18 de outubro de 2013

Assim é que se faz


Os mais novos aos poucos se acostumarão. O Presidente Fabio Koff, o maior vitorioso do futebol do Brasil, eu falei do Brasil, não gosta de circo, tem alergia à lona, não curte pirotecnia e parece mineiro: trabalha em silêncio.
O Presidente Fabio Koff, o maior vitorioso do futebol do Brasil, eu falei do Brasil,  não perde tempo com entrevistas desnecessárias. Não gasta energia com discussões sem objetividade. Não quer ser o campeão da mídia.
O Presidente Fabio Koff, o maior vitorioso do futebol do Brasil, eu falei do Brasil, e sua equipe, trabalha em silêncio e faz o que tem de ser feito.
Nesta patifaria dos ingressos proporcionada pelo cocô-irmão, ficou quieto no Olímpico enquanto os discípulos do Gigio Unhas de Cristal curtiam as glórias efêmeras de uma malandragem de rodoviária.
Não foram poucos os gremistas, mais novos certamente, que reclamaram da inércia da direção.
Pois está aí o resultado da inércia.
Os morangos mazembados tem de entregar mais mil ingressos para o Grêmio, sob pena de poder até serem desclassificados da competição.
A gente sabe que a justiça brasileira, ou seria a INjustiça brasileira, é pródiga em idas e vindas. De repente os morangos amargos conseguem uma liminar com um destes juízes do mensalão. Não importa.
O recado está mandado. Se Gigio Unhas de Cristal e seus asseclas quiserem ser malandros de rodoviária, que sejam. Mas eles já sabem que tem um oponente muito maior que eles.
Infinitamente maior que eles.
Chupem esta que está mais amarga que vocês.
E vai aqui uma singela homenagem aos mazebados. Chupem.
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Adendo da Pitica

Antigamente, quando os homens ainda honravam as calças que vestiam e eram decentes a ponto de fecharem seus negócios pelo fio do bigode, não era necessário assinar papéis reconhecidos em cartório para esfregar nas fuças dos traíras que se julgavam espertos.
Tinha que ser muito mequetrefe e sórdido para tentar engambelar as pessoas e levar vantagem indevida nas negociatas. Naquela época,  época dos nossos avós, as pessoas cumpriam as coisas que eram acordadas já que ainda tinham uma réstia de dignidade e recebiam uma boa educação de berço.
Nesses novos tempos das mídias sociais, da pós-modernidade e da alta tecnologia, dá para se contar nos dedos as pessoas confiáveis que andam por aí. 
A maioria gosta de posar de esperto. Adora mostrar que é mais "ligeiro". Hoje em dia, quanto mais consegue "passar a perna" nos mais descuidados, mais exaltada e endeusada a pessoa é.
Isso é nojento. Isso é sórdido. Isso é Brasil.

Mas às vezes o tiro sai pela culatra. Nem sempre Dick Vigarista se dá bem.
No final da tarde de hoje, o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) concedeu uma liminar que garante os 1,5 mil ingressos pedidos pelo Grêmio para o Gre-Nal de domingo em Caxias do Sul. Então, o clube que abriga Dick está sendo obrigado pela justiça a colocar à disposição da torcida gremista mais mil ingressos além dos quinhentos já comercializados.

Em entrevista ao jornal Zero Hora, Nestor Hein, vice-presidente do Conselho de Administração do Grêmio, afirma que "o Inter fez uma manobra desonesta e, fraudulentamente, colocou à venda estes ingressos que deveriam estar com o Grêmio. A vida não acaba neste domingo, a gente terá outros Gre-Nais no futuro. Como fica esta relação agora? Uma fraude dessas a gente lamenta, é uma quebra de confiança".

Queeeeeeeeeeeeeeeee nível!!!!!!!!

