12 de junho de 2011
Treinadores ... Esta raça estranha
Vou começar dizendo que gosto do Renato como treinador e nem de longe quero que ele saia agora. Até porque as alternativas no mercado me dão urticária e hipertensão. Mas ...
O Guardiola e o Mourinho, o Felipão e o Renato, o Burroth e o Bozo, o técnico do Fortes e Livres de Muçum e o do Glória de Vacaria, todos eles tem duas coisas em comum: todos tem bruxos e todos se acham gênios táticos.
Não importa o quanto entendam de futebol, o quanto conseguem fazer um grupo de atletas render ou o quanto são vencedores ou perdedores. Todos se acham mais inteligentes do que os "mortais comuns".
Bruxismo é uma praga impossível de eliminar. Todo time tem pelo menos 2 jogadores que ninguém entende porque o técnico escala. Não falo de reposições, de reservas esforçados que entram em emergências. Falo daqueles que são titulares e só o técnico sabe porque. Estes tem virtudes supremas que só o treinador enxerga. Por pior que joguem, por menos que façam, por mais que atrapalhem estão lá, firmes na "titulância". E só saem em caso de lesão ou quando o jogo está praticamente perdido e aí o técnico se lembra do bicho perdido e da corda no pescoço.
Táticas malucas então são a perdição de todo treinador. Vicia mais do que carteado ou crack. Parece que não conseguem ficar mais de 1 mês limpos. Sempre têm recaída. Eles se perdem nos números e só não tentaram até agora jogar com 2 ou 3 goleiros porque a regra não permite. Fosse liberado e não tenham dúvidas, já teríamos visto isto em campos de futebol. É um tal de 4-2-3-1, 3-1-1-1-3-1, 1-2-3-4, etc. que vai chegar o dia em que, por se atrapalharem com as somas veremos times com 12 ou 13 em campo.
Quando junta bruxismo com invenção é que a coisa fica feia. Neste caso lateral vira meia ou centro-avante, zagueiro vira armador, centro-avante joga de volante, e titulares indiscutíveis acabam no banco ou nem isto para que o gênio consiga acomodar os bruxos e sua tática mirabolante.
No meio disto, ficamos nós, pobres torcedores, sem nenhum poder de opinar ou de mudar alguma coisa. Perder é ruim, muito ruim. Perder é péssimo. Perder é do jogo. Mas perder por conta de bruxismos e táticas alopradas é muito pior. Deixa o fígado sobrecarregado, o vizinho de saco cheio pelos palavrões gritados na frente da tv e deixa a tv em risco de ser destruída por um radinho voador.
Seria pedir demais querer a pena de morte para treinadores que inventam e privilegiem seus bruxos?
11 de junho de 2011
Prof. Pardal derrotado
São Paulo 3 x 1 Grêmio
Os fatos e os personagens da história ocorrem duas vezes, escreveu Hegel. A primeira como tragédia, a segunda como farsa, completou Marx. O futebol não é imune a reflexões que tenham a história como pano de fundo. No jogo contra o Oriente Petrolero pela Libertadores, quando perdemos por 3 x 0, o lado inventor de Renato viveu sua tragédia. Hoje, ao reeditar a colocação de Gabriel no meio de campo, experimentamos a farsa. Também pela formação do time, não criamos uma única situação de gol no primeiro tempo. Levamos um gol num chute que desviou na zaga e tirou Victor da jogada. Foi um período no qual estivemos mais próximos de tomar mais gols do que obter o empate.
Para o segundo tempo, a teimosia continuou em campo, com a entrada de Lins no lugar de Neuton. Chegamos ao gol de empate num lance ocasional de cobrança de falta. Então, o armador entrou em ação: Douglas armou, de forma ridícula, um contra ataque para o time paulista desempatar. As entradas de Marquinhos e Roberson nada acrescentaram ao time, que seguiu sem criar situações de gol. Sem força para empatar, vimos o São Paulo fazer mais um gol, em lance irregular. Houve impedimento claro não marcado por Carlos Berkembrock.
Assim, seguimos à espera dos cascudos.
_____
Como jogaram
Victor: Evitou coisa pior.
