10 de novembro de 2013

Quinhentos e tantos minutos

Cruzeiro 3 x 0 Grêmio


Pré jogo

A festa toda preparada. Caberá qual papel para o Grêmio?

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Primeiro tempo: 1 x 0


Renato voltou ao 3-5-2 e Werley entrou para compor o trio de zagueiros.

Como esperado o Cruzeiro tentou fazer pressão no início mas nada aconteceu até os 10 minutos.
E o jogo chegou aos 20 minutos sem nenhuma jogada digna de registro. O Grêmio não criava nada. O Cruzeiro também não.A primeira situação de perigo aconteceu aos 24 minutos quando o atacante do Cruzeiro errou em bola na pequena área.
Pará, num contra-ataque dividiu com o goleiro na primeira jogada forte do tricolor. Eram 26 minutos.
Aos 34 minutos, a zaga bobeou o levou o 1 x 0. Werley foi o nome da falha. Primeira chance e levamos o gol. A fase é terrível mesmo.
Aos 40 minutos Werley quase se redimiu do gol. O goleiro fez um milagre. Na sequência da jogada mais uma chance perdida.

E foi isto. Uma chance contra, um gol tomado. Uma chance a favor, e um gol errado. Normal. O que também foi normal foi os guinchos e os gemidos dos twitteiros como se o Grêmio tivesse sido massacrado. Não foi. 

Segundo tempo: 2 x 0

Como sempre, o Grêmio voltou com o mesmo time. 
Aos 7 minutos Kleber quase fez em chute de fora da área. O goleiro espalmou para escanteio.
O Cruzeiro tinha muito mais posse de bola enquanto o Grêmio não conseguia sair para tentar o empate.
E Renato não mexia no time para tentar uma reação.
Aos 20 minutos Barcos cabeceou para fora. Normal.
Aos 27 minutos em grande jogada pará passou para Barcos que cortou um zagueiro e deu uma bomba na trave.
Aos 29 minutos, Fabio salvou outro chute de Barcos no cantinho. Realmente a fase está braba.
Aos 33 minutos mais uma vez o quem não faz leva apareceu. Dida falhou o 2 x 0.
No gol saíram Kleber e Rivero e entraram Maxi e Mamute.
Aos 39 minutos foi a vez de Mamute chutar e o goleiro salvar mais uma.
Aos 41 minutos o time levou o terceiro. Placar mais do que exagerado pelo que foi o jogo. Mas normal para um time que não sabe mais como fazer gol.

.....

O Grêmio tem dois jogos na Arena em que tem a obrigação de fazer os 6 pontos: Vasco e Flamengo, possivelmente com o time reserva. Renato vai ter de pensar muito bem sobre o time sob o risco de ficar de fora da Libertadores.
E dar um jeito de fazer gol, ou estão tentando bater o recorde mundial de tempo sem marcar?
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Como jogaram

Dida: Não teve culpa nos gols.
Werley: Falhou no primeiro gol do Cruzeiro. Está em muito má fase.
Bressan: Boa partida.
Rhodolfo: Firme na defesa, como sempre.
Pará: Algumas subidas perigosas no primeiro tempo mas sem consequência. Um belo passe para Barcos encher a trave.
Alex Telles: Está em má fase.
Souza: Bem defensivamente.
Ramiro: Corre para todos os lados mas não consegue armar.
Riveros: Muito discreto.

Kleber: Não apareceu no primeiro tempo.
Barcos: Não apareceu no primeiro tempo. Dois bons chutes no segundo.
.....

Mazi Rodriguez (Riveros): Sem tempo.
Mamute (Kleber): Sem tempo.

Renato: Enerva a passividade e a demora para tentar alguma modificação no time quando está perdendo.
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Arbitragem: Wilson Luis Seneme (SP), Marcelo Van Gasse (SP) e Carlos Berkenbrock (SC) - Não usou os mesmos critérios para os cartões amarelos. Mas não roubou desta vez.

8 de novembro de 2013

Mas afinal: o que está faltando?

* Texto do torcedor e leitor do blog, Guaru

Se há algo que incomoda o torcedor gremista é essa história de 12 anos sem títulos relevantes. É tão irritante que chega a incomodar até mesmo ouvir o próprio torcedor gremista reclamando disso. Esse é o núcleo do drama do torcedor. Ele está presente nas derrotas e nas vitórias. É ele quem cria o clima de terra arrasada.

Perdemos para o Atlético-PR quarta. Perdemos com a postura que exigimos do time, quando ele caiu na Libertadores: com entrega total. Pode não ter sido uma partida brilhante, mas se o Grêmio jogasse sempre assim, como jogou contra o Atlético, haveria poucos insatisfeitos.
Então qual a reclamação?
A reclamação é metafísica.

