9 de dezembro de 2013

Quem será o técnico?

Até o momento, não consegui nenhuma indicação de quem poderá ser o técnico do Grêmio em 2014. Pode ser Renato? Pode! Pode ser outro nome? Também pode!
Acredito que o presidente Fábio Koff decidirá com muita calma e reflexão o rumo que o clube tomará na próxima temporada. Não resolverá nada açodadamente só para contentar os curiosos de plantão. Hoje não tive tempo para ouvir e nem ler a imprensa esportiva, mas imagino que devam estar sendo dados tiros a esmo no escuro. Só imagino o desespero para descobrirem quem será o comandante do elenco no ano que vem. Ao pensar nisso, sinto uma vontade irresistível de rir da situação...
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Independente de quem seja o técnico, acredito que o Grêmio já tenha uma boa base para a próxima temporada. Agregando poucas peças, como um bom meia e um lateral  mais agressivo ofensivamente que o Parazinho, acho que já dá para a largada.
Quanto às dispensas, penso que a direção conseguiria fazer um bom corte nos gastos com a folha salarial. Se saírem Dida, Fábio Aurélio, Adriano, Elano, Welliton, Zé Roberto e Vargas a economia será de pelo menos R$ 2 milhões mensais (sem contar os encargos sociais).
Está chegando a vez da gurizada. Lembro que também temos no elenco os jovens Saimon, Rafael Thyere, Canavesio, Moisés, Wendell, Guilherme Biteco, Jean Deretti, Matheus Biteco, Lucas Coelho, Paulinho e Yuri Mamute.
Eu gostaria muito de vê-los em ação para tirar a prova se são suficientes ou não para vestir a camiseta tricolor. Mantendo medalhões na equipe, é certo que os meninos não terão espaço para mostrarem seu futebol.
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Está rolando na internet (repassado pelo leitor André Batista).

 http://pt.slideshare.net/sinoti1/dossie-gre-nal

8 de dezembro de 2013

Um vice, um borrado e mais violência para lamentar

Portuguesa 0 x 0 Grêmio

Pré jogo

Último jogo do primeiro ano da Arena. Não foi o ano dos sonhos. Mas também não foi um ano mau. O Grêmio está prestes a ser vice-campeão brasileiro. Há quem desdenhe, especialmente aqueles que estão na rabeira brigando para não cair. É  famosa história da raposa e das uvas.

O ano termina também sem que a eleição para presidente tenha terminado. Odone/OAS não se conforma. E ao invés de se recolher ao silêncio respeitoso que devem ter todos aqueles que saem de cena, não se contém e sai a vomitar asneiras em rádio, semana sim e outra também. Mas se entende. Classe não é para quem quer. Classe é para quem tem.
Mas vamos ao jogo.

Primeiro tempo: 0 x 0

Aos 3:30 minutos Barcos entrou a drible e da marca do pênalti chutou em cima do goleiro. Foi um gol feito perdido. Enquanto isto, em Cassias o timinho fazia cera para bater um escanteio aos 3 minutos enquanto a torcida festejava o gol do Atlético Petralha.

O Grêmio começou em cima mas logo a Portuguesa equilibrou e teve uma boa chance aos 10:30. Dida pegou no meio do gol. Dois minutos depois Souza salvou outra jogada perigosa.
Aos 15 minutos o Grêmio chegou com perigo em boa jogada pela esquerda. 
Aos 19 minutos Kleber dominou na área mas foi travado na área de chutar. Na cobrança do escanteio Bressan cabeceou para fora.
Enquanto isto idiotas armavam confusão em Joinville, com direito a torcedores feridos e choro do jogador Luis Alberto. Segundo ele, os torcedores petralhas batiam com paus na cabeça de torcedor do Vasco. Animais não deveriam frequentar estádios.
E o primeiro tempo terminou com maior atenção sendo prestada na situação absurda de Joinville.
A Portuguesa foi levemente melhor mas sem criar grandes oportunidades de gol. O Grêmio teve a grande chance com o Barcos e mais duas ou três chegadas que não chegaram a configurar situação de gol.
O timinho, enquanto isto, sofria para manter o empate contra os reservas dos reservas da Ponte que, antes do jogo, ficaram até as 14 horas comendo num café colonial.


