10 de dezembro de 2010

Agenda de janeiro/2011

O ano vira em seguida. Logo no início da segunda quinzena, começam os compromissos do Gauchão, o cafezinho preparatório da temporada. Anotem aí os primeiros compromisso da agenda:

16/01 - 17:00 - Grêmio x Lajeadense
19/01 - 20:30 - Ypiranga x Grêmio
23/01 - 17:00 - ULBRA x Grêmio
26/01 - 20:30 - Grêmio x São José

Aqui, já há uma coincidência de datas. Nossos jogos com o Liverpool serão disputados nos dias 26 de janeiro e 02 de fevereiro.
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A arrancada fulminante com Renato trouxe uma grande energia para o universo gremista. Bem canalizada, pode render muitos bons frutos e canecos.
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Para nós, que alimentamos este blog sempre cavando tempo de outras atividades e muitas vezes raspando o que restou de energia no final do dia para construir mais um post, foi gratificante ver a quantidade de leitores que confluiram para cá ao final do jogo de quarta. Era como se quisessem compartihar a alegria da classificação com outros torcedores do Imortal e escolheram este espaço como ponto de encontro. São momentos como este que nos estimulam a seguir em frente.
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Tristes sons

Buenas, os gritos ensandecidos ouvidos na quarta-feira, quando ocorreu o gol do Goiás, ficaram para trás. Deles, resta apenas o eco como lembrança sonora de um comportamento menor, amedrontado, próprio de quem sofre de complexo de inferioridade. Mas, enfim, é passado. Não tem jeito, o São José vai mesmo para a Copa do Brasil.

9 de dezembro de 2010

Parabéns, São José!


E o Zequinha chegou lá. Em 2011, o Esporte Clube São José vai disputar a Copa do Brasil pela primeira vez na sua história. Parabéns, São José! Parabéns, Chico Novelletto. O São José merece.



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8 de dezembro de 2010

Cadê o Grêmio que estava aqui?

Como já sabemos todos, no dia 17 de novembro, tornou-se pública uma gravação de um candidato a presidente de um certo clubinho do RS, na qual ele afirma:
Eu aprendi uma coisa nestes últimos (...) que eu também não conhecia. A imprensa hoje, ou parte da imprensa, principalmente essa imprensa que cuida do futebol, é uma imprensa barata.
Leia a matéria e ouça o áudio aqui.
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Em 31/05/2010, na mais ampla pesquisa já feita no Brasil, o Grupo Lance e o Ibope divulgaram o tamanho das torcidas brasileiras. Veja aqui a matéria e o vídeo. Veja também, abaixo, o gráfico com o resumo do trabalho.

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Um mês antes, em 27/04/2010, a Datafolha divulgou seus números, mostrados a seguir.


Prestem bastante atenção a eles, pois um mistério superinteressante vai acontecer.
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A jornalista Ana Carolina Prado, é menos bonitinha do que a personagem descrita por Nelson Rodrigues na peça que virou filme, tendo Lucélia Santos no papel principal. Pois, em 06/12/2010, Ana Carolina Prado preparou uma matéria sobre as "7 maiores torcidas do país" para a revista Superinteressante. São citadas as torcidas do Flamengo (17%), Corinthians (14%), São Paulo (8%), Palmeiras (6%), Vasco (4%), Cruzeiro (3%) e, supersurpreendente e superbaratamente, Internacional (3%). Vejam a matéria aqui.
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Os números são reprodução exata da pesquisa Datafolha, exceto pelo fato de que o Grêmio, apontado como a sétima maior, com 3,6 milhões, sumiu na matéria da moça para dar lugar aos compradores de ocasião. Para justificar, ela faz uma ginástica de desempate de percentuais, desconsiderando que nos números absolutos não há empate. Não é um barato essa imprensa nacional que cuida do futebol ou também a que se mete a cuidar dele?
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Alguém do Grêmio precisa se manifestar sobre essa mentira, que começa a ser repetida para se tornar verdade, no mais clássico estilo de Goebbels.

7 de dezembro de 2010

E agora? Será que vai?

Diante do passado recente, não se comemorou. Mas aqueles que acreditam em Deus, rezem para que desta vez o Simon cumpra a palavra.
Já vai tarde ele. Ou será que não vai? Faltará com a palavra de novo?

