16 de abril de 2010

Artilharia Tricolor

O Grêmio lançou a promoção Artilharia Tricolor, um programa de pontos para sócios e alistados no Exército Gremista. É mais um benefício para os torcedores do clube. Vejam mais detalhes aqui.

Ainda não se alistou? Está esperando o que?

15 de abril de 2010

Dois jogos

Que dupla!

Sentei na frente da tv para ver um jogo e vi dois. Um até o 3 x 0. Outro, horroroso, vergonhoso, nojento depois do 3 x 1.

Um primeiro tempo tranquilo de 2 x 0 que poderiam ser 3 ou 4 virou em um segundo tempo de 3 x 1 que poderia ser 3 x 2 ou mesmo pior.

O que levou um time seguro, superior, marcando por pressão e não deixando o Avaí respirar se tornar um timeco frouxo, assustado, medroso e louco para entregar depois de levar um simples gol é um mistério para mim. O Silas não está conseguindo explicar. Duvido que o Meira, o que só diz asneira, consiga.

Mário, Rodrigo, Fábio Santos, Jonas e Borges (pelos gols) salvaram-se. O resto deveria dormir hoje com vergonha do que fizeram ou deixaram de fazer. Isto inclui Silas.
De qualquer forma a classificação está assegurada. Este time do Avaí não ganha do Grêmio, muito menos por 2 gols de diferença.
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Enquanto isto, acendem-se as velas no Cheira-Rio. Não vi o jogo, mas me asseguram que de novo conseguiram um empate heróico. Tudo indica que, infelizmente, o Rio Grande do Sul não terá representante na segunda fase da Libertadores.
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Adendo do Arigatô

A Aline venceu a eleição para Musa Tricolor.
E foi um vareio.
Parabéns para ela.
Desejamos sucesso na sequência do concurso.

14 de abril de 2010

The cat is on the grass

A fonte garante: a informação é quente. Tem gato no futebol gaúcho. E não estamos falando de Fabrício Corrêa. Sendo mesmo quente e vindo à tona, será um escândalo. Uma grande "promessa" de 19 anos do aterro seria, na verdade, um gato de 24 anos. O nome do bichano? Pasmem: Gauter.

Histórias Imortais - [ 7 ]

Vivida por Júlio Tricolor

Fazendo contato

1967! Eu não estava entendendo muito bem o que se passava, quando um vizinho e sua irmã foram pedir à minha mãe para me levarem na esquina da Protásio Alves com a João Guimarães. Depois eu soube: acontecia a festa do Hexacampeonato. Lembro de uma enorme bandeira com faixas em azul, branco e preto e buzinas que não paravam. Em meio à balbúrdia, o meu vizinho me colocou sobre seus ombros. Lá do alto, comecei a gritar: GRÊMIO, GRÊMIO! Nunca mais parei. Lembro dele rindo com a minha gritaria e lembro do dia seguinte, da minha mãe furiosa. Não pude ir à aula, por falta de voz.

Na mesma João Gumarães tinha uma serralheria. Todos os domingos o pai de um amigo, Eugênio, me levava com eles para um café colonial em Dois Irmãos. Ou “Docermão”, como ele falava. Num destes domingos, era a final do campeonato gaúcho de 1968. Quando voltávamos de lá, em um Simca (carro chique pra época), o pai dele ligou o rádio bem na hora do segundo gol do Alcindo! O velho enlouqueceu. Desatou a buzinar... e buzinar... e buzinar... Até que, de repente, o carro simplesmente parou, no meio do nada! Acabara a bateria. Aí, quem começou a buzinar no ouvido do pai do Eugênio foi a mãe do Eugênio. Furiosa, esbravejava palavras que eu não entendia. Alemão puro! Pela voz dela e pela cara dos dois, boa coisa ela não dizia. Fomos rebocados por um caminhão de volta à Porto Alegre. Para não perder a viagem, o Simca de bateria nova, o velho ainda nos levou para passear e ver a festança! A vitória de 4 x 0 sobre o aterro foi demais. Mas o pai do Eugênio buzinou bem pouquinho.

13 de abril de 2010

Abaixo o socialismo no futebol!


Dezenove dias, a contar de 14 de abril. Neste período Paulo Silas do Prado Pereira estará prestando as suas provas vestibulares. O resultado dirá se ele seguirá técnico do Grêmio ou se necessitará de mais uma temporada de cursinho. As provas serão, obrigatoriamente, de múltipla escolha. Uma marcação simples poderá levar à segunda opção.

