10 de abril de 2012

I$entos acham carne de pescoço


Uma das coisas que mais incomoda a torcida gremista é a liberdade com que os i$entos baratos trafegam pelo Olímpico e escrevem o que bem entendem sobre o Grêmio. Incomoda tanto que, de algum lugar, acabou surgindo os ImparSCIais, um blog que satiriza a situação.
Faz anos que ninguém no Grêmio se posiciona e tenta dar um basta na bandalheira. Presidente após presidente, diretor após diretor, treinador após treinador, todos participavam do jogo imundo daqueles que foram definidos pelo Aff...tato como "muito baratos".
Pois agora parece que a festa acabou. Luxemburgo, mais do que pelos acertos do time, caiu no gosto da torcida por enquadrar este bando de anti-profissionais no canto que eles mereciam estar.
O mais delicioso dos dias de jogo do Imortal tem sido, sem dúvida nenhuma, ouvir as entrevistas do Pofexô após os jogos. Não fica nenhuma pergunta maliciosa sem uma martelada nos dedos de quem a formula. Acabou a vida fácil destes malandros de porta de igreja que se acham "expertos".
Até se pode imaginar os churrascos das segundas mais concorridos do que o normal. Bla-bla-lho e seus a$$eclas devem estar repensando a tática. Porque esta de pergunta safada para levantar ondas, com o Pofexô, definitivamente não cola. Basta ver as manifestações de alegria da torcida tricolor nos comentários dos blogs e no twitter em relação aos taquaraços.
Chega de filet mignon meus caros. Digiram a carne de pescoço agora. Com osso e tudo.

9 de abril de 2012

O Canto do Cisne [8]

Estatísticas acumuladas do Olímpico Monumental em 2012


Jogos = 8
Vitórias = 6
Empates = 1
Derrotas = 1
Público Pagante = 86.450 pessoas
Público Total = 113.054 pessoas
Renda = R$ 1.802.440,50
Gols: 22

Goleadores:

4 gols: Marcelo Moreno
3 gols: Kleber, Naldo
2 gols: Bertoglio, Légo Gago, André Lima
1 gol: Marquinhos, Fernando, Souza, Werley, Douglas Grolli, Miralles.

8 de abril de 2012

Um primeiro tempo suficiente

Grêmio 3 x 1 Caxias

Pré jogo

Para fazer bem alguma coisa, mais importante do que ser bom no que se vai fazer, é querer fazer bem. Há milhares de exemplos de talentosos que não deram em nada e de esforçados que chegaram no topo.
Você que é mais arguto já adivinhou onde quero chegar: no Miralles. Miralles chegou precedido de boa fama mas nunca se firmou. Não vai bem nos treinos, era a desculpa mais usada. Não se esforça. Nunca engoli esta desculpa, porque sei histórias de dezenas de jogadores que arrasavam nos treinos e desapareciam nos jogos. E vice-versa. Questão simples de temperamento. Ou falta de. Vários técnicos passaram pelo Grêmio e o deixaram encostado. Até que o Pofexô teve uma conversa de homem para homem e ele decidiu ir embora.
Uma semana na Argentina e Miralles voltou mudado. Ou, aparentemente mudado. Quer ficar.
Eu quase arrisco a dizer que ele chegou agora. Pela primeira vez parece com a cabeça em Porto Alegre e no Grêmio.
Que seja muito bem vindo. Só falta agora ver que diferença haverá no campo de jogo.
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Primeiro tempo: 3 x 0

Os primeiros 13 minutos foram quase de domínio do Caxias. O Grêmio nada criava. Até que os hermanos resolveram jogar. Bertoglio saiu da defesa e deu um passe espetacular para Miralles. Este cortou o zagueiro e bateu lindamente no ângulo. Um golaço!
Não foi um primeiro tempo de imposição como o 3 x 0 poderia dar a entender. A defesa deixou o Caxias criar algum perigo. E o ataque não foi tão efetivo. Até pela falta de uma ligação mais consistente e continua. Miralles perdeu um gol após outro lançamento espetacular de Bertoglio. Que também deixou André Lima na cara do gol para fazer o terceiro. Antes Naldo fez de cabeça em cobrança de falta muito boa de Leo Gago.
Em resumo, o placar foi melhor do que o jogo. E Bertoglio, corneteado pelos i$entos baratos, deu dois passes primorosos que resultaram em 2 gols.