6 de dezembro de 2010

Carta al Rey de Copas

Todos sabemos que nas décadas de 70 e 80, o Club Atlético Independiente empilhou títulos. Tantos foram os canecos conquistados que vem daquela época o auto apelido de Rey de Copas. Porém, hoje os tempo são outros. O futebol argentino e seus clubes claudicam. Noutros tempo, um jogo entre o rebaixado Goiás e o Diablo Rojo seria uma brincadeira de gato e rato. No más.

Certamente o Independiente quer muito vencer a Sul Americana. Não que vá lhe dar o valor que times pequenos dão. Afinal, o Independiente carrega 7 Libertadores da América na mala. Quererá vencê-la mais pelo fato de representar a quebra de um longo jejum e o direito de disputar La Copa.

Senhores de Avellaneda,
há uma forma da conquista ser obtida de forma tranquila: pintar o seu estádio de azul. Não literalmente; não por fora. Quero dizer pintá-lo de azul por dentro. Sendo mais explícito: que a Diretoria do Independiente reserve os 50 mil lugares do estádio Libertadores de América para serem ocupados pela torcida do Grêmio. Iremos em caravana, invadiremos o cancha, empurraremos o Independiente para a vitória e, ao final da contenda, lhes entregaremos a taça.

Missão cumprida, prometemos voltar ao Olímpico. Retornaremos entoando  "sirvam nossas façanhas de modelo a toda a Té-é-rra, de-ê modelo a toda a Terra!" E, em 2011, teremos grande satisfação em tê-los como Vice-Reyes de la Copa.

5 de dezembro de 2010

Serviço entregue

Renato prometeu. Renato cumpriu.
O jogo de hoje foi pouco mais que um treino.
Tranquilo. Sem traumas. Em nenhum momento pareceu ser uma disputa de vaga para a Libertadores.
Victor assistiu ao jogo como um privilegiado. A defesa não deu e nem levou susto nenhum. O meio de campo fez o que tinha de fazer sem aparentar esforço demasiado. E o ataque mostrou porque é o melhor deste campeonato.
Urge renovar com Jonas e André Lima.
E manter todos os outros. Grêmio campeão do turno com incríveis 43 pontos em 19 jogos. Se não fosse Silas poderíamos projetar 86 pontos em todo o campeonato. O "grande" campeão terminou com 71.
Resta a certeza de um 2011 muito promissor.
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Adendos do Arigatô

No início do jogo, o Grêmio demonstrou que estava determinado a vencer o jogo. Isso até o acidente envolvendo Rafael Marques e Loco Abreu. Depois do acidente, nada mudou. O Tricolor continuou dominando o Botafogo e a vitória veio ao natural.
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Como atuaram

Victor: Alguma dúvida?
Gabriel: Voltou desatento e um pouco fora de ritmo. Normal.
Paulão: O melhor da zaga, no segundo tempo.
Rafael Marques: No primeiro tempo, foi o melhor da zaga.
Fábio Santos: Eficiente. Boas triangulações com Lúcio e quem mais caísse pela esquerda.
Fábio Rochemback: Custou a estrear, mas acaba o ano como uma afirmação.
Adilson: O melhor do meio campo. Esse alemão marca muito.
Lúcio: Errou muito pouco. Acertou muito. A recuperação do time no campeonato passa por ele.
Douglas: Perdeu as bolas de todo o jogo, mas teve boa atuação.
Jonas: Errou um gol incrível. Deixou o seu. Ou seja, normal.
André Lima: Chegou mal referido, mas a camisa tricolor parece que o ensinou a jogar. Destaque como atacante e ajudante da defesa. Tem ganas de ganhar.
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Neuton (Fábio Rochemback): Entrou bem.
Gilson (Lúcio): Sem tempo.
Diego Clementino (André Lima): Errou de forma inexplicável o seu gol. Talvez por achar que era cedo para fazer o gol e manter a mística.
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Sandro Meira Ricci: Sem critérios para aplicar cartões. Permitiu jogadas violentas. Por engano, acabou o jogo por pensar que Clementino já havia feito gol.
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Melhores momentos (do primeiro tempo)

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O terceiro gol

4 de dezembro de 2010

O antes é fundamental

Leio muita gente preocupada se o Independiente conseguirá reverter o resultado na Argentina. Digo apenas: é cedo pra pensar nisso. Antes da quarta, tem o domingo. E, no domingo, todo o cuidado, toda a garra, toda a determinação e toda a gana de vencer serão pouco. Não podemos desconcentrar do Botafogo.

O jogo da quarta só deve ser pensado após as 19 horas de amanhã. Até lá, mentes e punhos direcionados para o gramado do Olímpico.