Mário Fernandes: Merece continuar titular.
Saimon: O melhor dos zagueiros.
Rafael Marques: Mal na defesa, bem no ataque. Fez o gol de empate. Expulso por estupidez.
Neuton: Muito mal.
Gabriel: Era para ser uma espécie de falso ponta. Foi um falso tudo.
Fábio Rochemback: O melhor do meio de campo. Sem o brilho de outras vezes.
Fernando: Razoável. Segue com a síndrome do enxadrista (acha que tem tempo para pensar o lance, sem ser importunado pelo adversário).
Douglas: Responsável direto pelo segundo gol do São Paulo. Para o nosso time, nada fez.
Lúcio: Irreconhecível. Desatento, sem força, errou muito.
Júnior Viçosa: Sozinho na frente, nada pode fez. Acompanhado por Lins, nada poderia fazer.
.....
Lins (Neuton): Não tem culpa de ser relacionado para os jogos.
Marquinhos (Gabriel): Tentou fazer mas nada fez.
Roberson (Júnior Viçosa): Se entrou, ninguém viu.
.....
Renato: Tem o grupo na mão, mas peca pela proteção aos bruxos e pela teimosia em achar que Escudero é opção pior do que Gabriel na meia, Lins e Roberson. Já passa da hora de descer da vassoura e começar a usar o cérebro.
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Arbitragem - Paulo Henrique Godoy Bezerra, auxiliado por Carlos Berkembrock e Marco Antônio Martins: Um gol em completo impedimento não marcado, comprometeu a atuação do trio.
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Pitaco do seu Algoz
Renato, Douglas e o juiz, pela ordem, os responsáveis por uma derrota que poderia ser uma vitória. Quando ele deu uma ajeitadinha no time começamos a pressionar e o empate poderia vir, não fosse o catarina ordinário.
Saimon, Mário Fernandes na defesa e Rochemback se salvaram. Além do Victor, é claro.
Escudero é um caso a parte. Eu, se fosse ele, arrumaria minha mala e iria embora. Não sem antes mostrar o dedo médio para o Renato.
Os fatos e os personagens da história ocorrem duas vezes, escreveu Hegel. A primeira como tragédia, a segunda como farsa, completou Marx. O futebol não é imune a reflexões que tenham a história como pano de fundo. No jogo contra o Oriente Petrolero pela Libertadores, quando perdemos por 3 x 0, o lado inventor de Renato viveu sua tragédia. Hoje, ao reeditar a colocação de Gabriel no meio de campo, experimentamos a farsa. Também pela formação do time, não criamos uma única situação de gol no primeiro tempo. Levamos um gol num chute que desviou na zaga e tirou Victor da jogada. Foi um período no qual estivemos mais próximos de tomar mais gols do que obter o empate.
Para o segundo tempo, a teimosia continuou em campo, com a entrada de Lins no lugar de Neuton. Chegamos ao gol de empate num lance ocasional de cobrança de falta. Então, o armador entrou em ação: Douglas armou, de forma ridícula, um contra ataque para o time paulista desempatar. As entradas de Marquinhos e Roberson nada acrescentaram ao time, que seguiu sem criar situações de gol. Sem força para empatar, vimos o São Paulo fazer mais um gol, em lance irregular. Houve impedimento claro não marcado por Carlos Berkembrock.
Assim, seguimos à espera dos cascudos.
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Como jogaram
Victor: Evitou coisa pior.
Mário Fernandes: Merece continuar titular.
Saimon: O melhor dos zagueiros.
Rafael Marques: Mal na defesa, bem no ataque. Fez o gol de empate. Expulso por estupidez.
Neuton: Muito mal.
Gabriel: Era para ser uma espécie de falso ponta. Foi um falso tudo.
Fábio Rochemback: O melhor do meio de campo. Sem o brilho de outras vezes.
Fernando: Razoável. Segue com a síndrome do enxadrista (acha que tem tempo para pensar o lance, sem ser importunado pelo adversário).
Douglas: Responsável direto pelo segundo gol do São Paulo. Para o nosso time, nada fez.
