15 de dezembro de 2010

Novo desodorante


Criação do leitor Lisandro de Paula.

Da série: Os bobos do futebol - 3

Frase catada na internet: "Para o Grêmio tudo é mais difícil. Achar uma camiseta do Ajax é fácil, mas vai procurar uma do Todo Poderoso Mazembe pra ver."

14 de dezembro de 2010

Da série: Os bobos do futebol - 2

Acreditem: hoje pela manhã, saiu um vôo fretado de Porto Alegre, transportando 300 torcedores morangos. Destino: Abu Dhabi. Objetivo: assistir à final do Mundial Phipha.

Da série: Os bobos do futebol - 1





E ainda dizem que não tem mais bobo em futebol.

Este é Celso Roth!

Eu avisei aos meus amigos colorados que era muita grana e muito longe para um jogo só. Infelizmente, não me ouviram.

Pagando a conta

Na última eleição dos Clube dos 13 (Fábio Koff x Kleber Leite), o ex-presidente do Grêmio venceu (12 x 8 votos) não só a eleição, mas a Globo e a CBF. Votaram a favor de Leite: Botafogo, Corinthians, Coritiba, Cruzeiro, Goiás, Santos, Vasco e Vitória. Agora, a CBF paga parte da fatura, reconhecendo como "campeonatos brasileiros" os torneios disputados entre clubes do Rio e São Paulo. Ainda vai chegar o dia em que alguém pagará para que torneios disputados no Oriente Médio sejam reconhecidos.
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Adendo do seu Algoz: Vaidade ou fanatismo?

 Gente vaidosa não falta. No jornalismo então, o não vaidoso é a exceção. Muitas vezes a vaidade é confundida com o fanatismo. O jornalista é isento e pelo fanatismo, ou pelo fanati$mo, não reconhece o erro de jeito nenhum.
Havia dúvida entre os gremistas com relação ao André Lima. Até este blog fez menção a isto. Pois André Lima veio, viu e venceu. Hoje é reconhecido pela quase a totalidade da torcida e por boa parte da imprensa, mesmo a moranguinha.
Mas tem gente que não se entrega.
Um leitor do Zini, postou o seguinte comentário no blog do elemento:

Como vocês jornalistas gostam de criar intriguinha inútil.

Outro dia eu fiz um comentários que ñão foi publicado.
Eu perguntei se você iria falar do André Lima, eu digo isso porque quando ele foi contratado, você, Zini, disse que o André era igual ou até PIOR que o William, ex-Avaí, o ideal não seria parabeniza-lo em seu blog por ter feito exatamente o contrário do que o senhor falou dele?
O citado poderia ter grandeza. Reconhecer o erro. Ou, em última hipótese, também aceitável, não responder ao leitor. Mas não. Em pleno delírio respondeu assim ó?
Resposta

William faz 14 gols na Série B
André Lima marcou 11 na Série B
Sem comentários.
Então: vaidade ou fanatismo?
Resposta mais do que evidente: os dois.
E depois querem ser lidos e respeitados. Pobres coitados.

Palavra fácil

Valorização. Todo empresário de futebol conhece esta palavra e seus representados costumam repeti-la, notadamente no mês de dezembro. Antigamente, ela era usada quando o profissional havia conquistado um título de relevância. Depois, banalizou-se até se tornar a palavra fácil que é hoje.

Lembram do Roth (toc, toc, toc) em dezembro de 2008? Foi com este papo para cima do Duda e do Meira (double toc, toc, toc). Queria ser valorizado por ter conseguido perder o Brasileiro daquele ano. E não é que foi?

Hoje, alguns jogadores do Grêmio falam em valorização. Por que mesmo? Ganharam o que mesmo? O direito de ir para a Libertadores?

Longe de mim desmerecer a arrancada do time do rodapé da tabela até a quarta colocação. Mas falar em "valorização" por isso desmerece a palavra. Melhor seria se o futebol do Grêmio fosse gerido por resultados. Um bom salário, para dar tranquilidade ao boleiro, e prêmios expressivos por conquistas. Senão, vem um medalhote (e como vêm), enche as burras (e alguns, potrancas) de dinheiro, não coloca uma faixa e vai embora. E o que é pior, muitos vão alegando que não foram "valorizados".

Um time de futebol se alimenta de títulos. A relação deveria ser assim: o clube compra os títulos ganhos pelo elenco. Reconhecimento a posteriori. Ganhou, toma o teu valor. Mas o mundo do futebol não funciona desta forma e alguns querem ser valorizados sem ter feito nada de excepcional. É isso mesmo! Conquistar vaga para a Libertadores não pode ser medida de sucesso. Títulos ganhos, esta é a régua adequada.

11 de dezembro de 2010

Pagando pau



Time intermunicipal é isto. É isso que consta na página 10 do documento abaixo.

http://es.fifa.com/mm/document/fifafacts/mencompcwc/01/15/71/66/statskitcwc2010.pdf

Timinho da piada pronta.

Dica do Tapejara nos comentários do post abaixo.

Perspectivas e vacinação

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-  Ei tio. Não pensa que me engana não.

Eu, seu Algoz, não gosto do Antonio Vicente. E não estou gostando de algumas coisas que vejo neste começo de 2011. A dispensa dos Paixão preocupa e mais ainda a possível parceria com a Traffic. Se a primeira atitude pode ter como causa questões internas que não sabemos, a segunda me parece muito parecida com a história da ISL, embora não seja a mesma coisa. A Traffic, para quem não sabe, já foi parceira do Palmeiras e do Atlético Mineiro. Antes destes times caírem para a segunda-divisão.
Uma conseqüência destas parcerias é a acomodação de medalhões já desmotivados por um tempo enquanto não se encontra um time otário do Cazaquistão ou similar que sirva para fim de linha do antigo craque.
O Grêmio, todos sabem, sempre foi campeão quando juntou juniores com grande potencial a jogadores vindos de clubes menores querendo crescer e uns poucos veteranos com alma vencedora. Um ou dois craques como cereja do bolo ajudam e bastante.
Os nomes especulados assustam, embora sempre haja a esperança que sejam apenas balões de ensaios plantados por empresários ávidos. Diego Souza, por exemplo, é parte do passado e não deve jamais se tornar opção para o presente.
Certo está um comentário que sugere garantir os que aqui estão antes de sair atrás de jogadores capazes de "lotar aeroporto".
O time de 2010, nas mãos de Renato provou que pode ir longe. Livrar-se de Leandro, Souza e garantir Gabriel, Vilson, Paulão, etc. deve ser a prioridade um.
Agregar Lucas ou Anderson seria a realização de um grande sonho.
O resto se ajeita.
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Enquanto isto ...

Pois o óbvio e ululante e tão óbvio e ulula tão fácil que faz até a gente pegar nojo. A equipe de vacinação estava a postos. Foi terminar a pelada entre um coitado do México e um mais coitado ainda de algum recanto da África que a manchete, pronta há dias saltou na internet: Mazembe foi uma grande surpresa. E continuava: defesa forte e ataque ágil, blá-blá-blá.
Pois o Aff...tato parece que estava sendo até modesto. Certa imprensa não é barata. Ela é, na verdade, ridiculamente barata.

10 de dezembro de 2010

Papel de parede monstro

O papel de parede abaixo é mais uma obra do Ducker.
Deixo aqui para os amigos do blog. Clique na figura para ampliar.