11 de dezembro de 2013

Pentelho Arthur Lodi: O MEU GRÊMIO PARA 2014


O Marcos já viu o que é deixar os aplausos unânimes dos filmes para a corneta de quem escreve texto. Agora é a vez do Pentelho Arthur.

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Apesar da agenda negativa por parte de alguns, creio que o Grêmio está no caminho certo para retomar os anos de glórias.
Renato tem muitos méritos. Pegou o mesmo time que o Luxemburgo tinha à disposição - com exceção de Rhodolfo - e colocou o Grêmio na Libertadores. Deu confiança aos jovens, como Bressan, Alex Telles e Ramiro, além de solidez defensiva. O discutido Dida, apesar dos apesares, correspondeu e fechou a meta tricolor.
No entanto, há de se relevar os pontos negativos. O sistema ofensivo foi a decepção do ano. Kleber e Barcos não corresponderam e Renato não fez (ou não conseguiu fazer) nada a respeito. Também insistiu demais em esquemas que nunca deram certo, teimou ao deixar Maxi Rodríguez de fora e sempre demorava para colocá-lo. Quando o uruguaio entrava em campo, dava outra cara ao time.
Colocando tudo isso numa balança, ainda cheguei a conclusão que Renato é uma boa para 2014. A não ser que a direção queira apostar em Roger, Renato tem que ficar. Futebol é continuidade. Demitir Renato para trazer outro técnico é colocar todo o trabalho feito por ele no lixo e começar tudo novamente. E não é esse o caminho correto.
Independente da permanência ou não de Renato, o elenco deve sofrer algumas alterações para o próximo ano. O grupo precisa ser rejuvenescido. Os mais experientes, os medalhões - como Elano e Zé Roberto - não terminaram o ano bem e devem sair. É preciso apostar mais na base do clube, nos jovens jogadores. Na lateral direita, tem o Tinga. Na esquerda, além de Wendell, tem Breno (18 anos). Na zaga, Thyere e o argentino Canavesio. Iago, também 18, é um meio-campista jovem e de qualidade. Para o ataque, Gustavo Xuxa (que já jogou pelo profissional neste ano) e André também são opções. E é no Gauchão o momento certo para lançá-los.
O jeito é fazer uma pré-temporada decente, esquecer o campeonato estadual e se preparar para o restante do ano. Fazia muito tempo que o Grêmio não disputava por dois anos consecutivos a Copa Libertadores. E no segundo semestre ainda tem o Campeonato Brasileiro e a Copa do Brasil - já estamos nas oitavas-de-final, lembram?
Se o time estiver focado, jogando com vontade e raça, não há quem segure.

10 de dezembro de 2013

Marcos Agostini: O MEU GRÊMIO PARA 2014

Caríssimos leitores,

A partir de hoje publicaremos uma série de posts em que cada um dos blogueiros colaboradores dirá o que espera do e para o Imortal Tricolor em 2014.
O primeiro é o Marcos Agostini. Vocês poderão checar também se ele é tão bom no texto quanto no cinema.
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A Libertadores é um torneio que eu faço questão de disputar todos os anos. Se não ganhar, paciência. Mas a emoção, a alegria, o nervosismo, o entusiasmo e até mesmo, a raiva ou decepção que ela me proporciona, são inigualáveis. Portanto, acredito que minha maior expectativa para 2014, assim como a de todos os gremistas, é o torneio continental. Por enquanto, vejo o Grêmio abaixo de Cruzeiro e Atlético-MG. Acho também que não estaremos muito acima do Flamengo. Mas o Cruzeiro será o grande time a ser batido. E por isso, algumas mudanças na nossa equipe se fazem extremamente necessárias. Ademais, sou daqueles que preferem deixar o Gauchão para testes.

