8 de julho de 2015

Recaída?

Chapecoense 1 x 0 Grêmio

Primeiro tempo: 0 x 0

Rhodolfo com dores musculares não foi para o jogo. Erazo entrou em seu lugar.

A Chapecoense começou botando pressão enquanto o juiz só via falta contra o tricolor.
Depois de 3 minutos Pedro Rocha já deu um chute a gol de fora da área para mostrar ao adversário com quem estavam lidando. 
Os oestinos chuveravam na área enquanto o tricolor tentava chegar tabelando. E levaram perigo aos 8:30 minutos, mas Erazo mandou para escanteio.
Aos 9:30 minutos foi a vez de Galhardo cruzar perigosamente. A bola passou a extensão da área enquanto um jogador do Grêmio se estatelava no chão. A tevê não mostrou o replay, para surpresa de ninguém. Na sequência de dois escanteios Maicon deu uma sapatada de fora da área assustando o goleiro. A bola passou raspando.
O Imortal não conseguia ter posse de bola, embora já começasse a chegar com mais perigo.

Aos 15 minutos chegada perigosa da Chapecoense para grande defesa de Grohe.
Luan parecia com sono. E os passes errados se sucediam com frequência irritante.
Aos 21 minutos a primeira grande jogada. Luan entrou a dribles e achou Giuliano como centro-avante. Giuliano bateu prensado e perdeu uma boa chance.
Aos 24 minutos outra boa troca de passes e Giuliano bateu forte de fora da área para o goleirão espalmar para escanteio. Na cobrança outra jogada perigosa e novo escanteio.
Escanteios mal cobrados pelo Douglas. Todos baixos.
No minuto seguinte Pedro Rocha fez uma falta normal e levou amarelo.
Geromel salvou para escanteio aos 28 minutos.
Luan mosqueou aos 30 minutos e perdeu a bola dando um contra-ataque perigosíssimo para time de Chapecó. A bola passou raspando a trave. Quase gol.
Pedro Rocha não repetia as boas partidas e não aproveitava a avenida Apodi.
Edinho fez uma grande cobertura aos 36 minutos e um passe desastroso direto para a lateral aos 36:30 minutos. Embora Edinho não estivesse mal, era visível a falta que fazia o Walace.
Aos 39 minutos o lance do primeiro tempo. Cruzada de Galhardo e no entrevero a bola bateu na trave direita da Chapecoense. No rebote Marcelo Oliveira chutou por cobertura mas a bola beijou o travessão e voltou para o meio da área para a  zaga aliviar. Uma jogada incrível.
Aos 44 minutos um grande passe para Galhardo mas o bandeira, mais uma vez, inventou impedimento.

.....

Um primeiro tempo muito disputado. Mostrou porque até agora a Chapecoense só perdeu um jogo em Chapecó e por conta de um gol espírita de fora da área.

O Grêmio não repetiu a atuação contra o Santos mas conseguiu equilibrar e mesmo atuar melhor nos últimos 20 minutos.
Poderia ter saído ganhando.

Segundo tempo: 1 x 0


Roger
não mudou o time para o segundo tempo.

Aos dois minutos falta perigosa contra o tricolor que Edinho espanou.Aos 6 minutos um milagre. Certamente será o lance da rodada. O jogador da Chapecoense deu uma bomba da entrada da área. Grohe rebateu. A bola voltou forte e deu na chuteira do Geromel que vinha chegando, saindo uma nova bomba contra o gol. Com Grohe caído a bola deu na cabeça dele e saiu chorando para a linha de fundo.
Como no início do jogo, o time oestino começou com maior posse de bola.
Aos 13 minutos a primeira chegada do Grêmio. Pedro Rocha chegou muito bem, passou por dois mas bateu para fora.
Galhardo cruzou e a zaga salvou para escanteio aos 15 minutos.
O tricolor voltou a equilibrar o jogo e Luan teve boa chance  mas bateu com displicência muito alto para fora. Eram 23 minutos de jogo.
Luan, aliás, continuava trotando em campo e sem repetir suas grandes atuações.
Aos 28 minutos Roger finalmente tirou Luan que teve atuação horrorosa no segundo tempo. Entrou Yuri.
Aos 30 minutos Pedro Rocha estava com a bola no ataque e numa inversão de jogo quase deu um escanteio para a Chapecoense. Uma jogada ridícula. Mais uma de um segundo tempo muito ruim.
Marcelo Oliveira, que jogava mal na defesa foi envolvido e o juiz deu falta de Maicon que vinha na cobertura. Na cobrança gol da Chapecoense. Ninguém pulou com o jogador que cabeceou livre. Um gol merecido pelo que o Grêmio não fez no segundo tempo e pela inércia de Roger.
Aos 33 minutos, Douglas que também estava mal, tinha dois entrando livre para passar a bola mas bateu direto nas mãos do goleiro.
Mesmo tomando o gol o time não conseguia reagir e não conseguia acertar dois passes seguidos.
Fernandinho e Braian entraram para tentar salvar as coisas. Pois é.
Aos 43 minutos Galhardo chegou batendo de voleio e quase fez um golaço.
Na última bola escanteio em que até Grohe foi para a área. Mas não deu.

.....

