30 de outubro de 2010

Nova moda

O futebol tem a figura do quarto árbitro. E tem uma utilidade óbvia. Se o juiz ou um bandeira se machuca, o quarto árbitro substitui.
No Cheira-Rio inventaram o quinto árbitro. Este, pela amostra das duas vezes em que "atuou" tem uma função única: ajudar o timinho.
No GRE-nada, todos viram o elemento vibrando com a marcação do pênalti. No outro dia ele confirmou que havia vibrado "pelo acerto do Simon" (cusp, cusp). Depois os isentos mudaram as palavras e juram pelas próprias mães que ele tentava avisar o Simon (...) que havia sido pênalti o pênalti que ele já havia marcado feliz. Nada sobre o impedimento do Sóbis.
Hoje a inovação deu resultados de novo. Um gol legítimo do Santos, em que a bola ultrapassou mais de 50 centímetros encontrou o quinto árbitro colocado "melhor do que o bandeira" nas palavras sebosas e cínicas saídas da boca torta do próprio para avisar o juiz de que não havia passado a risca.
Como nem assim conseguiram ganhar de novo, espera-se para a próxima partida a estréia do sexto árbitro.
Fica a dúvida: quando sai o próximo DVD do Blá-blá-lho?

28 de outubro de 2010

A crônica de uma morte anunciada

Atualizado, com os lances do jogo
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Minha expectativa era grande para o jogo de hoje. Acreditava que poderíamos vencer o Fluminense e retomar a caminhada interrompida pelo crime de domingo. Deixei de fazê-lo antes do jogo começar. Foi no exato instante em que, incrédulo, vi quem usaria a nossa camisa 8. Então, no potreiro do Engenhão, vimos a reestreia de um filme velho conhecido. Alguém poderá dizer que foi coincidência. Para Arigatô, foi a crônica de uma morte mais anunciada do que a de Santiago Nasar. Nesta versão, um dos irmãos Vicario usava roupa preta. O outro, vestia uma blusa verde cítrico.
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O larápio de limão teve uma atuação digna de si mesmo. Aliviou cartões para o Fluminense (Diguinho e Gum fizeram faltas pra cartão e só receberam na reincidência); Jonas foi abalroado na área e o pênalti não foi marcado; distribuiu cartões amarelos para os nossos, como forma de calar o inconformismo com o pênalti afanado... Em suma, foi o conhecido careca da mão grande, quando apita nossos jogos.
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Fico por aqui, como estamos ficando na tabela.
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Adendos do seu Algoz

O Grêmio foi multi-campeão jogando sempre com raça. Alguns jogadores de excepcional categoria, mas sempre com raça.
Hoje começou enfeitado. Por coincidência na volta de um enfeitador.
Depois acertou o time e levou o primeiro de bobeira. Não dá para deixar um jogador como o Conca dominar sozinho, virar sozinho e chutar sozinho. Deu no que deu.
Depois mandou no jogo, mas sem objetividade. A rigor teve um gol perdido pelo André Lima e aquele pênalti escandaloso que o careca, bem, o careca vocês já sabem ...
Pareceu faltar força. Nenhum dos quase 20 escanteio resultou em nada. Todos batidos quase sempre na altura dos tornozelos, lembrando os tempos dos alas tatus.
Depois o inevitável contra-ataque e o segundo. Aliás, o Fluminense teve duas chances e fez dois. Sorte de campeão.
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Um juiz para roubar um jogo não precisa roubar um pênalti ou anular um gol. Um juiz inteligente, rouba no meio de campo. Inverte faltas. Dá cartão para desestabilizar os jogadores. Fica buzinando no ouvido. Um juiz otário, escancara seu roubo.
Este careca sempre apita contra o Grêmio. E hoje ele se superou. Segurou o jogo, inverteu faltas, irritou o time e, como isto não estava fazendo efeito, roubou um pênalti escandaloso.
E vai continuar apitando jogos do Imortal. E vai continuar roubando. E ninguém da diretoria vai tomar nenhuma atitude.
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Vejam os lances do jogo

Vamos por partes

Então tá!

