30 de junho de 2007

Enquete da segundona 2008

A questão agora é:
Além do timinho, do América e do Náutico, quem mais vai ser rebaixado?

  • Tupi de Crissiumal?
  • Fortes e Livres de Muçum?
  • Oriental de 3 de Maio?


  • Participe ao lado.

    28 de junho de 2007

    As raízes da imortalidade - Parte II


    The infinity sky - Por Gustavo

    A torcida tricolor é uma torcida com identidade. O Grêmio está acima de tudo para nós. Jamais trocaremos a alegria enorme de uma vitória, pela felicidade postiça de uma derrota alheia. Nunca tomaremos ídolos emprestados, porque sabemos cultivar e cultuar os nossos próprios ídolos. Temos o gene da fé infinita, da dedicação ilimitada, da crença inalienável de que podemos sempre ser maiores, de que os melhores caminho são os que passam pelas adversidades. São elas que nos fazem fortes e determinados; são elas que moldam a nossa capacidade de superação. Lutar, sempre. Sucumbir, jamais. É este sentimento que nutriu nossas raízes e nos alimenta sempre e sempre. E é por isso que nos tornamos imortais.

    27 de junho de 2007

    As raízes da imortalidade - Parte I


    Lupicínio Rodrigues,
    autor do hino do Imortal

    Rio de Janeiro, 26/05/2007: O time júnior do Fluminense derrota o timinho por 3x0 no Rio de Janeiro, na terceira rodada do Brasileiro 2007.

    Estádio Olímpico Monumental, 27/05/2007: O Grêmio joga contra o Sport. Uma pessoa entra na social do estádio vestindo a camisa do Fluminense. É a única no mar azul, preto e branco. Vaiado, retruca dizendo: "É a camisa do Fluminense". Ouve como resposta: "Aqui não tem Fluminense! Aqui só tem Grêmio!"

    Porto Alegre, 21/06/2007: Jovens e adultos saem às ruas de Porto Alegre vestindo com orgulho a camisa tricolor, no dia seguinte à final da Libertadores da América.

    Porto Alegre, 21/06/2007: Num shopping de Porto Alegre, várias crianças de cinco, sete, dez anos... desfilam vestindo a camisa azul e amarela de um time de Buenos Aires. Pais de idades variadas caminham "orgulhosos" ao lado delas.

    Porto Alegre, 21, 22 e 23/06/2007: Fitas e bandeiras festejando o campeonato conquistado por um time argentino são vendidas no centro de Porto Alegre e esgotam-se rapidamente.

    Porto Alegre, 24/06/2007: GRE-nal. Na torcida sétima colocada no Gauchão 2007 e parceira de desclassificação do Emelec na Libertadores 2007 contam-se às centenas camisas azuis e amarelas de um time argentino. Dezenas de torcedores do nal apresentam-se com o rosto pintado de azul e amarelo e com cartazes saudando jogadores de um time argentino.

    [To be continued]

    25 de junho de 2007

    São eles

    O vizinho do Gaguinho falou. Conta, Gaguinho!

    O meu vizinho tava falando com o fi-filho dele na co-co-zinha. Eu só ouvi quando ele disse: "Filho, nós somos i-i-inimigos mortais do Grêmio!" I-i-isso eu já sabia.

    Obrigado, Gaguinho, pela sua participação.

    A verdade como ela sempre foi

    Este blog lançou o placar e a Globo (http://globoesporte.globo.com/ESP/0,,GEN326-6081,00.html) aproveitou:




    Para retribuir, este blog faz homenagem a Globo mostrando a verdadeira Tríplice Coroa:







    Grêmio treina para o Brasileiro

    Cheio de desfalques causados por lesões e convocações para a seleção, o Imortal procura alternativas para o Brasileiro. No treino de ontem, Lúcio foi testado no meio de campo. Apesar do adversário do treino não ser lá essas coisas, o esquema pode dar certo. Clique na TV abaixo para ver os gols do treino.

    24 de junho de 2007

    Rescaldos de uma noite comum


    MEIA BOCA 2 X BOCA ABERTA 0

    Os sócios moranguinhos sabiam o que iria acontecer. Fugiram do jogo. Derróteo Pífio deve estar feliz.

    Já que o Cheira-Rio é muito maior, segundo os cocôs, eles não vão reclamar se receberem 50 ingressos para o próximo vareio no Olímpico Monumental.

    O Gallo véio quis dar uma de esperto e disse que não se surpreendeu com o Lúcio na meia. Já os jogadores do timinho se surpreenderam sim. Aliás, nem viram o Lúcio em campo.

    Deu pena ver o Paulo Brito e o Batista narrando, ou melhor torcendo. Viam tudo a favor do cocô mas tiveram que narrar dois gols do IMORTAL.

    Eles iam ganhar em cima do Schiavi. Ele só foi o melhor em campo.

    Quando estava 1 x 0 o Otacílio Gonçalves comentando na Guaíba: o que me preocupa é que os dois laterais do inter estão se mandando e podem levar um gol de contra-ataque.


    O Seneme bem que tentou. Amarelou todo o time do Grêmio e não viu um atentado do Rubens Cardoso contra o Everton. Mas não conseguiu.

    O Everton errou o terceiro porque disseram para ele que 3 x 0 levava para a prorrogação.