Um primeiro tempo de razoável para bom e um segundo tempo muito ruim. O time ou cansou ou resolveu que o 0 x 0 estava bom. Tentou cozinhar o jogo desde o início sem nenhuma vontade de vencer.

O pior é que mesmo jogando mal, foi um jogo relativamente tranquilo defensivamente. O time da Chapecoense pouco assustou, o que significa que com um pouco mais de organização e vontade poderia ter havido a vitória.
Fica a dúvida: foi apenas uma má jornada, foi um dia especial da Chapecoense ou o Grêmio está sentindo o peso dos holofotes?
A descobrir nos próximos dias.

_____

Como jogaram:

Marcelo Grohe: Duas defesas difíceis no primeiro tempo. Uma defesa milagrosa e nenhuma culpa no gol no segundo tempo. 
Nota 6 
Galhardo: Um belo primeiro tempo com cruzadas perigosas. Foi o único que se salvou no segundo tempo. Nota 7
Geromel: A segurança de sempre.
Nota 6
Erazo: Não comprometeu. 
Nota 5
Marcelo Oliveira: No primeiro tempo se atrapalhou com as subidas do Apodi mas também quase fez um lindo gol por cobertura. No segundo tempo levou um baile. 
Nota 3
Edinho: Um primeiro tempo discreto. E um segundo tempo também. 
Nota 5
Maicon: Entrou de capitão do time e foi bem no primeiro tempo. Afundou junto com o time. 
Nota 4 
Giuliano: O melhor do primeiro tempo. Não foi visto em campo no segundo. Na média Nota 5 
Douglas: Começou mal mas melhorou no final do primeiro tempo. Voltou muito mal no segundo tempo. 
Nota 3 
Luan: Também começou dormindo mas foi acordando aos poucos. Fez um segundo tempo muito ruim não acertando nenhuma jogada. Nota 4  
Pedro Rocha: O menos eficiente do primeiro tempo. E foi ainda pior no segundo tempo. Nota 4 

Yuri Mamute (Luan): Entrou mal. 
Nota 3

Fernandinho (Pedro Rocha): Entrou perdido. Nota 3

Braian (Edinho): Entrou para levar amarelo. Nota 0

Roger: Demorou muito para mexer no time no segundo tempo. Nota 4

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Arbitragem: 
Flavio Rodrigues Guerra (SP): No primeiro tempo marcou tudo contra e quase nada a favor. O bandeira que cuidava do ataque do Grêmio se equivocou em pelo  menos 2 impedimentos. Não passa por ele a derrota.

O Menezes e o mantra dos corneteiros

O Cassiano Menezes escrevia no Grêmio Libertador. Não sei se pediu para sair ou foi ejetado, mas hoje ele é um guri do twitter.
E no twitter ele não faz feio.
Não sei se ele mediava comentários no blog quando ainda escrevia. Mas longe deste trabalho insalubre, se é que o exerceu algum dia, conseguiu restabelecer o bom humor.
Ele até criou um mantra muito bom.
Alguém tuíta: Grêmio contrata fulano
Menezes responde: Não queremos contratar ninguém. Queremos título.
Alguém tuíta: Grêmio vende fulano.
Menezes responde: Não queremos vender ninguém. Queremos título.
Alguém tuíta: Compra da Arena muito próxima.
Menezes responde: Não queremos comprar Arena. Queremos título.
Alguém tuíta: Fernandinho pronto para estrear.
Menezes responde: Não queremos estrear ninguém. Queremos título.
Alguém tuíta: Grêmio inicia viagem a Chapecó.
Menezes responde: Não queremos viagem. Queremos título.
E assim vai.

Esta é a reação mais inteligente e bem humorada aos oficiais da corneta.
Existem corneteiros de todo o tipo.
O corneteiro medroso é aquele que tem mais medo de perder do que vontade de ganhar. Ele torce para seu time contratar o Celso Roth e, mesmo em vitórias espetaculares do Grêmio vai atrás de defeitos como se fosse tomar vacina. Um exemplo deste tipo poderia ser quem?
O corneteiro sabichão é aquele que tem como sonho máximo da sua vida treinar o Imortal. Ele gasta horas analisando jogadores, escalando times e criticando até a morte todo aquele jogador que não faz parte de seu time invencível. E torce pela derrota para mostrar que suas teses são corretas. Tipo assim o?
O corneteiro burro é aquele que não entende nada de futebol e da vida e vai atrás de tudo que lê e ouve. Este tipo é o alimento dos jornalistas sem-vergonha que vivem de "pageview" e, por isto, inventam todo o tipo de onda contra o Grêmio. Da compra da Arena ao visto de trabalho do Maxi, por exemplo. E os babacas correm a repercutir tudo que lêem ou ouvem como se fosse tudo verdade.
Tem o corneteiro raivoso. Em derrotas, empates e até mesmo vitórias magras correm para os blogs para destilar todo o ódio que tem da humanidade. Usam todas as acusações e impropérios. Estes vocês não conhecem quase porque são invariavelmente deletados. Ás vezes, por descuido, deixa-se passar alguns.
Todos estes aí em cima atrapalham um pouco e incomodam. Estão presentes no dia a dia mas nenhum deles é o pior.
O pior corneteiro, o mais nojento é o corneteiro pau mandado. Invariavelmente é um medíocre desqualificado que está a serviço de grupos de interesseiros que querem criar o caos para entrar como salvadores da pátria, ou no caso, como salvadores do clube. Este é duro de aguentar. Tem vários. O blog já identificou perto de uma dezena ou mais. Estes não são apenas deletados. Tem o IP bloqueado. Geralmente arrumam outro IP e outro nick. Não enganam. Dão mais pena do que raiva. Mas estão sempre à espreita. No twitter então, tem às pencas.