A RBS "decidiu" que o Simon cometeu apenas 2 erros em Gre-nais. A saber: um, o gol anulado do Jonas em Erechim, que nem foi culpa dele, pois a sinalização de impedimento veio do bandeira; o outro (atrasada de bola para Clemer) foi uma "distração". E pronto, está decidido.

A pergunta que cabe é: quem é a RBS para sentenciar que "Simon errou apenas 2 vezes em 19 Gre-nais"? Nós, torcedores do Grêmio, que sofremos a mão grande no varejo dos cartões aplicados ou sonegados, dos pênaltis não marcados, da complacência com a violência e os agarra-agarra da defesa ribeirinha, entre outras formas de dirigir o resultado de um jogo, sabemos que esta sentença ditada pela RBS não serve sequer como piada. Aguardemos a estréia do "melhor árbitro Phipha do mundo" como comentarista de arbitragem da Rede ou Secretário Estadual de Esportes ou...
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O homem ideal

Já escrevemos aqui no blog, mas não custa repetir: o homem ideal para o cargo de presidente da FGF chama-se Duda Kroeff. Este não tem ânimo para prejudicar ou beneficiar um ou outro. Chega de federação vermelha.
FGF urgente, Duda Presidente!
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A saída de Paulo Paixão

A notícia circulou e foi desmentida (veja aqui). Porém...

Alexandre Mendes foi preparador físico no Fluminense e no Vasco. Em 2007, retornou ao Fluminense com Renato, no cargo de auxiliar, pois o preparador físico era Fábio Mahseredjian. No Bahia, com Renato, foi preparador físico, até vir para o Grêmio, no final da Era Silas (toc, toc, toc!). Aqui, é 1 dos 31 nomes da Comissão Técnica. Então, nada se pode afirmar, mas tudo se pode pensar.
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Este mercado!

Quanto vale um técnico de futebol? E quanto vale um ídolo como técnico de futebol? Qual o limite da valorização? Quanto o leitor acha que se pode pagar por um técnico: R$ 100 mil? R$ 200 mil? R$ 300 mil? R$ 400 mil? R$ 500 mil? Há limite?

27 de outubro de 2010

CQC neles

Já escrevemos aqui no blog sobre as artimanhas utilizadas por um certo clube no trato com os homens do apito. Uma prática sabida é, por exemplo, o não desconto do INSS incidente sobre o valor pago à arbitragem. O custo é "assumido" pelo tal clube, resultando na entrega de um valor maior do que deveria ser aos homens do trio. Outro procedimento utilizado é o presentinho composto por um kit de material esportivo do clube, deixado gentilmente no hotel ou no vestiário, dependendendo da origem do trio.

Tudo isso tem um propósito e visa um efeito. O propósito é imaginável; o efeito é visível. Mas, mudemos de assunto.
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Vejam a imagem abaixo, tirada do Gre-nada de domingo. No lance do primeiro gol, Vilson e Rafael Marques são escandalosamente agarrados na área. Fato corriqueiro, quando se trata do sistema defensivo morango. O pênalti é visível, mas raramente algo é marcado. O propósito, normalmente, é atingido.





Mas, troquemos de assunto uma vez mais.
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Todos devem ter visto a vibração do quinto árbitro Alexandre Kleiniche, quando da marcação do pênalti contra o Grêmio. Matéria com a "explicação" para o gesto foi divulgada aqui. Vejam a comemoração no vídeo abaixo.


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Esse tipo de coisa é coisa típica para figurar no CQC. Este tipo de coisa tem que ser motivo de deboche, porque só assim para o modus operandi ser escancarado e, talvez, desmoralizado.

