28 de fevereiro de 2010

É CAMPEÃO!

O jogo foi como deveria ser. Seguro o suficiente para não dar sustos e difícil o suficiente para deixar o Bla-bla-lho com esperança.

Por falar no Fernandinho Bla-bla-lho, o secador entregou o troféu e saiu sorrateiro ao som do Balancê. Deixou a empáfia e a arrogância no colo do Derróteo Pífio. Que aliás, anda sumido e comendo pela mão do Bla-bla-lho. E claro, Gigio Unhas de Cristal deverá ser o próximo presidente do timinho. Para nossa alegria.
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O Novo Hamburgo mostrou ser um bom time. Fiquei até surpreso deles terem ganho apertado do timinho.

O Grêmio jogou o suficiente, embora não tenha jogado bem.

A defesa esteve segura. Ferdinando e Rochemback não deram chance para os atacantes do Novo Hamburgo. O ataque nada fez. Hugo correu muito mas foi improdutivo na criação. Douglas fez a pior partida dele no Grêmio. Jonas foi mais uma vez substituído. E Borges se machucou. Mais uma lesão muscular. Preocupante. Muito preocupante.

William não pode jogar no Grêmio. Ferdinando foi o melhor. Pelo gol e pelo controle do meio campo.

Silas demorou para mexer e quando mexeu fez bobagem. Tirou Jonas muito cedo e com um placar escasso. Se o Grêmio levasse um gol não teria opção para aumentar o potencial de fogo.

Depois demorou para colocar o Adilson. Quando fez isto, o Novo Hamburgo morreu.
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A campanha do Grêmio aumentou a velocidade de inscrições do Exército Tricolor. Deixa de ser preguiçoso e te alista animal!
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Arigatô foi ao jogo e daqui a pouco chega com suas impressões e com os melhores lances.
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Adendos do Arigatô

Ganhamos o jogo e cantamos o Balancê. Foi divertido. Ver a embófia em pessoa sendo achincalhada pelo coro da arquibancada foi impagável.

Porém, também houve coisas preocupantes. Não é possível que o Grêmio espere ansioso o final de um jogo contra o NH em casa. Cadê o gene da marcação? Onde está a gana de não deixar o outro time sair jogando? O NH tocava a bola sem ser importunado até o meio do campo. Ora, em uma final isto seria impensável até o ano passado.

Rochemback é um freio de mão. Já deu mostras suficientes de que não pode ser titular. É burocrático com a bola e, sem ela, não marca.
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Para mim, o melhor do time foi Mário Fernandes. Bem na defesa e principal jogada ofensiva do time. Com a saída de Borges, nosso ataque desapareceu. Ferdinando foi o segundo melhor.
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Fato que gerou curiosidade: Por que Douglas não foi comemorar com os outros jogadores? Durante a volta olímpica, desceu para o vestiário.
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O NH foi esforçado, mas faltou contar com um Muriel no gol adversário.
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Veja abaixo os lances do jogo.

Domingo no parque?

Estou um pouco compadecido com os meus amigos morangos que estão sem programa hoje. Pensei em algumas sugestões para ajudá-los a passar o dia envolvidos em alguma atividade lúdica ou que ao menos pudesse distraí-los um pouco.

Ocorreu-se sugerir um piquenique no Parque da Redenção, por exemplo. Lá, tem o laguinho, tem cancha de bochas, muitas árvores e têm os pedalinhos. Apesar de estes, os pedalinhos, poderem trazer alguma associação com o que ocorre em outro local da cidade, parece uma sugestão válida.

Outra opção pode ser um fantasy tour pelas obras de reforma do Galinhão. Esta atividade exigirá um certo grau de imaginação. Afinal, estamos em março de 2010 e...

