É proibido haver pênaltis co-côntra eles. Se a decisão for para os pênaltis domingo, o juiz não vai deixar os jo-jogadores do Grêmio bater.Acompanhe o twitter do Gaguinho e não deixe de votar na enquete proposta no post abaixo.
30 de abril de 2011
Impasse no Gre-nada?
O Gaguinho acha que pode haver impasse no Gre-nada de amanhã. Ele postou no twitter:
A enquete que não quer calar
Prezados leitores, estamos promovendo uma enquete no blog. Levantamento de opinião similar já foi feito em outra oportunidade, mas este é o tipo de pesquisa que precisa ser feita periodicamente, por razões óbvias. Antes de anunciá-la, porém, vamos formular uma pergunta aos nossos leitores e duvidamos que... Bem, leiam e respondam.Pergunta: Quantos pênaltis os róseos do aterro tiveram marcados contra si no Gauchão 2011?
Acertou quem disse: "Nenhum!"
Está surpreso? Se a resposta foi "Sim", você deve estar chegando hoje ao Rio Grande do Sul, vindo de Shaanxi. Mas vamos à enquete.
Todo mundo sabe que Bolívar comete, no mínimo, 3 pênaltis por jogo. Agora, escolha a resposta certa para a pergunta:
Quantos pênaltis dos diversos cometidos por Bolívar no Gre-nada do próximo domingo serão marcados?
a) Zero
b) Nenhum
c) Pênalti contra eles? Bebeu?
d) Todas estão corretas
Vote ao lado.
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Leia, abaixo, o post do seu Algoz, sobre a decisão de domingo.
29 de abril de 2011
Meu taco é mais grosso e mais duro
Yes, we can.
O Grêmio foi o campeão do primeiro turno. O Grêmio pode ser campeão domingo. Aliás, é o único time que pode ser campeão domingo. Apesar disto, o pessimismo atinge 10 entre 10 torcedores do Imortal. Razões até não faltam. Assim como não faltam razões para otimismo.
Está bem, concedo. A LA11 é praticamente uma miragem. Mais do que a derrota de 2 x 1 no Olímpico, a falta absoluta de opções no ataque tornam quase impossível que se sonhe que o time possa fazer dois gols no Chile. A falta de mecânica de jogo especialmente na parte defensiva reforçam este sentimento.No entanto, domingo temos uma tarefa bem mais fácil. Ganhar dos morangos é quase uma certeza. Afinal, jogador por jogador não vejo vantagem para eles. Ao contrário. Boilivar e Rodrigo Coca-cola são refugos, eu falei refugos, do Grêmio. Ou vocês esqueceram disto? O meio campo deles tem uma égua argentina mas bem dizer naturalizada paraguaia, dois anões de fala fina e um "extra - ordinário". O ataque tem um ex-jogador e um jerivá que bem marcado não faz nada.
Por que ganhar, então, é quase uma certeza e não uma certeza absoluta? Porque depende, fundamentalmente do ânimo do time. Como entrarão em campo? Até que ponto a última derrota, a dispensa do Carlos Alberto, as bobagens ditas pela direção vão interferir na auto-confiança e no amor próprio dos jogadores? Quanto Renato vai conseguir mobilizar? Como transformar as chacotas dos isentos baratos e ordinários em garra e denodo e não em ira nervosa que acabe em expulsão?
Se o time entrar com garra, atenção, jogar com o relógio a favor e não der bola para a marketagem barata que torna o timinho infinitamente maior do que a pequenez que é, eu não tenho dúvidas. Vamos festejar o Gauchão e criar condições para uma virada histórica no Chile.
Mas depende, fundamentalmente, da cabeça e da confiança dos jogadores. Eles podem ganhar. Estarão com gana e preparados psicologicamente para isto? Eu espero e confio que sim.
28 de abril de 2011
A imortalidade precisa de férias
O mundo está imerso em brumas. Não se sabe ao certo o quanto elas ficarão. Pode ser um tempo longo, pode não ser. Espera-se que não perdure, mas vivemos o império da incerteza.
Surpresa não foi. Acreditar é uma coisa, ser cego é outra. Estava no ar. Um time que só não leva gol de times medíocres (e, diga-se, não escapa de todos os medíocres) é como um bêbado caminhando sobre um arame esticado. É certa a queda.
