8 de abril de 2006

O antes, o durante e o depois




O antes:
No início, tudo era luz. "Timão", "espetáculo", "muito melhor", "outra turma"... Eram estas as expressões usadas.

O durante:
No meio, faltaram fraldas. O sentimento de superioridade ou a soberba dos dirigentes e torcedores do timinho deu lugar ao medo, um medo enorme. Alguns caíram em si, mas não todos, porque a ansiedade é um problema sério. O desejo de ser cega. O que era para ser um jogo fácil, de goleada certa, virou um jogo "fora de casa", contra um adversário que "se superou", de um "time que jogou mal". Faltou dizer: um timinho. Os que caíram em si perceberam para quem torciam e as bobagens nas quais acreditaram. Estes estão se borrando.

O depois:
Amanhã é um incógnita. Clássico é clássico. A lógica é que o time melhor armado saia com o triunfo, a menos que fatores ponderáveis interfiram (como Simon, por exemplo). O time melhor armado tem nome e sobrenome: Grêmio (nada pode ser maior). Mas qualquer que seja o resultado, a partir de segunda já se sabe qual será a rotina dos torcedores do perneta. Acabada a pré-temporada, eles voltarão para o limbo, para o nada, para o portão 8.

O Gaguinho sabe do futuro deles. Fala Gaguinho:
A partir de segunda o co-cô-lorado volta para o quá-quá-quaaaaase.

Obrigado, Gaguinho, pela sua participação.

7 de abril de 2006

Sadismo demais


Deu no jornal:

Torcida Gremista deixará o Xeira-Rio primeiro.

Quando leu isto, o Gaguinho veio correndo me falar. Fala aí Gaguinho:

Saca-saca-saca-nagem. Os bri-bri-briga-dianos vão o-obri-bri-brigar os cocô-cocô-lorados a ver a volta Olím-Olím-pica do IMORTAL TRICOLOR! Is-is-to-to não se faz.

Obrigado Gaguinho pela sua participação.

6 de abril de 2006

O medo e o recorde


Pois é. O medo, que fez sumir os ingressos do Grêmio, pode custar caro. O Procon está investigando "O caso das fraldas sujas".

=.=.=.=

Falando sobre a aula de sábado no Olímpico Monumental, o presidente Odone disse que, ao final do jogo, o Grêmio tinha mais pernas do que o timinho. O Gaguinho discorda. Fala Gaguinho:
O co-cô-lorado tinha mais pernas que o Grêmio. O presidente esqueceu de contar as do Simon.
E sobre o jogo de domingo, o que tens a dizer?
O Clemer está há dois jogos sem tomar go-gol. Isso é um record, não se mantém. Os verme-vermelhos vão tomar go-gol domingo.
Obrigado, Gaguinho, pela sua participação.

Cacalo


A respeito da "desconfiança" manifestada em comentário, esclarecemos que o Cacalo não participa do Imortal Tricolor. Aliás, não seria má idéia a participação dele, porque é um mestre na arte de "surrar" comentaristas alinhados com o timinho. Nada obstante, não há nenhum vínculo do dirigente multi-campeão com este blog.

4 de abril de 2006

Sinais de pânico


Fernando Blá-blá-lho comeu a palavra. Deve cuidar para não ter indigestão. O acordo do número de ingressos para a torcida adversária foi rasgado. Só entregaram 5.000 para a mais gloriosa torcida gaúcha. O Gaguinho tem opinião sobre isso. Fala, Gaguinho:
O co-cô-lorado quer o estádio só com torcida do ti-ti-minho. Quer que a torcida jogue, porque o ti-ti-minho já não inspira mais tanta confiança.
Obrigado, Gaguinho, pela sua participação.
Parece que, pelo menos alguém na direção moranguinha acordou e está providenciando fraldas. Internamente, a "grande superioridade" já é questionada.

Uma verdade do futebol



Não adianta contratar um balaio de 30 ou 40 jogadores. De nada vale montar 2 ou 3 timinhos. O Gre-nal de sábado mostrou que alí, no campo, futebol são 11 contra 12.

3 de abril de 2006

Filme Antigo




Os cocô-lorados fingem não entender porque o GRÊMIO (nada pode ser maior) festejou o empate.
O GRÊMIO (nada pode ser maior) começou a festejar o título.

Por duas razões:

  1. Só não fechou a fatura sábado com uma goleada porque vocês já sabem, Simon foi o melhor em campo.
  2. Porque a história mostra que Abel Naba no máximo chega a vice.

Quem foi o vice-campeão brasileiro de 1988 jogando em casa contra o glorioso Bahia? Abel Naba.

Quem foi vice da Copa do Brasil 2004 jogando em casa contra o grande Santo André? Abel Naba.

Quem foi vice da Copa do Brasil 2005 jogando em casa contra o belo Paulista? Abel Naba.

Então? Por isto a nossa festa e o desespero de vocês.

2 de abril de 2006

Acordarão?


Os "analistas" gaúchos sonham. Alguns por preferências clubísticas, outros por problemas de visão. Há 3 meses entraram num estado de transe, incapazes de enxergar a realidade. Há algum tempo chamamos a atenção para um fato cristalino: o timinho é uma jamanta de jogadores médios, uma caçamba de jogadores rigorosamente iguais. Para os "analistas", trata-se de um elenco espetacular; três times acima da média. Os melhores jogadores do Grêmio (nada pode ser maior) só teriam lugar, talvez, no time "C" do "poderoso" time de Fernando Blá-blá-lho. Desfiam bobagens, assim com a naturalidade de quem tem noção do que fala. Ele não têm noção, não senhor. Aqui neste blog, em diversos post, falamos da fragilidade do timinho. O último registro foi no texto "Sobre a ansiedade" (3 posts abaixo). O desejo desmedido de alcançar um momento de glória digno do nome (ganhar uma Libertadores, por exemplo) faz com que o momento de conquista seja antecipado e se coloque no presente. Nada obstante, é uma questão de análise crua dos fatos. Exemplo: a "vitória histórica" contra os reservas (sim, reservas) do Pumas ganhou dimensões de epopéia. Uma demonstração de ansiedade se derramando descontrolada. Quem quis se enganar, enganou-se. Quem quiser continuar se enganando, que vá em frente. Mas nós não podemos nos enganar. O empate no Gre-nal não deve dar ao Grêmio (o Lucas ééééééé bom) a impressão de que o time está pronto para o brasileiro. Mesmo jogando parte do segundo tempo com 9 contra 11 (nós sem Alessandro e Tcheco - vítima da "técnica" do Fernandinho Amarelão e da lesão que o atrapalha; eles com Simon de líbero) é uma questão de simples constatação, de ver a realidade: o timinho não passa de um timinho comum. E os "analistas"? Acordarão, ou seguirão na lenga-lenga de quem é incapaz de diferenciar uma carga de melancias de uma salada de frutas?

O milagreiro




A cor da capa de "Saint Simon" é um mero detalhe, os "milagres" não.

1 de abril de 2006

O Melhor em Campo


Homenagem ao melhor jogador em campo que, heroicamente, estoicamente, jogando sozinho, garantiu o empate para o cocô-lorado.