Por fim, me ocorre que cinema pode ser uma opção interessante, desde que, é claro, sejam evitados alguns títulos capciosos, tais como "Avatar" (tem muito azul), "Invictus" (hein?), "Não, minha filha, você não irá dançar" (barrados no baile, buááá), Sherlock Holmes (o mistério do grupo?), Simplesmente Complicado (de fato) e Zumbilândia (história de casa hoje não). Na minha opinião, uma opção viável pode ser "Xuxa: o mistério de feiurinha". Quer dizer... Vocês acham que eles vão se identificar com a Sasha?

27 de fevereiro de 2010

Domingo gordo



Amanhã, temos que lotar o Olímpico. As atrações são muitas e aumentam a cada dia. Primeiro tem o time do Grêmio em campo, que já motivo suficiente para o torcedor comparecer. Indo no particular, tem "Magic" Borges, o goleador brasileiro da temporada; tem Douglas, o novo maestro; tem Mário Fernandes, que vai ser o melhor zagueiro brasileiro em breve; e tem Victor, a muralha (este eu prefiro que entre em campo, mas não precise trabalhar).

Porém, as atrações não se restringem ao Tricolor. Vamos conhecer melhor o Novo Hamburgo, o time que derrotou o grupo. Deveríamos prestar-lhes 2 segundos de homenagem, antes de ensurdecê-los com os gritos de incentivo ao Grêmio. Mas acho que esta parte do cerimonial não vai existir.

Para completar, duas atrações extras. Primeiro, a presença de Carlos Eugênio de Agomar Barreto Simon no apito. Que "surpresa" foi este sorteio, hein? Ele que apite direitinho, senão mamãe vai ter que desligar a TV.

Por fim, o comparecimento (que eu dou como certo) de Fernandinho Blá-bla-lho na entrega da taça ao Campeão. Se formos nós, teremos um momento músico-futebolista apoteótico no Monumental: o recebimento do troféu ao som do Balancê.

Motivos sobram para ir ao estádio. Você aí, já providenciou tudo para estar lá?
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Para orientação aos leitores que comentam no blog: manifestações de cunho racista ou que incitem a violência não serão liberadas pelos moderadores. Este espaço está se tornando mais conhecido e isto é bom, mas não deixaremos que ele se torne um catalisador de ódios ou instrumento de agressões. Tentamos fazer aqui um espaço de humor e de discussão dos assuntos do nosso Tricolor. Vamos manter essa diretriz, ainda que custe a perda de alguns leitores.

26 de fevereiro de 2010

O jogo da vida

Domingo vai ocorrer um jogo da vida. Para muito jogadores do Novo Hamburgo nunca houve e não haverá novamente a oportunidade de disputar um "título" como o do final-de-semana. Ainda que seja apenas o turno de uma competição estadual, poderá significar para eles o ápice da carreira. É por isso que a partida de domingo será para o Novo Hamburgo o jogo da vida.

Então, cautela e respeito não farão mal ao Grêmio na final da Taça Fernando Blá-blá-lho. Aliás, duvidamos nas páginas 2 e 3 dos comentários de um post (veja aqui as participações do Arigatô), que ele compareça. Agora, começam a surgir sinais de que talvez o "fidalgo" desapareça de Porto Alegre. Aguardemos.

De todo modo, se o Grêmio vencer, a diversão é garantida, pela presença ("O Balancê") ou pela ausência (mostra do caráter). Aguardemos pois, sempre com o foco no jogo, para que não haja surpresas.
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Enquanto a Arena avança, em Brasília há silêncio. Lá, segue engatilhado um assalto aos cofres públicos, objeto do projeto de doação de R$ 100 milhões do erário aos moradores do aterro. Seu autor, o torcedor-deputado-assessor, articula nos bastidores. O movimento feito pelos blogs contra a aberração está quase esquecido. Quando menos se esperar, a doação vai estar feita.