Segundo tempo: 0 x 0

O Grêmio voltou igual. Aos 4 minutos Zé Roberto bateu uma falta da entrada da área. A bola explodiu no travessão.
O jogo continuava morno enquanto Ferrugem quase fazia uma macaquice em Caxias.
Aos 7:40 minutos Zé Roberto de novo bateu forte de fora da área. Passou raspando.
Aos 9:40 minutos Vargas pifou Kleber que, novidade, errou. No rebote Zé Roberto errou da marca do pênalti.
Depois de um início quente o tricolor voltou ao marasmo do primeiro tempo. E aos 20 minutos Renato chamou Maxi Rodriguez. Saiu Vargas, que era o único que era lúcido na frente. Por conta disto foi chamado de burro por alguns torcedores.
Aos 32 minutos, quando a torcida já vaiava a falta de vontade dos jogadores dos dois times, Maxi cruzou na cabeça de Barcos que mandou por cima.
A Portuguesa chegou duas vezes com perigo enquanto a Ponte quase matava em Caxias.
Aos 37 minutos o Grêmio jogava, bisonhamente, pelo empate. E Kleber conseguia ser o pior entre os piores. Atuação ridícula. Tipo do jogo em que se chama o azar.
Mas a Portuguesa também resolveu garantir a primeira divisão de 2014.
E foi isto.

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Foi de novo um jogo tosco. Especialmente após os 15 minutos do segundo tempo. O time conseguiu o empate que lhe dava o vice campeonato e a vaga direta. Mas foi triste de ver, quase deprimente.
Só menos deprimente do que o fiasco do timinho, que penou para empatar com os reservas dos reservas da Ponte Preta.
E também muito menos deprimente do que o que aconteceu em Joinville. Um fiasco do Ministério Público de Santa Catarina. Mais um fiasco neste país acostumado com desmandos de quem deveria dar o exemplo. Um país de políticos corruptos.
Mas também não há dúvidas que nada vai acontecer. Infelizmente.

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Como jogaram

Dida: Sem trabalho no jogo todo.
Pará: O mesmo de sempre.
Bressan: Muito bem na defesa.
Rhodolfo: Muito firme como sempre.
Alex Telles: Bons movimentos pela esquerda.
Souza: Termina o ano jogando muito.
Ramiro: Bem.
Zé Roberto: Alguns bons momentos. Foi o melhor do time. O que não quis dizer muito no jogo de hoje.
Vargas: O melhor do ataque. Mas foi substituído. Uma pena que não ficará.
Kleber: Luta muito. Não produz nada. Um peso morto.
Barcos: Muito esforço, boas jogadas e um gol perdido no primeiro tempo. Nulo no segundo tempo.
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Maxi Rodriguez (Vargas): Entrou no ritmo do time. Lento, quase parando. 

Renato: Foi vice campeão brasileiro.
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Arbitragem: Emerson de Almeida Ferreira (MG), auxiliado por Fabio Pereira (Fifa-TO) e Marrubson Melo Freitas (DF) - O melhor em campo. Nenhum erro do trio.

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O jogo no twitter



7 de dezembro de 2013

Daniel Matador e Arthur Lodi: Os Fantasmas se Divertem

Hoje o post é em dose dupla:

Caros

Em 1988 o Grêmio apresentou ao grande público um esquadrão que viria a ser conhecido como “Grêmio Show”, tamanhos eram os espetáculos de bola que este time apresentava, aliando técnica e poder de marcação. Treinado por Otacílio Gonçalves, o tricolor conquistou o tetracampeonato gaúcho de forma soberba. O time base era formado pelo histórico goleiro Mazaropi, com Alfinete e Aírton ocupando as laterais e a dupla de zaga composta pelo chileno Astengo e Luís Eduardo. No meio-campo, uma composição que marcou época, com Bonamigo, Cuca, Cristóvão e Valdo, além do ataque que levava pânico ao coração da coloradagem, Lima e Jorge Veras, este último um especialista em meter gols no goleiro Taffarel, muitos deles frangos vexatórios.