O que mais se pode lamentar é que, para já, quase nada há para ser feito, fora do trabalho de motivação e de fustigar os brios daqueles que têm reservas de bravura. Eu sei, este caminho pode levar a cenas patéticas, Afinal, alguns, quando tentam ser obstinados, conseguem no máximo atrapalhar-se.
_____
E não é só no campo que as coisas vão mal. O que fazer? A união de todos pelo bem do clube é um discurso tão vazio quanto oportunista. O "bem do Grêmio" só pode vir se as figurinhas de um lado e de outro puderem sair na foto. Mas os seus egos não cabem ao mesmo tempo num buraco de obturador. Assim, os corneteiros de sempre já exercitam os pulmões. Como alguém disse, é curioso: "Se o time ganha foi montado pelo Fulano. Se o time perde, foi montado pelo Beltrano". O mesmo time, a mesma corneta. As vaidades históricas bloqueando os caminhos.
_____
O nosso Grêmio precisa ser pensado e preparado para render frutos no futuro. Quanto mais próximo, melhor. Então, é preciso começar já. Não é concebível que uma instituição detentora de um orçamento anual de R$ 100 milhões tenha dificuldades para contratar bons jogadores. Claro, há as dívidas históricas acumuladas. Mas as receitas crescem ano após ano de forma vigorosa. Não é possível que se permitam gastar descontroladamente, comprometendo o equilíbrio econômico do clube.
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Sem inteligência e responsabilidade, restará cada vez mais apelar para o sobrenatural. Há, porém, um detalhe: imortal todos nós já sabemos que o Grêmio é. Que tal o Grêmio voltar a ser também campeão?
Surpresa não foi. Acreditar é uma coisa, ser cego é outra. Estava no ar. Um time que só não leva gol de times medíocres (e, diga-se, não escapa de todos os medíocres) é como um bêbado caminhando sobre um arame esticado. É certa a queda.
O que mais se pode lamentar é que, para já, quase nada há para ser feito, fora do trabalho de motivação e de fustigar os brios daqueles que têm reservas de bravura. Eu sei, este caminho pode levar a cenas patéticas, Afinal, alguns, quando tentam ser obstinados, conseguem no máximo atrapalhar-se.
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E não é só no campo que as coisas vão mal. O que fazer? A união de todos pelo bem do clube é um discurso tão vazio quanto oportunista. O "bem do Grêmio" só pode vir se as figurinhas de um lado e de outro puderem sair na foto. Mas os seus egos não cabem ao mesmo tempo num buraco de obturador. Assim, os corneteiros de sempre já exercitam os pulmões. Como alguém disse, é curioso: "Se o time ganha foi montado pelo Fulano. Se o time perde, foi montado pelo Beltrano". O mesmo time, a mesma corneta. As vaidades históricas bloqueando os caminhos.
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O nosso Grêmio precisa ser pensado e preparado para render frutos no futuro. Quanto mais próximo, melhor. Então, é preciso começar já. Não é concebível que uma instituição detentora de um orçamento anual de R$ 100 milhões tenha dificuldades para contratar bons jogadores. Claro, há as dívidas históricas acumuladas. Mas as receitas crescem ano após ano de forma vigorosa. Não é possível que se permitam gastar descontroladamente, comprometendo o equilíbrio econômico do clube.
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Sem inteligência e responsabilidade, restará cada vez mais apelar para o sobrenatural. Há, porém, um detalhe: imortal todos nós já sabemos que o Grêmio é. Que tal o Grêmio voltar a ser também campeão?
27 de abril de 2011
26 de abril de 2011
Não tá morto quem peleia
Fonte: Mauro Schaefer
Assim, um jogo que começou bem, tirando os dois pesos mortos, foi ficando difícil, difícil, muito difícil. E a tarefa para o segundo-tempo se tornou quase impossível. Mesmo para um Imortal.