Aí, vários de vocês lendo este post vão dizer assim: "Não queremos saber de corneteiros. Queremos títulos."
Mas eu quero explicar algumas coisas para os mais ingênuos.

Em tempo. O twitter do Menezes, que eu recomendo é @CassianoMenezes.

7 de julho de 2015

O Grêmio de Roger

Grêmio de Roger: futebol vertical e veloz.

Finalmente um treinador no Grêmio faz aquilo que para mim parece tão óbvio: todos atacam, todos defendem. Com a bola no pé, movimentos coletivos intensos e rápidos em busca do gol. Sem a bola, concentração total e força no combate ao adversário.
Acabou o toque para trás e os rodopios no meio do campo. A jogada é sempre vertical e veloz. Dessa forma, o adversário não tem muito tempo de  se mobilizar para receber o golpe final.
Desde que chegou , Roger bate muito na tecla da "intensidade".
Traduzindo:
                              
                             intensidade = energia = força = veêmencia = rapidez

Nos dias atuais, futebol lento não sobrevive mais. Aquela história de pensar o jogo está em desuso. O jogo deve estar pensado já no vestiário, antes de entrar em campo. As jogadas devem  já estar  combinadas e com roteiro pré-definido. Resumo de tudo: quanto menos tempo o adversário tiver para pensar, maior a possibilidade de conquistar uma vitória.
Roger, estudioso e inteligente, está conseguindo fazer com que os jogadores entendam a teoria. Esse é o seu segredo. Simplesmente é didático o bastante para que todos entendam aquilo que ele deseja.
Unindo  isso ao ótimo trabalho do preparador físico Rogerinho, que deu mais força e velocidade aos atletas, os resultados positivos começaram a aparecer.

Apesar  dos ótimos resultados e do entusiasmo da torcida, eu prefiro ter calma. Vivo jogo a jogo. Saborear o momento é o melhor negócio.Ainda é muito cedo para pensar que alguma coisa está ganha. O time vai oscilar, deverá perder jogos no transcorrer do longo campeonato,  mas a amostra inicial está muito boa, melhor do que poderíamos esperar.
A hora da torcida é agora. 

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Adendo do seu Algoz

O tal de Paulinho, do blog aquele, se escondeu, se escondeu mas acabou preso. Por que? Calúnia e difamação.
Ele que parece ser adorado por muitos comentaristas do blog e por muitos "gremistas" de movimentos políticos.
Em relação a isto reproduzo alguns twitters do Carlos Josias. Um gremista muito crítico que não se furta de apontar coisas erradas.












6 de julho de 2015

Avalanche Tricolor: orgulhoso por ter vencido mais uma batalha

Por Milton Jung

Santos 1 x 3 Grêmio
Brasileiro – Vila Belmiro/Santos (SP)


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Foi aqui, no alto da colina de Ansedonia, que se uniram as forças da infantaria e da cavalaria napolitanas para seguirem, por terra, em direção a Orbetello, província de Grosseto, onde se travava uma das mais importantes batalhas da Guerra Franco-Espanhola, iniciada em 1635. Já se passavam 11 anos, quando os franceses se aproximaram das terras dominadas pelos espanhóis, no mar Tirreno, na região de Toscana. Lá se engalfinharam em inusitado confronto de barcos a velas carregados por galeras contra o exército da Espanha, que contava com o apoio do Reino de Nápoles. O “Assedio di Orbetello”, em 1646, foi protagonizado por comandantes estrategistas e soldados heróicos, que misturavam ações tática e muita bravura.

Nesta semana, 369 anos depois, a batalha é celebrada por moradores de Orbetello que, vestidos à caráter e a partir de perfomances artísticas, desfilam pela rua da pequena cidade e preservam aquela história com orgulho. Foi envolvido nesse ambiente e aqui, do alto da colina de Ansedonia, hoje muito mais marcante pelas belas casas e paisagem natural, que, durante minhas férias com a família, assisti, na tela do meu computador, à chegada do Grêmio ao topo do Campeonato Brasileiro – e escrevo isso independentemente do que venha acontecer nas próximas horas, neste domingo de futebol no Brasil. Tanto faz o lugar que nos será reservado na tabela de classificação, pois o que buscávamos alcançamos: vencemos mais uma batalha.

Orbetello


É a quinta conquista seguida de uma série interminável de batalhas que teremos de enfrentar até o fim do campeonato. Essa foi apenas a décima-primeira. Mesmo após mais um desempenho vitorioso, é impossível imaginar que seremos vencedores sempre. Sabemos que nessa caminhada há o risco de somarmos perdas. Temos de estar prontos para esses momentos, conscientes de que o trabalho está sendo executado de forma correta. Conscientes de que uma batalha perdida deve servir para agregar forças e seguir em frente até a vitória final.