3 de dezembro de 2010

Borrando as calças

Quarta-feira fui comer um churrasco na casa de um amigo moranguinho. Encontrei lá outro grande amigo moranguinho. O churrasqueiro também era moranguinho.
A churrasqueira num anexo um horror. Prato, copo, parede, tudo cor de rosa e com aquele distintivo que parece um novelo de tricô.
O papo ia animado mas percebi certa excitação crescente. Até que o churrasqueiro falou que era quase 10 horas e que era hora de ligar a tv. Pensei que o timinho ia enfrentar o Grêmio falso, mas para minha surpresa o que eles queriam e fizeram, foi torcer desesperadamente para o Goiás. Eu, o principal e único interessado direto no jogo, tinha até esquecido em função do excelente papo e da boa bebida.
Sim amigos e amigas. O que mais apavora os morangos não é a final do PHIPHA. É encontrar o Imortal na Libertadores. O desespero é constrangedor.
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O que eu acho? Que passando do Botafogo estaremos lá. O Goiás não resiste na Argentina.

Um relato da Batalha

Reproduzimos, abaixo, relato recebido do leitor Rafael Tavares Pinto, sobre o dia 25/11/2005. A data já passou, mas o relato carrega a toda a emoção daquele dia e vale à pena ser lido.

Amanhã, completam-se 5 anos daquele fatídico e memorável dia 26/11/2005: a mundialmente conhecida Batalha dos Aflitos. Neste momento que vos escrevo já me sinto tomado pela emoção que vivi aquele dia. É por isso que me adianto um dia e faço esse relato pra vocês, que com certeza devem compartilhar de sentimentos e histórias desse que foi um momento incrível de nossas Tricolores vidas.

Esse dia é especial demais na minha vida, não só pela carga de emoções que vêm com ele. Mas, é que foi neste dia que o Gremismo (este vírus incurável, que tanto falamos no GremioCopero) foi irremediavelmente inoculado ao coração da minha atual noiva – e futura esposa (à época, namorada a 9 meses).

No começo do nosso namoro, eu evitava o falar, ouvir e assistir qualquer coisa sobre o Grêmio, pois ela não havia manifestado, até então, nenhum interesse. Com medo de ser um chato pra ela, evitava. Contudo, sofria. Sofria com o Grêmio, eliminado do Gauchão, chafurdando na série B e jogando seus primeiros jogos em um aterro amargo e vazio. Sofria por não poder compartilhar com ela tudo isso, achando eu (erroneamente, descobri depois) que não deveria chateá-la com isso – o que o medo de perder a mulher da nossa vida faz com a gente...

O ano foi passando e eu espreitando o Tricolor sempre que podia. Lembro de um episódio tragi-cômico: estava eu na casa dela, em um sábado à noite. O Tricolor fazia sua estréia contra o Gama, no DF. Eu louco pra ouvir o jogo. Qndo ela se distraia, ia no radinho escutar. Numa destas escapadas, ouvi o gol do Andershow e me tranqüilizei. Mas, tínhamos muito a sofrer, o Grêmio levou a virada e a tristeza tomou conta de mim.

O ano foi passando e, aos poucos, fui introduzindo o Grêmio em meio a nossa relação. Lá pelas tantas, durante o primeiro quadrangular da fase decisiva, ela assistiu, em algum programa esportivo, a avalanche da Geral e se encantou. Então, veio o pedido: quero ir ao estádio para ver de perto este fenômeno (começava ali a caminhada para um destino sem volta...). Fomos ao jogo Grêmio 2 X 0 Sta. Cruz.

No dia 26/11, naquele sábado de tempo bom na região Metropolitana, estávamos na minha casa, em Viamão. Havia sido um ano sofrido, futebolisticamente falando. No trabalho, as coisas até que corriam bem. Todavia, a grande alegria que eu tinha vivido naquele 2005 foi ter deixado entrar em minha vida a Cristiane Colin – a Cris. O dia amanheceu e logo vesti o manto sagrado – e pendurei outro na janela, claro. Ela chegou no início da tarde, nem imaginava o que a aguardava. Me encontrou nervoso, uma pilha. Começou o embate contra o Náutico e ela ao meu lado, assistindo pela TV. Meu pai, como já contei no Blog – história que me valeu o livro do irmãos Bueno, entregues pelas mãos da Aline (deixo aqui, novamente, meus agradecimentos), ficava no vai-vem à frente da tela, se preparando para sair ao trabalho.