Há quantos anos apostamos em medalhões para nos trazer títulos? A quantos anos gastamos o que temos e o que não temos em salários astronômicos a jogadores que fazem sucesso em outros clubes, mas não vingam aqui? E no fim, não conquistamos objetivo nenhum. Espero que a receita para 2014 sejam os jovens: do clube e de fora. É claro que um ou dois jogadores de renome ou mais experientes deveriam vir, mas precisamos de um time rápido, diferente do time que tivemos nos últimos anos. Penso que Kleber gladiador deveria ser utilizado como moeda de troca. Ele está longe de ser um jogador ruim, mas está há dois anos aqui e não conseguiu fazer o que dele se esperava. O grande problema é encontrar clubes interessados que aceitem pagar o que ele ganha. A mesma destinação devem ter Elano e Marcelo Moreno. Por outro lado, apesar do fraco ano do Barcos, ainda vejo nele algumas esperanças. Acho que ele ainda merece mais uma chance, antes que vá para outro clube e deslanche como acontece na maioria das vezes.

Se os investimentos para 2014 não serão grandes, podem existir jogadores não tão caros que podem dar respostas melhores do que as que temos atualmente. Por isso, seguirei uma lógica de mudanças pontuais. Apesar do ótimo ano do Dida, é hora de dar uma chance definitiva ao Marcelo Grohe (que é bom goleiro) e valorizá-lo. 
Pará, apesar de todo seu esforço e garra, não passa de um útil reserva. Portanto, a lateral direita precisa ser priorizada. Um nome que me agrada (entre muitos) é Ayrton (atualmente no Vitória), mas ainda temos o Tinga, de ótimas atuações na base e que pode servir. 
A zaga esta bem servida. Rhodolfo precisa ficar em definitivo e Bressan ou Werley estão de bom tamanho. Na esquerda, ainda que Alex Telles tenha terminado o ano com atuações melancólicas, caso não seja negociado, também é a melhor opção para a posição. Ainda assim, Wendell parece ter futuro. 
Sobre os volantes (Souza, Ramiro e Riveros - e até Leo Gago), não há o que reclamar. Não precisamos de contratações nesse setor. 
Para o meio, Maxi, que esta sendo preparado, é minha preferência. Mas não me iludo de que ele fará tudo sozinho. Isso seria um grande erro. Por isso, acho que uma outra prioridade é um ótimo jogador para atuar ao seu lado. Um verdadeiro camisa 10. Jogador este que não temos no grupo. Nomes como Cícero, Montillo, Jadson ou Elias seriam um dos meus sonhos de consumo, principalmente o argentino. Mas Zé Roberto ainda me serve para grupo. 
No ataque, se Leandro voltar, é outro que merece uma chance definitiva, pois mostrou evolução no Palmeiras. O ideal seria a manutenção de Vargas para atuar de titular e, por isso, lamento imensamente sua saída. Osvaldo esta dando sopa no São Paulo, mas ainda tem o Guilherme e o Luan que estão na reserva do Atlético-MG. Até Rildo da Ponte Preta ajudaria para grupo. Seriam minhas preferências para atuar ao lado de Barcos. Claro, não se podem esquecer os jovens que já estão no grupo, em especial o tal de Canavesio, os Bitecos, Jean Deretti, Wangler (!), Lucas Coelho, Yuri Mamute, entre outros.

Eu poderia ter citado inúmeros jogadores que me agradariam. Mas tentei analisar pela ótica das recentes declarações dos dirigentes gremistas. Não é um time dos sonhos para ganhar Libertadores? Não, não é. Mas é, a meu ver, o que podemos fazer. Pode dar certo. Novamente, entraremos na Copa do Brasil diretamente nas oitavas de final e o Brasileiro vai ser complicado como sempre. Mencionei poucos nomes, mas tenho certeza que a direção será criativa, inteligente e atuante no mercado. Quem sabe até nos surpreenda.

Por fim, o técnico. Agradeço ao Renato pelo ano e pela melhora no time. Vejo que ao mesmo tempo em que conseguiu ajeitar o time de Luxemburgo, não conseguiu dar sequência a evolução do seu próprio trabalho. Agrada-me muito a ideia de técnicos novatos para o próximo ano, mas confesso que sinto certo temor pela inexperiência deles. DalPozzo, Enderson Moreira ou Cristovão Borges seriam esses nomes. Ficaria com o último, que está saindo do Bahia. Se Renato for ficar, que seja por um valor compatível com o planejamento da direção. Se não, obrigado e até a próxima. Até Valdir Espinosa vem surgindo como nome ultimamente. Mas na dúvida, ousaria no Cristovão. O que vocês acham?