Segundo tempo: 0 x 1

Voltando com 3 x 0 era natural que o segundo tempo fosse morno e deixando o tempo passar. Logo Bertoglio, o grande nome do primeiro tempo, saiu para dar lugar a Leandro. Logo depois entrou Felipe Nunes no lugar de Miralles. E mais um pouco depois, Leo Gago fez lambança e Victor aceitou um chute frontal. E mais um pouquinho depois o Caxias não fez o segundo por ruindade do seu atacante.
O Grêmio parou, literalmente, no segundo tempo. E sem Bertoglio ficou sem um articulador para pifar os atacantes.
Até os 33 minutos, a única coisa boa foi o lamento do Batista: "se o Caxias tivesse jogado assim no primeiro tempo as coisas poderiam ter sido melhores". Grande Batista, recalcado e mal agradecido. Este merecia que o stalinismo fosse instalado no Olímpico para apagar o nome desta lepra da lista de ex-jogadores do Imortal.

Mais feio do que o segundo tempo foi ver jogador do Imortal com chuteiras vermelhas. A diretoria deveria proibir esta prática que está se alastrando.
De bonito, além dos gols do Grêmio, a homenagem ao grande Airton, com seu nome em todas as camisas. Airton que foi o maior zagueiro da história do futebol.
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Como jogaram

Victor: No primeiro tempo não foi exigido. Frangueou no gol do Caxias.
Gabriel: Levou uma saranda do Vanderlei. Mas pelo menos correu hoje.
Naldo: Perigo nas duas áreas. Impressionante como rebate curto e mal.
Werley: Não é tão ruim como se pensava. Nem tão bom como deveria ser.
Julio Cesar: Boa partida.
Fernando: Sempre um dos melhores.
Souza: Bem. Embora sem repetir as atuações que teve na chegada.
Léo Gago: Bem. Sempre mantém o mesmo padrão. Não empolga nunca. Mas não decepciona nunca também. Falhou no gol do Caxias.
Bertoglio: Em jogo sem nenhum destaque excepcional, foi o melhor pelos dois passes espetaculares para o primeiro e o terceiro gol.
Miralles: Seja bem vindo. Pode ser muito útil.
André Lima: Corre. Ajuda a defesa. Fez gol. Mas vai continuar a ser corneteado.
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Leandro (Bertoglio): Como tem sido normal, não jogou nada. Tem que começar tirando aquelas chuteiras vermelhas.
Felipe Nunes (Miralles): Mostrou jeito para a coisa. Mas entrar em time que está dormindo não deve ser fácil.
Felipe Guedes (Leo Gago): Não tocou na bola.

Pofexô: Faz um bom trabalho. Talvez tenha freado demais o time no intervalo.
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 Márcio Chagas da Silva: Embora seja um negão de 2 metros não foi notado. O que para juiz é um baita elogio. Mas não tem jeito. Quando deu 8 minutos de acréscimo foi criticado pelos i$entos baratos. Agora deu 3 minutos e, surpresa, foi criticado pelos i$entos baratos.
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Público e renda

Público Pagante: 9.211
Público Não Pagante: 2.952
Público Total: 12.163
Renda: R$ 208.120,75
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O jogo no twitter

@seuAlgoz: Vanderlei é o cara: já deu nos dedos de um i$ento barato fdp.
@gremiooficial: Todos os jogadores levam nas costas da camisa de jogo o nome de Airton em homenagem ao eterno "Pavilhão".
@Thiagocb: Golaço do Miralles!!! Chupaaaaaaaaa
@Dudagarbi: É Páscoa! Miralles ressuscitou!
@seuAlgoz: Eu deixei pronto um post profético. Nada como saber das coisas.
@snel: Temos o milagre da ressurreição no Olímpico: Miralles, Naldo e Andre Lima.
@thiagocb: É... O Grêmio não convence nunca. CORNETEIROS FDP!!!!
@Imparsciais: Fim do primeiros tempos: Grêmio tem dificuldade para vencer o Caxias por 3 x 0. Inter vence bem o São Luiz, 2 x 0.
@betobuss: daqui a pouco o Batista vai dizer q o resultado eh injusto... Barato mediocre..
@fcpreis: Que coincidência, o Jean Pierre apitando jogo do Inter.
@snel: Que gol do Caxias. Gremio APAGOU no segundo tempo.
RT: : Esse Leandro não serve nem pra fazer sabão. Por falar nisso, é o típico segundo tempo pão com banha.