Quando o ridículo assume o comando definitivamente

Que a agenda positiva dos morangos é comprada e exercida à risca todos já sabem.
Mas até jabá tem de ser exercido com o mínimo de pudor e vergonha na cara.
É mesmo? Perguntará o mais ingênuo.
É não! Responderei eu.
Não quando envolve este clube ordinário e esta "imprensa" sem-vergonha.
Olhem as fotos abaixo:




Sabem o que são? Pois é. Vocês achavam demasiadas as fotos dia sim outro também dos gomos do bananão na capa dos sites de "notícias" esportivas do Rio Grande do Sul?
Então curtam estas agora.

Como diz o Felipe Preis:

Como diz o kibeloko: Duvida? Vai aqui.

17 de outubro de 2013

Chá de cadeira e mãos abanando

Então os morangos mandaram dois rábulas e duas testemunhas esta tarde ao Olímpico para entregar 500 ingressos. As testemunhas eram para legitimar o desrespeito à ordem da CBF.
Saíram como entraram: com o desrespeito devido. Não foram recebidos pelo Koff.
Ouviram de um advogado do Grêmio que  eles devem entregar o que a CBF definiu ou que se virem depois.
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Esclarecimentos muito necessários








Aqui a entrevista do Presidente Koff: UM dia ANTES da decisão da BM, que queria torcida única.
Chinelões mentirosos estes morangos amargos.


Os velhacos e o tapa de luva

Eu aprendi que educação, ou se tem de berço ou não se tem.
Eu aprendi que ter palavra é uma das maiores virtudes de um ser humano. E obrigação, também.
Eu aprendi que fineza não se compra em farmácia.
Eu aprendi que malandro é a minhoca que não tem perna para não tomar rasteira.
Eu aprendi que cachorro que come ovelha só matando.
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O episódio dos ingressos para o GRE-nada de domingo separa bem duas categorias de gente.
A dos velhacos malandros e a dos homens com palavra.
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Os homens de palavra acreditaram que do outro lado havia também gente de palavra e fez um acordo. Mil e quinhentos ingressos para a torcida visitante nos dois GRE-nada.
Do outro lado havia velhacos que acreditavam serem malandros. Palavra? Não. Isto é para trouxas, pensaram. E então inventaram a porcentagem de ingressos sobre a capacidade do estádio.
.....
Pois  então tá, pensou o homem de palavra. Vamos fazer cumprir a lei. E pediu 10 % da capacidade do estádio em ingressos, conforme o regulamento.
Isto obtido, o tapa de luvas final: "embora tenhamos direito a 2 mil ingressos, aceitamos os 1500 que foram acordados."
.....
E mais não disse porque não é necessário.
Os malandros continuam esperneando e se negando a dar os ingressos devidos. Correm o risco de acabar definitivamente passando da categoria malandro para otário. Até porque o mal do malandro, é achar que todo mundo é otário. E otário acaba sendo ele.

16 de outubro de 2013

Uma noite de boas notícias

Grêmio 1 x 0 Corinthians

Pré jogo

Eu não falei com o Daniel sobre o jogo mas estava com os mesmos pensamentos dele. É estranha esta história de dois jogos seguidos entre os dois times. O que é melhor?

Ganhar hoje pode aumentar a moral para o próximo. Mas o jogo de hoje pode servir para um e outro tirar lições para a decisão de quarta-feira.
Pode um time ganhar duas seguidas?
Na verdade estamos diante de um falso dilema. Ganhar hoje não significa que vai ganhar o próximo, assim como perder hoje não decreta derrota na partida seguinte.
Mas pensando na falta de poderio de fogo do Corinthians, nas leis de probabilidade e com uma pitada de superstição quero uma vitória tricolor levando gol. Pode até ser 2 x 1.