Neste mesmo ano, o maluco diretor de cinema Tim Burton lançou aquele que foi seu primeiro grande sucesso cinematográfico. Os Fantasmas se Divertem conta a história de um casal que acaba morrendo e que se recusa a sair da casa que tanto gostam, indignando-se quando outro casal compra o imóvel. Tentando agir como verdadeiros fantasmas, passam a assombrar os novos moradores, na esperança de que eles deixem a casa. Entretanto, sua pouca prática na arte de assombrar acaba não surtindo muito efeito, razão pela qual contratam os serviços de um fantasma mais experiente, que atende pelo nome de Beetlejuice (este inclusive é o título original do filme). Os personagens principais tiveram um grande impulso em suas carreiras com este longa, entre eles Michael Keaton (que viria a trabalhar novamente com Burton nos dois primeiros filmes do Batman), Alec Baldwin, Geena Davis e Winona Ryder. Bons momentos de diversão.

Pois recentemente tivemos uma aparição que também remete às histórias de fantasmas. A torcida do Racing Club de Avellaneda, um dos mais tradicionais clubes argentinos, em um arroubo de criatividade, superou-se na corneta ao rival Independiente. O maior campeão da Taça Libertadores, com sete títulos, acabou amargando as agruras da segunda divisão de seu país. Nos últimos jogos, quando agonizava para tentar escapar da degola, colecionava cada vez mais insucessos e derrotas, afundando-se ainda mais na lama. Foi aí que a criação do Racing começou a dar as caras. Denominado El Fantasma de La B, esta divertida figura aparecia do nada nos jogos do Independiente, apenas para atazanar a vida do time e fazer uma pressão psicológica ainda maior. A cada aparição, mais aflitas ficavam as arquibancadas, como que prenunciando um desastre inevitável apenas por vislumbrar a presença daquele lençol ambulante com um grande "B" no peito. A queda acabou ocorrendo e o Fantasma de La B imortalizou-se como uma criação genial. Os torcedores do Racing haviam criado um mito que a partir de então sempre costuma aparecer para aquelas equipes que correm risco de rebaixamento.

Pois na semana em que o tricolor prepara-se para carimbar a vaga direta à Libertadores e confirmar o vice-campeonato nacional, outras equipes encontram-se apavoradas com a possibilidade de disputa da Série B em 2014. O jogo do Grêmio contra a Portuguesa será quase um jogo de compadres, pois o empate é benéfico para ambos. E nesta mesma semana o Fantasma de La B foi visto circulando pela capital gaúcha. Dizem que andou por algumas áreas da cidade e passou por um estádio que está em reformas. Reza a lenda que foi visto tomando o rumo para a Serra Gaúcha, não se sabe por qual motivo. Será que ele está nas imediações em alguma missão? Estaria esta entidade sendo o arauto de um futuro inevitável para alguma equipe de futebol? Só o futuro dirá. Vejam o vídeo abaixo e tirem suas próprias conclusões.


Saudações Imortais




6 de dezembro de 2013

Greminis


Recebi do Ducker com o pedido de divulgação.

Torcedor gremista,

No próximo dia 16 acontecerá oficialmente o lançamento do mais novo projeto tricolor: os Greminis – A Turma da Arena Azul. Um DVD com uma série de animações musicais com nove personagens que vivem no interior do novo estádio gremista.
Voltado para o público infantil entre 0 e 6 anos, os Greminis tem como objetivo cativar as crianças e auxiliar no repasse de valores entre gerações.
Além das músicas do cancioneiro infantil, ele traz canções inéditas criadas especialmente para os pequenos como o “Hino dos Greminis” e o “Parabéns a você” voltado para o mini tricolor. Pensado para os torcedores do futuro, os Greminis facilitam o envolvimento dos gremistas com seus descendentes para que estes também sintam a paixão e a emoção de torcer por um grande clube.

Inovador, lúdico e educativo este projeto ajudará também o Instituto Geração Tricolor e o Desejo Azul, através do repasse de parte do valor arrecadado com as vendas. Para encantar tanto crianças quanto adultos, os Greminis estarão disponíveis nas bancas de revista do Estado e nas lojas Grêmio Mania, Multisom e Colombo por apenas R$ 29,90.