Já colocamos o "soninho" do Taisonson no ombro do Bolivar no programa da Band. Vamos emplacar mais esta. Participe, sugerindo o lance para o Top Five do CQC.
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Para participar, siga os passos abaixo:

1) acesse o "Fale Conosco" da Band (clique no link ao lado);
2) na página da Band, selecione: (1) Televisão; (2) Band; (3) CQC; (4) Top Five
3) identifique-se (nome e e-mail);
4) escreva uma mensagem (sugestão abaixo);
5) clique em "Enviar".
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Sugestão de mensagem:

No dia 24/10/2010, houve um Gre-nal no estádio Olímpico, em Porto Alegre. O Grêmio vencia o jogo por 1 x 0. Aos 15 minutos do segundo tempo, houve um lance na área, no qual um jogador do Grêmio defendeu a bola com a mão. O quinto árbitro, Alexandre Kleiniche, que estava posicionado atrás do gol, vibrou com a marcação do pênalti. Vejam o lance neste endereço do YouTube: http://www.youtube.com/watch?v=zNR8vQFAwII&feature=player_embedded.
Vejam também , neste link, a matéria publicada no ClicRBS, com a "explicação" para a comemoração
http://www.clicrbs.com.br/esportes/rs/noticias/futebol,3086583,Torcida-pela-arbitragem.html

25 de outubro de 2010

De sentar na sarjeta

Fui ao Olímpico convalescendo de uma gripe brutal. Não podia deixar de ir, porque tinha um sentimento de vitória que por nada deixaria de presenciar. Mais do que os três pontos, estaríamos dando um passo enorme para a Libertadores e, sabemos agora, até mesmo para espreitar a ponta ao final da carreira.

Deixei o Monumental frustrado, como a totalidade da nossa torcida. Eles ficaram lá festejando um empate impensável até a expulsão do Rochemback. Digo a vocês: hoje jogou-se o Gre-nada mais fácil dos últimos anos. Quando eram 11 contra 11, amassamos os morangos como quem vai fazer geléia. A grande cantoria deles ao final do jogo, deve ter sido proporcional ao enorme constrangimento pelo qual passaram no 11 contra 11.

A nossa imposição em campo era tamanha, que durante o jogo assaltou-me uma certeza: nem Simon poderia salvá-los. Aí, veio o fortuito gol do empate e a expulsão. Foi um momento de prova e o nosso time encarou-a com o melhor dos espíritos gremistas. Com bravura, multiplicou-se em campo para suprir a falta de Rochembak e também, diga-se, de Douglas, o grande ausente do jogo.

O lance do nosso segundo gol foi uma obra de entrega total, um esforço sobre-humano de Fábio Santos. E vejam, este é um jogador contestado por quase todos. Mesmo aqui no blog, não raro tecemos críticas às suas atuações. Ele superou-se e merecia que o seu fosse o gol da vitória. Quis o destino que esta justiça não se realizasse.

Resultado como o do jogo de hoje é daqueles de sentar na sarjeta e deixar o mundo passar. O que era para ser a consagração da nossa superioridade transformou-se num momento de esfuziante contentamento de um adversário inferior, que entoou cânticos de glórias aos céus por se ver poupado do merecido jugo. Escaparam e isso é o tipo de coisa que estraga um domingo.
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By Arigatô
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Leitor distraído

Um leitor distraído pergunta se alguém mais observou que há pênalti em Vilson, no lance do gol de André Lima. Desculpe tratá-lo assim, caro leitor, mas só mesmo por distração alguém que lê o blog  já não viu registrado aqui que em toda bola parada levantada para a área moranga (faltas ou escanteios) ou Bolívar, ou Índio ou Kléber (ou mais de um deles simultaneamente) comete infração que deveria ser punida com a pena máxima. Conter o adversário com força ilícita é arma que já foi incorporada ao arsenal defensivo deles, com o intrigante consentimento dos juízes brasileiros.
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Vejam os lances do crime