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Primeiro tempo: 0 x 0


Lucas Coelho foi a novidade do time no início do jogo. E a primeira bola ele pegou ao lado da área do Grêmio.
O jogo começou muito truncado com forte pegada pelos dois lados. 
O primeiro chute do tricolor foi de Barcos de fora da área aos 11 minutos. Alto e sem perigo. 
Aos 14 minutos Ramiro, que não estava bem, não viu Souza entrando livre pela esquerda e chutou de fora da área, fraquinho nas mãos do goleiro.
Um minuto depois Dida salvou com bela defesa.
Dos 15 aos 20 minutos o Corinthians ameaçou uma pressão enquanto o Grêmio não conseguia sair.
Sem Riveros, com Ramiro mal e sem um articulador, o Grêmio não criava nada.

E continuou sem nada de importante quando o Corinthians perdeu um gol feito aos 38 minutos. Na cara do gol o jogador chutou por cima.
O lance deixou Lucas Coelho incomodado que deu o troco. Entrou driblando e deu uma bomba da entrada da área para grande defesa de Cássio. A melhor jogada do time no primeiro tempo.
E não aconteceu mais nada. O 0 x 0 foi goleada pela supremacia das defesas sobre os ataques.

Segundo tempo: 1 x 0

Renato inovou em relação aos jogos anteriores: fez uma mudança no intervalo. Entrou Maxi Rodriguez e saiu Bressan.

E Maxi, aos 4 minutos recebeu de Barcos, olhou e devolveu com um lançamento espetacular. Barcos, matou no peito e fuzilou antes da bola cair. Um golaço.
A entrada de Maxi mudou o jogo e deixou o Grêmio elétrico e com opções de ataque.
Aos 16 minutos Dida fez outra bela defesa, salvando um lance muito perigoso.
O Corinthians passou a pressionar mais no desespero do que organizadamente e aos 22 minutos Paulinho entrou no lugar do Lucas Coelho.
Aos 24 minutos Alex Telles deu outra das suas cruzadas perigosíssimas. No rebote Pará levantou de novo e Barcos quase fez o segundo. De cima fuzilou mas Cássio fez defesa espetacular. Era a bola para matar o jogo.
Aos 37 minutos Barcos saiu na maca e Renato repôs os três zagueiros com Saimon.
Aos 47 minutos Dida salvou o gol de empate.
E não havia mais tempo para nada.

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Um primeiro tempo preocupante. Um segundo tempo quase empolgante. A entrada de Maxi fez toda a diferença. Ele ainda precisa ficar mais em pé quando há o choque, mas joga demais.

Agora é patrolar os morangos para deixá-los assustados com o rebaixamento.
Para o jogo da quarta-feira há uma ótima notícia. Melhor: há duas ótimas notícias.
Voltam Kleber, Riveros e Vargas, o que aumenta e muito as opções de Renato.
Mas a melhor notícia, na minha opinião, é que ficou provado hoje que o Corinthians, se tem de atacar, fica vulnerável atrás. Ou seja, a sua defesa não é inexpugnável.

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Como jogaram

Dida: Uma defesa importante no primeiro tempo. Duas boas defesas no segundo tempo. Salvou umgol no fim.

Werley: Bem. Muito firme na defesa.
Rhodolfo: Bem no desarme. Um desastre nos chutões para a frente no primeiro tempo.
Bressan: Muito bem. Saiu no intervalo para mudar o esquema.

Pará: Lutou muito mas com pouco resultado.
Alex Telles: Não apareceu no primeiro tempo. No segundo tempo cresceu com o time.
Souza: Discreto. Quase não subiu para o ataque.
Adriano: 
Desarmava e logo entregava de volta para o adversário. Também melhorou no segundo tempo.
Ramiro: Um primeiro tempo muito ruim. Um segundo tempo muito bom.
Lucas Coelho: Dois ou 3 movimentos interessantes no primeiro tempo. Ativo no segundo até sair. Boa partida.
Barcos: Hoje ficou mais no ataque. Mesmo assim não fez nada no primeiro tempo. Iniciou o segundo tempo com um golaço. Perdeu outro feito mas saiu mais aliviado. Que o gol signifique uma mudança de fase.
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Maxi Rodriguez (Bressan): Entrou muito bem. Fez um passe espetacular para o gol de Barcos. Pelo que jogou e pela mudança no ânimo do time, o melhor em campo.
Paulinho (Lucas Coelho): Hoje foi menos fome do que sábado. Mas não fez grandes coisas.
Saimon (Barcos): Sem tempo.