Hoje, na Vila Belmiro, o time impôs sua marca: jogadores se movimentado com velocidade e a troca de passe certeira. A marcação firme desde o campo adversário se repetiu apesar de estarmos jogando fora de casa e contra um time que não perdia por ali há 14 jogos. Mais uma vez, o gol veio cedo e resultado dessa nova disposição da equipe, imposta por Roger.

Somou-se o fato de os chutes a gol estarem mais precisos. Em muitos jogos desperdiçamos a oportunidade de resolver a partida, apesar das boas chances proporcionadas. Desta vez, não: aos quatro minutos, no primeiro ataque, fizemos 1 a 0, para desequilibrar o adversário; assim que começou o segundo tempo, 2 x 0, para desestimular a reação natural de quem volta reorganizado do vestiário; e a dez minutos do fim, quando já havíamos dado espaço para o 2×1, marcamos o terceiro. Pedro Rocha, Galhardo e Mamute tiveram a chance e … mataram!

Com Roger no comando, visão estratégica e jogadores dispostos a cumprir suas funções a qualquer preço, o Grêmio se transformou, calou os que previam o pior e desnorteou os críticos – aqueles que chamaram Luan de “moscão” e disseram que Rocha, nosso goleador, não era um atacante de verdade. Lembra? Eu não esqueço!

Nosso exército ainda precisa muito mais para chegar a grande vitória, mas vê-lo jogando da forma como jogou nessa tarde, em Santos, me deixou tão orgulhoso quanto os moradores de Orbetello com seus uniformes de guerra, do século 17.

5 de julho de 2015

Daniel Matador - Dominando a Vila

Santos 1 x 3 Grêmio

Torcida gremista compareceu à Vila Belmiro e viu uma vitória histórica.
 Caros

O tricolor entrou na Vila Belmiro já sabendo do tropeço do Sport, que empatou no jogo matutino dominical contra o Avaí, na Ressacada. Isso porque deram uma garfeada no time catarinense e a arbitragem assinalou um pênalti mandrake ao final do jogo, permitindo que o até então líder do campeonato arrancasse um empatezinho maroto aos 47 do segundo tempo. Mas isso pouco importa, o que vale é a manutenção da campanha gremista até aqui, não obstante a sempre difícil missão de jogar na Vila Belmiro. Além de contar com o desfalque de Maicon, que até o momento constitui-se em peça importante do esquema de Roger Machado, tendo de improvisar Edinho na função. O restante da escalação foi mantida da forma como se imaginava e havia sido lançada aqui no post pré-jogo.

Quem é daqui do RS pôde acompanhar o jogo pela televisão aberta. Naturalmente, com o volume no zero e o ouvido na Grêmio Rádio Umbro 90.3 FM. Inclusive, para quem ainda não sabe, em menos de 6 meses de operação a Grêmio Rádio Umbro já é a 11ª rádio MAIS OUVIDA do RS (quase encostando na 10ª) e é a vice-líder entre as rádios que transmitem futebol. Isso mesmo: só tem UMA única rádio de futebol na nossa frente POR ENQUANTO!!! TODAS as outras rádios da ivi estão comendo poeira durante as transmissões das partidas do tricolor!!!

Primeiro tempo: Santos 0 x 1 Grêmio

O tricolor entrou no gramado da Vila Belmiro trajando a até então invencível camisa celeste degradê. A torcida do Santos compareceu em número ridículo ao estádio.  A intensidade, marca registrada do time de Roger, começou desde o início. Nas duas vezes em que o Santos tentou uma aproximação, Geromel rechaçou com extrema categoria. Até que aos 4 minutos Luan fez boa jogada pela direita de ataque, cruzou e Pedro Rocha concluiu para abrir o placar. Aos 6 minutos, após acreditar em uma jogada quase perdida, Giuliano cruzou para Pedro Rocha, que chutou cruzado, porém fraco, permitindo a defesa do goleiro santista, o qual impediu o segundo gol gremista. Aos 12 minutos, após passe primoroso de Geromel vindo lá da defesa, Luan fazia fila o sofreu falta na entrada da área, não marcada pelo árbitro.

O Santos até tentou algumas chegadas, porém a marcação do Grêmio era impiedosa e não permitia que nenhum santista se criasse. Um guri tentou aplicar um chapéu em Walace e tomou um SARRAFO para aprender. Aos 26, Geuvânio deu entrada criminosa em Luan e levou apenas cartão amarelo. Ele alegou que também havia machucado-se na jogada e saiu para ser atendido. No minuto seguinte, acabou tendo uma atitude que nem na várzea se vê: ingressou em campo durante um ataque do Santos sem que o árbitro tivesse autorizado sua entrada. Por conta disso, levou o segundo cartão amarelo e foi expulso. Chamar de burro é pouco. Aos 29, Giuliano desferiu um chute cruzado que passou muito perto e levou perigo. Aos 32, Giuliano fez grande jogada driblando todo mundo e chutando em cima do goleiro. No rebote, Douglas chutou por cima.