9 de dezembro de 2013

Quem será o técnico?

Até o momento, não consegui nenhuma indicação de quem poderá ser o técnico do Grêmio em 2014. Pode ser Renato? Pode! Pode ser outro nome? Também pode!
Acredito que o presidente Fábio Koff decidirá com muita calma e reflexão o rumo que o clube tomará na próxima temporada. Não resolverá nada açodadamente só para contentar os curiosos de plantão. Hoje não tive tempo para ouvir e nem ler a imprensa esportiva, mas imagino que devam estar sendo dados tiros a esmo no escuro. Só imagino o desespero para descobrirem quem será o comandante do elenco no ano que vem. Ao pensar nisso, sinto uma vontade irresistível de rir da situação...
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Independente de quem seja o técnico, acredito que o Grêmio já tenha uma boa base para a próxima temporada. Agregando poucas peças, como um bom meia e um lateral  mais agressivo ofensivamente que o Parazinho, acho que já dá para a largada.
Quanto às dispensas, penso que a direção conseguiria fazer um bom corte nos gastos com a folha salarial. Se saírem Dida, Fábio Aurélio, Adriano, Elano, Welliton, Zé Roberto e Vargas a economia será de pelo menos R$ 2 milhões mensais (sem contar os encargos sociais).
Está chegando a vez da gurizada. Lembro que também temos no elenco os jovens Saimon, Rafael Thyere, Canavesio, Moisés, Wendell, Guilherme Biteco, Jean Deretti, Matheus Biteco, Lucas Coelho, Paulinho e Yuri Mamute.
Eu gostaria muito de vê-los em ação para tirar a prova se são suficientes ou não para vestir a camiseta tricolor. Mantendo medalhões na equipe, é certo que os meninos não terão espaço para mostrarem seu futebol.
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Está rolando na internet (repassado pelo leitor André Batista).

 http://pt.slideshare.net/sinoti1/dossie-gre-nal

8 de dezembro de 2013

Um vice, um borrado e mais violência para lamentar

Portuguesa 0 x 0 Grêmio

Pré jogo

Último jogo do primeiro ano da Arena. Não foi o ano dos sonhos. Mas também não foi um ano mau. O Grêmio está prestes a ser vice-campeão brasileiro. Há quem desdenhe, especialmente aqueles que estão na rabeira brigando para não cair. É  famosa história da raposa e das uvas.

O ano termina também sem que a eleição para presidente tenha terminado. Odone/OAS não se conforma. E ao invés de se recolher ao silêncio respeitoso que devem ter todos aqueles que saem de cena, não se contém e sai a vomitar asneiras em rádio, semana sim e outra também. Mas se entende. Classe não é para quem quer. Classe é para quem tem.
Mas vamos ao jogo.

Primeiro tempo: 0 x 0

Aos 3:30 minutos Barcos entrou a drible e da marca do pênalti chutou em cima do goleiro. Foi um gol feito perdido. Enquanto isto, em Cassias o timinho fazia cera para bater um escanteio aos 3 minutos enquanto a torcida festejava o gol do Atlético Petralha.

O Grêmio começou em cima mas logo a Portuguesa equilibrou e teve uma boa chance aos 10:30. Dida pegou no meio do gol. Dois minutos depois Souza salvou outra jogada perigosa.
Aos 15 minutos o Grêmio chegou com perigo em boa jogada pela esquerda. 
Aos 19 minutos Kleber dominou na área mas foi travado na área de chutar. Na cobrança do escanteio Bressan cabeceou para fora.
Enquanto isto idiotas armavam confusão em Joinville, com direito a torcedores feridos e choro do jogador Luis Alberto. Segundo ele, os torcedores petralhas batiam com paus na cabeça de torcedor do Vasco. Animais não deveriam frequentar estádios.
E o primeiro tempo terminou com maior atenção sendo prestada na situação absurda de Joinville.
A Portuguesa foi levemente melhor mas sem criar grandes oportunidades de gol. O Grêmio teve a grande chance com o Barcos e mais duas ou três chegadas que não chegaram a configurar situação de gol.
O timinho, enquanto isto, sofria para manter o empate contra os reservas dos reservas da Ponte que, antes do jogo, ficaram até as 14 horas comendo num café colonial.