Por que estamos há 12 anos sem ganhar títulos? Por que, mesmo com elencos gabaritados, não conseguimos resultados satisfatórios? Por que, ainda que o time se entregue, a bola teima em não entrar?
Ou pior: nesses 12 anos, conseguimos 6 participações em Libertadores, só menos que São Paulo e Santos no período. Desde 2006, ano em que o Brasileiro passou a contar com 20 clubes somamos 488 pontos, só ficamos atrás do São Paulo. Então por que, apesar de termos tido bons anos, não conseguimos conquistar nada?

Não é fácil responder nada disso. Ao menos, eu não tenho respostas. E sinceramente, não creio que alguém as tenha.
Eleger culpados é uma forma natural de se responder essas questões. E há culpados, sem dúvida. Todos com sua parcela.

No período, foram cinco os que se revezaram na presidência do Tricolor. Vinte e uma caras diferentes que comandaram a casamata. Nove titulares diferentes no gol. Em torno de quinze centroavantes titulares. Centenas de atletas profissionais que vestiram a camisa. Oito milhões os gremistas que se somaram em apoio ao Tricolor.
Já se mudou tudo. Já se tentou tudo. Desmanches de equipes. Dispensas coletivas. Mudanças de diretores de futebol, treinadores e presidentes. A torcida já agiu de diversas formas e o resultado foi sempre similar: boas campanhas e só.
Ano pós ano e o que resta é a esperança de que o ano que vem será diferente. E isso, sim, deixa qualquer um de saco cheio.

...

E agora?
Agora é seguir adiante. Ninguém vai deixar de ser gremista. Ou melhor, ninguém que valha a pena deixará de ser gremista.
Remobilizar é difícil? Claro que sim. Mas temos assuntos pendentes esse ano ainda: Podemos garantir uma Libertadores no ano que vem de forma direta e uma vaga nas oitavas de final da Copa do Brasil de 2014.
Mas e de que isso adianta? Só o futuro poderá responder. Talvez nada. Mas a única forma de voltarmos a ser campeões de títulos relevantes é seguir disputando-os.

Já diria o grande Rocky Balboa: “Não importa o quão forte você possa bater, mas sim, o quanto você consegue aguentar e seguir em frente”.
Que o time siga em frente depois do impacto. Não sirvamos de pódio para o Cruzeiro no domingo. Esse é o primeiro passo para tentar buscar algo maior.

7 de novembro de 2013

Em busca do renascimento

Renascimento - renascença:

re.nas.cen.ça
sf (renascer+ença) 1 Ato ou efeito de renascer; renascimento. 2 Reaparição, renovamento. 3 Nova vida, novo vigor. 4 Nova atividade, novo impulso dado às letras, às ciências, às artes, a uma instituição. 5 Regeneração. 


 

Na quinta-feira pós desclassificação, está todo mundo meio atordoado. Está bem difícil digerir e interpretar o resultado de ontem à noite.
No calor da emoção, a tendência é a depressão e um sentimento indefinível de fracasso.
A torcida tricolor estava confiante.
Acho que nós torcedores precisaremos de alguns dias para organizar o pensamento e começar a internalizar as lições das derrotas.

Procurar os culpados? Não sei. Pode ser.
Procurar explicações teóricas?  Essa é a tendência geral.
Tentar entender o momento?
Dar curso ao sentimento de fracasso e desistir? Não creio.
A sensação do momento é de que precisamos de tempo. Alguns dias, pelo menos.
Precisamos pensar. Refletir. Decidir o caminho.

Prefiro não lançar teses neste momento.
Não agora...
...enquanto o pensamento está solto, sem destino.
Confesso a todos que estou me sentindo sem a energia habitual. Por esse motivo, estou preferindo ouvir e não falar.
Sei que em poucas horas ou dias, meu otimismo voltará com toda a força.
Talvez isso aconteça já na próxima manhã de primavera.
Recarregando as baterias exauridas, esta é a sensação!
Mas darei uma pequena pausa porque agora estou preferindo o silêncio!
Mas nada impede que vocês se expressem.
Fiquem à vontade.
Saudações tricolores!!!!!

6 de novembro de 2013

O time que consagra goleiros

Grêmio 0 x 0 Atlético Petralha

Pré jogo


Tudo que deveria ser dito foi dito. Tudo que deveria ser escrito foi escrito. Agora é bola no centro e fazer o que sabemos fazer. A torcida tem de ser a melhor do mundo como sempre foi. Os jogadores tem de jogar o que sabem. O que não sabem, a torcida joga.

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Primeiro tempo: 0 x 0

Zé Roberto foi a surpresa para o início do jogo: 4-3-1-2. Este o esquema.

