos Santos Camargo (Fifa-SP) e Alex Ang Ribeiro (Aspirante Fifa-SP). O irmão do infame Paulo César de Oliveira apitou de forma correta e não interferiu no resultado da partida.

O Grêmio parece ter uma predisposição natural para complicar jogos contra os times de pior colocação na tabela. Ok, não tem Luan e Wallace, mas ainda assim é inconcebível fazer jornadas ruins contra times do naipe de América-MG e Santa Cruz, que brigam contra o rebaixamento. Por incrível que pareça, o adiamento do jogo contra o Botafogo acabou sendo até salutar. É a chance de ganhar um tempo e reorganizar a casa.

Saudações Imortais

24 de julho de 2016

Daniel Matador - Vitória e rodião

Grêmio 1 x 0 São Paulo

Miller voltou e foi um dos destaques no jogo de hoje.


Caros

O Grêmio entrou na Arena neste domingo ensolarado para enfrentar o São Paulo após estar ciente da vitória do Atlético-MG sobre o Palmeiras, o que auxiliaria sua busca pela liderança do campeonato. Giuliano foi passado nos cobres e já não joga mais pelo tricolor. Luan e Walace estão servindo a seleção olímpica. E Marcelo Oliveira cumpre suspensão. Em seu lugar Roger escalou o jovem Iago, visto que Marcelo Hermes bancou o abobado e arrisca terminar sua carreira jogando a Divisão de Acesso do Ruralito. Jaílson segue no time titular no lugar de Walace, enquanto Miller Bolaños entrou no lugar de Luan. E Negueba ocupou a vaga de Giuliano, com Wallace Reis voltando ao time para formar a dupla de zaga com Geromel.

Primeiro Tempo: Grêmio 0 x 0 São Paulo

Menos de dois minutos de jogo e Negueba passou para Douglas, que chutou, mas para fora. Aos seis, bela trama do tricolor em frente à meia-lua, com Miller finalizando. Aos 8, chute perigoso de Negueba, que o goleiro Dênis defendeu e mandou para escanteio. Aos 10, chutaço de Miller que foi rebatido no susto pelo goleiro do São Paulo. Aos 12, grande jogada entre Negueba e Miller, com finalização de Everton para fora. Aos 20, um belo chute de Miller, com a bola lambendo a rede pelo lado de fora. Na sequência, cobrança de falta que Edilson cobrou magistralmente para grande defesa de Dênis, mandando para escanteio. Aos 28, mais uma ótima jogada com cruzamento de Negueba e Miller cabeceando para finalizar.

Aos 31, troca de passes na área do São Paulo e Negueba matou no peito para chutar. Infelizmente, para fora. Aos 33, Jaílson foi driblando todo mundo desde o meio de campo, mas concluiu sem direção. Aos 35, o primeiro lance perigoso do São Paulo, com finalização de Michel Bastos. Mas o Grêmio tem Geromel, que salvou. Aos 36, outra boa trama tricolor, desta vez com Everton concluindo para defesa de Dênis. Aos 43, Everton sentiu e saiu para a entrada de Pedro Rocha. Aos 46, Gilberto protagonizou o segundo lance de ataque do São Paulo ao cabecear para fora. Aos 47, Miller deu um CHUTAÇO de fora da área que seria um golaço, não fosse o milagre de Dênis. E o careca apitou o final do primeiro tempo.




Segundo Tempo: Grêmio 1 x 0 São Paulo

Aos 4 minutos, mais uma finalização de Miller, desta vez tirando tinta da trave. Aos 7, Maicon recebeu passe de Miller e chutou. Dênis defendeu e, no rebote, Douglas conferiu e abriu o placar na Arena! No minuto seguinte, Pedro Rocha entrou na área dando o drible da vaca no primeiro marcador e sofreu pênalti. Mas o árbitro era o Heber, então obviamente não foi assinalado. Aos 12, após jogada de Miller, Edilson emendou um SAPATO de fora da área. Aos 15, bom chute de Negueba para mais uma grande defesa de Dênis. Aos 21, após cobrança de escanteio, Michel Bastos emendou de primeira e a bola quase saiu pra fora da Arena.

