20 de janeiro de 2017

Um talento muito promissor


Julguem vocês próprios.




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Beto da Silva


Aos 14 anos nas categorias de base.

Falando do que realmente interessa e tem importância para a torcida gremista, hoje foi anunciado oficialmente como novo atleta do Grêmio o jogador Beto da Silva, 20 anos de idade. Ele assinou por quatro anos. O tricolor adquiriu 70% dos direitos federativos junto ao PSV da Holanda.  Aos 14 anos, Beto fez parte das categorias de base do Grêmio. Com dupla nacionalidade, pai brasileiro (ex-jogador Luisinho) e mãe peruana, já atuou no Sporting Cristal , do Peru e na base da seleção daquele país onde foi destaque e cobiçado por vários times da Europa. No ano passado fazia parte do elenco do sub-23. Em 2017 subiu para a equipe profissional do time holandês até o dia de hoje.
É um jogador muito habilidoso e com grande potencial.

Assistam o vídeo abaixo para conferir:





18 de janeiro de 2017

O império da corneta

O Grêmio ganhou com muito louvor e mais ainda futebol a Copa do Brasil. Tornou-se o Rei de Copas!
Ufa!
Saíram das costas 15 anos sem título. De brinde ainda encontrou o antigo rival caindo para o abismo da B e com 7 anos sem título.
Glória a Deus nas alturas! Clamaram os sensatos. Teremos alguns meses de refresco, certamente pensaram os dirigentes.
Ledo que não é Ivo engano.
O refresco não durou nem até o primeiro amistoso do ano. Não durou nem o tempo das férias regulamentares, para ser mais exato.
Foi iniciar a especulação sobre as contratações que a trégua acabou.
Não teve um único, unzinho dos jogadores ventilados pela imprensa ou admitido como possível pela direção que não tenha sofrido ataque, alguns até selvagens.
Não joga nada!
Pereba!
Mi-mi-mi!
Mas só isto? Que nada meu! A torcida tricolor é sui-generis. Ele ataca a contratação e também a não contratação.
Só a torcida? Não amigo. A torcida e parte da imprensa. Aquela conhecida como i$enta ou IVI. Aliás, vamos repetir: IVI foi um termo criado pelo Corneta do RW. Muitos destes "professionais" aliás, usam isto para desrecalcar ou para ter seus 15 minutos de fama. Mas este é outro assunto. O tema aqui é o torcedor do Grêmio, que acaba de ganhar um título vendo o time jogar muita bola. Que deveria estar feliz e ciente de que a simples manutenção do time do ano passado é um grande passo para outras conquistas. Mas torcedor que, ao contrário, não quer saber de nada. Quer é fazer onda, jogar o clube no mesmo buraco do co-irmão, pelo jeito.
Grêmio trouxe Kayke. Pau na direção. Kayke resolveu pedir mais e o clube mandou ele pastar. Pau na direção.
Grêmio trouxe Gabriel Fernandez. Pau na direção. Grêmio não assinou com Gabriel Fernandez porque detectou uma lesão séria. Pau na direção.
Grêmio tem interesse no Angelo Rodriguez. Pau na direção. Grêmio desiste de Angelo Rodriguez. Pau na direção.
Grêmio anuncia interesse no Beto da Silva. Pau na direção.
Noticiam provável contratação de Jael. Pau na direção? Muito mais. Comoção nas redes sociais.
Não há nada que possa satisfazer estes queridinhos.
"Deviam dar chance para os guris da base". Este é o mantra usado para justificar a insanidade. Será?
Vocês lembram o que faziam com o Lucas Coelho a cada vez que ele se preparava para entrar em campo?
Vocês lembram o que diziam do Pedro Rocha? Do Éverton? Vocês precisam ser rememorados do que falam do Batista?
O tricolor está até hoje pagando o preço do contrato com a ISL. Faz pouco tempo que decidiu acertar as contas para tornar-se um clube viável. Mesmo assim, fruto de trabalho consciente conseguiu montar um belo time com o aproveitamento de meninos da base e com contratações de jogadores desconhecidos.
Ou algum de vocês conhecia o Geromel? Ou aplaudiu a vinda do Kannemann, do Edilson e do Marcelo Oliveira? Todos festejaram o Maicon. É mesmo?
Mas não adianta. Boa parte da torcida não aprende. Prefere ir atrás de um monte de recalcados ou analistas medíocres que vomitam asneira na esgotosfera.
Certo que se viesse o Messi ou o Cristiano Ronaldo e mesmo assim teria abobado torcendo o nariz.
Assim como é certo que estes mesmos abobados vibraram muito com a Copa do Brasil ganha pelos execrados perebas que "não deveriam nem fardar". Esta outra frasezinha ridícula mas mesmo assim repetida à exaustão.
O que eu acho do Jael? Não acho nada. Sei que tem média de gols igual ao Pratto e deve custar 8 ou 10 vezes menos. Sei que tem o perfil diferente de todos os nossos outros atacantes. Sei que é um trombador que não deixa de ter habilidade. Sei que pode ser muito útil para entrar em jogos encardidos. Como foi o Zé Afonso, se esqueceram da final de 1996. E sei que não justifica a histeria e a ira de muitos que foi anunciada a sua possível contratação. Mas esperar que estes corneteiros aprendam alguma coisa eu não espero mais. Afinal...