Aos 41, uma blitz que por pouco não resultou em gol. Douglas cruzou e no rebote, novo arremate tricolor. Aos 44, outra boa jogada de Douglas, que driblou vários e chutou de longe. Aos 45, Giuliano chapelou o zagueiro Caju dentro da área e quase marcou um golaço. Aos 49, Pedro Rocha sofreu falta na quina da área. Na cobrança, Douglas meteu na cabeça de Marcelo Oliveira, que quase marcou o segundo. O Grêmio deixou de botar a tampa do caixão ainda no primeiro tempo. Dominou totalmente o jogo e não permitiu que o Santos criasse nenhuma jogada de extremo perigo. Roger montou uma estrutura que literalmente amarrou a equipe adversária. Tanto que Grohe não fez praticamente nenhuma defesa, apenas intervenções.







Segundo tempo: Santos 1 x 2 Grêmio

Roger botou Mamute no lugar de Pedro Rocha. A menos de 2 minutos, Ricardo Oliveira chutou perigosamente e a bola bateu na rede pelo lado de fora. Só que, novamente aos 4 minutos, o tricolor balançou as redes santistas. Galhardo recebeu a bola pela direita e emendou uma sapatada, sem chances para o arqueiro. Era o segundo gol do Grêmio, senhor absoluto da partida. Aos 10 minutos, uma mega jogada entre Giuliano e Galhardo, que quase marcou o terceiro. Aos 13, Galhardo, Giuliano e Luan botaram o time do Santos na roda, em uma jogada que só parou com falta. Aos 18, outra grande jogada pela direita, com Luan recebendo na área e quase metendo para as redes. Aos 19, um passe errado de Walace, aliado a uma chupada de bala da defesa, fez com que a bola sobrasse para Ricardo Oliveira, que não perdoou e descontou.

Aos 21, mais uma blitz gremista que quase resultou em gol, com Marcelo Oliveira chutando e o goleiro defendendo. Aos 24, quase que Ricardo Oliveira empata o gol em chute cruzado, após falha de marcação da defesa. A partida vinha nervosa, até que aos 37 Edinho fez grande jogada e Mamute chutou pelo meio das pernas do goleiro, decretando a vitória gremista. Aos 39, Rhodolfo saiu para a entrada de Erazo, deixando a faixa de capitão com Marcelo Oliveira. Aos 41, um SASSARICO na defesa do Santos, que afastou de forma atabalhoada para não tomar o quarto. Aos 43, Galhardo deu um carrinho salvador para evitar que Ricardo Oliveira entrasse livre para marcar. Aos 45, o garoto Moisés entra no lugar de Douglas, naquela famosa alteração para matar tempo. Aos 47, Luan arrematou de fora da área e a bola passou próximo ao ângulo esquerdo.


Mas não havia tempo para mais nada. O Grêmio fincava a bandeira tricolor no gramado e tomava conta da Vila Belmiro, na maior vitória gremista até agora neste estádio. Uma vitória emblemática que consolidou o time entre os líderes.






Como jogaram:

Grohe: assistiu a partida na primeira etapa, apenas fazendo intervenções. Sem grande culpa no gol sofrido. Nota 7
Galhardo: foi bem no primeiro tempo, tentou algumas jogadas. Marcou o segundo gol da partida em um feliz chute cruzado. Nota 8
Geromel: excepcional, um dos melhores em campo. Altíssima categoria. Nota 9
Rhodolfo: a segurança de sempre. Sofreu uma pancada forte no segundo tempo. Nota 8
Marcelo Oliveira: cumpriu bem seu papel, principalmente na parte defensiva. Rechaçou várias jogadas do Santos de forma precisa. Nota 8
Edinho: substituiu Maicon e não comprometeu. Cansou após os 30 do segundo tempo, mas fez a jogada do terceiro gol. Nota 7
Walace: é um volante soberbo. Deu aula na volância. Mas um erro seu ocasionou a jogada que resultou em gol do Santos. Nota 8
Douglas: fez uma boa jornada na meia-cancha. Vem crescendo de produção. Nota 8
Giuliano: um dos melhores em campo. Correu e criou muito. Nota 9
Luan: muitas jogadas e muita disposição em campo. Nota 9
Pedro Rocha: fez o que o atacante tem de fazer e anotou o gol no primeiro tempo. Nota 9

Mamute: entrou muito abaixo do resto do time. Sua contribuição resumia-se a prender a bola no ataque, até que marcou o gol que martelou o prego na tampa do caixão santista. Nota 8

Erazo: entrou no finalzinho, mas não comprometeu. Sem nota
Moisés: entrou aos 45 e não teve tempo de mostrar muita coisa. Sem nota


Roger: mexeu o mínimo possível ao escalar Edinho e manteve a estrutura da equipe. A cada jogo dá uma nova injeção de ânimo no time. Está surpreendendo todo mundo. Nota 9

Arbitragem: o árbitro Felipe Gomes da Silva deixou de marcar uma falta clara em Luan na entrada da área. Agiu de forma corretíssima ao aplicar o cartão amarelo em Geuvânio e em seguida expulsá-lo, seguindo a regra. No segundo tempo, não teve grande interferência.

Agora o próximo jogo é contra a Chapecoense, desta vez com a volta de Maicon, mas com o desfalque de Walace, que tomou o terceiro amarelo. A seguir nessa toada, o G4 é a morada do Grêmio.