Renato: Não errou em nada. Pensou bem o jogo e mexeu melhor ainda.
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Árbitro: Sandro Meira Ricci - Bela atuação.

Daniel Matador: Táticas e carboneros


Caros
 
Alguém aí já jogou ou curte jogar xadrez? Pois este é um passatempo que desde criança cultivei. Estudei em um colégio onde havia xadrez na biblioteca. Bastava chegar e pedir para a bibliotecária o tabuleiro e as peças, sentar à mesa e iniciar o jogo. Que legal seria se todas as escolas fizessem isso. Pois neste colégio o pessoal costumava fazer alguns mini-torneios de xadrez antes das aulas ou nos intervalos. E havia um aluno estilo maloqueiro, cabelo comprido, barba por fazer, todo maltrapilho e que fumava como um condenado, o qual de vez em quando aparecia para jogar. Vi alguns jogos dele contra os outros alunos e invariavelmente ocorria o seguinte: ele perdia a primeira disputa e ganhava as seguintes. Até que um dia fomos disputar um contra o outro. Fiz minha tradicional jogada do Roque-e-Encastelamento (quem conhece xadrez talvez saiba o que é) e ganhei a primeira partida dele com certa facilidade. Não me contive o perguntei o motivo de ter ganho dele tão facilmente e, principalmente, porque ele costumava perder a primeira partida que disputava contra um adversário novo. Então ele me disse, como quem revela um segredo: “Não me preocupo em perder a primeira partida. Para mim, ela só serve para conhecer como o outro joga”. O cara era mesmo muito bom.
Teremos nesta quarta-feira um prenúncio do que poderá nos aguardar na semana que vem na Arena. O confronto com o Corinthians pelo Campeonato Brasileiro, por razões óbvias, não possui 10% da carga dramática que a partida a ser disputada pela Copa do Brasil. Pelo único motivo de que esta última é decisiva. Significará o fim do torneio para uma das duas equipes envolvidas. Diferentemente do modorrento campeonato por pontos corridos. E fica aí a grande questão: como jogar uma partida nem tão decisiva assim, porém importante (afinal, pode significar a retomada da vice-liderança e a continuidade da corrida no encalço do primeiro lugar) sem fornecer ao adversário subsídios do que ele poderá encontrar na próxima e mortal contenda? Como posicionar o time em campo de forma a vencer, de preferência não convencendo muito, para não dar armas ao inimigo que será enfrentado logo em seguida novamente? Será possível fazer isso e ainda manter o ânimo da torcida exaltado o suficiente para lotar a Arena na semana seguinte? Dúvidas das quais teremos respostas apenas ao final da noite desta quarta-feira.
 