7 de abril de 2012

Teses são para os acadêmicos


Eu tenho idéias sobre futebol. Como a maioria também tem. E já estou há um bom tempo na estrada. Já torci para um meio de campo de Cacau, Iura e Neca. Neca era um Douglas muito melhorado. Não errava gol quando estava dentro da área. Fez mais de 40 só em um ano. Mas Cacau e Iura eram ruins demais. Vocês, mais novos, que ficam chiando com o Léo Gago, Marco Antônio, Marquinhos e outros, não tem idéia do que foi torcer 2 anos inteiros por Cacau e Iura. E junto com eles, Vilson Cavalo na lateral. Aquilo era Gremismo de verdade. Uma geração inteira foi forjada no sacrifício. Não é atoa que a torcida do Imortal é a melhor do mundo.

Mas volto ao que interessa. O fato de ter idéias não me faz um defensor intransigente de teses. Digo isto porque fui radicalmente contra a vinda do Pofexô mas estou começando a me convencer que ele foi um acerto. Pelo menos até agora. Está compenetrado no trabalho e já se viu que sabe mesmo lidar com boleiro. O time vem aos trancos e barrancos mas vem ganhando quase todas. Aquele jogo com o Pelotas guardo na pilha da exceção prevista. Time médio, ganhando todas de repente pinta o salto alto.

Se o Pofexô me deixa tranquilo, os corneteiros me deixam nervoso. Corneteiro é pior do que aqueles que defendem tese. Corneteiro nem tese tem para defender. Pega emprestada e, como não é inteligente, não sabe nem de onde roubar teses. Então, quase que invariavelmente pega emprestado de isentos baratos.

O Grêmio passa a ser um time sem ninguém que presta. No Grêmio todos são nulidades. No cocô-irmão só há craques. Bla-bla-bla. Corneteiro também não sabe ler. Por exemplo. Vai ler este post e dizer que prego o apoio incondicional. Este blog prega sim o apoio incondicional. Durante os jogos. Afinal, se vaiar um time ajudasse a vencer, a vaia deveria ocorrer sempre. Ou o objetivo da torcida não é ver seu time sempre na frente?

O elenco foi mal montado? Em algumas posições sim. Especialmente na zaga. Foram feitas 3 apostas: Grolli, Pablo e Sorondo. Os dois primeiros muito verdes ainda e o terceiro com um passado de lesões que recomendava cautela. E se tentou, sem conseguir, um armador. Ou será que este armador existe no elenco e não joga o que sabe por causa da corneta que rola solta? Marco Antonio, por exemplo, começou tímido, sumido e aos poucos foi se soltando. Adiantou? Nem um pouco. Os defensores de teses i$entas continuam a vê-lo como um inútil. Já nem falo do Marquinhos porque metade dos poucos leitores do blog vai ter piti. Recomendo pensarem um pouco sobre isto.

Enquanto vocês pensam o Pofexô também pensa. E resolveu voltar ao 4-4-2. Com dúvida no ataque entre Bertoglio, Leandro ou Miralles. Será que ele tem dúvida mesmo? Ou estamos diante de mais uma onda i$enta barata? "Bertoglio não joga nem 10 % do que se pensava", já estão a dizer. Afinal, o período de empréstimo está no fim e seria bom que a torcida começasse a achar que o que estão pedindo é muito caro. Mas vou dizer uma coisa. Este argentino tem personalidade. Com ele não vinga a corneta.

Então é isto. No mais uma boa Páscoa para todos, incluindo os morangos que aqui vem se instruir. E uma boa vitória amanhã, que combinada com o empate dos róseos, encaminhará o título.