O link é este aqui.



5 de dezembro de 2013

Marcos Agostini: Ninguém quer jogar no Remendão

Tony Blair e o Imortal

Ele não sabe onde se meteu. com certeza hoje começará a campanha contra ele na impren$a gaúcha.


4 de dezembro de 2013

Marcos Agostini: Mais uma libertadores nas nossas vidas




3 de dezembro de 2013

Seria a continuidade a chave do sucesso?

* Texto do torcedor gremista e leitor do blog, Guaru

Muito se comenta que os últimos clubes brasileiros campeões das maiores competições contavam com três ou quatro jogadores do Grêmio em seu plantel.
Partindo da premissa de que a rotatividade é comum no mundo do futebol e afeta qualquer clube, fiz um levantamento nominal entre os atletas dos clubes campeões em 2012: Atlético-MG, Cruzeiro e Flamengo.

Entre os clubes da Série A + Palmeiras, os jogadores campeões deste ano tiveram passagens pelos seguintes clubes:

Clube
Ex-jogadores
Grêmio
Gilberto Silva, Réver, Victor, Ronaldinho e Rafael Marques (CAM); André Santos, Carlos Eduardo e Marcelo Moreno (FLA); e Léo, Paulão, Tinga e Borges (CRU).
Corinthians
Jô, Rosinei e Michel (CAM); Felipe, Chicão, Wallace, André Santos e Elias (FLA); e Nilton, Éverton Ribeiro e Willian (CRU).
São Paulo
Victor, Diego Tardelli, Junior Cesar, Josué e Richarlyson (CAM); Léo Moura e Hernane (FLA); e Julio Baptista, Borges e Dagoberto (CRU).
Vitória
Leonardo Silva, Alecsandro, Neto Berola e Lee (CAM); Felipe, Wallace, João Paulo e Marcelo Moreno (FLA); e Egídio (CRU).
Internacional
Jô, Alecsandro e Rosinei (CAM); João Paulo (FLA); e Ceará, Leandro Guerreiro, Tinga, Ricardo Goulart e Dagoberto (CRU)
Botafogo
Michel, Junior Cesar e Rafael Marques (CAM); Léo Moura e Val (FLA); e Ceará, Leandro Guerreiro e Tinga (CRU).
Ponte Preta
Giovani, Luan, Alecsandro e Marcos Rocha (CAM); João Paulo e Elias (FLA) e Leandro Guerreiro (CRU)
Palmeiras
Leonardo Silva e Pierre (CAM); Léo Moura (FLA); e Léo, Souza e Luan (CRU).
Vasco
Alecsandro (CAM); Léo Moura e Amaral (FLA); Fábio, Dedé e Nilton (CRU)
Cruzeiro
Leonardo Silva, Alecsandro e Guilherme (CAM); e Val e Marcelo Moreno (FLA)
Santos
Diego Tardelli (CAM); e Ceará, Bruno Rodrigo, Henrique e Borges (CRU)
Flamengo
Michel, Diego Tardelli, Junior Cesar e Ronaldinho Gaúcho (CAM); e Egídio (CRU)
Goiás
Josué e Rafael Marques (CAM); e Egídio e Ricardo Goulart (CRU)
Fluminense
Junior Cesar (CAM); Léo Moura (FLA); e Éverton e Martinuccio (CRU)
Bahia
Leonardo Silva (CAM); e Val e Gabriel (FLA)
Atlético PR
Fábio, Dagoberto e Willian (CRU)
Portuguesa
Leonardo Silva (CAM); Felipe (FLA); e Bruno Rodrigo (CRU)
Criciúma
Carlos César (CAM); e Leandro Guerreiro e Luca (CRU)
Coritiba
Leandro Donizete (CAM); e Ceará e Éverton Ribeiro (CRU)
Náutico
Elias (FLA); e Souza (CRU)
Atlético-MG
João Paulo e André Santos (FLA).