Segundo tempo: 0 x 0

O Grêmio voltou igual. Aos 4 minutos Zé Roberto bateu uma falta da entrada da área. A bola explodiu no travessão.
O jogo continuava morno enquanto Ferrugem quase fazia uma macaquice em Caxias.
Aos 7:40 minutos Zé Roberto de novo bateu forte de fora da área. Passou raspando.
Aos 9:40 minutos Vargas pifou Kleber que, novidade, errou. No rebote Zé Roberto errou da marca do pênalti.
Depois de um início quente o tricolor voltou ao marasmo do primeiro tempo. E aos 20 minutos Renato chamou Maxi Rodriguez. Saiu Vargas, que era o único que era lúcido na frente. Por conta disto foi chamado de burro por alguns torcedores.
Aos 32 minutos, quando a torcida já vaiava a falta de vontade dos jogadores dos dois times, Maxi cruzou na cabeça de Barcos que mandou por cima.
A Portuguesa chegou duas vezes com perigo enquanto a Ponte quase matava em Caxias.
Aos 37 minutos o Grêmio jogava, bisonhamente, pelo empate. E Kleber conseguia ser o pior entre os piores. Atuação ridícula. Tipo do jogo em que se chama o azar.
Mas a Portuguesa também resolveu garantir a primeira divisão de 2014.
E foi isto.

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Foi de novo um jogo tosco. Especialmente após os 15 minutos do segundo tempo. O time conseguiu o empate que lhe dava o vice campeonato e a vaga direta. Mas foi triste de ver, quase deprimente.
Só menos deprimente do que o fiasco do timinho, que penou para empatar com os reservas dos reservas da Ponte Preta.
E também muito menos deprimente do que o que aconteceu em Joinville. Um fiasco do Ministério Público de Santa Catarina. Mais um fiasco neste país acostumado com desmandos de quem deveria dar o exemplo. Um país de políticos corruptos.
Mas também não há dúvidas que nada vai acontecer. Infelizmente.

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Como jogaram

Dida: Sem trabalho no jogo todo.
Pará: O mesmo de sempre.
Bressan: Muito bem na defesa.
Rhodolfo: Muito firme como sempre.
Alex Telles: Bons movimentos pela esquerda.
Souza: Termina o ano jogando muito.
Ramiro: Bem.
Zé Roberto: Alguns bons momentos. Foi o melhor do time. O que não quis dizer muito no jogo de hoje.
Vargas: O melhor do ataque. Mas foi substituído. Uma pena que não ficará.
Kleber: Luta muito. Não produz nada. Um peso morto.
Barcos: Muito esforço, boas jogadas e um gol perdido no primeiro tempo. Nulo no segundo tempo.
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Maxi Rodriguez (Vargas): Entrou no ritmo do time. Lento, quase parando. 

Renato: Foi vice campeão brasileiro.
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Arbitragem: Emerson de Almeida Ferreira (MG), auxiliado por Fabio Pereira (Fifa-TO) e Marrubson Melo Freitas (DF) - O melhor em campo. Nenhum erro do trio.