5 de abril de 2012

Muita calma nesta hora

Eu não gostei do jogo de ontem. Não gostei da escalação. Não gostei do respeito excessivo ao Ipatinga. Não achei o jogo bom de ver. Gostei muito do resultado, embora poderíamos ter ganho de 2 ou mesmo 3 x 0. Agora vamos fazer um novo parágrafo.

Na Copa do Brasil quantas equipes eliminaram o jogo da volta? Destas que eliminaram, quantas ganharam de goleada? Pois é. Mais um novo parágrafo.

Ontem eu vi um timinho levar um banho de bola. Só um provável pacto com o demônio justifica não terem saído goleados no final. Este provável pacto também garantiu um imerecido e inesperado, até para eles, empate no último minuto contra o fabuloso Strongest (ou seria Weakest?) no jogo anterior. E o que se lê nos sites dos jornaleiros isentos hoje? Elogios, elogios e mais elogios à garra, à determinação, ao esforço, ao ao ... do grande  campeão de tudo.

E quais as manchetes sobre a vitória do Grêmio? Pois é. Não precisa ter muitos neurônios para ver que tudo isto é orquestrado e dizem, não tenho prova e não estou afirmando, pago com churrascos e com pitimbas no final do mês.

O Grêmio não empolga? Não. Me apontem um time que empolga no início de um trabalho. O Grêmio tem carências? Algumas. Que até nem são difíceis de suprir. O Grêmio tem desfalques? Ixi. Qual o time que sobreviveria à ausência ao mesmo tempo de um Kleber, de um Mário Fernandes, Gilberto Silva, Saimon, Marcelo Moreno e outros?

Olhem a história do Grêmio e não acharão um título feito de goleadas retumbantes. Aí já vem um corneteiro da vila xurupita e, ou porque é babaca e lê os jornaleiros i$entos, ou por ingenuidade, ou mesmo por ansiedade e faz terra arrasada. Exatamente o jogo desejado por Bla-bla-lho,  o grande mentor, e seus asseclas.

As coisas podem e deveriam estar bem melhores. Mas com guinchos e puxões de cabelo ninguém consegue chegar a Roma. Então. Aproveitem a Páscoa para tomar bastante ´suco e chá de maracujá. Acalma uma barbaridade, dizem.
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Up date: Quem escutou o Sala de Redação hoje vai obrigatoriamente concordar comigo. O timinho, para aqueles débei$ mentai$ é extraordinário. Não ganhou por detalhes ou porque faltou meio time. Apenas Guerrinha finalmente reconheceu: o timinho tem time mas não tem queeeeeeeeeeeee grupo!

4 de abril de 2012

Vitória mínima

Ipatinga 0 x 1 Grêmio
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Primeiro tempo

O Grêmio foi para o jogo num surpreendente 3-5-2. Até os 17 minutos, nada aconteceu. Aos 19, Bertoglio serviu Fernando que chutou para fora, na primeira chance real de gol do jogo. Aos 25, Marcelo Moreno sentiu lesão e deixou o campo, substituído por André Lima. Aos 30, Victor fez defesa importante. Aos 32, jogada de Bertoglio pela direita, cruzamento para a área, cabeceio de Léo Gago e defesa do goleiro. Aos 40, Léo Gago vacilou e perdeu a bola, armando o ataque do Ipatinga. Victor defendeu chute forte.
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Segundo tempo

Aos 7 minutos, Bertoglio bateu para defesa do goleiro. Aos 9, um objeto não identificado assustou o árbitro. Aos 20, Leandro entrou no lugar de Bertoglio. Aos 25, Fernando chuta de canhota e quase faz. Aos 27, Léo Gago, solta a bomba de fora da área e faz 1 x 0. Aos 44, Leandro serviu um mamão com açúcar para Marquinhos decidir a classificação, mas a conclusão ficou na zaga. Aos 47, Marquinhos recebeu atrás da zaga e errou outra oportunidade. E ficou nisso.
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Resumo da ópera

Foi um jogo que aumenta a apreensão sobre as possibilidades do time. Lesões e falta de reposição fragilizam demais a equipe. O jogo foi fraco no primeiro tempo e continuou assim até a metade do segundo. Feito o gol, o Grêmio teve as melhores chances de ampliar. Paradoxalmente, após a entrada de Marquinhos, que foi o jogador que desperdiçou as melhores oportunidade de gol do jogo.