    O timinho foi o único que perdeu para os reservas do IMORTAL (Nada pode ser maior).

    O Grêmio precisava pegar o timinho para ganhar fora de casa. Mas também não tem vantagem porque o Cheira-Rio é nosso salão de festas.

    Para encerrar: nada como um GRE-nal para arrumar a casa e desarrumar um galinheiro.

    22 de junho de 2007

    Questões para o futuro próximo



  • A arena sai?
  • Quando setembro vier, Amoroso estará no tricolor?
  • Tuta é o centroavante?
  • Schiavi fica ou dá lugar a Moreno?
  • Tcheco sai mesmo no final do mês?
  • Vem finalmente o lateral direito e seu nome é Bustos?
  • 21 de junho de 2007

    Faltam 22 dias para o Pan



    No dia 13 de julho começam os jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro.

    Os Jogos Pan-americanos são uma versão continental dos Jogos Olímpicos, incluindo os esportes do Programa Olímpico e outros sugeridos pela organização da competição e aprovados pela ODEPA (Organização Desportiva Pan-americana). O Pan é disputado de quatro em quatro anos, sempre um ano antes dos Jogos Olímpicos. Sua origem remete a 1932, nos Jogos Olímpicos de Los Angeles.

    Inspirados pela realização, seis anos antes, da primeira edição do Jogos Centro-americanos, representantes de países latino-americanos no Comitê Olímpico Internacional (COI) propuseram a criação de uma competição que reunisse todos os países das Américas, com o intuito de fortalecer o esporte na região.

    A idéia deu origem ao primeiro Congresso Esportivo Pan-americano, realizado em 1940. Inicialmente, o Congresso decidiu que os Jogos inaugurais seriam disputados em 1942, mas o plano foi adiado devido à Segunda Guerra Mundial.

    Após o conflito, um segundo Congresso Esportivo Pan-americano, em Londres, durante os Jogos Olímpicos de 1948, confirmou a primeira edição dos Jogos Pan-americanos, marcados para 1951. A competição foi aberta no dia 25 de fevereiro e reuniu 2.513 atletas de 21 países, com 18 esportes em disputa.

    Ao longo de mais de 50 anos, os Jogos Pan-americanos jamais deixaram de ser disputados e passaram por cidades de todos os cantos do continente. Desde o extremo Norte, como Winnipeg (Canadá), sede de duas edições do evento, em 1967 e 1999; até o Sul, como Mar Del Plata (Argentina), que recebeu os Jogos de 1995. A competição também já foi realizada na Cidade do México - duas vezes - (México), Chicago (Estados Unidos), São Paulo (Brasil), Cáli (Colômbia), San Juan (Porto Rico), Caracas (Venezuela), Indianápolis (Estados Unidos), Havana (Cuba) e Santo Domingo (República Dominicana).

    O Brasil sedia a competição pela segunda vez, como já ocorreu com Argentina, Canadá, Estados Unidos e México. A primeira edição brasileira foi a dos IV Jogos Pan-americanos, disputada em 1963 na capital paulista.

    A cada edição, os Jogos Pan-americanos foram crescendo de tamanho e importância. Em menos de meio século, dobrou o número de países, atletas e modalidades do evento, que tornou-se uma das principais competições do calendário esportivo mundial.

    20 de junho de 2007

    Tudo nas mãos da história


    Iotti

    Está para ser escrita uma das mais emocionantes páginas no livro do futebol mundial. É hoje a noite ou, no máximo, no início da quinta-feira. Já seria suficiente motivo de orgulho para um time sagrar-se campeão naquela que a imprensa da América chamou "La final de las finales". Antes mesmo de iniciar, esta já era reconhecida como a maior de todas as finais da Copa Libertadores.

    Mas será mais, será muito mais do que orgulho. O jogo eclodirá como um momento épico, transformando-se, numa lufada de tempo, em lenda inesquecível: a lenda de um time de futebol que, embalado pelo canto do seu povo, parou a roda do destino para alterar uma sina dada como inevitável por quase um mundo todo. Será um feito grandioso, dos maiores de que se têm notícia. Algo para marcar a memória das pessoas por uma vida inteira e, talvez, um pouco além.

    Anos adiante, quem a tudo presenciou poderá dizer com indisfarçavel orgulho: "Grêmio e Boca? Eu estive lá." E será olhado com não menos do que admiração, curiosidade e reverência. O fato já existe no imaginário, embora esteja ainda em um lugar do futuro.

    Logo mais surgirá o campeão. Um dos grandes romperá o casulo do tempo ungido pelo óleo da vitória.

    Ah, a vitória!
    Ela será inexoravelmente contada, como sempre em futebol, pelo detalhe, pelas contingências, pela bola caprichosa, pelo relógio que muda o compasso, sempre em oposição aos nossos desejos. Por tudo isso e por tudo que o jogo representa, parece justo que as coisas sejam postas nas mãos da história. É ela quem deve comandar o enredo, é ela quem deve traçar o caminho do embate.

    Estando tudo a ela entregue, e ainda mais as nossas melhores certezas, não terá coragem de mutilar-se, apagando de si mesma a mais real de todas as lendas: a lenda do Imortal e da sua apaixonada torcida.

    Assim será: a história escreverá mais um capítulo da sua autobiografia e o Grêmio vai amanhecer Tri-campeão.