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O jogo no twitter



7 de dezembro de 2013

Daniel Matador e Arthur Lodi: Os Fantasmas se Divertem

Hoje o post é em dose dupla:

Caros

Em 1988 o Grêmio apresentou ao grande público um esquadrão que viria a ser conhecido como “Grêmio Show”, tamanhos eram os espetáculos de bola que este time apresentava, aliando técnica e poder de marcação. Treinado por Otacílio Gonçalves, o tricolor conquistou o tetracampeonato gaúcho de forma soberba. O time base era formado pelo histórico goleiro Mazaropi, com Alfinete e Aírton ocupando as laterais e a dupla de zaga composta pelo chileno Astengo e Luís Eduardo. No meio-campo, uma composição que marcou época, com Bonamigo, Cuca, Cristóvão e Valdo, além do ataque que levava pânico ao coração da coloradagem, Lima e Jorge Veras, este último um especialista em meter gols no goleiro Taffarel, muitos deles frangos vexatórios.

Neste mesmo ano, o maluco diretor de cinema Tim Burton lançou aquele que foi seu primeiro grande sucesso cinematográfico. Os Fantasmas se Divertem conta a história de um casal que acaba morrendo e que se recusa a sair da casa que tanto gostam, indignando-se quando outro casal compra o imóvel. Tentando agir como verdadeiros fantasmas, passam a assombrar os novos moradores, na esperança de que eles deixem a casa. Entretanto, sua pouca prática na arte de assombrar acaba não surtindo muito efeito, razão pela qual contratam os serviços de um fantasma mais experiente, que atende pelo nome de Beetlejuice (este inclusive é o título original do filme). Os personagens principais tiveram um grande impulso em suas carreiras com este longa, entre eles Michael Keaton (que viria a trabalhar novamente com Burton nos dois primeiros filmes do Batman), Alec Baldwin, Geena Davis e Winona Ryder. Bons momentos de diversão.

Pois recentemente tivemos uma aparição que também remete às histórias de fantasmas. A torcida do Racing Club de Avellaneda, um dos mais tradicionais clubes argentinos, em um arroubo de criatividade, superou-se na corneta ao rival Independiente. O maior campeão da Taça Libertadores, com sete títulos, acabou amargando as agruras da segunda divisão de seu país. Nos últimos jogos, quando agonizava para tentar escapar da degola, colecionava cada vez mais insucessos e derrotas, afundando-se ainda mais na lama. Foi aí que a criação do Racing começou a dar as caras. Denominado El Fantasma de La B, esta divertida figura aparecia do nada nos jogos do Independiente, apenas para atazanar a vida do time e fazer uma pressão psicológica ainda maior. A cada aparição, mais aflitas ficavam as arquibancadas, como que prenunciando um desastre inevitável apenas por vislumbrar a presença daquele lençol ambulante com um grande "B" no peito. A queda acabou ocorrendo e o Fantasma de La B imortalizou-se como uma criação genial. Os torcedores do Racing haviam criado um mito que a partir de então sempre costuma aparecer para aquelas equipes que correm risco de rebaixamento.

Pois na semana em que o tricolor prepara-se para carimbar a vaga direta à Libertadores e confirmar o vice-campeonato nacional, outras equipes encontram-se apavoradas com a possibilidade de disputa da Série B em 2014. O jogo do Grêmio contra a Portuguesa será quase um jogo de compadres, pois o empate é benéfico para ambos. E nesta mesma semana o Fantasma de La B foi visto circulando pela capital gaúcha. Dizem que andou por algumas áreas da cidade e passou por um estádio que está em reformas. Reza a lenda que foi visto tomando o rumo para a Serra Gaúcha, não se sabe por qual motivo. Será que ele está nas imediações em alguma missão? Estaria esta entidade sendo o arauto de um futuro inevitável para alguma equipe de futebol? Só o futuro dirá. Vejam o vídeo abaixo e tirem suas próprias conclusões.


Saudações Imortais




6 de dezembro de 2013

Greminis


Recebi do Ducker com o pedido de divulgação.

Torcedor gremista,

No próximo dia 16 acontecerá oficialmente o lançamento do mais novo projeto tricolor: os Greminis – A Turma da Arena Azul. Um DVD com uma série de animações musicais com nove personagens que vivem no interior do novo estádio gremista.
Voltado para o público infantil entre 0 e 6 anos, os Greminis tem como objetivo cativar as crianças e auxiliar no repasse de valores entre gerações.
Além das músicas do cancioneiro infantil, ele traz canções inéditas criadas especialmente para os pequenos como o “Hino dos Greminis” e o “Parabéns a você” voltado para o mini tricolor. Pensado para os torcedores do futuro, os Greminis facilitam o envolvimento dos gremistas com seus descendentes para que estes também sintam a paixão e a emoção de torcer por um grande clube.