Aos 26, Douglas recebeu de Miller e chutou. Dênis defendeu de forma estranha e a bola quase entrou, saindo para escanteio. O São Paulo não via a cor da bola e o Grêmio dominava todas as ações. Aos 33, Negueba avançava com passadas largas e tomou uma falta por trás de Mena, que já havia levado amarelo e acabou expulso. Aos 35, Douglas saiu ovacionado para entrada de Henrique Almeida. Aos 42, Dênis fez outro milagre em chute de Maicon. Aos 44, Negueba também saiu ovacionado para a entrada de Kaio, naquele tipo de substituição para matar tempo. Aos 46, Pedro Rocha encobriu o goleiro e faria um golaço, não fosse o defensor salvar no último segundo. E mais não teve, com a Arena vendo mais uma vitória tricolor.




Como jogaram:

Grohe: no primeiro tempo, praticamente assistiu a partida. Nota 5
Edilson: a mesma boa regularidade de sempre. É o dono da lateral direita. Nota 7
Geromel: não há mais o que falar sobre o melhor zagueiro brasileiro da atualidade. É sempre soberano. Não deu chance para o ataque do São Paulo. Nota 8
Wallace Reis: retornou da lesão e mostrou que, até o momento, é o melhor parceiro de Geromel. Nota 7
Iago: entrou na fogueira e não se queimou. Estrear numa Arena lotada num clássico brasileiro não é para qualquer um. Nota 6
Jaílson: o garoto parece jogar há anos como titular, tal é a naturalidade com que joga. Nota 7
Maicon: cumpriu de forma regular a volância. Não brilhou, mas foi responsável direto pelo gol que abriu o placar. Nota 6
Negueba: grata surpresa. Substituiu Giuliano com folgas. Principalmente na questão ofensiva e na vitória pessoal sobre os marcadores. Conseguiu inclusive a expulsão de Mena em um lance destes. Nota 8
Douglas: soube desvencilhar-se da marcação no meio de campo e municiou bem as jogadas, apesar de ter perdido alguns lances. E continua manjando muito da jogada que se vale dos rebotes. Nota7
Everton: movimentou-se bem e cumpriu seu papel taticamente no ataque, porém pecou nas finalizações, praticamente todas sem força. Sentiu lesão e saiu para a entrada de Pedro Rocha. Nota 5
Miller: bom retorno após a lesão. Movimentou-se, passou, triangulou e principalmente chutou e muito bem. Nota 7

Pedro Rocha: entrou no lugar de Everton ao final do primeiro tempo. Acabou cumprindo a mesma função de forma semelhante. Nota 5
Henrique Almeida: entrou faltando pouco tempo. Sem nota
Kaio: entrou ao final. Sem nota

Roger: deu um verdadeiro NÓ no time do São Paulo, que não viu a cor da bola durante o jogo todo. Hoje o mérito é, em grande parte, dele. Nota 8

Arbitragem: a CBF inventou de escalar para o melhor jogo da rodada um dos piores árbitros. O careca Heber Roberto Lopes, auxiliado por Nadine Schramm Camara Bastos e Helton Nunes veio para atrapalhar o jogo, como já é natural. Não fossem suas trapalhadas, o placar poderia ter sido mais elástico.

Foi um verdadeiro massacre tático na Arena. Um rodião, um sacode, uma saranda. O Grêmio não deixou o São Paulo fazer nada. O placar magro não fez justiça à gigantesca superioridade tricolor, que agora está a apenas 2 pontinhos da liderança. O próximo compromisso será contra o virtualmente rebaixado América-MG, no Independência. Não há qualquer outra alternativa que não seja vencer. Sem qualquer desculpa para um eventual tropeço. Principalmente considerando que o Palmeiras irá até o Rio de Janeiro para enfrentar o Botafogo e o Corinthians enfrentará a galera da beira do lago no remendão pataxó. Avante, tricolor!!!

Saudações Imortais

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Adendo do seu Algoz

Peço licença ao Matador para mandar um abraço ao arigó que me chamou de pelego chapa branca porque falei que o Roger acertava em por o Negueba.
Eu só perdôo porque o sem noção é petralha.
Chupa arigó.