17 de janeiro de 2017

Sempre Imortal

Mensagem enviada pelo leitor Flávio:

Vou dividir com os leitores do blog um fato que me deixou muito feliz na Copa SP de futebol.
Sou Gremista, mas o Imortal ficou em Votuporanga, muito distante de onde moro, não podendo ir a todos os jogos.
Então fardado com a tricolor e a bandeira do Rio Grande do Sul, estou acompanhando a Chapecoense em todos os jogos.
Sábado em Itú estive mais uma vez, com meu guri e a esposa.
Mesmo enfrentando alguns problemas como "Gremista racista", (um risco que parece que vamos ter que correr em todo lugar que formos) fato presenciado por soldados da PM de Itú, onde lamentei para os mesmos os riscos da imensa bobagem propagada pela imprensa do eixo.

No link que segue abaixo peço que avancem o vídeo para o tempo 3:11:47 quando o artilheiro do jogo VINI, conversa com o repórter do Sportv. Ao fundo no alambrado, a bandeira Gaúcha comigo.
Quando o atacante (9) Rhainer vê a bandeira ele me pede para que jogue e no tempo 3:13:42 sete jogadores da Chape posam com a bandeira.
Segue entrevista com o atacante Japa que saiu lesionado e ao fundo a bandeira aberta vai até o fim da transmissão.
Fiquei orgulhoso ao presenciar tamanha identificação dos atletas com o Rio Grande do Sul. Obviamente que a Chape é de Santa Catarina, mas....vocês entenderam.



Amanhã estarei em Jundiaí para as quartas, com o manto Imortal e a bandeira da Pátria Gaúcha.
Ahhh, a camiseta do Imortal chama demais a atenção, pois fui entrevistado por veículos da impressa regional, repercutindo o apoio Gremista de cidade em cidade.
Abraços.....

13 de janeiro de 2017

Não posso deixar passar

Post da Pitica que, por alguma razão, não consegue concluir a postagem. Parece que os i$ento$ estão muito ativos, e não só nas rádios, tvs e twitter.

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Hoje o jogador Michel, volante contratado pelo Grêmio, foi apresentado aos jornalistas na Arena. Destaque na campanha do Atlético Goianense no título da Série B, o atleta foi analisado pelo Centro Digital de Dados (CDD) do clube e teve uma avaliação muito boa, o que motivou a direção a investir na sua contratação.

Michel não é mais um menino deslumbrado. Aos 27 anos, mostra possuir maturidade suficiente para saber valorizar a sua vinda para um grande clube. "É uma oportunidade muito grande na minha carreira. Não posso deixar passar", disse. Com muita convicção, mostrou saber da importância que terá na sua vida essa mudança de patamar. A sua postura na entrevista de apresentação mostrou segurança e muita vontade de vencer, de alcançar  status de jogador de primeira linha.
Michel deixa transparecer ser um profissional que tem planos audaciosos, e isso é muito bom para o Grêmio. O torcedor fica muito satisfeito quando sente que o profissional está com ganas de entrar em campo para ser um vencedor.
No mesmo vídeo, o vice-presidente de futebol, Odorico Roman (Arigatô para nós e criador deste blog) atualiza sobre as negociações do clube com outros atletas.



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Bolzan

Em entrevista exclusiva para a Grêmio TV, o presidente Romildo Bolzan Júnior fala sobre os planos para 2017, comissão técnica, reforços, próximas contratações e sócios.

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Léo Moura

Entrevista de Léo Moura, que também chegou para a próxima temporada, em programa da Sportv. O jogador conta como foi a negociação e o papel que espera desempenhar no time do Grêmio.

12 de janeiro de 2017

Gramado série B, só o gramado?