Saudações Imortais

4 de julho de 2015

Daniel Matador – Todas as guerras



“Mal acabava uma luta... e começava outra. E quando eu dava por mim, estava no meio de outra peleia. Não conseguia parar. E lá vinha outra guerra, e outra guerra, e outra guerra, e mais outra guerra, eu guerreei todas as guerras! Não perdi nenhuma!”
Capitão Rodrigo Cambará, personagem de O Tempo e o Vento, obra imortal de Érico Veríssimo, magistralmente interpretado por Tarcísio Meira na adaptação televisiva feita em 1985.

Caros

Teremos neste domingo o raro prazer de acompanhar o tricolor pela televisão aberta aqui nos pagos, visto que o jogo contra o Santos ocorrerá em São Paulo e será transmitido para o Rio Grande do Sul. Por mais um milagre do destino, o jogo será às 16 horas, um bom horário para acompanhar quando se trata de jogos fora de casa. E tem muita coisa em jogo nesta partida. O Santos perdeu Robinho, que não renovou seu contrato. O nada saudoso Werley levou o terceiro cartão amarelo na partida contra o Fluminense e não enfrenta o Grêmio (apesar de que, dado o histórico, seria um reforço). Mas conta com Ricardo Oliveira, um centroavante profissional que continua em forma, apesar da idade.
O técnico Roger não poderá contar com Maicon, autor do golaço na vitória sobre o Palmeiras. Em seu lugar, uma alternativa interessante seria deslocar Marcelo Oliveira para a volância, botando Marcelo Hermes na lateral esquerda. Os dois Marcelos já mostraram que podem render bem nestas posições. Mas Roger adiantou que a tendência é que Edinho seja utilizado no lugar de Maicon. Desta forma, a equipe sofreria alteração em apenas uma posição, mantendo a estrutura que vinha sendo utilizada nas últimas partidas. O time deverá ser composto por Grohe no gol, com Rhodolfo e Geromel na zaga. Galhardo e Marcelo Oliveira são os laterais. No meio, Edinho junta-se ao cada vez melhor Walace, com Douglas, Giuliano, Pedro Rocha e Luan completando a equipe. Resta ver se dará certo e o time poderá manter a mesma pegada que vem apresentando, podendo engatar a quinta vitória seguida no campeonato.

Edinho deve ocupar o lugar de Maicon, afastado por conta do 3º cartão amarelo.
 
Em 1985, a Rede Globo, esta mesma que detém os direitos de transmissão do campeonato e sacaneia o Grêmio nos horários dos jogos, adaptou para a televisão a magnífica obra O Tempo e o Vento, de Érico Veríssimo. Esta até hoje pode ser considerada a maior saga já escrita no Brasil, não tendo outra que sequer possa equiparar-se a ela (na opinião deste humilde escriba). Dentre vários ícones desta epopeia, um dos que mais se destaca é o Capitão Rodrigo Cambará, o qual foi vivido na adaptação televisiva por Tarcísio Meira, em espetacular interpretação.
Mesmo quando acha motivos para descansar de seu cotidiano de lutas e batalhas, o Capitão Rodrigo encontra dificuldades em adaptar-se à vida pacata no povoado de Santa Fé, de onde chegou "vindo ninguém sabia de onde, com o chapéu de barbicacho puxado para a nuca". Ele era um senhor da guerra e a vida civil não conseguia prendê-lo. Em uma cena antológica, ele relembra suas contendas e brada as frases que encabeçam este post. Ler os volumes de O Tempo e o Vento é obrigação de qualquer gaúcho.
Pois assim como o Capitão Rodrigo, Roger tem feito com que o Grêmio não descanse em suas lutas e prega o mantra da intensidade constante. Mal acaba uma guerra, outra começa. E depois outra, e mais outra, e mais outra. E todas elas têm de ser enfrentadas. É quase impossível, estatisticamente falando, vencer todas. Mas manter o estado de espírito que o time vem apresentando nos últimos jogos é condição vital para que o topo da tabela seja atingido.
O jogo é na historicamente hostil Vila Belmiro, contra uma equipe tradicional. O tricolor já bateu pequenos neste campeonato, como Figueirense e Avaí. Também já bateu grandes, como Palmeiras, Cruzeiro e Corinthians. Não importa o tamanho, o importante é vencer e somar os 3 pontos. Como já dizia o Capitão Rodrigo Cambará, “nos pequenos dou de prancha e nos grandes dou de talho”.
 
Saudações Imortais

3 de julho de 2015

O tudólogo e o tabu a quebrar

Eu gosto do David Coimbra. Gosto sim. Ele é um dos poucos jornalistas talentosos desta geração de churrasqueiros e caça clics. Mas o David, não por nada, é conhecido como tudólogo. Um tudólogo, como devem saber, é o cara que sabe tudo sobre tudo e mais um pouco. E não só sabe como dá palpite. Os outros jornaleiros da praça, a grande maioria, é de uma mediocridade atroz e, por esta razão especialmente, não merecem grandes perdas de tempo com eles.

Mas o David é muito bom. Escreve fácil. Escreve bonito. Escreve com convicção. Eu leio o David sempre que vejo que postou algo novo. Não procuro, mas se aparece a manchete vou lá ler. Eu estava chateado com o David. O David, como sabem é um gremista não muito convicto. Ele gosta muito do churrasco do Fernando Bla-bla-lho e, sempre fala isto. Gosta também do chopp que acompanha a costela do pedalado.