Lúcio: Irreconhecível. Desatento, sem força, errou muito.
Júnior Viçosa: Sozinho na frente, nada pode fez. Acompanhado por Lins, nada poderia fazer.
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Lins (Neuton): Não tem culpa de ser relacionado para os jogos.
Marquinhos (Gabriel): Tentou fazer mas nada fez.
Roberson (Júnior Viçosa): Se entrou, ninguém viu.
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Renato: Tem o grupo na mão, mas peca pela proteção aos bruxos e pela teimosia em achar que Escudero é opção pior do que Gabriel na meia, Lins e Roberson. Já passa da hora de descer da vassoura e começar a usar o cérebro.
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Arbitragem - Paulo Henrique Godoy Bezerra, auxiliado por Carlos Berkembrock e Marco Antônio Martins: Um gol em completo impedimento não marcado, comprometeu a atuação do trio.
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Pitaco do seu Algoz
Renato, Douglas e o juiz, pela ordem, os responsáveis por uma derrota que poderia ser uma vitória. Quando ele deu uma ajeitadinha no time começamos a pressionar e o empate poderia vir, não fosse o catarina ordinário.
Saimon, Mário Fernandes na defesa e Rochemback se salvaram. Além do Victor, é claro.
Escudero é um caso a parte. Eu, se fosse ele, arrumaria minha mala e iria embora. Não sem antes mostrar o dedo médio para o Renato.
Empate e discos voadores
Empatar é melhor do que perder. Dãããã.
Mas eu não gosto de empate. Empate é uma coisa xôxa. É transa pela metade ou nem isto. É igual a ficar aos beijos com uma gostosa a noite toda e na hora agá ela dar um beijinho na bochecha e agradecer a carona. Por isto me irrita quando o Grêmio entra para empatar. Tenho nojo de treinadores e dirigentes que ficam dizendo que empate fora é bom resultado. Até pode ser no final de uma campanha. Mas isto não dá direito a que se jogue pelo empate. Eu gosto do treinador Renato exatamente por isto. Empate para ele também só é melhor do que perder.
Então fica combinado: o time jamais poderá entrar para empatar, que este é o caminho mais próximo para chegar à derrota. Porém, no entanto, nevertheless, pelas circunstância do time, se der empate hoje será ótimo. Tem vários cascudos ainda para entrar e se, ao entrarem, estivermos no grupo de cima, aí as chances do título aumentam e muito.
Mas querem saber? Algo me diz que o Grêmio hoje vai voltar mais feliz do que voltaria com um empate.
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Não sei vocês, mas eu nunca vi uma campanha tão intensa da imprensa para vender um jogador. Aliás, nunca tinha visto uma campanha tão direta, tão sem pudores. A coisa chega ao desespero. A cada dia tem um clube interessado no Impedidão. A cada dia propostas milionárias são recusadas. Depois do corte da seleção então já virou caso de polícia. Se jornalistas fossem políticos caberia uma CPI das cabeludas. Como são simples funcionários, embora muito mal pagos, penso que a chefia imediata e os donos de jornais e rádios deveriam fazer uma sindicância interna. Deveriam tentar descobrir o que está acontecendo. Até por uma questão de sobrevivência da empresa que lhes pertence. Credibilidade na imprensa esportiva gaúcha é igual a disco voador: há quem diga que existe, mas só os malucos e os mal intencionados afirmam já tê-la visto.
9 de junho de 2011
Duas róseas
Avatar profissional
Olhando aqui e ali, chegamos a uma informação surpreendente. Vocês sabiam que o Bozo é avatar profissional e a incursão como técnico não é a primeira vez que ele encarna o papel? Vejam só esta revelação sobre como eram escritas as suas colunas na Zero Hora:
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Uma notícia barata
Depois da sua participação espetacular no corte do grupo que vai disputar a Copa América, não se surpreendam se as redações baratas produzirem uma notícia como a escrita abaixo.
Os principais artilheiros do Campeonato Brasileiro são:
Anderson Aquino e Bernardo, com 3 gols.