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Vocês sabiam que quase todo clube de futebol que se localiza em uma cidade cuja economia é puxada pela indústria carbonífera decide por ter o negro e o amarelo em suas cores? Pois é, isso ocorre desde Dortmund, na Alemanha, até Criciúma, aqui na bela Santa Catarina. E ocorre porque nos primórdios da revolução industrial, antes da explosão da indústria petrolífera, o carvão é que era considerado o “ouro negro”. Daí ter sua cor negra associada sempre com o amarelo-ouro nestas situações. Tanto é que os clubes que possuem estas duas cores como principais são conhecidos como auri-negros, sendo o auri o prefixo derivado do Latim que designa as palavras associadas com o ouro. Se olharmos a famigerada tabela periódica dos elementos, o ouro é identificado pelas letras Au, por serem estas as duas primeiras letras de aureum, a palavra latina para este metal. Só que, além de serem conhecidos como auri-negros, estes clubes e seus torcedores normalmente costumam ser conhecidos por outra alcunha: carboneros. A explicação é lógica: são os clubes que vêm da terra do carvão, ou constituídos em sua origem pelos trabalhadores que atuam nesta atividade.
A primeira vez que um clube carbonero esteve em Porto Alegre para disputar uma final de torneio internacional, naturalmente, foi nos domínios do Grêmio. No grande ano de 1983 o tricolor mostrava quem mandava na América e seria durante décadas o senhor absoluto deste torneio na Província de São Pedro. O fantástico time do Peñarol, clube que possui em seu cartel três títulos de campeão mundial de futebol, mostrou-se um digno combatente, sucumbindo apenas para o grande campeão da América, cujo esquadrão tinha os lendários De León, Renato e César. Partiu então o tricolor para conquistar o mundo, batendo o campeão europeu daquele ano, o Hamburgo. O mesmo Hamburgo que foi o convidado do jogo inaugural da mais moderna arena de futebol das Américas. Questão de nível.
Há pouco mais de dois anos atrás, este mesmo time carbonero derrotado pelo Grêmio em 1983 retornou a Porto Alegre, porém para jogar em um local que estava em escombros. Não se importou com isso e eliminou o anfitrião descuidado. Acometido por uma variante da Síndrome de Estocolmo, este mesmo clube que recebeu o Peñarol e foi por ele eliminado em casa, resolve convidá-lo para a festa de “inauguração” das reformas de seu campo de jogo. Anunciam a chegada de um tricampeão do mundo (?), multicampeão do futebol mundial. Não será algum clube europeu, como haviam anunciado anteriormente (faltou grana?). Talvez tenham convidado os carboneros para tentar apagar a lembrança ruim que porventura tenha ficado da última vez. Algo do tipo “vocês vieram aqui em casa, nos socaram, mas fiquei com vergonha mesmo assim, porque a casa estava um caos; agora já deixei tudo arrumadinho, podem vir nos socar de novo...”.
Até gostaria de discorrer um pouco mais sobre este tema, mas está difícil digitar e gargalhar ao mesmo tempo.
 
Saudações Imortais
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Leia abaixo post sobre o concurso da camiseta

Sorteio da camiseta - Fim das inscrições

Finalizamos a promoção com 348 inscritos. Desta forma, de acordo com o regulamento, as centenas de cada participante serão o número recebido, mais as que, somando-se 348, estiverem contidas no intervalo [349;999].

Exemplos:
O número 1 concorre com as centenas: 1, 349 e 697.
O número 2 concorre com as centenas: 2, 350 e 698.
O número 3 concorre com as centenas: 3, 351 e 699.
...
O número 303 concorre com as centenas: 303, 651 e 999.
O número 304 concorre com as centenas: 304 e 652.
...
O número 348 concorre com as centenas: 348 e 696.

Importante: Como o volume de inscrições foi grande, o estagiário que efetuou a distribuição dos números não fez filtro dos inscritos. O número sorteado será "auditado" para verificar se concorreu dentro das regras (uma inscrição por participantes). Então, visando prevenir choro e ranger de dentes, pedimos que, caso alguém tenha recebido 2 ou mais mails informando número para concorrer, entre em contato pelo mail do blog, até domingo, solicitando a exclusão do número ou números adicionais. Se isso não for feito, e constatarmos a irregularidade, o prêmio não será entregue.

Boa sorte.