(  ) Grêmio x Avaí (14/04)
(  ) Avaí x Grêmio (21/04)
(  ) Timinho x Grêmio (25/04)
(  ) Grêmio x Timinho (02/05)
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Futebol é imposição. Ele é a essência da seleção natural: só os mais fortes sobrevivem. Não há espaço para generosidade ou fidalguia com o adversário. O máximo que se admite é um discreto fair play. Ainda assim, jogando a bola lá na quina do escanteio, para deixar o alvo da gentileza em palpos de aranha.

Por isso, é incompreensível o que se viu no Olímpico, até este mês de abril. Construiu-se na Azenha um laboratório de socialismo aplicado ao futebol: por 90 minutos todos são rigorosamente iguais. Não importa o quilate do oponente. Todos tem o direito de não serem abafados, de avançarem até o meio-de-campo sem serem importunados, de se sentirem grandes coisas por 2 tempos de quarenta e cinco minutos.
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Basta de igualdade!
Queremos o Grêmio acima de todos.
Chega de fraternidade!
Nos basta abençoar os derrotados.
Que se revogue a liberdade!
Queremos a volta da ditadura Tricolor.

Nos últimos meses, vivemos uma espécie de paradoxo da parcimônia. Mantendo-nos gentis e acolhedores, amealhamos vitórias. Isto vai contra a lógica do futebol, porque futebol é imposição e só os mais fortes sobrevivem. O vestibular de Silas vem aí. Que ele tenha estudado o suficiente e, de quebra, saiba chutar muito bem.
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Aline virou o jogo e lidera a votação da Musa Tricolor. Está esperando o que? Clica aqui e vota.

12 de abril de 2010

02/05: uma ilha na alça de mira

Os calendários da vida são mesmo marotos. Digo isso porque os jogos finais do Gauchão estão marcados para os dias 25 de abril, no aterro, e 2 de maio, no Olímpico Monumental.

Antes, iremos enfrentar o Avaí pela Copa do Brasil. Cá e lá, nos dias 14 e 21 deste mês.

O que estará reservado para aquele dia 2? Será uma data plena, culminando com um presente a completar as comemorações do dia ou haverá uma interrupção da alegria, na ante-sala do lusco-fusco de uma certa ilha emergida no Atlântico Sul?

Questão para ser respondida naquela data e só nela.

Certamente haverá o churrasco (ou coisa que o valha) circundado por saladas de três ou quatro tipos, devidamente antecedido por acepipes caprichados. Talvez regados por uma caipira de cachaça da boa, feita com limão macerado e açúcar legítimo que engorda e tudo, porque caipira com adoçante é coisa de etc e tal. A sobremesa? Quem sabe um sorvete preguiçoso cobrindo fatia de abacaxi puxado na brasa, depois de vestido com a dose adequada de canela moída? No meio de tudo, a cantoria dos parabéns e o ensaio brincalhão do "com quem será...?". Quem sabe?

Naquela altura, a tarde terá avançado para além da conta. O Velho Casarão já estará pulsando como nunca neste ano. De guarda, em algum ponto da social, estarei de punho cerrado pedindo que venham os morangos e que venham em grupo, que é a forma adequada para se degustá-los.

Quem sabe haverá grande alarido do lado da sombra. E, sabe Deus, se sacarei da arma para mandar um torpedo em direção à Santa, levando o que sei será um presente muito desejado e acolhido como o melhor de todos: "O Jonas é foda!". Sabe Deus!

11 de abril de 2010

Já está valendo


Começou a votação. Clique aqui e vote. Ah, não é alistado no Exército Gremista? Fica vermelho de vergonha, fica!

Escritos ao golejar de uma Leffe

Neste interregno, enquanto a baba se engalfinha para ver quem adquire o direito de desafiar aquele de melhor campanha, algumas pílulas para passar o tempo.


A) A garota da foto ao lado, Aline Machado, está na briga para ser indicada Musa Tricolor. Tem página no Orkut, para quem quiser saber mais dela. Ah, ela tem, também, namorado. Olhem e, se gostarem, votem nela. O site onde vai ocorrer a votação não foi informado ainda. Certamente alguém haverá de deixar um comentário aqui, dando o caminho (da votação, fique bem claro). Aguardemos.

B) Meira, o que só diz besteira, agora afirma que não trata da saída de Victor antes de agosto. É quando abre a janela de transferências para a Europa. Logo, Victor deve sair na janela de agosto. Não fosse assim, ele diria que Victor não sai e ponto. Ou será que está dizendo besteira?