Alessandro, Anselmo Ramon, Borges, Bottinelli, Elton, Jobson, Júnior Viçosa, Leonardo Silva, Lucas, Magno Alves, Rafael Moura, Rodriguinho, Foca e mais 1, com 2 gols.
Douglas, Antônio Carlos, Casemiro e mais 38, com 1 gol.
Leandro Impedidão, com 0 gols (mas quêêêê gols).
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P.S.: É claro que o negrito nos nossos jogadores é do blog. Os baratos jamais fariam isso.
Olhando aqui e ali, chegamos a uma informação surpreendente. Vocês sabiam que o Bozo é avatar profissional e a incursão como técnico não é a primeira vez que ele encarna o papel? Vejam só esta revelação sobre como eram escritas as suas colunas na Zero Hora:
Havia vários anos que o ex-jogador assinava uma coluna no diário, que, na verdade, era escrita por um ghostwriter, o jornalista Nilson Souza.Fonte: Coletiva.Net (clique para ler)
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Uma notícia barata
Depois da sua participação espetacular no corte do grupo que vai disputar a Copa América, não se surpreendam se as redações baratas produzirem uma notícia como a escrita abaixo.
Os principais artilheiros do Campeonato Brasileiro são:
Anderson Aquino e Bernardo, com 3 gols.
Alessandro, Anselmo Ramon, Borges, Bottinelli, Elton, Jobson, Júnior Viçosa, Leonardo Silva, Lucas, Magno Alves, Rafael Moura, Rodriguinho, Foca e mais 1, com 2 gols.
Douglas, Antônio Carlos, Casemiro e mais 38, com 1 gol.
Leandro Impedidão, com 0 gols (mas quêêêê gols).
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P.S.: É claro que o negrito nos nossos jogadores é do blog. Os baratos jamais fariam isso.
7 de junho de 2011
O círculo danoso

A busca dos valores passados foi feita no site do Clube dos 13. Eles podem não expressar fielmente o montante contratado, mas se aproximam da realidade em medida suficiente para ilustrar o propósito deste post. Os valores futuros (2012-2014) foram estimados. Como não houve o fechamento de um pacote global com os participantes da Série A e alguns ainda não assinaram com a Globo, tomou-se por base para a estimação as notícias vinculadas na imprensa sobre os montantes contratados por alguns clubes, comparativamente ao que recebem atualmente. Do mesmo modo, o propósito deste post prescinde da exatidão dos valores, posto que eles servem apenas para mostrar, de forma aproximada, a evolução da receita dos clubes. Vejam a série:
Os valores de 2000 e 2001 não possuem índice por terem sido expressos em dólares americanos. Poderiam ser convertidos para reais pela cotação média do dólar nos respectivos anos, mas isso consumiria mais pesquisa e não agregaria informação relevante para o que se deseja mostrar.
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Em economia, chama-se de círculo virtuoso um contínuo de resultados favoráveis crescentes, cujos efeitos positivos realimentam o ciclo seguinte do processo. A expressão batiza o fenômeno mais saudável que se pode desejar ter na dinâmica de um mercado.
Um alheio ao mundo do futebol que olhasse os números, imaginaria, com absoluta convicção, que os clubes estão muito bem, obrigado!, com patrimônios crescentes e situação financeira resolvida. Sabemos que, quase absurdamente, nada disso aconteceu ao longo destes anos. O advérbio "quase" da frase anterior foi colocado porque sabemos que nem só de paixão vivem os homens e há que se ter isso em conta, quando se pensa a realidade.
Hoje, clubes de primeira linha não possuem orçamentos inferiores a R$ 100 milhões/ano. Contudo, o aumento das receitas foi totalmente consumido por despesas que cresceram mais do que proporcionalmente e pode-se dizer que não há exceção quando se fala em dificuldades financeiras dos principais atores do Brasileirão.