Enfim, uma vitória que dá certa tranqüilidade para o jogo de volta, mas acende a luz da preocupação sobre até onde poderemos ir nos campeonatos deste ano.
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Como jogaram

Victor: Quando precisou estava lá.
Naldo: Nada fez de horroroso desta vez.
Vilson: O melhor da zaga.
Werley: Atuação aceitável.
Gabriel: Parece sem força física.
Souza: Bem na marcação, mas não repete os jogos iniciais, quando emprestava apoio qualificado à armação.
Fernando: No ano passado, alguns queriam o guri fora do Grêmio. Hoje, é um dos principais jogadores do time.
Léo Gago: Fez o gol da vitória e cumpriu bem a função de marcação.
Julio Cesar: Apagado.
Bertoglio: Boa atuação. Um dos únicos lampejos criativos do time.
Marcelo Moreno: Tinha atuação apagada. Sofreu lesão. Deve ficar fora por alguns dias.
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André Lima (Marcelo Moreno): Esforçado. Só.
Leandro (Bertoglio): Em pouco tempo, bons lances.
Marquinhos (André Lima): Com a sua entrada, o time conseguiu controlar melhor o jogo. Desperdiçou  duas vezes o gol da classificação antecipada.
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Luxemburgo: Iniciou o jogo surpreendendo, com um 3-5-2 nunca escalado. Mas o esquema é secundário. O que importa é o rendimento do time. Ainda está baixo. Desconto para os crescentes desfalques.
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Arbitragem de Diego Pombo Lopez (BA), com Alessandro Rocha de Matos (BA) Lilian Fernandes Bruno (RJ): deixou de mostrar alguns cartões e marcar faltas em jogadas violentas.
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O jogo no twitter

@seuAlgoz: Pofexô adere ao famigerado 3-5-2. E com Naldo. Ele gosta de jogar. Calaveira.
@snel: Werley é o capitão. Pergunto: o que fez pra merecer isso?
@seuAlgoz: Daqui há um mês não vamos ter 11 pra escalar
@snel: Lexotan, Valium, e similares: COMPRO. Tratar neste guichê.
@dudagarbi: Gilberto Silva, Saimon, Mário Fernandes, Kléber Gladiador e agora M. Moreno. Impressionante como jogador ruim não se machuca.
@Real_Gaguinho: Com esses jogadores, o Grêmio, bem bem bem treinado, será um time mé-médio.
@snel: Findando o primeiro tempo e não tivemos uma chace decente de gol... Mas que bela merda.
@Ducker_Gremio: RT @JuarezRoth O Grêmio é o único time que consegue dar prejuízo pra Unimed...
@GremioLbertador: #Classificados Gremio FBPA contrata: pai de santo, com experiência comprovada e santo forte. Tratar no Largo dos Campeões.
@Real_Gaguinho: Só um jo-jogador pode desatar o nó desse jogo: Facundo Bertoglio.
@ImortalPampero: Se chamarem o esquadrão anti-bombas vão tirar o Gabriel de campo!
@OBonatto: Quando o cara pensa que ja viu de tudo em futebol... me pareceu um baguete que a mãe de alguém fez pra levar no jogo...
@Real_Gaguinho: O Souza tinha que ser mandado para a Europa toda semana e só voltar na vé-véspera dos jogos. Aí ele rende.
@OBonatto: Alguém deve ter dito pro Luxa que pior não podia ficar, aí ele olhou e disse: Quer ver que fica? Peraí. (Quando saiu Bertoglio)
@Real_Gaguinho: Futebol só é 90% de transpiração e 10% de inspiração, qua-quando há alguma inspiração em campo.
@seuAlgoz: O Naldo ia ser dispensado e agora tá ai. Bobeia e acaba capitão. O Airton não merecia isto no dia do enterro.
@thiagocb: Quando o lance mais importante do jogo é uma suspeita de bomba, é pq o jogo tá uma merda
@Real_Gaguinho: Ga-Ga-Ga-Goooooool.
@Real_Gaguinho: O mundo é dos Ga-Gagos.
@vrischtter: Chutou - foooom! Haha “@giulianovieceli: Mas vai chutar uma abóbora de pescoço Léo Gago... Puta que pariu!”
@ImparSCIais: Léo Gago dá chute violento e juiz não mostra cartão.