O segundo-tempo começou com Lins em campo, mas continuou com uma forte marcação do time chileno. Os jogadores em campo eram guerreiros, valentes, mas o 0 x 1 contra e um jogador a menos pesava e muito. E continuou pesando até que Douglas fez um golaço-aço-aço da intermediária. A deficiência técnica era compensada com esforço, garra, luta. E o juiz deixava o pau comer. Aos 30 minutos, a avenida da lateral esquerda estava aberta, Rafa Marques saltou 5 mm e por trás um chileno fez o segundo.
Um time se faz de opções. Alguns grandes jogadores, alguns medianos e até alguns deficientes. Um time não se faz de falta de opções. Se machuca um centro-avante rompedor, não se pode jogar com um nanico. Ainda mais se este nanico é babaca. Se machucam dois laterais, não se pode ter um Gilson para jogar. Um guri de 17 anos, por melhor que possa vir a ser, não pode se transformar em salvador. Rafael Marques é um bom reserva para emergências. Não pode ser titular de um time que quer ser campeão da América.
Carlos Alberto e Escudero poderiam, em jogadas individuais, buscar um empate. Mas não entrando aos 40 minutos do segundo-tempo.
Odone, que gastou tempo com o Dentuço Pilantra e perdeu tempo com Jonas, deverá vir a público fazer o que mais gosta: cornetear o time e o treinador. Mas seria bom alguém falar para ele que a culpa é dele e desta diretoria inoperante.
Estou jogando a toalha? Estaria, não fosse o Grêmio Imortal. Mas só a imortalidade pode dar esperanças.
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Como jogaram
Marcelo Grohe: Nada pode fazer nos gols. Salvou um gol feito no final.
Gabriel: Lutou.
Rafael Marques: No mano a mano aparece mais ainda suas deficiências. Não pulou no segundo gol.
Neuton: Bem.
6: Sem comentários.
Rochemback: Não conseguiu segurar
Adilson: Lutador.
William Magrão: Lutou mas foi muito discreto.
Douglas: Um golaço. Lutador.
Leandro: Sentiu o jogo. Lutador.
9: Sem comentários. Já merece ser largado na rodoviária.
.....
Lins (William Magrão): Entrou atrapalhado.
Carlos Alberto e Escudero: Entraram para perder o bicho.
Renato: Só mudou o time quando era tarde demais.
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Juiz: Deixou o pau comer solto por parte do time chileno. Muito fraco.
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Lances do jogo
Rui Biriva
O músico nativista Rui Biriva faleceu nesta segunda-feira, aos 53 anos. Desde o dia 14 de abril ele estava internado no Hospital de Clínicas de Porto Alegre, para tratamento de uma neoplasia no intestino. Gremista por todos os costados, compôs a música "Força Azul", que mostramos abaixo.
Hoje, só há um caminho: no grito, na força, na raça. Precisamos da presença da torcida. As defecções já são muitas: Victor, Lúcio e André Lima. Não vá você também desfalcar o time. Apóie do jeito que der. Não tem bola perdida. Não tem grito inútil. Vamos torcida, na raça e no berro, pra depois cantar: "Vai lá, Grêmio! Vai lá!"
_____
Vamos com:
Marcelo;
Gabriel, Rafael Marques, Neuton e Gilson;
Rochemback, Magrão, Adilson e Douglas;
Borges e Leandro.
Teoricamente, o meio de campo terá mais consistência do que teve na maioria dos jogos este ano. No ataque, podemos contar com os lampejos de Leandro, que não falharam em nenhum dos jogos dos quais ele participou. No gol, Marcelo Grohe inspira confiança. A grande incógnita fica por conta da defesa. Fazer gols e não tomar é uma boa receita. Vai lá! Vai lá, Grêmio! Vai lá e faz Grêmio.
Hoje, só há um caminho: no grito, na força, na raça. Precisamos da presença da torcida. As defecções já são muitas: Victor, Lúcio e André Lima. Não vá você também desfalcar o time. Apóie do jeito que der. Não tem bola perdida. Não tem grito inútil. Vamos torcida, na raça e no berro, pra depois cantar: "Vai lá, Grêmio! Vai lá!"
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Vamos com:
Marcelo;
Gabriel, Rafael Marques, Neuton e Gilson;
Rochemback, Magrão, Adilson e Douglas;
Borges e Leandro.