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A verdade é que moscas procuram mel. Desconsiderando-se os descaminhos que sempre acompanham as cifras altas, o acréscimo nas receitas dos clubes nos direitos de TV, rendas dos jogos, patrocínios, quadros sociais etc serviu como feromônio para atrair um enxame de interessados em se relacionar com os pretensos novos ricos. Afora os descaminhos já citados, aproximaram-se para mamar no mel da colméia: jogadores querendo e obtendo maiores salários; empresários desejando e alcançando ampliação dos seus lucros; dirigentes gastando de forma irresponsável; advogados buscando falhas na condução de contratos e condutas e conquistando danos morais, reversão de contratos de imagem em salários e toda a gama de pedidos de reparação possíveis e inimagináveis; órgãos de fiscalização buscando porções do néctar. Enfim, para os clubes, os ganhos viraram fumaça, pairando no imaginário como uma redenção que poderia ter sido.
Pode-se dizer que, nos últimos 20 anos, vivemos um círculo danoso: quanto mais a receita cresceu, mais os clubes se endividaram. Uma aberração administrativa.
A reversão deste quadro exige responsabilidade administrativa, compromisso ético com o clube e profissionalismo. Sem isso, é de se torcer para que o crescimento dos ingressos pare, pois representa apenas mais corda para quem quer enforcar o pescoço da paixão coletiva.
5 de junho de 2011
Fim do jejum
Grêmio 2 x 0 Bahia
O primeiro tempo mostrou o time alternando boas triangulações com momentos de lentidão. A fragilidade do Bahia é flagrante (e continuará sendo até que enfrente determinado time, quando se transformará num time de "bons valores e perigoso") e auxiliou a construção da vantagem de 2 x 0.
A etapa final trouxe a equipe aparentando querer administrar o resultado. Nenhuma grande chance de gol foi criada e o jogo arrastou-se até o final.
A vitória foi a boa notícia do dia, mas a equipe precisa melhorar, o que parece possível com os reforços que aguardam e os que ainda devem chegar.
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A vitória acaba o jejum de 3 jogos sem vitória em casa e leva o time para o primeiro pelotão na classificação. Podemos encerrar a rodada na quinta colocação.
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Como jogaram
Marcelo Grohe: Uma boa defesa e intervenções seguras.
Mário Fernandes: Ótima atuação.
Saimon: Muito bem. No quadro atual, é titular.
Rafael Marques: Pouco exigido.
Neuton: Alternou bons e maus momentos.
Fernando: Vem ganhando ritmo. Belo passe de calcanhar no primeiro gol.
Fábio Rochemback: Atuação padrão, ou seja, de alto nivel.
Douglas: Jogou bem, porém sem brilho.
Escudero: Boas jogadas. Como quase sempre, armou, marcou, correu e foi substituído. Boa metida para Lins no segundo gol.
Lins: Uma boa assistência para Viçosa marcar o segundo gol.
Júnior Viçosa: Dois gols. Nada mal para um centroavante.
.....
Leandro (Lins): Entrou com vontade, mas pouco fez de produtivo.
Marquinhos (Júnior Viçosa): Poucas intervenções.
Gabriel (Escudero): Sem tempo.
.....
Renato Portaluppi: Nada a registrar, exceto que, uma vez mais, tirou Escudero.
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Arbitragem - Marcelo de Lima Henrique (RJ), auxiliado por Roberto Braatz (PR) e Lilian da Silva Fernandes Bruno (RJ): No primeiro tempo, inexplicavelmente o juiz deixou de marcar uma falta claríssima do ex-craque Danny Moraes em Lins, no risco da área. No mais, atuação normal. Já o senhor Braatz sinalizou impedimento em cobrança de lateral. O juiz lhe ensinou que isso não existe.
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Lances do jogo
O primeiro tempo mostrou o time alternando boas triangulações com momentos de lentidão. A fragilidade do Bahia é flagrante (e continuará sendo até que enfrente determinado time, quando se transformará num time de "bons valores e perigoso") e auxiliou a construção da vantagem de 2 x 0.
A etapa final trouxe a equipe aparentando querer administrar o resultado. Nenhuma grande chance de gol foi criada e o jogo arrastou-se até o final.
A vitória foi a boa notícia do dia, mas a equipe precisa melhorar, o que parece possível com os reforços que aguardam e os que ainda devem chegar.
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A vitória acaba o jejum de 3 jogos sem vitória em casa e leva o time para o primeiro pelotão na classificação. Podemos encerrar a rodada na quinta colocação.