15 de outubro de 2013

Pulando da barca

Está chato. Está muito chato. Tão chato que estou quase impondo uma condição para continuar no blog: só fico se não tiver mais que mediar comentários. O que significa, não ter de lê-los.
Esta montanha russa em que se transformou boa parte da torcida gremista irrita.
O Grêmio ganha e é um super time pronto para a glória.
O Grêmio empata fora, eu disse empata fora, vítima de um gol fortuito, eu disse um gol fortuito, e nada nem ninguém presta. O craque de ontem é o perna de pau de hoje.
Do Dida, passando pelo Grohe, ao presidente Koff, ninguém, eu disse ninguém, vale um centavo furado.
E as soluções então? Aparece cada escalação e cada contratação de arrepiar cabelo de careca.
Claro que vai ter uma chusma de comentários me enchendo o saco. Claro que a maioria não terá nada a ver com o que escrevi aí em cima.
Mas eu tenho uma sugestão para os corneteiros de plantão: imaginem torcer para um time que tem goleiros mão de alface, defesa de 400 anos, meio de campo de brucutus e atacantes milionários e que não jogam bola. Ou imaginem se vocês fossem torcedores de qualquer um dos 18 times que estão atrás do Grêmio no campeonato. Com certeza, vocês já teriam se suicidado.
Pitica, a mediação dos comentários é toda contigo. Eu vou proteger meu fígado.

13 de outubro de 2013

Abobrinhas da Pitica

Atualizado pelo seu Algoz as 8:55

O blog já recusou ofertas para incluir patrocínio e propaganda diversas vezes. O número de acessos e a qualificação dos leitores atraem interessados. Entendemos que a propaganda poluiria o blog e tiraria o foco do que nos interessa, que é discutir as coisas do Imortal.
Por esta razão, o blog não tem NENHUM interesse em fazer cadastro dos leitores e muito menos em comercializar este cadastro.
O sorteio da camiseta foi uma forma encontrada de agradecer a presença de vocês todos aqui.
Todo o resto é paranóia, aliás com certa justificativa. A regra deste país é a malandragem. Não aqui.

Não esqueça!

Dia 15 de outubro é a data derradeira para inscrição do sorteio da camiseta do Grêmio. Para comemorar  oito anos de existência, o blog Imortal Tricolor faz esse afago aos leitores.
Até o dia de hoje, já são 279 inscritos. Para participar, basta enviar um mail, até o dia 15/10/2013, com o assunto "Sorteio de camiseta", para o mail do blog:  blogremio@gmail.com . No mail, informe o seu nome, endereço completo, um telefone para contato e a camisa da sua preferência (a tricolor ou a branca).
Se por acaso alguém não recebeu o número para concorrer, mande um email com os dados explicando que já havia se inscrito e não recebeu retorno.
Boa sorte !
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Azar não, falta de sorte!

Dá até vontade de chorar  ver o Grêmio estar vencendo uma partida durante 89 minutos e , no minuto final, levar um gol paranormal. Se aquele lance fosse tentado mais um milhão de vezes, apostaria meu apartamento como não entraria de novo no gol de Marcelo Grohe. Foi surreal! Poderia entrar para a galeria de fatos inusitados do mundo bizarro. É muita falta de sorte! E depois tem gente que diz que ela sorri para o tricolor.
Meno male que o Cruzeiro vem trôpego nas últimas rodadas e, quem sabe, comece a balançar. Não duvido de mais nada... Vocês que são bons com os números é que poderão dizer se a possibilidade de ultrapassá-lo ainda é possível para nós. Não vou me aventurar por essa seara porque não é a minha praia.
Só sei que ainda torço e desejo que isso seja possível. 
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Dida x Grohe

Disputa saudável e de muita qualidade no gol tricolor.