Inovador, lúdico e educativo este projeto ajudará também o Instituto Geração Tricolor e o Desejo Azul, através do repasse de parte do valor arrecadado com as vendas. Para encantar tanto crianças quanto adultos, os Greminis estarão disponíveis nas bancas de revista do Estado e nas lojas Grêmio Mania, Multisom e Colombo por apenas R$ 29,90.


O link é este aqui.



5 de dezembro de 2013

Marcos Agostini: Ninguém quer jogar no Remendão

Tony Blair e o Imortal

Ele não sabe onde se meteu. com certeza hoje começará a campanha contra ele na impren$a gaúcha.


4 de dezembro de 2013

Marcos Agostini: Mais uma libertadores nas nossas vidas




3 de dezembro de 2013

Seria a continuidade a chave do sucesso?

* Texto do torcedor gremista e leitor do blog, Guaru

Muito se comenta que os últimos clubes brasileiros campeões das maiores competições contavam com três ou quatro jogadores do Grêmio em seu plantel.
Partindo da premissa de que a rotatividade é comum no mundo do futebol e afeta qualquer clube, fiz um levantamento nominal entre os atletas dos clubes campeões em 2012: Atlético-MG, Cruzeiro e Flamengo.

Entre os clubes da Série A + Palmeiras, os jogadores campeões deste ano tiveram passagens pelos seguintes clubes:

Clube
Ex-jogadores
Grêmio
Gilberto Silva, Réver, Victor, Ronaldinho e Rafael Marques (CAM); André Santos, Carlos Eduardo e Marcelo Moreno (FLA); e Léo, Paulão, Tinga e Borges (CRU).
Corinthians
Jô, Rosinei e Michel (CAM); Felipe, Chicão, Wallace, André Santos e Elias (FLA); e Nilton, Éverton Ribeiro e Willian (CRU).
São Paulo
Victor, Diego Tardelli, Junior Cesar, Josué e Richarlyson (CAM); Léo Moura e Hernane (FLA); e Julio Baptista, Borges e Dagoberto (CRU).
Vitória
Leonardo Silva, Alecsandro, Neto Berola e Lee (CAM); Felipe, Wallace, João Paulo e Marcelo Moreno (FLA); e Egídio (CRU).
Internacional
Jô, Alecsandro e Rosinei (CAM); João Paulo (FLA); e Ceará, Leandro Guerreiro, Tinga, Ricardo Goulart e Dagoberto (CRU)
Botafogo
Michel, Junior Cesar e Rafael Marques (CAM); Léo Moura e Val (FLA); e Ceará, Leandro Guerreiro e Tinga (CRU).
Ponte Preta
Giovani, Luan, Alecsandro e Marcos Rocha (CAM); João Paulo e Elias (FLA) e Leandro Guerreiro (CRU)
Palmeiras
Leonardo Silva e Pierre (CAM); Léo Moura (FLA); e Léo, Souza e Luan (CRU).
Vasco
Alecsandro (CAM); Léo Moura e Amaral (FLA); Fábio, Dedé e Nilton (CRU)
Cruzeiro
Leonardo Silva, Alecsandro e Guilherme (CAM); e Val e Marcelo Moreno (FLA)
Santos
Diego Tardelli (CAM); e Ceará, Bruno Rodrigo, Henrique e Borges (CRU)
Flamengo
Michel, Diego Tardelli, Junior Cesar e Ronaldinho Gaúcho (CAM); e Egídio (CRU)
Goiás
Josué e Rafael Marques (CAM); e Egídio e Ricardo Goulart (CRU)
Fluminense
Junior Cesar (CAM); Léo Moura (FLA); e Éverton e Martinuccio (CRU)
Bahia
Leonardo Silva (CAM); e Val e Gabriel (FLA)
Atlético PR
Fábio, Dagoberto e Willian (CRU)
Portuguesa
Leonardo Silva (CAM); Felipe (FLA); e Bruno Rodrigo (CRU)
Criciúma
Carlos César (CAM); e Leandro Guerreiro e Luca (CRU)
Coritiba
Leandro Donizete (CAM); e Ceará e Éverton Ribeiro (CRU)
Náutico
Elias (FLA); e Souza (CRU)
Atlético-MG
João Paulo e André Santos (FLA).