Teoricamente, o meio de campo terá mais consistência do que teve na maioria dos jogos este ano. No ataque, podemos contar com os lampejos de Leandro, que não falharam em nenhum dos jogos dos quais ele participou. No gol, Marcelo Grohe inspira confiança. A grande incógnita fica por conta da defesa. Fazer gols e não tomar é uma boa receita. Vai lá! Vai lá, Grêmio! Vai lá e faz Grêmio.
24 de abril de 2011
Série infinita
Postado por
Arigatô
às
23:52
Série infinita
2011-04-24T23:52:00-03:00
Arigatô
Da série "Segundinos"|
Comments
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Da série "Segundinos"
23 de abril de 2011
Sábado de boas e más notícias
Eu começava a escrever que há uma única situação em que jogar com 10 é melhor do que jogar com 11. É quando o décimo primeiro jogador é um peso morto. Está lá fisicamente. Mas não está no jogo. Esta era a situação do jogo quando Borges, o peso morto em questão, resolveu me "sacanear". Deu um passe primoroso para Leandro. E o guri fez um gol de craque.
Este pode ser o resumo de um primeiro tempo pegado em que o Cruzeiro mostrou que é um bom time e o Grêmio mostrou deficiência preocupante no ataque.
Começou o segundo-tempo e o Grêmio voltou a mostrar a crônica deficência preocupante na defesa. Rafael Marques, com 1 minuto, deixou um cruzeirense cabecear sozinho. 1 x 1. Já escrevi que nenhum time deveria tomar gol nos inícios e fins de cada etapa. O Grêmio está se especializando nisto. Magrão aos 7 restabeleceu a verdade. Logo depois, o juiz que sempre acerta o lado do timinho sonegou um pênalti em Borges. Seria, muito provavelmente, o 3 x 1 e o fim do jogo. Lucio resolveu testar nossas coronárias e quase entregou o empate aos 13 minutos. O Cruzeiro pressionava e empatou aos 16 minutos de cabeça no lugar onde deveria estar Rafa Marques. Borges continuava mal e entrou Carlos Alberto. A coisa estava encardida até que a melhor jogada de ataque do Imortal deu certo de novo. Falta levantada com maestria pelo Rochemback que acabou em conclusão do Rafa Marques.
Foi um sábado de boas e más notícias:
Boa notícia: a volta de Lucio para a lateral e a entrada de Magrão no meio deu uma consistência ao time que não se via há um bom tempo.
Má notícia: o deserto de centro-avante do time. Borges está em péssima fase.
Boa notícia: Leandro é efetivamente uma afirmação.
Má notícia: a lesão de Victor.
Boa notícia: Gabriel acordou da longa hibernação. Foi participativo.
Má notícia: Rafa Marques se perdeu por completo.
Boa notícia: As bombas de fora da área do Adilson.
Má notícia: O Grêmio não tem centro-avante e nem reserva de centro-avante. Estão todos machucados.
Boa notícia: A guarra tricolor de volta. Ninguém se preocupou com possíveis efeitos do chão de plástico novelettiano.
Má notícia: a lesão de Lúcio no final. Que não seja grave.
Agora é lamber as feridas. Tomar muito banho de imersão. Dormir bastante. Deixar de tuittar na madrugada e entrar pronto para despachar a Universidade Católica.
____
Como jogaram
Victor: Uma saída corajosa e uma lesão. Que seja leve.
Gabriel: Muito participativo, ainda sem o velho brilho. Mas é um alento nesta hora decisiva.
Rafa Marques: Lamentável. Está pedindo para sair. O gol não o redime.
Rodolfo: Firme.
Lucio: Que continue na lateral por todos os tempos. Amém.
Rochemback: Discreto mas firme na liderança do time.
Adilson: O alemão enlouqueceu e resolveu chutar e, mais que isto, chutar muito bem de fora da área. O melhor em campo.
William Magrão: Muito bem no primeiro tempo. Um gol e mais discreto no segundo. Uma grande jogada no final.
Douglas: Foi injustamente vaiado. Deviam ser moranguinhos infiltrados.
Leandro: É craque. Um golaço e muita movimentação.
Borges: Um primeiro tempo lamentável. Melhorou no segundo, mas continuou muito insuficiente.
.....
Marcelo Grohe (Victor): Sem culpa nos gols.