É amigos do Imortal Tricolor, como diria ao Galvão Bueno. O ano começou interessante. Este twitter faz um pequeno resumo:


Só isto? Não.
Jogadores foram colocados para treinar separados. Jogador acusa direção anterior de ter roubado dinheiro "a pazadas". Presidente antigo é salvo por gremistas de apanhar feio na praia. Salários e luvas atrasados. Etc. Etc. Etc.
Mas e daí?
Daí nada.
Daí que o problema maior é o Grêmio ter descartado uma tentativa de extorsão e ter decidido não contratar um jogador com problemas físicos. Estes dois atos da direção, tão óbvios passaram a ser chamados de mico. Teve um arigó que rebatizou o termo IVI de "Impressionante Vale Ico". Outro débil mental reclamou que o tricolor não mandou uma equipe médica para o Uruguay. E um outro nerd com cara de punh* insistiu na mesma tecla.
De surpresa positiva apenas apostura de um blogueiro do Correio que viu as coisas como elas são.
Eu avisei no post anterior que não seria e não será fácil este ano.
E tudo por uma simples razão.
Não é só o gramado do potreiro do Remendão Pataxó que é de série B. A imprensa esportiva gaúcha é, com muita boa vontade, em boa parte de seus representantes, também uma imprensa de série B. E olhe lá. Aliás, se for feita uma análise mais acurada, acaba rebaixada para a série C ou mesmo D.
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Por falar em contratação, muito digna a postura da direção do Grêmio que diante da vontade do menino Fernandez em ficar, aceitou cuidar do tratamento sem ônus no caso do Racing solicitar. Clube com grandeza assim procede.
Mas claro que isto ninguém repercutiu.
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Comentários

Finalmente conseguimos restabelecer os comentários pelo intense debate. Falta ainda ajustar o uso do login do facebook, mas pelo menos volta a interação entre os leitores do blog.


11 de janeiro de 2017

Tempos difíceis

Gabriel Fernandez jogou o ano todo pelo Racing do Uruguay tendo sido o goleador do campeonato uruguaio.
Despertou interesse de vários times, entre eles o Grêmio, que obteve sucesso na negociação.
Chegando a Porto Alegre foi constatado um problema que impediria o seu aproveitamento imediato. Por conta disto houve desistência do negócio.
Bastou para os pilantras de sempre apontarem as bazucas para os lados da Arena.
Muita asneira foi dita. Teve até um arigó, apoiado por outros dois arigós mais conhecidos, que insistiu que o tricolor deveria ter mandado uma equipe médica para Montevidéu. Como se isto fosse a praxe nas contratações.
Não é. Nunca foi.
O Grêmio deveria ter se informado mais? Por que se o histórico dele foi o de ter atuado todo o ano de 2016?
Mas preparem-se torcedores. O ano vai ser assim. Vai ser muito pior do que os anos anteriores. O esforço para levar o Grêmio junto para o buraco onde sofre o co-irmão será muito grande.
Até parece que é na Arena que jogadores desistem de jogar um ano e meio antes de encerrar o contrato.
Vacinem-se, porque o ano será para os fortes e pacienciosos. A vida não será fácil para nós.
A lamentar no episódio duas coisas:

  1. Aparentemente o jogador é bom e seria uma bela aquisição.
  2. A frustração que deve ter tomado conta deste menino de 22 anos, que viu uma grande chance escorrer pelas mãos.
Que ele tenha sucesso na recuperação e possa voltar a jogar em alto nível.

9 de janeiro de 2017

8 de janeiro de 2017

"Não me cuidei"

Os anos passam muito rapidamente. Quando a pessoa dá por si, o tempo passou e não há como retornar. A juventude se esvai num piscar de olhos, principalmente para quem necessita de força física para exercer seu trabalho. Quando o menino inicia sua carreira no futebol pode ser  traído pela sensação de infinitude. A imaturidade muitas vezes age como grande algoz e o que poderia ser um bilhete premiado, torna-se uma grande frustração. Existe um ditado popular que ensina: dinheiro não aceita desaforo.
Profissionalismo e maturidade são os grandes aliados para uma carreira vitoriosa no futebol.
Muitos talentos se perdem pelo caminho por não saberem como lidar com os desafios impostos pelo sucesso, dinheiro e fama. O esporte provavelmente seja a área que mais exige de seus profissionais, porque além de discernimento é preciso ter muita disciplina para chegar ao topo e lá se manter. A vida mundana tem seus encantos e é um perigo para quem sonha com sucesso financeiro, prestígio e credibilidade.
Em entrevista ao site UOL (reproduzida abaixo) , o jogador  Guilherme (ex-Grêmio)  conta que apesar de não ter levado a carreira muito a sério , ainda conseguiu fazer seu "pé de meia". Muitos não possuem a mesma sorte e afundam sem conseguir a tão sonhada estabilidade financeira.
A entrevista é um bom alerta para aqueles que estão iniciando a carreira.
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Hoje técnico, Guilherme diz que baladas reduziram a carreira: "não me cuidei"