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Como jogaram
Marcelo Grohe: Uma boa defesa e intervenções seguras.
Mário Fernandes: Ótima atuação.
Saimon: Muito bem. No quadro atual, é titular.
Rafael Marques: Pouco exigido.
Neuton: Alternou bons e maus momentos.
Fernando: Vem ganhando ritmo. Belo passe de calcanhar no primeiro gol.
Fábio Rochemback: Atuação padrão, ou seja, de alto nivel.
Douglas: Jogou bem, porém sem brilho.
Escudero: Boas jogadas. Como quase sempre, armou, marcou, correu e foi substituído. Boa metida para Lins no segundo gol.
Lins: Uma boa assistência para Viçosa marcar o segundo gol.
Júnior Viçosa: Dois gols. Nada mal para um centroavante.
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Leandro (Lins): Entrou com vontade, mas pouco fez de produtivo.
Marquinhos (Júnior Viçosa): Poucas intervenções.
Gabriel (Escudero): Sem tempo.
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Renato Portaluppi: Nada a registrar, exceto que, uma vez mais, tirou Escudero.
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Arbitragem - Marcelo de Lima Henrique (RJ), auxiliado por Roberto Braatz (PR) e Lilian da Silva Fernandes Bruno (RJ): No primeiro tempo, inexplicavelmente o juiz deixou de marcar uma falta claríssima do ex-craque Danny Moraes em Lins, no risco da área. No mais, atuação normal. Já o senhor Braatz sinalizou impedimento em cobrança de lateral. O juiz lhe ensinou que isso não existe.
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Lances do jogo
4 de junho de 2011
Sugestão para o compacto do dia
Será que a Gaúcha vai colocar compacto dos "melhores momentos" do Impedidão no jogo de hoje? Seria mais ou menos assim:
1) Neymar cruza da esquerda e Impedidão, no banco, faz grande acompanhamento do lance, com os olhos;
2) Termina o primeiro tempo e Impedidão foi o melhor de todos os reservas;
3) Impedidão entra no lugar de Fred e arruma a camisa antes de entrar, com muita categoria;
4) Lucas cruza e Impedidão quase consegue ver a bola;
5) A zaga holandesa toca a bola do lado direito e Impedidão dá um carrinho em grande estilo, quase atingindo o risco da meia lua da grande área;
6) André Santos cruza na área, a bola bate no pé do Impedidão e sai para tiro de meta com uma qualidade impressionante;
7) Termina o jogo e o Impedidão sai de campo com a elegância de um grande goleador.
1) Neymar cruza da esquerda e Impedidão, no banco, faz grande acompanhamento do lance, com os olhos;
2) Termina o primeiro tempo e Impedidão foi o melhor de todos os reservas;
3) Impedidão entra no lugar de Fred e arruma a camisa antes de entrar, com muita categoria;
4) Lucas cruza e Impedidão quase consegue ver a bola;
5) A zaga holandesa toca a bola do lado direito e Impedidão dá um carrinho em grande estilo, quase atingindo o risco da meia lua da grande área;
6) André Santos cruza na área, a bola bate no pé do Impedidão e sai para tiro de meta com uma qualidade impressionante;
7) Termina o jogo e o Impedidão sai de campo com a elegância de um grande goleador.
2 de junho de 2011
Uma aposta
O Grêmio trouxe por empréstimo até o final do ano (com opção de compra e contrato de 5 anos) um zagueiro que foi revelação do Paulista deste ano. Trata-se de Rodrigo Augusto Sabiá, de 18 anos. No vídeo abaixo, mostra ser um jogador técnico.
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Leiam, abaixo, post do seu Algoz, sobre a confissão do Bob Esponja de que presenciou atos de racismo nas cadeiras do aterro e nada fez. Com base na confissão, o advogado gremista Carlos Josias peticionou à FGF e ao Tribunal de Justiça Desportiva do Estado para que tomem providências sobre o fato.
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Leiam, abaixo, post do seu Algoz, sobre a confissão do Bob Esponja de que presenciou atos de racismo nas cadeiras do aterro e nada fez. Com base na confissão, o advogado gremista Carlos Josias peticionou à FGF e ao Tribunal de Justiça Desportiva do Estado para que tomem providências sobre o fato.
