Atualização: tiraram o produto do arquivo de estoque.
9 de dezembro de 2011
Há algo de bom na lojinha
Prestem atenção na imagem abaixo. Foi obtida na lojinha dos morangos. Não acreditam? Estava neste link, flagrada pelo Talis Ramon.
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Atualização: tiraram o produto do arquivo de estoque.
Atualização: tiraram o produto do arquivo de estoque.
8 de dezembro de 2011
Os direitos dos sócios na Arena
Pessoas demonstram preocupação com os direitos dos associados na transição para a Arena. Sabe-se que está sendo realizado trabalho para agrupar as diferentes categorias que foram sendo criadas ao longo dos 108 anos do Clube.
O assunto deverá ser apreciado e decidido pelo Conselho Deliberativo do Grêmio em breve. Pelo que se ouve, os direitos de cada categoria serão respeitados. Contudo, como em tudo, corneteiros e aproveitadores não faltarão para disseminar más informações e tentar faturar politicamente. Infelizmente, algumas pessoas têm este viés que só prejudica o nosso Grêmio.
Àqueles que tem apenas a preocupação econômica quero tranquilizar, usando apenas a lógica. Não há como se promover um aumento absurdo das mensalidades, pois o mercado regulará este assunto. O desejo é que a Arena esteja sempre cheia. Mensalidades ou ingressos considerados caros irão afastar o público. Simples.
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Contudo, na mudança, algumas distorções serão corrigidas. Um exemplo: sócios do interior do estado pagam menos, pois teriam menor frequência aos jogos. Sabe-se, porém, que muitos que vivem em Porto Alegre usam endereços de familiares residentes no interior para ter benefício indevido. E por aí vamos.
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Uma outra questão palpitante é a localização do associado na nova casa: onde cada categoria vai ter acesso. Isto também será tratado e cada associado irá se manifestar se aceita o local designado ou se deseja trocar para outro, pagando mais ou menos, de acordo com a opção escolhida.
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Enfim, uma coisa é certa: ninguém ficará pior acomodado na Arena do que ficava no Olímpico. O conforto oferecido pelos estádios é incomparável. Claro que sempre haverá os que desejam levar alguma vantagem extra e tratarão de fazer barulho, ocultos por alguma cortina de fumaça. Infelizmente, sempre será assim.
O assunto deverá ser apreciado e decidido pelo Conselho Deliberativo do Grêmio em breve. Pelo que se ouve, os direitos de cada categoria serão respeitados. Contudo, como em tudo, corneteiros e aproveitadores não faltarão para disseminar más informações e tentar faturar politicamente. Infelizmente, algumas pessoas têm este viés que só prejudica o nosso Grêmio.
Àqueles que tem apenas a preocupação econômica quero tranquilizar, usando apenas a lógica. Não há como se promover um aumento absurdo das mensalidades, pois o mercado regulará este assunto. O desejo é que a Arena esteja sempre cheia. Mensalidades ou ingressos considerados caros irão afastar o público. Simples.
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Contudo, na mudança, algumas distorções serão corrigidas. Um exemplo: sócios do interior do estado pagam menos, pois teriam menor frequência aos jogos. Sabe-se, porém, que muitos que vivem em Porto Alegre usam endereços de familiares residentes no interior para ter benefício indevido. E por aí vamos.
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Uma outra questão palpitante é a localização do associado na nova casa: onde cada categoria vai ter acesso. Isto também será tratado e cada associado irá se manifestar se aceita o local designado ou se deseja trocar para outro, pagando mais ou menos, de acordo com a opção escolhida.
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Enfim, uma coisa é certa: ninguém ficará pior acomodado na Arena do que ficava no Olímpico. O conforto oferecido pelos estádios é incomparável. Claro que sempre haverá os que desejam levar alguma vantagem extra e tratarão de fazer barulho, ocultos por alguma cortina de fumaça. Infelizmente, sempre será assim.

6 de dezembro de 2011
Ele é mesmo índigo
Em 05/10 escrevemos este post.