Talvez por isto, para garantir lugar na mesa, gosta de cornetear o Grêmio. Ou, talvez, não seja por isto. Pode ser que o David seja apenas mais um corneteiro chato como o Ademir, o Wilson e outras malas que vivem por aqui. Mas é um corneteiro talentoso. E descuidado. Tão descuidado que, embora o imenso talento, pode ser ridicularizado pelas coisas que tem escrito sobre o Grêmio. Como esta, esta e esta. Estas releituras são deliciosas. Ah, sabichão. Que saia justa não?

O que fazer com a melhor frase destes teus comentários? "... o rebaixamento é inevitável."

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Domingo é dia de jogo bom. Jogo bom é aquele que é difícil mas sobre o qual temos boas expectativas. O Imortal está com 4 vitórias seguidas e enfrenta o Santos num estádio em que não vence há muito tempo. Venceu só uma parece.

Vi parte do jogo do Santos ontem. Estava melhor que o Fluminense no Rio quando levou o segundo gol. Mesmo estando no rodapé da tabela é um time encardido. Tem alguns jogadores de grande habilidade e um centro-avante matador. Não vai ser fácil. Porém, o tricolor vem embalado e, sabemos todos, tabus existem para ser quebrados. O Grêmio ganha domingo.

2 de julho de 2015

Bastidores do jogo Grêmio 1 x 0 Cruzeiro






Avalanche Tricolor: vitória comemorada nas nuvens

Por Milton Jung

Grêmio 1×0 Cruzeiro
Brasileiro – Arena Grêmio


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Estou passando em algum ponto qualquer próximo do continente africano a caminho do europeu. Faltam pouco mais de quatro horas de voo até Munique, primeira parada antes de chegar ao destino final, Roma. São 37 mil pés de altitude, e acabo de vibrar com mais uma vitória do Grêmio, a quarta seguida neste campeonato.

Quando deixei São Paulo, cheguei a lamentar com os parceiros de viagem o horário do voo, que me impediria de assistir ao jogo desta noite, na Arena. Como, porém, era a melhor opção neste início de férias, registrei, antes do embarque, em telefonema para o meu pai, o desejo de sorte para nós, nesta partida contra um adversário clássico do futebol brasileiro. Era o bicampeão que estaríamos enfrentando e tendo o desafio de manter uma sequência de vitórias difícil para o nível da competição.

Fui,porém, surpreendido pela tecnologia. O avião da Lufthansa no qual embarquei oferece acesso à internet ao custo de 9 euros uma hora e 14 euros por quatro horas. No anúncio que fazem dizem que é oportunidade para as tarefas corporativas e acesso aos amigos pelas redes sociais. Eu tinha um só interesse, assistir ao jogo do Grêmio e o fiz pelo aplicativo do Premier.

Foi gratificante, a caminho das férias, ver o Grêmio jogar mais uma vez futebol de gente grande. Luan acabou com o jogo e não por acaso sofreu o pênalti que nos fez justiça, depois de uma série de chutes defendidos pelo goleiro adversário. A marcação e a velocidade na troca de passes se repetiram e foram fundamentais para a conquista.

Ao fim do jogo ainda deu tempo de ouvir Douglas dizendo que queremos ir longe neste campeonato e lembrei de Avalanche publicada recentemente quando fui efusivo ao escrever que o Grêmio chegaria ao G4 e além.

Só não esperava mesmo é que o Grêmio fosse junto comigo tão além-nuvens assim como nesta noite.

Aqui do alto, saudações tricolores!

1 de julho de 2015

Na garra! Na raça! e no futebol...

Grêmio 1 x 0 Cruzeiro

Primeiro tempo: 0 x 0

Luan levou um cartão besta aos 2 minutos. Pôs a mão na bola sem nenhuma necessidade. E aos 8 minutos errou um gol feito. Um passe espetacular do Wallace o encontrou na cara do gol. Pedro Rocha entrava livre mas ele preferiu bater direto e deu em cima do zagueiro.

Aos 12 minutos uma jogada sensacional. Maicon deu para Pedro Rocha que deu um passe que deixou Marcelo Oliveira na cara do gol. Marcelo bateu para defesa do goleiro. Segunda chance de gol perdida.
Luan do risco da pequena área mandou alta para milagre do goleiro do Cruzeiro aos 17 minutos. Terceira chance de gol perdida.
Aos 22 minutos Luan, de novo, bateu de longe para fora.
O Grêmio dominava totalmente a partida e o gol não saia por detalhes. Ou imperícia. Ou pela afobação. Como a de Douglas que bateu longe do gol de fora da área aos 24 minutos.
Aos 28 minutos o primeiro susto. Um jogador do Cruzeiro deu uma paulada de fora da área no travessão. No rebote, a defesa aliviou.
Um belo ataque do tricolor acabou nos pés de Luan que deu uma bomba. A bola bateu na zaga e foi para escanteio. Eram 32 minutos.
Aos 39 minutos, o careca que apitava o jogo sem aparecer muito, resolveu dar um cartão amarelo para o Walace depois que este reclamou de um coice do Demonhão.
Pedro Rocha quase fez aos 42 minutos depois de um passe de Luan. A bola bateu na zaga e foi para escanteio. Na cobrança, contra-ataque dos mineiros que Maicon salvou. No segundo seguinte, Demonhão deu uma cacetada em Douglas, já tinha amarelo, e por isto, o ladrão fez vistas grossas e não expulsou.