Perna curta e cara de pau

"Marketing" de pernas curtas e nariz longo

Quando do grande anúncio da maravilhosa assinatura do extraordinária contrato do estupendo clube do aterro com a Andrade Gutierrez, foi dito e repetido por seu presidente e outras "autoridades" morangas, que eles eram o único clube do mundo Phipha a sediarem duas Copas do Mundo. No dia 20 de março, além de colocar o "feito" na sua devida dimensão (nenhuma), desmentimos a informação no post intitulado "A mentira como estratégia de marketing". Hoje, anúncio nos jornais "comemora": "...o único clube da América do Sul que vai receber...". É amigos...

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E os laudos? Nunca mais vi!

No mesmo post, denunciamos que o "estádio da Copa" estava irregular, pois não apresentara os laudos de vistoria previstos no artigo 23 do Estatuto do Torcedor (Lei 10.671) e definidos no Decreto 6.795. Muito bem. Noticiamos agora: os responsáveis pelo estádio apresentaram laudos... antigos. Haja óleo de peroba para tanta cara de pau. Assim,  o único estádio do mundo a usar boné, segue irregular, porque não tem os laudos de vistorias exigidos pela legislação. Pode isso, Arnaldo?
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Enquanto isso, em Ipatinga

Hoje, às 19:30, seguimos a caminhada na Copa do Brasil. A preocupação principal segue centrada na zaga. Esperamos que seja uma noite de nenhum sobressalto. Que o grande Airton Ferreira da Silva nos ajude a espantar todos os perigos da área.

3 de abril de 2012

Airton, o "Pavilhão"

No dia 03/11/2007, publicamos o post abaixo, na Calçada da Fama do blog. Reproduzimos, como uma homenagem ao inigualável zagueiro Airton Ferreira da Silva, que nos deixou na data de hoje.
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Ficha

Nome: Aírton Ferreira da Silva
Nascimento: 31 de outubro de 1934, Porto Alegre (RS)
Período no clube: 1954 a 1967
Posição: Zagueiro
Data da homenagem: 21/09/1996

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Títulos

1956 a 1960 – Pentacampeão da Cidade e do Estado
1962 a 1967 – Hexacampeão do Estado
1962 – Campeão do Troféu Atenas, Campeão do Troféu Salônica
1962 – Campeão Sul-Brasileiro Invicto
1964 – Campeão da Cidade
1965 – Campeão da Cidade

Na Seleção Brasileira:
1956 – Campeão Pan-Americano
1960 – Vice-Campeão Pan-Americano
1964 – Vice Campeão da Taça das Nações

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Aos 13 anos de idade, jogando na ponta-direita do Força e Luz, um menino esguio, filho de um sapateiro, chamava atenção pela técnica apurada. Aos 20 anos, com um 1,87 metros e porte físico avantajado, se transformara em center-half, o nome como eram conhecidos os volantes antigamente. Suas atuações exuberantes chamavam a atenção de quem o via atuar.

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Segundo se conta...
Era uma vez em Porto Alegre, um center-half de 20 anos que se preparava para entrar em um cinema, acompanhado da namorada, no mês de junho. Talvez enquanto a moça escolhia balas para degustar durante o filme, seu namorado foi abordado por 2 emissários do Grêmio. A proposta era excepcional: além de um bom salário, incluía um automóvel. Nenhum jogador de futebol que atuava no RS possuía carro naquela época.

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Segundo também se conta...
Era uma vez 1954, ano de inauguração do Olímpico Monumental. O Estádio da Baixada, antiga casa tricolor, localizado onde hoje é o Parque Moinhos de Vento, havia sido desmanchado. As tábuas da arquibancada estavam disponíveis. Na negociação com o Força e Luz, além de um valor em dinheiro, foi entregue aquele lote de madeira. Este fato valeu ao jogador contratado o apelido de Aírton “Pavilhão”.