Faço as seguintes considerações:

· Todos os clubes listados possuem ao menos um ex-jogador campeão por outro clube neste ano de 2013. É comum no futebol moderno essa rotatividade. A média é de 5,7 jogadores por clube na tabela acima. Apesar disso, é muito incômoda a posição superior que ocupamos.

· O Grêmio tem uma rotatividade muito alta. O elenco atual tem hoje, média de 1 ano e 7 meses de profissional no Grêmio (isso em um final de temporada). Mas não é bem por aí a explicação, não: O Cruzeiro, campeão brasileiro com todos os méritos, tem em média 1 ano e 9 meses, pouquíssima diferença. O Fluminense, provável série B, tem média de 2 anos e 2 meses dos jogadores no elenco.

· Então seria a torcida a culpada? Não tem paciência? Acho improvável! Dos 12 jogadores citados, somente Rafael Marques, Marcelo Moreno e Borges conviviam com críticas da maioria da torcida no momento da saída (não venham falar do Victor, que era criticado esporadicamente). Destacamos que os dois primeiros foram inúteis nas conquistas de seus clubes. Afora que não existe uma regra saiu do Grêmio = sucesso. Para citar alguns casos, que já havia falado no passado:

1. Mithyuê - Foi para o CSA, eliminado em último lugar de seu grupo na Série D do campeonato nacional, ficou em 39º lugar entre os 40 clubes.

2. Pessali - Reserva do Angers, na Ligue 2 da França.

3. Júnior Viçosa - Não foi bem no Sport e hoje é reserva do Goiás.

4. Bruno Collaço - Não foi bem no Goiás. Hoje joga no Náutico, rebaixado com louvor.

5. Rondinelly - Não vem sendo aproveitado no Palmeiras.

6. Tony - Reserva no Criciúma, futuro rebaixado.

7. Cris - Titular absoluto da sólida zaga cruz-maltina, hehehehe.

8. Léo Gago – Não conta com a simpatia do torcedor palmeirense.

· Renato Portaluppi está no comando do Grêmio há cinco meses. A média de meses que um treinador estava no comando de sua equipe antes de uma grande conquista nesse último biênio foi de 16,5 meses. Somente Jaime de Almeida do Flamengo conseguiu um resultado rápido (cerca de três meses no comando). Cuca, Tite e Felipão estiveram à frente dos seus clubes por quase dois anos antes de conquistar um grande título.

Concluo com o seguinte:

1 – Estamos contratando/revelando jogadores aptos a conquistar títulos.

2 – A rotatividade é natural no mundo do futebol. E em certa parte em nossa equipe, acentua-se pela falta de resultados imediatos.

3 – A alternância no poder é uma das bases republicanas. Não permite que determinado grupo se apodere do clube por muito tempo. Mas, em contrapartida, causa a descontinuidade. Nas últimas cinco eleições, a oposição venceu quatro.

4 – Fortalecer o comando é sempre bom. Dá noção de hierarquia ao grupo. Famílias fortes dependem de chefes de família fortes. Times de futebol também. Peço desculpas aos defensores da metodologia da “gestão compartilhada”, mas creio que um sistema de hierarquia piramidal tende a buscar melhores resultados em meios competitivos, como o futebol. Portanto, se não estiver querendo uma banana, multa rescisória pornográfica ou regalias excessivas, mantenham Renato  no comando do Grêmio. Blindado e fortalecido e terá chances maiores de trazer resultado.

2 de dezembro de 2013

Abobrinhas da Pitica

Eu sou pé quente! Nos poucos jogos que assisti na Arena, estou invicta. Em todos eles, o Grêmio jogou bonito, feio, deu balão errou passes e fez lindos gols. Teve de tudo, mas o mais importante é que eu só tive vitórias lá dentro. Não tenho do que me queixar.