Nas três últimas partidas em que jogou, Dida foi o goleiro que um time com a grandeza do Grêmio merece ter. Até aquela data, ele não me convencia de que sua contratação havia sido um grande negócio. Agora não! Agora está em grande fase e com um desempenho impecável. Quando acho que tenho o direito de criticar eu critico. Mas gosto de ser justa quando o momento exige. E neste momento atual, devo ser justa e dizer que Dida está sendo um goleiro espetacular e muito bem sucedido em sua tarefa.
Por sua vez,  ontem Marcelo Grohe não foi menos eficiente que seu colega de posição. Uma atuação irrepreensível contra o time do Pofexô, aquele que não confiou em sua competência para disputar a Libertadores (mesmo tendo salvado a sua pele). Eu já o considerava um  goleiro à altura do clube. O jogo de ontem serviu para fortalecer essa minha convicção.
Agora estamos assim: o Grêmio está muito bem servido de goleiros. Os dois estão perfilados à altura do clube e em igualdade de condições para defender a meta tricolor. Não acho que valha mais a pena ficar desmerecendo um em benefício do outro ou vice-versa. Ambos estão ótimos e isso é excelente para nós.
Ponto e basta!
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Ramiro

 
Ramiro chegou sem alarde e conquistou a vaga com dedicação.


Esse Ramiro é o típico caso que gosto de me debruçar para falar e escrever. O guri chegou do Juventude sem badalação, caiu de para-quedas na equipe titular, sei lá como, e fez o que sempre imaginei que garotos inteligentes e bem formados deveriam fazer no mundo do futebol: agarrar a oportunidade feito carrapato em cachorrinho de madame. Muito poucos tem a chance que teve. Ele simplesmente tomou conta da posição e joga como um abnegado soldado que é mandado para a guerra com a seguinte instrução: "se quiser sobreviver, te vira".
Não deu outra. Parece um veterano em campo e corre como poucos. Mas claro que o guri é muito inteligente. Só quem tem uma mente superior chega onde chegou em tão pouco tempo. Além disso, ele parece saber o que quer da vida e não estar disposto a jogar a oportunidade na lata de lixo. Gosto de vê-lo em campo chegando no juiz e reclamando como se fosse um trintão acostumado a reivindicar pelo seu time. É óbvio que deve haver uma boa base familiar e uma educação de qualidade na sua formação. Muitas vezes são a falta desses fatores e de orientação que destroem carreiras promissoras. É uma pena quem nem todos possam ter uma boa estrutura psicológica para vencer em um meio altamente cruel e complicado para jovens cabeças despreparadas. Muitos talentos são assim desperdiçados. 



12 de outubro de 2013

Empate com gosto amargo

Fluminense 1 x 1 Grêmio

Pré jogo

Aniversário da Pitica hoje. E dia de jogo contra o time do Pofexô.

Não joga Dida. E há 2 meses jamais pensaria que lamentaria este fato. É tudo, portanto com Grohe. Que seja feliz, mesmo com a falta de ritmo. Tão feliz quanto espero e desejo que a Pitica seja em todos os dias da sua vida.
Um grande beijo.

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Primeiro tempo: 0 x 1

Com três minutos Barcos tinha errado três jogadas. Aos 5 minutos Saimon cabeceou fraco o que foi a primeira chance de gol. Gol perdido. Um minuto depois foi o Fluminense quem perdeu uma chance viva.
O jogo continuou ocm muitos erros de passe de lado a lado.
Aos 21 minutos o primeiro contra-ataque que encaixou. Barcos deu um grande lançamento para Souza que deu uma bomba no travessão. Na sequência da jogada a bola voltou para Souza que chutou forte por cima. Grande chance.
Aos 24 minutos o goleiro do Fluminense fez grande defesa em cabeçada de Barcos.
Logo depois um jogador deu com o cotovelo no Saimon. Levou um amarelo maratíssimo. Na sequência, um tosco que jogou em um timinho de quinta agrediu Kleber e também ficou com um amarelo barato.
O Grêmio dominava o jogo mas aos 32 minutos, em contra-ataque, foi um salseiro na área do Grohe e quase saiu o primeiro gol.
Aos 38 minutos, escanteio para o Grêmio e Bressan tentou duas vezes. A cabeçada foi na trave, no rebote, meio desajeitado, mandou para dentro. 
Aos 40 Grohe salvou o empate em cobrança de falta. Aos 41, 42 e 43 mnutos Marcelo Grohe foi portentoso. Três defesas espetaculares. Milagrosas uma delas.
O twitter estava enlouquecido.
O jogo terminou com o Fluminense em cima, mas Grohe salvando tudo.
Um primeiro tempo muito bom do Grêmio  até fazer o gol. Depois sofreu um sufoco danado mas se escapou.