Quando o gatuno que vestia amarelo marcou o pênalti, entrei em um transe inexplicável. Fiquei olhando para a TV, mas não via nada. As palavras do Pedro Ernesto iam entrando nos meus ouvidos, só que eu não processava, o cérebro estava travado. Ela, a Cris, ao meu lado, pálida, assustada com a minha reação. Meu pai levantou-se e saiu, dizendo que ia trabalhar, passou esbravejando alguma coisa que não lembro e saiu porta afora. Fiquei sentado na pontinha da poltrona, “face-to-face” com a televisão. A primeira lágrima escorreu. As expulsões acontecendo e eu sem reação alguma. A Cris ali, acompanhando tudo, sem saber o que fazer. Aqui, faço uma pausa para citar a minha mãe: para azar dela, o seu clube do coração não é o Grêmio. Porém, pelo Gremismo estar sempre presente na nossa casa, ela, lá no fundo, sempre torceu por nós. A desculpa dela é de que gosta de ver a felicidade dos filhos e do marido. Sei... Pois a minha mãe ficou acompanhando de longe, preocupada com o que poderia acontecer, talvez eu tivesse um “piripaque”. O gatuno autoriza a cobrança e a bola vai ao encontro de Rodrigo “São” Gallato. Não esbocei reação, continuava no mesmo lugar, ponta da poltrona, braços apoiados sobre os joelhos. Apenas, as lágrimas que se multiplicavam. Quando Andershow fez o gol, aí sim. Tudo aquilo que estava guardado em mim (o sofrimento e a queda de 2004, as chacotas da mídia amarga durante o interminável 2005, além dos acontecimentos do próprio jogo) saiu em forma de um urro assustador. Me joguei no chão e gritava, mas gritava muito. Qndo me levantei, dei de cara com a Cris chorando, sem saber o que fazer, se devia ficar feliz ou triste. Demos um forte abraço e, naquele momento, o que eu já desconfiava se confirmou: aquela mulher seria a mulher da minha vida e o Gremismo havia tomado conta dela.

Em cinco minutos, apareceu meu amigo Edison, o Dinho. Enquanto eu o recebia entre abraços, choro e tudo mais, tocou o telefone de casa. Era o Pai: -“Rafa, o que está acontecendo? Estava no ônibus, todos em silêncio (Gremistas todos, claro). De repente, tocou o celular de alguém, que atendeu meio sem vontade. Essa pessoa começou a mudar o tom de voz, ficar eufórica, só falava que não acreditava, não acreditava. Neste momento, o ônibus em POA, comecei a ver pessoas saindo de tudo que era lugar, com bandeiras do Grêmio... Não agüentei, desci antes do meu destino e te liguei. O que que tá acontecendo?!”. Eu não conseguia falar, só chorava (estou chorando agora, lembrando de tudo isso).

Depois disso, Cris, Dinho e eu saímos pela cidade feito doidos a comemorar. Foram dias assistindo a todos os programas que falassem sobre aquele jogo, buscando todas as entrevistas dos envolvidos, recortes de jornais (que guardo até hoje) e, até, a transformação do “Inacreditável, inacreditáaaaaaavel!”, do Pedro Ernesto, em toque de celular, para desespero dos colegas de trabalho rubros.

Enfim, todas as grandes conquistas do Tricolor me tocam fundo e sempre me emociono ao lembrar. Mas, esta, tem um sabor diferente, não há como negar.

Encerro com as seguintes palavras:

- Pai, como eu queira ter estado contigo (de certa forma, estava) naquele hospital, durante a final do Gauchão de 77, te acompanhando nas loucuras e deixando as enfermeiras malucas! Obrigado por ter me tornado o Gremista que sou hoje.
- Cris, eu te amo e o teu companheirismo de todas as horas, inclusive as do Monumental, é indispensável pra mim.
- Grêmio: nada pode ser maior!

1 de dezembro de 2010

É quarta

Hoje, 22 horas, Goiás x Independiente. Noite para ligar a TV despretensiosamente e olhar os movimentos de campo, enquanto se estuda os números do balanço de um banco da Patagônia.
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Leandro foi suspenso por 6 dias e não volta ao Olímpico antes de 2011. Não parece ser uma punição. Na verdade, apenas tiraram o jogador do vestiário na semana decisiva. Que herança!
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O Instituto Ronaldinho Gaúcho, inaugurado com pompa, marketing total e anunciado pelo próprio como "o maior gol da minha vida" fecha as portas no final do ano. Sem comentários.