Racismo e inteligência
Por alguma razão que só a psiquiatria explica, um elemento do timinho resolveu levar adiante acusação de racismo por parte da torcida do Imortal. Nem vou reportar aqui fatos da história que mostram quem foi o time verdadeiramente racista no Rio Grande do Sul. Quero só me deter num fato, digamos assim, jocoso. Se dissesse hilariante poderia estar cometendo ofensa.
Pois então o elemento em questão tem um blog. E neste blog escreveu o seguinte (os grifos são meus):
Há outra diferença entre um pitbull e o Bob Esponja: o Pitbull tem inteligência. Canina, mas já é alguma forma de inteligência.
Pois então o elemento em questão tem um blog. E neste blog escreveu o seguinte (os grifos são meus):
Um dos aspectos mais repugnantes da humanidade é o racismo. (...)Pois é Mané! E há quem diga que o peixe morre pela boca. Só os peixes? Parece que os asnos também.
Domingo passado, quando o Internacional pela 40ª vez sagrou-se Campeão Gaúcho, assisti perplexo a uma cena primitiva. Torcedores das cadeiras e sociais do Estádio Olímpico gritavam "macaco.... macaco...", enquanto o atleta Zé Roberto aquecia para entrar em campo. (...)
(...) apenas algumas manifestações de narradores, repórteres e comentaristas noticiaram o fato no Estádio Olímpico. Mas, com todo o respeito a eles, nada além disso.
Da mesma forma, os procuradores do TJD, órgão administrativo da FGF, nada fizeram. Repito: o fato foi público e notório. (...)
Imediatamente, vendo a reação do nosso jogador, tomei as providências cabíveis para noticiar com provas o ocorrido ao presidente da FGF. Soube hoje que a Segunda Delegacia de Polícia Civil instaurou inquérito para investigação do fato. (...)
Amanhã mesmo vou abastecer meu requerimento e a delegada responsável com mais provas, inclusive manifestações da Internet.
Algumas questões, todavia, ficam sem resposta: (...)
O que fará o TJD para punir a agremiação pelo ato de seus sócios? (...)
Já vi manifestações racistas até mesmo nas cadeiras do Beira-Rio. Algo tem que ser feito. Um cidadão que assiste a uma manifestação racista deveria chamar um policial, denunciar e exigir a prisão em flagrante do ofensor. (...)
Há outra diferença entre um pitbull e o Bob Esponja: o Pitbull tem inteligência. Canina, mas já é alguma forma de inteligência.
1 de junho de 2011
Curtinhas
Eu afianço o Marquinhos no Grêmio. Podem me cobrar mais adiante.
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A diferença de um pitbull e o Bob Esponja é que o pitbull pode ser vacinado contra a raiva.
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Bozo está encurralado. Esta gente é ingrata demais da conta como diria um mineiro. O segundo maior ídolo deles chegou e já querem escorraçá-lo.
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O Grêmio ganhando do Bahia e empatando com o São Paulo fica prontinho para decolar com a integração dos reforços.
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Vocês se deram conta da baba que eles pegaram no início do campeonato? Reservas dos reservas do Santos, Ceará em casa e América de Minas no Mato Grosso do Sul. Coisa de fazer 9 pontos com os pés nas costas. Se fizerem 2, devem festejar e muito.
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A diferença de um pitbull e o Bob Esponja é que o pitbull pode ser vacinado contra a raiva.
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Bozo está encurralado. Esta gente é ingrata demais da conta como diria um mineiro. O segundo maior ídolo deles chegou e já querem escorraçá-lo.
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O Grêmio ganhando do Bahia e empatando com o São Paulo fica prontinho para decolar com a integração dos reforços.
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Vocês se deram conta da baba que eles pegaram no início do campeonato? Reservas dos reservas do Santos, Ceará em casa e América de Minas no Mato Grosso do Sul. Coisa de fazer 9 pontos com os pés nas costas. Se fizerem 2, devem festejar e muito.
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