C) Perguntam sobre a o selo da invencibilidade. Obviamente um dia ia acabar. Infelizmente, aconteceu num momento indesejado. Porém, fomos invictos no Olímpico por 571 dias. Foram 51 jogos sem o sabor da derrota, que outros são acostumados a experimentar em casa. É uma marca histórica, mesmo para padrões mundiais. O selo vale e, com pequenas adaptações, merece ser perenizado.

D) Sobre a derrota de quinta, algumas perguntas ainda vagueiam: 1) a "homenagem" a Jonas teve influência na derrota? 2) qual a contribuição da campanha "Fica Victor" no pênalti inexplicável cometido pelo Muralha? O fato de ter divulgado nota oficial no dia do jogo não é indício de que ele estava com a atenção desviada do jogo? 3) Colocar Hugo (1 x 0) e Leandro (1 x 1), primeiro, no banco e, depois, no jogo, provavelmente para "pegar ritmo" (pelo menos Hugo, enquanto o time ganhava), não é pista de que o jogo foi considerado fácil antes de acontecer? 4) quando se vai aprender que em futebol não existe "jogo jogado"? 5) por que, até agora neste ano, o Grêmio não conseguiu amassar ninguém no Olímpico? Deixo as indagações com vocês, enquanto abro a última Leffe da noite.

10 de abril de 2010

A Ouvidoria que não ouve mas fala

Não vi o jogo. Não sei se foi sorte ou azar. Das 21:00 até 00:30 estava dentro de um avião com origem em Brasília. Como era quinta-feira, estava cheio de políticos pançudos e sebosos, que como todos sabem, são obrigados a bater ponto de terça a quinta-feira. Estava também repleto de gostosas, sentadas dispersas no avião, que também devem trabalhar entre terça e quinta-feira. O que prova, como diria o sarnoso Sarney que "o pudê é um afrodisíaco e deixa os seus donos bunitos que é a peste."
Saí do avião lendo o torpedo indignado do Arigatô.
Eu não posso dizer que fiquei surpreso. Tenho um sexto sentido que, assim como me dá certeza, às vezes, de grandes vitórias, me antecipa desastres. E desde domingo tinha uma pulga rondando minha orelha. Havia várias moscas no entorno: a invencibilidade no Olímpico, as 15 vitórias seguidas, a homenagem ao Jonas, o Fica Victor, a certeza de que o título seria uma formalidade a ser cumprida, etc. Deu no que deu.
Como não vi o jogo, não posso falar dele. Mas não acho que seja hora de terra arrasada e muito menos de crucificar alguém. Ontem me ligou o fã do William para me tirar onda. Desastres inesperados acontecem, assim como inesperadamente alguém ganha na loteria e até um timinho pode ser campeão mundial FIFA.
Muita calma nesta hora. E, se querem saber, o Grêmio vai ser campeão Gaúcho este ano. Me cobrem depois.
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Todos vocês já ouviram falar e conhecem a rede de blogueiros gremistas. Tem o banner aí do lado. É só clicar em cima que se chega lá. E provavelmente a maioria de vocês lê a maioria dos blogs que a compõem. Tem até o blog do Mosqueteiro. Aliás, este blog é "culpa" nossa que incentivamos o dono a ter o próprio blog tempos atrás. É um blog meio mais ou menos, mas é bonzinho.
Todos vocês já ouviram falar em ouvidoria. Quase toda instituição ou empresa tem ouvidoria ou SAC, o que é quase a mesma coisa. Ouvidoria vem do latim "ouvire" que significa ouvir, escutar.
O Grêmio tem uma ouvidoria. Já vi muitos relatos de gremistas que reclamaram para a ouvidoria tricolor mas não foram ouvidos. Pois a ouvidoria do Imortal resolveu inovar. Em vez de ouvir ela resolveu falar. Devem ter decidido isto depois de ouvir o Meira, aquele que vocês sabem, só diz asneira. O Duda deve ter dado seu pitaco também. Com aquela elegância de lorde argentino.
Aí que o instrumento que escolheram para falar em vez de ouvir foi um blog. O blog da ouvidoria, oficialmente chamado de Blog dos Mosqueteiros. Tchã! Avançaram no nome do blog do Antônio sem dó nem perdão. E escolheram gremistas ilustres para falar verdades aos leitores. O Saul, o Krebs e outros. Tudo gente que nunca ganhou nada mas que gravita no Velho Casarão há décadas. Como consolo deram a quarta-feira para o Ducker, que tem um site muito acessado e não precisa disto e os domingos para os blogueiros que quisessem "aparecer".
Como todos os blogs, este da ouvidoria tem comentários. E os comentários são moderados. Agora faz o seguinte: vai lá e reclama da ouvidoria ou dos comentários do blog e aguarde para ver se o comentário vai ser publicado. Só recomendo pegar um banquinho e esperar sentado. O Mosqueteiro legítimo fez isto. Foi censurado de cara.
Agora imagina um blogueiro da rede mandar um post no domingo criticando a direção ou reclamando do time. Vocês acham que vai ser publicado?
Por estas e outras razões, o Arigatô e eu decidimos não participar desta bobagem. Nada paga a nossa independência. Nem a "honra" de ser um blogueiro "oficial".