Público

Uma grande bobagem que se fala sobre a Arena, é de que parece um teatro e não existe vibração lá dentro.Não foi o que assisti no domingo contra o Goiás. O que eu vi foi muita vibração, um barulho infernal e a torcida empurrando o time. Foi um espetáculo! Essas jornadas esportivas ao vivo têm sido uma maravilha. Quando se está lá dentro, um pensamento é inevitável: moro longe, mas virei no próximo jogo. A vontade de participar daquele vendaval de emoções e energia é inexplicável.
Aquela acústica envolve o torcedor de tal forma que a cada lance emocionante a adrenalina dispara. É muito bom participar ao vivo. Quem já esteve lá, sabe do que estou falando. Não tem comparação com assistir pela televisão.
Pela TV, a impressão é de que o público é pequeno.  Mas a televisão foca justamente o lado que fica mais vazio no estádio (provavelmente por causa do sol a maioria dos sócios escolhe o lado contrário). Mas na verdade, a imagem engana e o público é bem satisfatório e barulhento.

Rhodolfo

Rhodolfo jogou demais. Ontem foi perfeito! Acredito que a direção deva fazer todos os esforços possíveis para conseguir mantê-lo no elenco tricolor para o próximo ano. Não imagino uma Libertadores sem Rhodolfo comandando a zaga. Junto com Máxi, foi a melhor contratação deste ano.

Renato

Têm saído na imprensa algumas informações sobre o técnico do Grêmio que não me convencem. Coisas estranhas são ditas e que parecem não encaixar na realidade. Primeiro foi de que o técnico teria pedido R$ 900 mil para renovar seu contrato (totalmente fora da realidade). Depois, que existiriam  pessoas importantes dentro do Grêmio que consideram Renato arrogante e uma "pessoa difícil" de conviver. No mínimo dá para desconfiar. Aí tem... 
Então, fui a campo especular.  E as coisas que ouvi me deixaram satisfeita e com a nítida impressão de que tem muita gente de fora que teme a permanência de Renato. Talvez porque Renato exale cheiro de títulos. Isso assusta muitas figuras na aldeia.
Segundo pude constatar, o técnico Renato é uma ótima pessoa, de fácil convivência e excelente relacionamento com atletas e dirigentes.Não sei se ficará no ano que vem. Mesmo porque o presidente Koff e o próprio Renato afirmaram categoricamente que somente tratarão de renovação ao final do campeonato. E entre a palavra de Koff e algum X-9 traíra, eu fico com a palavra do presidente que já provou inúmeras vezes ser uma pessoa honrada e confiável.

Gramado

O gramado da Arena realmente está com um aspecto feio. Bastante seco. Isso se deve ao tipo de grama que lá foi plantado. Escolheu-se uma espécie que se adapta melhor ao frio. Então, com a chegada do verão estaria sofrendo as consequências das mudanças climáticas. Não sei como isso poderia ser resolvido. Talvez um agrônomo pudesse nos ajudar com informações.

Morangos mofados

É bem fraquinho o carnaval em cima dos assustados morangos. Por que será?
Clemer, tem a maior blindagem já vista para um técnico de futebol no RS. Só não perde para o "competentíssimo" presidente mazembado.
Qual será o segredo de tal condescendência?
O Grêmio , vice colocado, é brindado com mais críticas do que o time do aterro que está caíndo pelas tabelas.
Mas não adianta a secação dos i$ento$. Em 2014 terão de nos engolir!!!!!!!

Búúúúúúúúúúúúúúúúúúú...!!!!!!!!!!!!!!

1 de dezembro de 2013

A goleada e a Libertadores

Grêmio 1 x 0 Goiás 





Pré jogo

Jogo decisivo e a CBF caprichou no juiz do jogo. É o careca aquele que vocês conhecem muito bem.

É jogo para vencer, ou vencer, ou vencer. Não tem outra hipótese. A vitória com certeza põe o tricolor na Libertadores. O empate deixa tudo nebuloso.
A torcida vai ter, mais do que nunca, de jogar junto.
Os resultados das 17 horas foram todos excelentes. Que continue assim.


Primeiro tempo: 1 x 0

O jogo começou com a boca molice do Bom Senso. A torcida vaiou com razão. Jogo decisivo não deveria se prestar para nada fora da competição.