25 de fevereiro de 2010

A fábula do doador tributário



Hoje, vamos inventar um pequeno fato, para ilustrar como se poderia conseguir que juízes de futebol adquiram simpatia por determinada cor, no mundo do futebol. Claro que é pura invenção, porque nunca se ouviu falar de um clube que seja favorecido, de forma sistemática e quase inexplicável, por arbitragens. Esta invenção seria uma estratégia para o varejo. No atacado, a conversa teria que ser outra.

Vamos ao fato fabuloso.

Sobre a taxa de arbitragem paga aos árbitros pelos clubes incidem impostos, tais como INSS, IRRF e ISS. Quando do pagamento, os clubes devem reter as parcelas desses impostos, tornando-se responsáveis pelo seu recolhimento (substituto tributário). Assim, o pagamento líquido ao juiz é o valor da taxa de arbitragem menos os impostos.

Já imaginaram o que aconteceria se algum clube sempre dissesse aos juízes: "Aqui está a taxa integral. Os impostos a gente assume como despesa nossa". No jogo seguinte, poderia haver "simpatia" do árbitro pelo referido clube? Se isso acontecesse, não seria suborno?

24 de fevereiro de 2010

Sobre retornos e times bobos


William Magrão e Adilson festejam gol em 2009.

O fato esportivo mais importante desta terça-feira no RS foi a volta de William Magrão e de Adilson. O primeiro, depois de longa parada, iniciou um jogo e teve um bom desempenho. Adilson fez um pit stop para tratar de uma lombalgia e mostrou-se recuperado.

Está certo, o adversário não lá essas coisas. Afinal, o Porto Alegre é uma espécie de Emelec dos Pampas. Ainda assim, celebre-se que Magrão atuou quase os 90 minutos com muita disposição. Está ganhando força e, em breve, reforçará o nosso meio de campo.

Os 6 x 0 aplicados pelos reservas e pelos reservas dos reservas do Grêmio no time dos moreiras deixa claro que, em futebol, ainda tem time bobo. Eles atuam não só às terças, mas também aos domingos.

P.S.: O Blogger está apresentando problemas para abrir a página de edição de posts. Estamos tentando usar um caminho alternativo. Oremos.

23 de fevereiro de 2010

O Grêmio não é o Santos


Um Santos dos anos 60.

Nos primeiros jogos do Grêmio nesta temporada, ouvi torcedores fazendo referência ao Santos da década de 60: o time que podia levar 3 gols, porque fazia 5 ou 6. Misto de brincadeira e esperança de torcedor em início de temporada. O papo, agora, começa a se intrometer na crônica, como neste post do Ilgo Wink.

Uma afirmação dessas só é aceitável como gozação de torcedor. Vê-la estampada como opinião ou análise da realidade é outro tipo de brincadeira. Nem seria necessário contrapor a idéia (por absurda), mas peço permissão para fazê-lo, para que a história não seja violentada. Não entrarei em minúcias, alinharei apenas duas observações rápidas.

A primeira (óbvia) é que o Grêmio não tem Pelé e Coutinho, por exemplo. Até porque, hoje em dia, "pelés" só aparecem no aterro e, ainda assim, só uns 2 por ano.

Além disso, a adivinhação com aquele Santos era apenas de quanto ia ganhar. Não é o caso do time do Silas. Do jeito que a coisa tem ido até agora, a pergunta mais coerente é: Quando vai perder? Deixemos, então, as coisas em seus devidos lugares, porque algumas brincadeiras tem lugar para serem brincadas.

Como torcedor do Tricolor, torço muito para que Silas acerte o sistema defensivo. Basta de tantos sobressaltos no Olímpico ou fora dele. No ano passado, nossa dúvida era de quanto íamos ganhar em casa. Raros eram os adversários que conseguiam passar por aqui, sem levar um inesquecível laço. Hoje, esta força está adormecida. Se Silas conseguir despertá-la, mantendo o apetite do ataque, terá nas mãos um time respeitável. Então, novas histórias de conquistas poderão ser escritas, sem a necessidade de paralelos que não sejam com a própria história do Imortal.
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Cada um tem o "ídolo" que merece

Não deixem de ler esta crônica, que trata do comportamento do "Frango" Abbondanzieri.