Segundo tempo: 1 x 0

O segundo tempo começou com o juiz deixando de expulsar um arigó do Fluminense e ainda dando amarelo para o Ramiro por pretensa simulação. Portanto, ele que havia apitado bem o primeiro tempo, começou roubando o segundo.

O Fluminense pressionava, mas sem levar perigo. O sufoco dos últimos 10 minutos do primeiro tempo não se repetia. 
Adriano começava a aparecer como um cão de guarda feroz.
O Grêmio só foi chegar a primeira vez aos 17 minutos com um chute tosco do Ramiro.
Aos 23 minutos o Fluminense chegou com perigo pela primeira vez, mas Saimon salvou.
Logo depois um panaca do Fluminense que merecia ter sido expulso na jogada em que Ramiro levou o amarelo, fez um teatro e foi expulso.
Aos 30 minutos Renato reclamou que o time estava dando muito chutão para o nada.
Telles era um gigante no desarme e Adriano, de grande segundo tempo saiu por cansaço.
Aos 36 minutos Souza perdeu a bola do jogo por displicência ou cansaço.
Aos 43 minutos o Grêmio perdeu a chance de matar. Elano, que havia entrado, passou mal a bola para o meio da área.
Aos 45 minutos o crime. Um chute tosco e a bola bateu no calcanhar do zagueiro e encobriu Grohe.
Um castigo duro.

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Em condições normais seria um bom resultado. Ficou muito amargo porque o Fluminense não fez nada no segundo tempo e o gol foi fortuito.

Mas como o Cruzeiro já é campeao, este empate ajuda a consolidar a segunda colocação e a vaga direta.
Agora é um treino apronto com o Corinthians para a Copa do Brasil e empurrar um timeco para a zona de rebaixamento no domingo.

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Como jogaram

Marcelo Grohe: Defesas espetaculares no primeiro tempo. Sem culpa no gol. O melhor do time.
Pará: Muito bem. Foi dele a jogada que resultou no escanteio do primeiro gol.
Saimon: Discreto mas sem comprometer.
Rhodolfo: Não apareceu com o destaque dos outros jogos.
Bressan: Está jogando melhor a cada dia. E fez gol.
Alex Telles: Quase não apareceu no primeiro tempo. E levou um calor dos atacantes no primeiro tempo. No segundo tempo foi um gigante nos desarmes. Saiu extenuado aos 39 minutos.
Souza: Muito bem. Quase fez um golaço.
Adriano: Muito discreto no primeiro tempo. Uma grande atuação no segundo tempo até sair.
Ramiro: Um motor incansável. Saiu aos 40 do segundo tempo.
Kleber: Bem na retenção de bola.
Barcos: Um bom primeiro tempo. Não está jogando de centro-avante. Utilíssimo no auxílio da defesa.
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Matheus Biteco (Adriano):  Entrou  muito enfeitado. Quase comprometeu.

Wendell (Alex Telles): Sem tempo.
Elano (Ramiro): Perdeu a bola do jogo.

Renato: Sabe o que quer. Foi traído por uma bola fortuita.
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Árbitro: Alicio Pena Junior (MG) apita a partida, auxiliado por Bruno Boschilia (PR) e Herman Brumel Vani (SP). - Errou algumas faltas, mas o maior erro foi do bandeira que deu um impedimento escandaloso quando Kleber saiu do campo do Grêmio e fatalmente faria o segundo gol.


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O jogo no twitter