Olhem só o que aconteceu hoje: Mário Fernandes venceu a Bola de Prata e... não compareceu para pegar o prêmio.

Olhem só o que aconteceu hoje: Mário Fernandes venceu a Bola de Prata e... não compareceu para pegar o prêmio.
5 de dezembro de 2011
4 de dezembro de 2011
Assina logo
Que beleza, Giggio acabou de anunciar que a minuta do contrato de aluguel do estádio chegou. Assina logo, presidente.

Anotações sobre o jogo
- Victor foi muito bem.
- Simon, não deixou o Impedidão jogar. Aliás, teve uma "lambreta" abalroando um poste hoje no remendão. Será que era um moeirão da obra?
- Fernando foi um gigante.
- Douglas iniciou o lance que definiu o jogo. Por displicência chutou o próprio calcanhar.
- Fábio Rochemback foi lamentável. Não bastasse ter errado dezenas de passes, cometeu um pênalti infantil.
E agora, Luiz?
E agora, Luiz, o prazo acabou!
E a minuta, chegou?
17/11/2011, "Ou vai ou racha!", disse Giggio.
Vejam a matéria de um tal Alexandre Alliatti aqui.
2 de dezembro de 2011
Minuta
Agora com a estrófe final.
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A ideia veio quando, no meio da hashtag #MinutaSongs, o Bonatto lascou: "E a MINUTA!" - Essa pergunta me é feita, A cada vez que declamo, É uma coisa que reclamo, Porque não acho direita...". Daí veio a inspiração. Abaixo, o resultado, com base no consagrado Bochincho, de Jaime Caetano Braun.
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Minuta
Por Arigatô
Numa Arena certa feita
fui espichar o meu olho,
que a inveja é feito piolho
nunca para nem se ajeita.
Eta obrinha perfeita!
De pronto bateu a inveja,
meu olho já lagrimeja
só de olhar pra essa beleza
e bate aquela certeza
de que ali vai ter colheita.
Mal botei o olho nela
quis ter a minha versão.
Sempre fui muito imitão,
como a história revela.
Nem refresquei a arruela
da dor do tal Mazembaço
derrubei com estardalhaço
o chiqueiro a beira lago.
Acho que eu tava no trago
ou então batendo biela.
Fiz conta de gente rica,
vendi terreno na lua.
Sou chegado em falcatrua,
me espalho qual tiririca.
Camarote de um milhão,
ofereci pra torcida.
Era colher na jazida,
ouro puro e diamantes,
(coisa nunca vista antes)
e "enfeitar" o remendão.
A inveja cega a mente,
como poste de curral,
me meti num lamaçal
que me deixou impotente.
Quando acordei da burrada,
tava co'as cueca na mão,
entregue pra um garanhão
que usa AG como alcunha,
Nem Cristo ou Aod Cunha,
pra me livrar da enrascada
Mas não me dei por vencido,
pois sei afagar isento,
não vai ser pouco cimento,
a me deixar abatido.
Comecei meu plano novo
pra conseguir uma ajuda.
Já tive tanta e graúda.
Erário é meu território,
me ajudar é obrigatório,
sempre me servi do povo.
Mas algo foi dando errado,
e o dinheiro não pingou.
O angu só engrossou,
e eu sigo aqui atolado:
o meu remendo no limbo,
minuta no vai-não-vem,
querem o meu recavém,
também a vaca e o terneiro,
a copa e, junto, o copeiro.
Querem o nego e o cachimbo.
Enquanto isso, o vizinho
vai crescendo a olhos vistos
mais ligeiro que o previsto,
e eu trocando pergaminho.
A inveja me fez refém,
to entregue pra empreiteira
essa coisa traiçoeira,
que quer ter lucro comigo.
Eu quero empreiteiro amigo,
ele quer meter o trem.
Em minutas já não creio,
pero que las hay las hay!
"Semana que vem", uai!
É assim que eu papagueio.
E os baratos dão suporte,
na mentira repetida,
sempre com ampla acolhida
com sói acontecer.
É isso, ou não receber,
isento que se comporte.