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No Grêmio, o técnico Oswaldo Rolla, passou a escalá-lo na zaga central, ao lado de Ênio Rodrigues (também oriundo do Força e Luz). Foi uma zaga que marcou época. Marcador implacável, impunha-se também no cabeceio, mas principalmente pela técnica refinadíssima, com a qual defendia a cidadela tricolor. Sua marca registrada era o “passe de letra”ou “de charles”. Aírton carregava a bola para perto da bandeirinha de escanteio, arrastando com ele os atacantes adversários. Lá chegando, subitamente posicionava a bola do lado de fora do pé esquerdo e a impulsionava com o peito do pé direito para as mãos do goleiro ou para outro companheiro de equipe, para deleite da torcida e espanto dos atacantes que pensavam tê-lo encurralado.

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Dizem que um passe de letra, num treino da seleção brasileira, lhe custou a convocação para a Copa de 62, disputada no Chile. Aymoré Moreira, o técnico, não gostou de ver um zagueiro fazendo aquilo e o excluiu do grupo. Aírton deve ter adorado, porque...

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Avesso a aviões, ele não acompanhava a delegação gremista em viagens aéreas curtas. Quando o Grêmio atuava no interior do RS, em Santa Catarina ou no Paraná, enquanto a delegação voava, ele seguia de ônibus ou de carro. Seu pânico por aviões era imenso. Na vitoriosa excursão gremista à Europa (1961), Aírton alegou problemas médicos e pediu dispensa. A Direção não lhe deu ouvidos e ele estava no grupo que brilhou nos gramados do Velho Continente.

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Após marcar Pelé com maestria, Aírton foi jogar no Santos (1960). Sem oportunidade para mostrar seu futebol (o Santos tinha Mauro Ramos), preferiu retornar ao Grêmio, sagrando-se Hexacampeão Gaúcho (1962-1967). Há quem diga que o verdadeiro motivo foi outro: aquele Santos de Pelé viajava demais. E, quase sempre, de avião.

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Durante 13 anos, Aírton “Pavilhão” foi o principal jogador do Grêmio. Foi o melhor zagueiro gaúcho de todos os tempos e um dos melhores do mundo. O "zagueiro que driblava" marcou 120 gols na carreira.

Em 1967, com 33 anos, tendo vencido 12 campeonatos gaúchos em 13 disputados (marca nunca igualada), com uma distensão na virilha que limitava seus movimentos, Aírton despediu-se do Grêmio, indo atuar no Esporte Clube Cruzeiro de Porto Alegre. Posteriormente, foi convidado para ser técnico e zagueiro no Cruz Alta, onde se aposentou em 1971.

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Em pé: Orlando, Ênio Rodrigues, Ortunho, Arlindo, Élton e Aírton.
Agachados: Marino, Gessi, Juarez, Milton Kuelle e Vieira.

Na memória tricolor, porém, Aírton Ferreira da Silva nunca parou. No dia 04/08/2004, nos exatos 50 anos da estréia com a jaqueta imortal, Airton foi homenageado pelo Grêmio. Antes de jogo contra o Santos, pelo Campeonato Brasileiro, o "Pavilhão" foi recebido no gramado do Olímpico, onde Luiz Felipe Scolari lhe entregou uma placa alusiva à data e uma camisa número 3 do Grêmio, com seu nome gravado. A torcida aplaudiu de pé o gênio da bola e gritou seu nome em coro, como se tivesse acabado de assistir um gol de letra.

Muito obrigado Airton “Pavilhão” Ferreira da Silva.

OK, as camisas chegaram

O assunto se presta para debates além da conta. As redes sociais podem potencializar qualquer discussão. A das camisas tornou-se obrigatória a cada ano. OK, as camisas são o carro chefe de um item importante das receitas, mas é muito nhém-nhém-nhém sobre elas.

Mais importante do que isso, o que eu quero saber é da "beleza" do time. Jogando pra ganhar e ganhando, com pinta de ganhador. Um time que me dê a confiança de ir ao Olímpico sabendo que venceremos, repousando a interrogação apenas no placar. Isso ainda não há e o encarregado de dotar o Grêmio deste, que é o mais importante dos predicados, não é a Topper.

Vamos lá. Vamos completar o elenco. Até o meu filho de 7 anos sabe que sem zaga e criatividade no meio de campo não chegaremos a lugar nenhum.

Acordem, acordem, acordem, joãos!

2 de abril de 2012

Imagens oficiais da Topper