24 de outubro de 2010

No lixo, mais uma vez

Douglas errou dois gols feitos. Jonas errou mais dois. Lúcio outros tantos. Não tem time que erra tanto gol e ainda tem no apito o Simon jogando contra que consiga ganhar.
O timinho foi o que se esperava. Fraco. Começou na retranca e assim ficou até o fim do primeiro tempo. No segundo, sem outra alternativa, tentou ir a frente mas deixou espaços. Foi quando se empilharam os gols perdidos. Foi o GRE-nada mais fácil dos últimos anos.
Mesmo com um a mais, o timinho mostrou o que é: muito mais time de marketing do que time de verdade.
Fábio Santos, o melhor em campo, fez um golaço. Tudo indicava que seria o da vitória, mas deixaram o anão argentino de fala fina bater no cantinho.
Dois contra o Cruzeiro, 1 contra o Santos, 2 contra o Flamengo, 1 contra o Vasco e agora 2 contra o timinho. Oito pontos jogados fora. Estaríamos na liderança.
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Para comemorar, apenas a aposentadoria do Simon. Ou será que este velhaco vai faltar com a palavra de novo?
Terminou a carreira em GRE-nada com um pênalti não marcado e deixando Guizadu e outros patrolarem à vontade sem dar cartão.
Já vai tarde aquele que nunca deveria ter vindo.
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Ninguém jogou mal no Grêmio. A defesa foi muito bem e Fábio Santos o melhor.
O meio de campo e o ataque foram bem.
Duas jogadas fortuitas e a ajuda do Simon tiraram os dois pontos.
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No pós jogo Roth mostrou todo o recalque que tem e a falta de qualidade. Que nunca mais este sujeito trabalhe no Grêmio. Panaca destes são para o timinho.

22 de outubro de 2010

Homenagem a Simon

Este texto foi escrito por Juliana de Brito, uma blogueira participante da rede BloGrêmio.
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Dizem que Carlos Eugênio Simon é o homem que mais aprecia um chato e monótono empate no futebol. Simon gosta do resultado igual para os dois lados principalmente quando é o árbitro da partida. Isso porque sua imagem fica mais diplomática com todos. Também há quem diga com muitos argumentos que Simon é colorado. Sua reputação com os gremistas é tão vergonhosa que o xingamento preferido dos torcedores para o apitador é, justamente, “colorado”.

Simon também já deu demonstrações que não faz questão de cumprir com sua palavra. Disse que se aposentaria depois da Copa do Mundo 2010. Mentira. Está aí para colocar desconfiança nas expectativas que tínhamos de um bom Grenal. Em clássicos, tem a sua última chance de não ser asqueroso. Supõe-se que tenha sido escolhido para este jogo em um ato de muita generosidade do presidente da Federação Gaúcha de Futebol, Francisco Noveletto. Ele queria homenagear Simon com essa escalação mesmo sabendo que nos clássicos regionais a melhor indicação é um juiz que está fora desta forte atmosfera.

A partir disso, a rede de blogs gremistas, o BloGrêmio, sugere que tu também leves a tua homenagem a este homem de pouca modéstia e muito gel no cabelo. Sim, além de gritar os "melhores" adjetivos, vamos fazer cartazes e manifestar o quanto não sentiremos ausência de Simon "mediando" nossos embates. Domingo, mostre no Olímpico tudo que tens guardado para Simon. A este árbitro, nossos sinceros votos de boa e rara arbitragem para domingo e nosso aliviado adeus.

Jogo dos 2 erros?

Domingo, 25 de abril de 2010, Carlos Eugênio Simon recebeu uma homenageado em casa, pelos relevantes serviços prestados ao Sport (Clube Internacional). A imprensa registrou o anúncio da aposentadoria após a Copa (veja aqui). Foi uma cerimônia bonita e reconfortante.

Do lado de cá, os participantes do BloGrêmio adotaram um contador desenvolvido pelo Mosqueteiro, para a contagem regressiva da existência de Simon em nossas vidas. Engodo! A Copa acabou, mas as chuteiras não foram para o prego.
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Quando ninguém dizia querer vê-lo no próximo domingo dirigindo o jogo, eis que misteriosamente ele é "sorteado" e entregam-lhe uma partida decisiva do Grêmio como continuação da cerimônia do interminável adeus.
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Agora, alardeia-se aos quatro ventos a "verdade absoluta e incontestável" de que ele errou "apenas duas vezes contra o Grêmio". Os erros reconhecidos são um gol legítimo do Jonas em Erechim (atribuído ao auxiliar) e uma "distração" numa recuada de bola para as mãos de Clemer, não foi penalizada por ele.