9 de abril de 2010

Acaba o mata-mata

Um post sobre o jogo de ontem deve ser dividido em, pelo menos, duas partes. Sim, porque a noite teve duas faces.

A primeira delas atende pelo nome de Fabrício Corrêa. Leio agora que Mário Fernandes admitiu ter cometido a falta no segundo pênalti. Isso alivia um pouco a pena do juiz, mas não o absolve. Houve um pênalti claro em Jonas quando o jogo estava 0 x 0, que o fraco árbitro do jogo não marcou. Durante a partida, abusou de usar dois pesos e duas medidas. Os critérios na marcação de faltas para o Pelotas não valeram para o Grêmio. Fabrício Corrêa influenciou o resultado do jogo. Fato.

A segunda face se chama Grêmio e é composta por várias facetas. Pra começar, o time foi apático, desinteressado, autosuficiente. Desconfio que o anunciado "já ganhou" passeou pelo vestiário. O início da partida foi de iniciativa do Pelotas. Convenhamos: num jogo no Olímpico, eliminatório, contra um time do interior do Estado, o Grêmio tem que se impor do primeiro ao último segundo. O dono da casa nunca se impôs.

Douglas, o cérebro do time, foi acometido da Síndrome de Rochemback. No primeiro tempo, errou quase todos os passes. Melhorou um pouco na etapa final, com alguns bons lançamentos, mas continuou errando em excesso.

Se Jonas fizesse metade dos gols que perde, seria o maior goleador da história do futebol. Sumido, só apareceu para errar mais um, aquele que mataria a partida. Sozinho, na frente do gol, dentro da pequena área, conseguiu cabecear uma bola para fora. O 2 x 0, naquele momento era o fim.

Victor cometeu um pênalti bobo. Sem saber o que fazer diante do adversário, primeiro levantou os braços, como quem pede impedimento; depois, deixou-os cair às costas do jogador do Pelotas. Inexplicável.

Os laterais não deram contribuição alguma. Rodrigo e Mário Fernandes atuaram bem. O primeiro foi o melhor do Grêmio. Bergson tentou jogar, mas carregou sobre as costas desde muito cedo a exigência de parte da torcida. É apenas um garoto e parece ter futuro. Que lhe seja concedida uma boa dose de paciência.

Maylson e William Magrão não repetiram as atuações que vinham tendo. Maylson errou muitas jogadas. Magrão não teve espaço para jogar, diante das 2 linhas defensivas formadas pelo Pelotas.
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A cena mais absurda da noite foi a expulsão de Douglas. O jogador chutou a bola no bandeirinha em protesto contra a não marcação de um escanteio para o Grêmio. O absurdo fica por conta do fato de que o bandeirinha sinalizava o escanteio de forma insistente. Foi o juiz quem apontou o tiro de meta. O porquê da revolta de Douglas com o bandeira é algo que foge à compreensão. O vermelho de ontem tira o jogador, pelo menos, do primeiro jogo da decisão.
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O time vinha vencendo, sem nunca empolgar. Ontem, perdeu sem Adilson e com Ferdinando. Foi derrotado, tendo Hugo e Leandro como opções no banco, enquanto Mithyuê viu a derrota pela TV. Será que o jogo, o time e o banco foram bem pensados por Silas?
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Vejam os lances abaixo.


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Foram-se embora, de uma vez, a invencibilidade de 51 jogos no Monumental e a sequência de 15 vitórias. Ficou a classificação para as finais do Gauchão. Voltaram as desconfianças sobre a casamata.