Carlos Alberto (Borges): Corre, reclama, agita mas continua improdutivo.
Lins (Leandro): Acho que Renato colocou pensando na terça-feira. Uma bela jogada que quase foi gol.
Renato: Acertou o time com Magrão, mas vai ter que ficar sem dormir até terça-feira para descobrir soluções de ataque.
Vinicius Costa: Juiz preferido do timinho justificou a preferência ao sonegar um pênalti em Borges. Deixou de dar várias faltas para o Grêmio.
Este pode ser o resumo de um primeiro tempo pegado em que o Cruzeiro mostrou que é um bom time e o Grêmio mostrou deficiência preocupante no ataque.
Começou o segundo-tempo e o Grêmio voltou a mostrar a crônica deficência preocupante na defesa. Rafael Marques, com 1 minuto, deixou um cruzeirense cabecear sozinho. 1 x 1. Já escrevi que nenhum time deveria tomar gol nos inícios e fins de cada etapa. O Grêmio está se especializando nisto. Magrão aos 7 restabeleceu a verdade. Logo depois, o juiz que sempre acerta o lado do timinho sonegou um pênalti em Borges. Seria, muito provavelmente, o 3 x 1 e o fim do jogo. Lucio resolveu testar nossas coronárias e quase entregou o empate aos 13 minutos. O Cruzeiro pressionava e empatou aos 16 minutos de cabeça no lugar onde deveria estar Rafa Marques. Borges continuava mal e entrou Carlos Alberto. A coisa estava encardida até que a melhor jogada de ataque do Imortal deu certo de novo. Falta levantada com maestria pelo Rochemback que acabou em conclusão do Rafa Marques.
Foi um sábado de boas e más notícias:
Boa notícia: a volta de Lucio para a lateral e a entrada de Magrão no meio deu uma consistência ao time que não se via há um bom tempo.
Má notícia: o deserto de centro-avante do time. Borges está em péssima fase.
Boa notícia: Leandro é efetivamente uma afirmação.
Má notícia: a lesão de Victor.
Boa notícia: Gabriel acordou da longa hibernação. Foi participativo.
Má notícia: Rafa Marques se perdeu por completo.
Boa notícia: As bombas de fora da área do Adilson.
Má notícia: O Grêmio não tem centro-avante e nem reserva de centro-avante. Estão todos machucados.
Boa notícia: A guarra tricolor de volta. Ninguém se preocupou com possíveis efeitos do chão de plástico novelettiano.
Má notícia: a lesão de Lúcio no final. Que não seja grave.
Agora é lamber as feridas. Tomar muito banho de imersão. Dormir bastante. Deixar de tuittar na madrugada e entrar pronto para despachar a Universidade Católica.
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Como jogaram
Victor: Uma saída corajosa e uma lesão. Que seja leve.
Gabriel: Muito participativo, ainda sem o velho brilho. Mas é um alento nesta hora decisiva.
Rafa Marques: Lamentável. Está pedindo para sair. O gol não o redime.
Rodolfo: Firme.
Lucio: Que continue na lateral por todos os tempos. Amém.
Rochemback: Discreto mas firme na liderança do time.
Adilson: O alemão enlouqueceu e resolveu chutar e, mais que isto, chutar muito bem de fora da área. O melhor em campo.
William Magrão: Muito bem no primeiro tempo. Um gol e mais discreto no segundo. Uma grande jogada no final.
Douglas: Foi injustamente vaiado. Deviam ser moranguinhos infiltrados.
Leandro: É craque. Um golaço e muita movimentação.
Borges: Um primeiro tempo lamentável. Melhorou no segundo, mas continuou muito insuficiente.
.....
Marcelo Grohe (Victor): Sem culpa nos gols.
Carlos Alberto (Borges): Corre, reclama, agita mas continua improdutivo.
Lins (Leandro): Acho que Renato colocou pensando na terça-feira. Uma bela jogada que quase foi gol.
Renato: Acertou o time com Magrão, mas vai ter que ficar sem dormir até terça-feira para descobrir soluções de ataque.
Vinicius Costa: Juiz preferido do timinho justificou a preferência ao sonegar um pênalti em Borges. Deixou de dar várias faltas para o Grêmio.
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