No primeiro minuto Rhodolfo errou o gol que ele sempre erra nas partidas. Cabeceou por cima.
Os primeiros 10 minutos foram muito pegados e sem mais nenhum chute a gol ou jogada de perigo.
Aos 12 minutos Barcos furou num escanteio em que poderia ter concluído. Trinta segundos depois Pará cruzou e Kleber errou a cabeçada no risco da pequena área.
Zé Roberto não conseguia ser o articulador que muitos sonhavam antes do jogo.
Aos 20 minutos, depois de 20 faltas em Kleber o juiz resolveu dar o primeiro amarelo.
O jogo se arrastava sem solução e aos 33 minutos Bressan errou uma cabeçada em escanteio.
Aos 36 minutos Souza chutou de longe para defesa fácil do goleiro.
Barcos fez grande jogada individual aos 40 minutos e acertou o ângulo para grande defesa do goleiro. Foi a primeira chance real do Grêmio no jogo.
Aos 42 minutos foi a vez de Alex Telles acertar uma bomba de fora da área para outra grande defesa.


Foi um mau primeiro tempo. Se a defesa não levou susto, o ataque não fez nada. Zé Roberto foi o que tem sido: omisso, escondido e totalmente descomprometido com o jogo.
O time jogou nervoso e por conta disto apressou o jogo.



Segundo tempo: 0 x 0

O time voltou igual na escalação e no primeiro minuto Zé Roberto chutou mas a bola passou raspando.
O jogo continuou muito parecido com o primeiro tempo sem aparecerem soluções ofensivas.
Aos 10 minutos foi o Atlético que chegou com perigo mas a zaga salvou.
Aos 11 minutos Kleber cruzou com muito perigo mas não apareceu ninguém.
Aos 13 o primeiro bom ataque, Pará cruzou e Kleber chutou raspando a trave de fora da área.
Aos 14 minutos Kleber errou um gol feito.
Aos 17 minutos o juiz roubou um gol do Grêmio. Inventou uma falta de Barcos quando Ramiro enfiou para a rede.
O time começava a tomar conta do jogo com a melhor participação de Zé Roberto e com mais movimentação.
Elano entrou no lugar de Riveros aos 20 minutos. Aos 23 minutos foi a vez de Vargas. Saiu Zé Roberto, que jogou muito pouco.
Alex Telles mostrou que o time já entrava em desespero ao chutar de longe aos 25 minutos.
Ramiro explodiu o travessão aos 29 minutos. 
Aos 32 minutos o goleiro salvou uma bomba de Barcos. Na cobrança do escanteio Barcos de novo cabeceou toscamente por cima.
Aos 35 minutos foi a vez de Mamute entrar.
A pressão era terrível mas o gol não saia. O time entou no desespero e começou a jogar a bola de qualquer jeito para dentro da área.
Aos 41:30 minutos Kleber, sozinho na pequena área, cabeceou mal.
Aos 44 minutos uma jogada muito duvidosa na área petralha. Na sequência Barcos errou um gol de cima. Mais um. Aos 45 minutos Barcos errou outro.
Aos 47 minutos Vargas mandou longe do gol.
E foi isto.
.....

Não há injustiça no futebol. Não adianta criar 10 chances se os atacantes não tem competência para fazer. Pode-se dizer que o juiz anulou um gol legítimo, mas foi uma jogada não tão clara.
O petralha é um timeco, mas propôs um jogo que lhe servia. Apostou na inapetência do Grêmio para fazer gol e ficou atrás esperando o tempo passar.
O ataque do Grêmio existe para consagrar goleiros medíocres. 
Eu não queria ter razão, mas quem pediu Zé Roberto deve dormir feliz hoje com o resultado da pressão para que ele jogasse.
Agora é torcer para os petralhas para que o G4 vire G5.
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Como jogaram

Dida: Não trabalhou no primeiro tempo. E nem no segundo tempo.
Pará: Bem atrás e esforçado na frente.
Bressan: Bem.
Rhodolfo: O melhor da zaga. Mas erra muita cabeçada nos escanteios.
Alex Telles: Parece sem vigor físico.
Souza: Muito firme na contenção do petralha.
Ramiro: Não subiu tanto quanto poderia no primeiro tempo. Foi mais a frente no segundo tempo. Fez gol mal anulado e acertou o travessão.
Riveros: Discreto. Errou muitos passes.
Zé Roberto: Não jogou nada no primeiro tempo. Jogou um pouquinho mais que nada no segundo tempo.
Kleber: Brigou. Sofreu faltas. Fez faltas. Lutou. No entanto foi ineficiente.
Barcos: Um belo chute e foi só em todo o primeiro tempo. No segundo tempo, se mexeu, armou, chutou e, surpresa, abusou de perder gols.
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Elano (Riveros): Entrou bem.
Vargas (Zé Roberto): Teve pouco tempo.
Yuri Mamute (Ramiro): Teve pouco tempo.