A versão dos "apenas dois erros" é o que se quer vender. E a frase foi tão repetida nestes dois últimos dias, que mesmo o Paulo Sant'ana, um crítico contumaz de Simon, a comprou como verdadeira. Não tem sido assim. Não é apenas por estes dois erros grotescos que a torcida gremista tem ojeriza a Simon. O desgosto com o apitador vem de uma prática sistemática de prejudicar o nosso tricolor de forma continuada em lances de menor importância; em cartões não aplicados ao adversário; em faltas sonegadas...

Vejam uma amostra nesta narração do Gre-nada que terminou em 0 x 0, na finais do Gauchão 2006. É o famoso jogo da recuada para o Clemer, no dia 01/abril/2006.
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Minuto 06 - Bolivar na intermediária recuou para o goleiro Clemer que segurou a bola com a mão. O árbitro Carlos Simon não marcou a falta para o Grêmio.

Minuto 10 - Lucas foi lançado na esquerda iniciando contra-ataque. Rubens Cardoso fez a falta por trás. Mais um erro de Carlos Simon que não apresentou cartão para o jogador colorado.

Minuto 46 - Final da primeira etapa.
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Minuto 08 - Ricardinho tentou o drible sobre Ceará, dentro da área, lado esquerdo. O lateral colorado colocou a mão no peito do atacante gremista e empurrou. O árbitro Carlos Simon nada marcou. Seria penalidade máxima para o Grêmio.

Minuto 32 - Patrício cobrou um lateral lançando Tcheco nas costas da zaga. Quando ia ganhando a frente na jogada, foi derrubado por Tinga sobre a linha da área. Carlos Simon nada marcou mais uma vez.

Minuto 35 - Tcheco puxava contra-ataque pela direita quando foi agredido por Fernandão, que esqueceu a bola e foi nas pernas do jogador gremista. Carlos Simon deu apenas cartão amarelo para o atacante colorado.
Fonte: Site do Grêmio
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Alguém dirá que é uma visão do site do Grêmio. Eu direi que são inúmeros lances em que o Grêmio alega prejuízo e direi que esta prática é planejada, não se restringe a esta partida.
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Assim vamos para o Gre-nada de domingo. O estádio estará mobilizado como nunca esteve contra um árbitro. O resultado deste inconformismo é ainda desconhecido. O que se sabe é que serão 90 minutos tensos e de muita pressão.

Que vença o melhor: o Grêmio. E que, ao anoitecer de domingo, a insensatez de alguns não tenha reflexos no campo de jogo e possamos estar festejando uma vitória, ao som melodioso de um "Adeus, Simon! Adeus, Simon!".

21 de outubro de 2010

Museu do futebol - Sorteio dirigido

Nesta quinta-feira, de espera para o Gre-nada, dada a falta de assunto, vamos contar uma história do que acontecia antigamente, quando algumas pessoas sem ética tinham algum trânsito nos bastidores do esporte.

Naquela época, sorteios de árbitros costumavam ser dirigidos, quando havia "interesses" envolvidos. Fulano queria que o juiz "A" apitasse um jogo. No momento do sorteio, colocavam 3 bolinhas numeradas num saco. Cada bolinha com um número de 1 a 3. O saquinho era balançado, as bolinhas misturadas, a mão ia para dentro do saco e... tchan, tchan, tchan, tchan! Saia a bolinha com o número do juiz "A". Era batata e um mistério.

Na verdade, a coisa era bastante simples, a bolinha com o número do "eleito" era colocada num congelador horas antes da escolha. No momento do "sorteio", a mão "honesta" apenas pegava a bolinha gelada.

Mas, claro, isso era feito em outros tempos. Hoje, este tipo de coisa não existe mais e é inadmissível.

20 de outubro de 2010

Ladrão na área

Eles não desistem. Nem nós.
Mas não adianta. Nada vai mudar o resultado de domingo. Nem aposentado em atividade.