.....

Um primeiro tempo muito complicado. O Cruzeiro não ficou bi-campeão brasileiro gratuitamente. 

O Grêmio, mesmo com as dificuldades, dominou quase todo o tempo e teve pelo menos 3 chances claríssimas de sair na frente. Não deu. Mas o time mostrou consistência e qualidade. Enfrentou o bi campeão do Brasil com superioridade e não ganhou por detalhe.


Segundo tempo: 1 x 0


O tricolor voltou igual. Pofexô tirou o ex-mazembado que era para ter sido expulso no primeiro tempo.
A 1:25 minutos Luan entrou livre e errou mais um gol. Chutou em cima do goleiro. O problema de Luan para ser craque: a conclusão deficiente.

No minuto seguinte foi  zaga gremista que passou por aperto. 
Galhardo bateu escanteio aos 5 minutos e Geromel quase fez.
Aos 7:30 minutos Marcelo Oliveira falhou e quase saiu o gol do adversário.
Geromel levou amarelo aos 11 minutos para brecar um contra-ataque. O juiz malandro não economizava cartão para os jogadores gremistas e era muito sovina quando o cartão era para os mineiros.
O Grêmio não conseguia jogar bem mas Douglas fez uma grande jogada e quase saiu o primeiro aos 14 minutos.
Luan driblou o zagueiro e deu um chute para defesa parcial do goleiro. Quando Giuliano ia marcar o goleiro rebateu. Quase gol na segunda jogada perigosa do segundo tempo.
Aos 20 minutos Luan bateu para grande defesa. Na sequência o zagueiro mandou para escanteio.
Um minuto depois Luan foi derrubado na área. O juiz não teve como não marcar o pênalti. 
Douglas bateu com muita tranquilidade e fez o 1 x 0.
Futebol é assim. No primeiro tempo o Imortal jogava muito melhor e não fez. No segundo, com jogo encardido, o gol.
Depois do gol o tricolor recuou e os adversários tentaram reagir.
Aos 34 minutos uma jogada sensacional. Bola de pé em pé quase resultou no segundo gol. A defesa adversária afastou o perigo.
Braian, que havia entrado, quase fez aos 36 minutos. A bola desviou e foi para escanteio.
No minuto seguinte o meretíssimo inventou uma falta para o Cruzeiro mas Marcelo defendeu.
Marcelo Oliveira, no minuto seguinte, fez espetacular jogada para defesa não menos espetacular do goleiro adversário.
Aos 40 minutos Galhardo fez uma falta na entrada da área pelo lado esquerdo do ataque. Falta perigosíssima. Na cobrança uma beleza, de acordo com Olivesky: um balão para fora.
Roger resolveu fechar mais e colocou Edinho no lugar de Douglas.
Aos 42 minutos falta para o Grêmio que Luan bateu direto e quase fez o segundo.
Aos 43 o time adversário quase empatou. Bola cruzada na área e o atacante chegou um milionésimo de segundo atrasado.
E foi isto.
.....

E o time destinado a jogar no rodapé da tabela está firme e forte subindo a cada rodada mais um pouco.

Onde pode chegar o futuro dirá, mas que a perspectiva é radiosa é.
O jogo de hoje era perigosíssimo e foi vencido do jeito que deu: com garra e um gol chorado.
Já o queeeeeeeeeeeeeeee grupo ... hahahahahahahahahahaha
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Como jogaram:

Marcelo Grohe: Nenhum trabalho no primeiro tempo. E também nenhum trabalho no segundo tempo.
Nota 7 
Galhardo: Sem se destacar mas sem comprometer. Nota 7
Geromel: É o melhor zagueiro do Brasil. 
Nota 9
Rhodolfo: Bem demais da conta como diriam os mineiros. 
Nota 9
Marcelo Oliveira: Perdeu um gol por detalhe no primeiro tempo. Falhou numa bola que quase deu gol do Cruzeiro no início do segundo tempo. Quase fez um golaço. 
Nota 8
Wallace: Meio enfeitado demais para um volante. Ms joga muito. Pelo enfeite 
Nota 7
Maicon: Muito bem. Está calando os corneteiros. 
Nota 8
Giuliano: Totalmente desaparecido no primeiro tempo. Melhorou no segundo. Nota 7 
Douglas: Tem de arriscar jogadas mais difíceis e por isto sofre com a corneta. Mas jogou muito bem e fez o gol da vitória. 
Nota 9
Luan: Errou vários gols mas sofreu o pênalti e criou muito. Um craque excepcional. Melhor do time longe. Nota 10 
Pedro Rocha: Fez muito boa partida. Saiu para entrar Braian Rodriguez. Nota 7

Braian(Pedro Rocha): Entrou bem. 
Nota 7 

Edinho (Douglas): Sem tempo mas vai levar uma  Nota 7


Roger: Está se revelano um grande treinador. Nota 9

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Arbitragem: 
Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza (SP) - Até começou bem. Mas depois começou a aplicar. Não expulsou o Demonhão. Marcou acertadamente o pênalti.