Nem deixem de ver este vídeo ou esta matéria. A diversão vai começar.

Os três links foram garimpados pelo Ducker.

21 de fevereiro de 2010

Die "caládigos" aus NH

Atualizado às 7:30 h de 22/Fev.
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Tradução: "Vamos dançar uma polca?
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Os "caládigos" de Novo Hamburgo desfilaram todo o seu futebol diante do esplendoroso grupo (queeeeee grupo) dos morangos mecânicos.

Diante de tanto poderio, Leandro Damiãoson, Kléber Pereirason e Andrezinhoson não conseguiram desenvolver seu majestoso futebol grupal.
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Esperávamos um jogo fácil no domingo. Não deu. Paciência. Vamos pra carne de pescoço.
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E o fraco Grupo 1 vai decidir o campeonato. Para o forte Grupo 2 resta fazer uma intertemporada, para não fazer tão feio no segundo turno.
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Relógio da fiasqueira: eles estão a ZERO dias sem perder no aterro.
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E domingo, com muito respeito ao Nóia (que o grupo não teve), vamos em busca do título do turno. Se conquistarmos, vai ser muito bom receber a taça ao som de "Fernando Blá-blá-lho foi pedalado etc e tal". Aliás, uma taça com o nome que essa tem, não deveria ir direta para o lixo?
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Adendos de 22/02

Exército Gremista chegou aos 170 mil inscritos.
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Grêmio iniciou a pré-venda de camisetas da temporada 2010. Comprando na loja virtual do Grêmio (www.gremio.net) ou por tele-vendas (51-3219.4297), a camisa que o tricolor gaúcho entrará em campo este ano pode ser adquirida por R$149,90, lembrando que sócio em dia ainda tem 5% de desconto. Já reservou a sua?
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É impressionante o número de jornalistas defendendo a volta do Ronaldo "Foca" de Assis Moreira à seleção. Parece coisa orquestrada. Será que está rolando "mensalão"?

20 de fevereiro de 2010

Calados a contragosto

Quando Rafael Marques fez o primeiro gol do Grêmio, eram 34 minutos do primeiro tempo. Até aquele momento, Ferdinando não havia errado NENHUM passe. Quando "Magic" Borges fez o segundo gol (foto ao lado), num contra-ataque fulminante, o arranque da jogada foi dado por ele, Ferdinando.

Não gosto de ouvir vaias no Olímpico, quando são direcionadas aos nossos jogadores. Gosto menos ainda de vaia preventiva. Quando os alto-falantes do estádio anunciaram a escalação do time, Ferdinando foi muito vaiado. No jogo, Ferdinando calou as vaias. Não que tenha feito um jogo extraordinário, mas não errou nenhum passe e fez inúmeros desarmes. Resumindo: cumpriu sua função com louvor.

Este não é o meu volante dos sonhos. Mas, se está vestindo a camisa Tricolor, torço para que jogue bem. De preferência, que acabe com o jogo. Há quem não pense assim. Há aqueles que vaiam o time sem motivo. Estes acabam por tornar-se escravos das suas opiniões.
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Grêmio 4 x 1 Inter-SM foi o jogo mais fácil da temporada até agora. Talvez no próximo domingo possamos ter uma barbada maior. Vamos ver. O time atuou bem, sem apresentar as costumeiras falhas de marcação. Nem por isso, deixou de levar o gol nosso de cada jogo. Pressenti o gol e falei para o meu filho. Achei que Victor estava mal posicionado, muito para o lado esquerdo. A defesa foi mais difícil por isso e deu rebote. Enfim, chegamos à final do primeiro turno do Gauchão. Tem grupo que ainda não está lá.
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Como atuaram:

Victor: Quase não trabalhou.
Mário Fernandes: Discreto no primeiro tempo. Alguns bons apoios no segundo.
Rafael Marques: Seguro e quase sem trabalho.
Maurício: Quase sem trabalho e firme na marcação.
Fábio Santos: Boa atuação, sem ser destaque.
Ferdinando: Atuação impecável. Não errou nenhum passe, para desgosto de alguns.
Fábio Rochemback: Bem até os 30 do segundo tempo. Depois, cansado, errou lançamentos fáceis.
Leandro: Muita atividade. Mais produtivo do que no último jogo. Precisa aperfeiçoar os cruzamentos.
Douglas: Sem inspiração. Pouco fez.
Jonas: Atuação mediana. Provocou murmúrios no segundo tempo, por passes errados.
"Magic" Borges: Fez tantas paredes que daria para cobrir o Muro da Mauá. O melhor do jogo.
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Hugo (no lugar de Leandro): Mais um gol em chute forte.
William Magrão (no lugar de Ferdinando): Ainda fora de ritmo. Teve pouco tempo.
Maylson (no lugar de M. Fernandes): Entrou no final. Sem tempo para jogar.
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Silas: O time mostrou alguns avanços na marcação, mas ainda está longe do ideal.
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Leandro Vuaden: Não apareceu no jogo. Isso é bom para um juiz.
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Veja os gols, abaixo.


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Souza se diz magoado por ter que pagar parte da cirurgia que escolheu fazer em São Paulo. Nem machucado sossega o pito. Nunca vão enquadrar o cara?

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Relógio da invencibilidade

Agora são 525 dias de invencibilidade no Olímpico: 45 jogos, com 33 vitórias e 12 empates.




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Adendo do seu Algoz

Ele era colorado fanático, tanto quanto eu sou gremista fanático. Nada que impedisse que fôssemos grandes amigos. Mais uma prova que futebol é parte da vida mas não é a vida.
Intervalo do jogo hoje e caiu a bomba: Gê morreu. George Locatelli. Um gauchão de Frederico exilado aqui em Floripa. Coração.
O futebol acabou ali. Começou a saudade. Imensa. Dolorosa. Terrível.
Como pode alguém morrer aos quarenta e pouco anos? Pai de dois adolescentes. Com uma esposa maravilhosa.
Vai em paz amigo. Ficamos nós com as incertezas, os medos, o dia a dia penoso.
Vai com todo o amor. E com a esperança que vamos zoar um ao outro mais na frente.

Corneta volta forte e muito desafinada

Corneteiros moranguinhos começam a propor Burricy para o Grêmio. Era só o que faltava. Aliás, para conhecer o bom caráter deste "treinador" basta ver os jornais de hoje. Ele avacalhou com o elenco do Palmeiras. Come e vomita no prato.

Se os nossos planejadores cometerem esta atrocidade teremos razões suficientes para uma intervenção final. Mas nem Duda nem Meira, o que só diz besteira, chegariam a tanto.
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Outro dia o Arigatô viajou na maionese. Adilson e Hugo nas laterais nem como gozação. O primeiro porque é indispensável no meio. O segundo porque não marca nem a própria sombra.

Para os curiosos: amigos avaianos falam que Edilson não é grande coisa e era chegado a uma balada. Mas ele esteve no Avaí, pela última vez, há 3 anos. Pode ter evoluído e se emendado. Oremos.

De qualquer forma, não podemos esquecer que tem o Bruno Colaço. O menino fez boas partidas o ano passado e marca muito bem. Num time de faceirões do meio para a frente, um lateral não muito afeito a subir pode ser uma boa. Sem falar que Fabio Santos está voltando a ter o bom desempenho do ano passado antes de ter se machucado.
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Que me perdoe o timinhozinho, mas o jogo de hoje é jogo jogado. Só tenho 3 dúvidas:
  1. Quem faz mais gols, Borges ou Jonas,
  2. Será o primeiro jogo do ano sem levar gol?
  3. A quantos minutos Jonas vai ser substituído.