Antes do segundo minuto o Grêmio já perdeu uma boa chance. Zé Roberto chutou mal de frente para o gol.
Aos 7 minutos em grande jogada de Barcos o goleiro fez um milagre, no rebote quase gol.
O Grêmio começou bem o jogo, com destaque para a movimentação de Vargas.
O jogo era favorável e aos 16 minutos Ramiro fez uma grande jogada mas chutou mal. Quando a bola ia passando pelo gol apareceu Barcos para empurrar para dentro.
Aos 19 minutos o Goiás chegou pela primeira vez. A bola desviou num zagueiro e saiu perigosamente. Na cobrança do escanteio quase que o gordo do Goiás colocou para dentro.
Com o gol o Grêmio deu uma retraída e o Goiás começou a ameaçar mas sem grande perigo.
Aos 35 minutos Rhodolfo salvou uma cruzada perigosa.
O jogo foi escoando para o final do primeiro tempo sem nada digno de registro a não ser um possível pênalti no Vargas. Que, obviamente, a tv não reprisou.
Placar justo pelos primeiros 20 minutos do Imortal. Mas inexplicavelmente o time parou de novo depois de marcar.
Vargas foi o grande nome do time.

Segundo tempo: 0 x 0

O segundo tempo começou com o Goiás assustando. O Grêmio parecia estar ainda no intervalo.
O Goiás sem o gordo goleador assustava um pouco menos.
A primeira boa jogada de ataque foi aos 10 minutos quando Barcos deu grande passe para Zé Roberto que só conseguiu um escanteio.
O jogo seguia preocupante. Se o Goiás não ameaçava, todos sabem que futebol às vezes tem uma bola que muda tudo.
Aos 19 minutos o time desperdiçou um contra-ataque.
Aos 22 minutos Maxi Rodriguez entrou no lugar de Kleber, que estava apagado.
Aos 27 minutos contra-ataque de três contra três. Maxi entrou a drible e quase marcou. A bola bateu em um zagueiro, na trave e saiu.
Como o ataque não criava nada mesmo, Renato tirou o inoperante Zé Roberto e colocou o Adriano para segurar atrás.
Aos 37 minutos contra-ataque do Goiás e Dida fez boa defesa para escanteio.
Elano entrou no lugar de Barcos para tentar segurar mais a bola, pois esta estava sendo rifada a todo o momento.
Elano levou amarelo logo e aos 44 minutos deu um grande passe para Vargas que não aproveitou.
E foi isto. Empate sem grandes sustos, graças especialmente à espetacular partida do Rhodolfo.

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O time do Grêmio não é para cardíacos. Estas goleadas de 1 x 0 são difíceis de assistir até o fim. Mas este é o DNA tricolor. Nunca nada foi fácil. Por que haveria de ser este ano?
Estamos na Libertadores, enquanto outros entram na última rodada comprando fraldas para aguentar a expectativa do rebaixamento até domingo.
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Como jogaram

Dida: Um primeiro tempo sem trabalho. Uma boa defesa no segundo tempo.
Pará: Bem atrás e regular na frente.
Bressan: Exagerou dos balões para cima. Mas foi firme na defesa.
Rhodolfo: O melhor da defesa. O melhor do time. Mais uma grande atuação. Melhor contratação do ano.
Alex Telles: Bem na frente. Deixou espaço atrás.
Souza: Bem na defesa. Dá muita segurança para a zaga.
Ramiro: Muito bem. Fez grande jogada para o gol de Barcos.
Zé Roberto: Um primeiro tempo muito fraco.
Vargas: O melhor em campo no primeiro tempo. Sumiu junto com o time no segundo.
Kleber: Não fez nada de produtivo no tempo em que esteve em campo.
Barcos: Uma grande jogada no primeiro tempo e um gol de centro-avante. Estava onde deveria estar sempre. Boa partida.
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Maxi Rodriguez (Kleber): Não repetiu as partidas anteriores. Apagado.
Adriano (Zé Roberto): Entrou para segurar e ajudou.
Elano (Barcos): Sem tempo.

Renato: Tem de fazer o time não recuar depois de fazer gol. Acerto na escalação e nas substituições.
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Arbitragem:Heber Roberto Lopes: Não deu um possível pênalti no Vargas. Seria preferível que não apitasse nunca mais jogos do Imortal.