Faço as seguintes considerações:

· Todos os clubes listados possuem ao menos um ex-jogador campeão por outro clube neste ano de 2013. É comum no futebol moderno essa rotatividade. A média é de 5,7 jogadores por clube na tabela acima. Apesar disso, é muito incômoda a posição superior que ocupamos.

· O Grêmio tem uma rotatividade muito alta. O elenco atual tem hoje, média de 1 ano e 7 meses de profissional no Grêmio (isso em um final de temporada). Mas não é bem por aí a explicação, não: O Cruzeiro, campeão brasileiro com todos os méritos, tem em média 1 ano e 9 meses, pouquíssima diferença. O Fluminense, provável série B, tem média de 2 anos e 2 meses dos jogadores no elenco.

· Então seria a torcida a culpada? Não tem paciência? Acho improvável! Dos 12 jogadores citados, somente Rafael Marques, Marcelo Moreno e Borges conviviam com críticas da maioria da torcida no momento da saída (não venham falar do Victor, que era criticado esporadicamente). Destacamos que os dois primeiros foram inúteis nas conquistas de seus clubes. Afora que não existe uma regra saiu do Grêmio = sucesso. Para citar alguns casos, que já havia falado no passado:

1. Mithyuê - Foi para o CSA, eliminado em último lugar de seu grupo na Série D do campeonato nacional, ficou em 39º lugar entre os 40 clubes.

2. Pessali - Reserva do Angers, na Ligue 2 da França.

3. Júnior Viçosa - Não foi bem no Sport e hoje é reserva do Goiás.

4. Bruno Collaço - Não foi bem no Goiás. Hoje joga no Náutico, rebaixado com louvor.

5. Rondinelly - Não vem sendo aproveitado no Palmeiras.

6. Tony - Reserva no Criciúma, futuro rebaixado.

7. Cris - Titular absoluto da sólida zaga cruz-maltina, hehehehe.

8. Léo Gago – Não conta com a simpatia do torcedor palmeirense.

· Renato Portaluppi está no comando do Grêmio há cinco meses. A média de meses que um treinador estava no comando de sua equipe antes de uma grande conquista nesse último biênio foi de 16,5 meses. Somente Jaime de Almeida do Flamengo conseguiu um resultado rápido (cerca de três meses no comando). Cuca, Tite e Felipão estiveram à frente dos seus clubes por quase dois anos antes de conquistar um grande título.

Concluo com o seguinte:

1 – Estamos contratando/revelando jogadores aptos a conquistar títulos.

2 – A rotatividade é natural no mundo do futebol. E em certa parte em nossa equipe, acentua-se pela falta de resultados imediatos.

3 – A alternância no poder é uma das bases republicanas. Não permite que determinado grupo se apodere do clube por muito tempo. Mas, em contrapartida, causa a descontinuidade. Nas últimas cinco eleições, a oposição venceu quatro.

4 – Fortalecer o comando é sempre bom. Dá noção de hierarquia ao grupo. Famílias fortes dependem de chefes de família fortes. Times de futebol também. Peço desculpas aos defensores da metodologia da “gestão compartilhada”, mas creio que um sistema de hierarquia piramidal tende a buscar melhores resultados em meios competitivos, como o futebol. Portanto, se não estiver querendo uma banana, multa rescisória pornográfica ou regalias excessivas, mantenham Renato  no comando do Grêmio. Blindado e fortalecido e terá chances maiores de trazer resultado.