Renato: Resolveu atender aos torcedores sem noção, ao Guerrinha e ao Hiltor Bombacha. Foi "premiado".
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Arbitragem: Marcelo de Lima Henrique (RJ) - Apitava bem até anular um gol legítimo do Grêmio. Engraçado que nunca ganhamos um jogo com ele no apito.

Minuzzi: Lucidez e otimismo

Hoje é dia da torcida abraçar o time.

Moçada, 
Vou contar uma experiência minha antes de uma final. Uma de várias que disputei no vôlei. Era final de um campeonato paulista, melhor de três. Tínhamos tomado 3x0 na casa deles e teríamos mais dois jogos em casa. O primeiro seria dois dias após a derrota. No vestiário, como capitão do time, fiz um discurso pegando a parte emocional, o tal do doping psicológico. Vencemos por 3x0. Dois dias depois, tivemos a terceira partida, que vejo muito como a de hoje do Grêmio. No vestiário, todos me olharam esperando que os dopasse  novamente, mas meu discurso foi sereno e realista pois era um mata ou morre. Não tinha outra chance...

Falei, com voz tranquila e firme, que de dois dias até ali, ninguém tinha crescido mais, nem ficado mais forte, nem saltando mais, muito menos estava com novos golpes. Todos éramos os mesmos,que tínhamos perdido de 3x0 e que tínhamos ganho depois. Falei que a palavra para  a partida era LUCIDEZ. Ser lúcido, saber que ninguém virou super herói nem melhor jogador do mundo, saber das limitações e das qualidades, nossas e do inimigo, e estar atento, isso sim, a qualquer movimento. Sempre esperar o melhor do adversário. O saque mais forte, o bloqueio mais alto, o ataque mais habilidoso... E, se não viesse o melhor, aí entraríamos com tudo: ligados, fortes, rápidos e LÚCIDOS...para nocautear!

Fomos campeões. O resultado foi 3x2,  15x13 no tie breake. Se tivesse preparado o time para destruir o adversário, no primeiro set perdido o sentimento de frustração seria enorme. Vejo o jogo de hoje assim.
Todos sabem as limitações do Pará, mas é ele quem vai jogar. Sabemos que o Alex anda inseguro nos cruzamentos, mas é ele quem vai jogar. Sabemos que Barcos não faz gols há tempos, mas é ele quem vai jogar.
E assim, conhecemos nossos jogadores e sabemos que são eles quem vão jogar. 

LUCIDEZ para nós torcedores amanhã! Quando o Pará for cruzar (e errar), de que adianta vaiar pois sabemos que ele é assim? Mas quando acertar, vamos explodir em vibração e gritos de apoio.Ou hoje vamos cobrar que Pará seja o Arce?
Lúcidos! Depois de ler todos os comentários do blog, com todas as críticas, sabemos que nosso time é limitado.SABEMOS! Não vamos esperar o Barcelona entrar em campo. Vamos esperar o GRÊMIO LIMITADO. E a cada jogada acima da média, vibremos,contagiemos os jogadores, pois também sabemos que a qualquer momento o Grêmio pode ser acima da média.

A qualquer momento ou a qualquer dez centímetros. Contra o timão, a bola na trave do Vargas por centímetros não o transforma em melhor em campo. O mesmo falo das conclusões contra o Bahia: centímetros para algum lado o goleiro não pegaria, ou a bola não bateria na trave, a goleada estava feita e não haveria crise... 
LÚCIDOS, podemos vencer o furacão!
Se entrarmos para ser o Barcelona, sairemos não só eliminados, mas derrotados. 
Que a sorte esteja conosco e que a estrela do Barcos brilhe, pois como diz meu pai, quanto maior o tempo sem fazer gol, mais próximo está de o gol sair. 
OTIMISMO.....esse é o NOSSO TIME!
Abraços
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Adendo da Pitica 

 