E a minuta?
Essa pergunta me é feita
cada vez que eu os chamo
e é uma coisa que eu reclamo
e acho que não é direita.
Acho até uma desfeita
e entender nem consigo:
eu no medonho perigo,
num tal pau filho da puta,
querem saber da minuta,
ninguém se importa comigo.
A minuta nunca mais vi,
sequer um rastro que seja.
Talvez em sonho a veja
num bárbaro frenesi.
Talvez ande por aí,
engasgada numa goela,
na pasta da Manuela,
no bolso de um deputado,
e eu aqui descadeirado,
pulando como um sagüi.
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A ideia veio quando, no meio da hashtag #MinutaSongs, o Bonatto lascou: "E a MINUTA!" - Essa pergunta me é feita, A cada vez que declamo, É uma coisa que reclamo, Porque não acho direita...". Daí veio a inspiração. Abaixo, o resultado, com base no consagrado Bochincho, de Jaime Caetano Braun.
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Minuta
Por Arigatô
Numa Arena certa feita
fui espichar o meu olho,
que a inveja é feito piolho
nunca para nem se ajeita.
Eta obrinha perfeita!
De pronto bateu a inveja,
meu olho já lagrimeja
só de olhar pra essa beleza
e bate aquela certeza
de que ali vai ter colheita.
Mal botei o olho nela
quis ter a minha versão.
Sempre fui muito imitão,
como a história revela.
Nem refresquei a arruela
da dor do tal Mazembaço
derrubei com estardalhaço
o chiqueiro a beira lago.
Acho que eu tava no trago
ou então batendo biela.
Fiz conta de gente rica,
vendi terreno na lua.
Sou chegado em falcatrua,
me espalho qual tiririca.
Camarote de um milhão,
ofereci pra torcida.
Era colher na jazida,
ouro puro e diamantes,
(coisa nunca vista antes)
e "enfeitar" o remendão.
A inveja cega a mente,
como poste de curral,
me meti num lamaçal
que me deixou impotente.
Quando acordei da burrada,
tava co'as cueca na mão,
entregue pra um garanhão
que usa AG como alcunha,
Nem Cristo ou Aod Cunha,
pra me livrar da enrascada
Mas não me dei por vencido,
pois sei afagar isento,
não vai ser pouco cimento,
a me deixar abatido.
Comecei meu plano novo
pra conseguir uma ajuda.
Já tive tanta e graúda.
Erário é meu território,
me ajudar é obrigatório,
sempre me servi do povo.
Mas algo foi dando errado,
e o dinheiro não pingou.
O angu só engrossou,
e eu sigo aqui atolado:
o meu remendo no limbo,
minuta no vai-não-vem,
querem o meu recavém,
também a vaca e o terneiro,
a copa e, junto, o copeiro.
Querem o nego e o cachimbo.
Enquanto isso, o vizinho
vai crescendo a olhos vistos
mais ligeiro que o previsto,
e eu trocando pergaminho.
A inveja me fez refém,
to entregue pra empreiteira
essa coisa traiçoeira,
que quer ter lucro comigo.
Eu quero empreiteiro amigo,
ele quer meter o trem.
Em minutas já não creio,
pero que las hay las hay!
"Semana que vem", uai!
É assim que eu papagueio.
E os baratos dão suporte,
na mentira repetida,
sempre com ampla acolhida
com sói acontecer.
É isso, ou não receber,
isento que se comporte.
E a minuta?
Essa pergunta me é feita
cada vez que eu os chamo
e é uma coisa que eu reclamo
e acho que não é direita.
Acho até uma desfeita
e entender nem consigo:
eu no medonho perigo,
num tal pau filho da puta,
querem saber da minuta,
ninguém se importa comigo.
A minuta nunca mais vi,
sequer um rastro que seja.
Talvez em sonho a veja
num bárbaro frenesi.
Talvez ande por aí,
engasgada numa goela,
na pasta da Manuela,
no bolso de um deputado,
e eu aqui descadeirado,
pulando como um sagüi.
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