5 de novembro de 2013

O que realmente importa

De domingo até agora já se passaram 48 horas. Tempo mais do que suficiente para o leitor mais chorão, mais bipolar e até mesmo, mais esquizofrênico ter chorado e esquizofrenado todos os seus temores e esteja pronto para largar a corneta em um canto qualquer do quarto.
De hoje até amanhã à meia-noite não há espaço para críticas e chorumelas.
Há espaço apenas para pensamentos positivos.
Eu não vou nem dizer que o Guerrinha e o Hiltor Bombacha estão fazendo campanha pelo Zé Roberto e que isto é sintomático.
Não vou nem comentar a histeria dos i$entos barato$ com a possibilidade do Grêmio chegar a mais uma final.
Não vou nem fazer o que havia pensado em fazer, que era um post comentando a provável escalação do Grêmio para amanhã e as variações possíveis.
Não. Hoje não.
Hoje só quero dizer que o objetivo amanhã é fazer 1 x 0. Sim. Um a zero.
Feito este, o objetivo será fazer o 2 x 0. Se chegarmos lá, vamos tentar o 3 x 0 mas já sem descuidar nem um pouco da defesa.
Se não chegarmos ao 2 x 0, vamos confiar no Dida e nos batedores de pênalti.
Amanhã não é um dia de ansiedades e muito menos de pressas e afobações.
Se tu queres o Zé Roberto ou o Deretti., o Barcos ou o Mamute, o Pará ou o Presidente Koff na lateral, nada disto importa mais de agora até amanhã a meia noite. O que importa é jogar as melhores energias para dentro do gramado.
O time que entrar em campo, seja o 3-5-2, seja o 4-3-3, seja o 7-3-0 ou seja o que Renato mandar a campo deve saber e saberá disto. 
Tu torcedor, que estarás na Arena, deve mais do que todos saber disto. A ordem é o incentivo incondicional. Não importa o possível e até provável passe errado. Não importa se houver um gol incrível perdido no início do jogo. Não importa se o 1 x 0 demorar a sair. Não importa, até mesmo, se por uma desgraça, o time sair perdendo.
Importa acreditar. Importa incentivar. Importa amassar os petralhas e mostrar para eles que estão longe da nossa grandeza.
Se fizermos nós todos isto, então chegaremos lá.
E este vídeo abaixo mostra isto.


O vencedor do manto tricolor

O vencedor do sorteio da camiseta do Grêmio feito pelo blog Imortal Tricolor para comemorar os oito anos de existência, foi o leitor e torcedor gremista Magnon Andrey Warnava.
Desejamos que esse manto seja emblemático na vida de Magnon e lhe traga muita sorte e sucesso. Mas, principalmente, que signifique o fortalecimento do elo que existe entre ele e o time que escolheu torcer e com o qual se identifica.
Boa sorte e felicidades com seu mais novo troféu, Magnon!

Magnon Andrey: Grêmio 3x0 Botafogo - Brasileirão 2010


"Boa tarde, 

Me chamo Magnon Andrey Warnava, tenho 22 anos e moro em Novo Hamburgo. Me inscrevi no sorteio com pouca fé de que iria ganhar a camiseta, visto o número elevado de participantes. Hoje quando abro meu email, eu leio a mensagem de que fui o ganhador. Grande alegria!
Sou gremista há pouco tempo... Digo isso porque até meus 6/7 anos eu "torcia" para o Botafogo (não me perguntem porque, haha) e só depois que fui perceber que o time que levaria comigo era o Grêmio. Se me perguntarem o porque eu também não saberei dizer. Talvez o destino, talvez a cor do uniforme, não sei. Só sei que carrego o Grêmio em meu coração, não importa a situação, não importa se perde ou ganha. Somente esse sentimento maravilhoso de torcer para este clube que me dá tantas alegrias é o que importa.
Obrigado ao blog pela camiseta. Fiquei realmente feliz e essa noticia fez o meu dia melhor. Rumo ao penta da Copa Br!
Saudações tricolores e um grande abraço a todos!"

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Jogo

Pelo ritmo da venda de ingressos, a Arena deverá ter um grande público na quarta-feira à noite no  jogo decisivo contra o Atlético PR. Ao final da tarde de ontem, setenta por cento dos ingressos colocados à venda já haviam sido adquiridos.

Estão esgotados os ingressos para a arquibancada norte, o gramado sul e o quarto nível. Os ingressos ainda disponíveis custam entre R$ 100 e R$ 160 e podem ser adquiridos pelo site www.arenapoa.com.br ou nas bilheterias da Arena.
Estudantes e menores de 03 a 15 anos tem 50% de desconto em todos os setores, inclusive Cadeira Gold. (fonte: globo.com)

Quem puder, não deixe de prestigiar e levar seu APOIO. A força da poderosa torcida tricolor poderá ser definitiva para a nossa classificação. 

Horário de funcionamento das bilheterias
04/11 – das 11h às 20h
05/11 – das 11h às 20h
06/11 – das 11h às 22h35min

Valores
Gramado Sul, Quarto Nível Norte/Sul: R$ 80
Quarto Nível Corners: R$ 90
Gramado Corner: R$ 100
Gramado Leste/Oeste Centro, Gold Sul: R$ 120
Gold Norte: R$ 140
Gold Leste/Oeste Centro: R$ 160

4 de novembro de 2013

06/11/2013 - Energia-feira


3 de novembro de 2013

Daniel Matador: O Risco de uma Decisão

Grêmio 0 x 0 Bahia

Pré jogo


Mais uma vez o palco do espetáculo é de luxo. A Arena do Grêmio abre seus majestosos portões para receber uma partida que muitos estão tratando quase como uma preliminar da verdadeira decisão da semana, que ocorrerá no mesmo local nesta próxima quarta-feira. O jogo contra o Atlético-PR vale a vaga para a final de mais um torneio nacional. Mas hoje o que temos pela frente é o histórico algoz do time da beira do lago, o qual deu volta olímpica e ergueu taça no remendão (quando ainda nem remendado estava). Este ano, fazendo valer a tradição, socou os róseos em sua própria casa (?) e também em Salvador, comprovando que o saci é um freguês de caderno. Sinal de que é um super time? Claro que não, tanto que o Grêmio já o derrotou na Fonte Nova por 3 a zero, em um jogo que marcou o início da arrancada do tricolor rumo ao G4. Mas assim como o faroeste que dá título a este post, protagonizado por Gene Hackman e com o excelente James Coburn no elenco, vivenciaremos hoje o risco de uma decisão. Entrar a toda para consolidar ainda mais a posição na tabela? Ou aliviar um pouco, a fim de não arriscar lesões de titulares importantes para a decisão de quarta-feira? O risco da decisão está nas mãos de Renato e do time que entrará em campo estreando a nova camisa preta do Grêmio, muito linda por sinal. A rodada também marca o novo horário do futebol aos domingos, o qual foi adiantado em 1 hora por conta do horário de verão. Mas o que vale é entrar, jogar e vencer. Alea jacta est._____

Primeiro tempo: 0 x 0



Renato confirmou o time com Bressan no lugar de Werley. Um i$ento barato postou no Twitter que Werley parecia “descontente com o banco de reservas”. Juro que não entendi, era pra ficar contente? Asneiras da ivi à parte, a torcida reagiu bem à entrada do guri no lugar do antigo titular. No papel, o sistema apresentado é o 4-3-3, com uma tradicional linha de 4 na defesa (lateral direito, zagueiro central, quarto zagueiro e lateral esquerdo). No meio, os já conhecidos 3 volantes, com Souza postado na primeira volância e Ramiro e Riveros revezando-se na tarefa de aproximação com o ataque. Na frente, três medalhões: Vargas, Kleber e Barcos.
Aos 11 minutos Vargas bateu falta perigosa, salva pelo bom goleiro Marcelo Lomba. 

Aos 12 mais um milagre de Lomba em conclusão de Kleber, que mostrou muito oportunismo. 
Aos 15, o zagueiro do Bahia ergue o braço e toca na bola. O árbitro optou por não marcar pênalti, seguindo a regra de que se é a favor do Grêmio, nunca é pênalti. 
Aos 17 Vargas recebe amarelo por ter feito uma falta que matou um ataque do adversário. Vários escanteios surgiam por conta da maior chegada do tricolor no ataque. O Bahia não fez uma única chegada. Aos 26, em boa jogada de Telles e conclusão de cabeça de Souza, Lomba salvou mais uma. 
Aos 27 Vargas levou um pataço nas costas, mas novamente o juiz contemporizou e não aplicou sequer um cartão amarelo. 
Um minuto depois o Grêmio fez uma blitz na área adversária, cruzando bolas pelos dois lados. Quase aos 30, Feijão leva amarelo por fazer aquilo que todo jogador dos outros 19 times do campeonato já fez: falta em Kleber, o atleta que mais recebe faltas no campeonato. 
O time baiano não conseguia concatenar as ideias e estava muito nervoso em campo. Os escanteios e faltas não eram bem aproveitados, sendo que Telles aparentemente não executa mais esta função, cabendo a Vargas efetuar as cobranças de escanteio e Moisés as cobranças de falta. 
O aproveitamento continuou ruim, mas ao menos acabaram as inúteis cobranças à meia altura. Aos 38 este mesmo Moisés pegou uma rebatida de fora da área pelo lado direito e emendou um canudo que foi parar fora da Arena. Aos 43 uma falta clamorosa sobre Kleber não marcada, mas isso já nem é mais novidade, é algo corriqueiro. O lateral esquerdo Jussandro, do Bahia, deixava uma avenida para ser percorrida, fazendo com que Kleber tentasse jogadas trabalhadas e infiltrações com Moisés. Aos 46 uma bateria de chutes sobre Marcelo Lomba, mas mesmo assim o gol não saiu novamente. 
E o primeiro tempo encerrou sem bola na rede, apesar da superioridade gremista e considerando que o Bahia não teve sequer um lance de chegada na área tricolor.

Segundo tempo: 0 x 0

E os times retornaram para a segunda etapa sem modificações nas escalações.
Logo aos 2 minutos forte chegada do Grêmio. Barcos tenta duas vezes e a bola passa raspando, com o Pirata lesionando-se na jogada. Quase aos 5 Riveros pega o rebote de bom cruzamento de Telles, mas a bola não vai em gol. 
Menos de um minuto depois, Barcos faz ótima jogada individual, ganha dos defensores e perde o gol na frente do goleiro. 
Aos 8 Vargas faz uma jogadaça e passa por 4 jogadores, com escanteio sendo cavado ao final do lance, sendo que já era o terceiro corner. 
Aos 9 Barcos mata no peito e explode uma bomba na trave. Novo escanteio no rebote, com Lomba levando cartão amarelo. 
A bola teimava em não entrar, o que poderia ser alguma mandinga baiana que porventura tenha sido feita antes do jogo. 
Aos 10 minutos o jogador do Bahia faz um migué que nem seus companheiros caem, mas depois perdem a bola e cobram fair play do Grêmio (muito malandros). O famoso Talisca entra no lugar de Souza, no Bahia, aos 11 minutos. Logo em seguida Bressan tenta e mais um ataque não é aproveitado.
Logo em seguida Elano entra no lugar de Ramiro, modificando o meio campo para 2 volantes e 1 meia. Aos 27 Wendell entra no lugar de Telles. Aos 30 Raul entra no lugar do fraco Jussandro. 
Aos 33 Wendell faz uma de suas jogadas características e é atingido por Fael, que leva cartão amarelo. 
Aos 34 Vargas rouba a bola e Riveros chuta desviado, cavando outro escanteio. 
Aos 35 Zé Roberto entra no lugar de Riveros e a torcida fica em chamas. 
Pode ser uma infeliz coincidência, mas com Elano e Zé Roberto em campo morreram as chances de gol do Grêmio, que até aqui vinha amassando o Bahia, mesmo sem finalizar bem. Aos 42 Madson entra no lugar de Fabrício e Raul dá o primeiro chute em gol do Bahia em todo o jogo, o qual não passa nem perto das traves defendidas por Dida. Mas nada mais saiu e o segundo tempo encerrou como o primeiro, sem bola na rede.
.....

Um primeiro tempo de muita pressão, sem haver muito capricho nas finalizações. Quase uma repetição disso no segundo tempo. As trocas não se mostraram eficazes. Ao contrário disso, as entradas de Elano e Zé Roberto mataram as chances de gol que surgiram em profusão até então. O ataque não aproveitou nada e o gol não saiu. A vitória do Goiás sobre o Botafogo fez com que o tricolor recuperasse a vice-liderança do campeonato. E agora todas as atenções são voltadas para a quarta-feira e o decisivo jogo contra o Atlético-PR. Todos os caminhos levam à Arena.
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Como jogaram

Dida: ganhou ingresso grátis para ver o jogo.
Moisés: sua estreia há alguns meses atrás foi sofrível, de sentir saudades do Bustos. Havia entrado para substituir o expulso Pará na partida contra o Coritiba e ao menos não fez fiasco. Hoje foi escalado como titular justamente por conta da expulsão do titular no último jogo e iniciou o jogo com bom ímpeto, avançando e cavando faltas. Chegou a acertar 2 cruzamentos, número de fazer inveja a Pará (e talvez somente a ele). Não fez muito mais que isso, conseguindo uma atuação regular.
Bressan: o guri que veio da Serra deu uma melhorada nos últimos jogos, fruto talvez da parceria com Rhodolfo. Hoje não comprometeu, fez o feijão com arroz.
Rhodolfo: uma das melhores contratações do tricolor neste ano, tem sido o xerife da zaga. Sempre seguro e dominando o setor, mostrou o mesmo neste dia.
Alex Telles: outra ótima aquisição neste ano, poderia ser um jogador acima da média se treinasse mais os cruzamentos. Sua mania de alçar a bola para área à meia altura é enervante. Por preços módicos, posso ensinar como se faz. Fez um bom cruzamento no primeiro tempo e errou quase todo o resto, sendo efetivo na defesa. Foi substituído por Wendell.
Souza: apesar de alternar algumas jornadas abaixo da média com outras bem acima, tem sido firmado na primeira posição do meio campo e por vezes correspondido. Hoje fez o básico, nada além disso.
Ramiro: mais um que ganhou a titularidade na base da ralação. Sua saída, coincidentemente, significou a diminuição drástica do ímpeto que o time vinha mostrando até então.
Riveros: o capitão da seleção paraguaia tem demonstrado que sua contratação não foi em vão. Mas também foi regular, sem grandes lampejos. Saiu para a entrada de Zé Roberto.
Vargas:correu e cavou faltas, mas aparentou estar desinteressado no jogo. Foco na quarta-feira? Talvez.
Kleber: o Gladiador, mesmo quando não marca gols, notabiliza-se por participar ativamente do jogo, seja armando jogadas, cavando faltas perigosas ou até mesmo a expulsão de algum jogador adversário. Apanhou mais que mulher de malandro. Mas também não escapou de fazer uma trajetória apenas regular.
Barcos: centroavante vive de gols. O capitão do time até teve chances hoje, mas sua fase realmente é caso de estudos acadêmicos. Ao menos duas chances poderiam ter resultado em gol.
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Wendell: entrou e a torcida esperava aquilo que apresentou em sua estreia. Não fez nada além do que o titular Telles havia mostrado antes de sua saída.
Elano: entrou e nada fez de diferente para mudar a partida.
Zé Roberto: entrou e nada fez de diferente para mudar a partida.

Renato: ninguém nega que tem o grupo nas mãos. Erra e acerta como todo e qualquer treinador. É complicado, contudo, crucificá-lo quando as chances aparecem e os atacantes não aproveitam. Ainda tem crédito por conta da campanha, estando na semifinal da Copa do Brasil e mantendo o tricolor na vice-liderança do Campeonato Brasileiro.
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Arbitragem: Alício Pena Júnior (MG), auxiliado por Nadine Camara Bastos (SC) e Marrubson Melo Freitas (DF). Já não bastava aliviarem para o Cruzeiro, que não perderá o mando de campo e jogará contra o Grêmio no Mineirão, a CBF ainda escala um árbitro de Minas Gerais para apitar na Arena. Fez as pataquadas que quase todos os árbitros fazem para sacanear o Grêmio, apesar de não ter influenciado de forma cabal no resultado.
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Pitacos finais

Seu Algoz me deu como missão e presente a redação do post pós-jogo porque temos eventos especiais acontecendo. Além da recente estreia do novo visual do blog, também tivemos hoje a estreia da camisa preta em campo e o resultado do ganhador da camisa oficial do Grêmio, sorteada entre os leitores do blog com base no público que compareceu à Arena
Público total que foi de 18.171 torcedores. 
Além disso, é uma data por demais especial para mim. Há um ano atrás eu comparecia ao jogo que defini como aquele que seria minha despedida do Estádio Olímpico Monumental
Grêmio e Ponte Preta enfrentaram-se no Velho Casarão e o tricolor venceu com um gol de André Lima aos 45 do segundo tempo. Cheguei em casa e, ainda com a adrenalina a mil, postei um comentário no blog, como normalmente fazia de forma periódica. 
Qual não foi minha emoção quando este mesmo comentário foi postado na madrugada e, alguns dias depois, eu era agraciado com a honra de ser um colaborador fixo do Imortal Tricolor. Por conta disso acabei interagindo e conhecendo pessoas muito especiais. 
Como sempre ressaltamos aqui, o Grêmio é uma instituição que faz a diferença na vida de milhões de pessoas. Comigo não foi diferente. Agradeço a Deus todos os dias por isso. 

Como é bom ser gremista!

Saudações Imortais

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O GANHADOR DA CAMISA DO IMORTAL É 

MAGNON ANDREY WARNAVA

2 de novembro de 2013

Um jogo para acalmar os nervos


Impressionante o ataque i$ento e barato ao time e ao clube do Grêmio nesta semana. O petralha faz bela campanha no nacional, o Grêmio jogou sem os seus três atacantes titulares. Mesmo assim o jogo foi extremamente parelho e vencido no detalhe. Nada disto importou. Foi pau e pau. Onda e onda. Deu tanto nojo que não ouvi rádio e não passei das manchetes.
Mas eles conseguiram contaminar boa parte da torcida.
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Mesmo assim, espero que a estas alturas os mais nervosinhos já tenham terminado a catarse. Os intestinos devem estar bem limpos e a raiva digerida. Se você aí ainda está de nhem nhem nhem, o melhor a fazer é ir para a Baêa catar cocos. Cocões, que coquinho é pouco.
Por falar em Baêa o Grêmio vai completo amanhã. Será um jogo de estádio vazio mas, espera-se, de vontade cheia por parte dos jogadores.
Uma vitória amanhã, provavelmente recolocará o Imortal em segundo no campeonato e dará moral para o jogo de quarta-feira. Se for com boa diferença de gols terá dupla importância: aumentará a confiança e melhorará o saldo na disputa com o Botafogo.
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Renato deverá jogar no 4-3-3, que me parece o esquema que dá melhor resultado. Será mais adequado amanhã porque não joga Pará, e Moisés parece ser um jogador sem habilidades ofensivas exigida para um ala no 3-5-2.
A zaga, para meu gosto, deveria ser Rhodolfo e Bressan, que Werley este ano está ruim demais da conta, como dizem os mineiros.
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Ganhando fica uma dúvida para o jogo das 19:30. Alguém vai torcer para o timinho contra o Atlético Petralha?