Marcello De Vico e Vanderlei Lima
Do UOL, em Santos e São Paulo

Quanto a vida noturna pode influenciar na carreira de um jogador de futebol? Para o ex-atacante Guilherme, hoje técnico contratado pelo Linense para o próximo Campeonato Paulista, bastante. Com passagens por São Paulo, Corinthians e Atlético-MG, o agora treinador coloca - em entrevista exclusiva ao UOL Esporte - as baladas como principal responsável por sua curta carreira como atleta - ele parou de jogar bola cedo, ainda aos 31 anos de idade.
Consciente dos erros que cometeu quando era mais jovem, Guilherme tenta agora passar para os seus comandados os riscos da vida noturna. Não só a curto prazo, como em um jogo específico, mas principalmente a longo prazo, com a possibilidade de ver o fim da carreira chegar antes da hora, como aconteceu com ele – pendurou as chuteiras em 2005, no Bota.

FOLHA DE S.PAULO
"Hoje [as baladas atrapalham] muito mais, porque exige muito mais fisicamente, se treina muito mais forte, os jogos são muito mais exigentes que no passado. Hoje o atleta tem que ser atleta profissional na concepção da palavra, não pode fugir, não tem como fugir, hoje o cara não aguenta ter duas vidas. Eu fui muito de balada para falar a verdade, só que eu guardei dinheiro, a diferença é essa. Eu fui muito de balada, resolvia os meus problemas dentro de campo também, mas guardei muito dinheiro", recorda Guilherme.

"As minhas baladas não eram pesadas, mas ela atrapalhou porque eu tive que parar com 31 anos de idade, eu tinha muito ainda o que dar, mas eu não conseguia jogar em alto nível e eu não ia jogar tudo fora o que eu tinha conquistado. Eu tive que parar com 31 anos de idade, então atrapalhou. Eu nunca tive lesão, para falar a verdade eu tive muita sorte. Como eu não me cuidei, quando eu passei dos 30 anos eu comecei a ter lesão muscular e, ao invés de eu parar 15 dias, eu parava 30 dias. Aí eu decidi parar", acrescenta o ex-atacante.
Para Guilherme, os jogadores, especialmente de hoje em dia, precisam deixar a noite de lado se quiserem ter sucesso na carreira, até pelo alto nível físico de exigência que existe em relação à época em que ele atuava.
"O que eu passo para eles é aproveitar o mais rápido possível a pouca idade, porque a idade vai passando e a carreira de jogador de futebol é curta. Eu parei de jogar com 31 anos de idade e tive sorte de jogar só em alto nível, três anos de Europa [Rayo Vallecano] e consegui fazer a minha vida. Eu não cheguei em alto nível ainda como treinador e trabalho com jogadores que estão com a vida não resolvida ainda, e alguns deles tomaram decisões erradas no meio do caminho que dá tempo ainda, mas que realmente precisa colocar a cabeça nas coisas boas, curtir a família, esquecer as baladas, esquecer a noite e focar no futebol porque o futebol é muito curto, e 90% dos atletas hoje, depois que param, não têm perfil pra seguir uma carreira que vai proporcionar a ele uma vida financeira", analisa.
Carreira de técnico? Nem ele imaginava...
Quando jogador, Guilherme já sabia que, a ideia após pendurar as chuteiras, era continuar no mundo do futebol. Mas não como técnico. O ex-atacante revela que a nova profissão não passava pela sua cabeça, muito menos pelas pessoas com quem convivia no esporte.

Site oficial do Novorizontino
"Eu acho que todo mundo não imaginava, e agora que as coisas vêm acontecendo ainda bem, porque eu acho que tomei a decisão correta [risos]. Eu, na verdade, sempre pensei em continuar nas quatro linhas, essa situação de dirigente, empresário... Eu gosto muito do dia a dia, do ambiente, da adrenalina, dos jogos, então para mim não foi uma surpresa [ser treinador], foi para muitos, amigos, amigos repórteres, para o pessoal da imprensa, realmente assustou um pouco no início, mas eu tomei a decisão correta. A melhor decisão que eu tomei foi me preparar antes de iniciar a carreira, eu não tenho nada contra os atletas que param de jogar e se tornam treinador, eu acho que vão sofrer um pouco. Eu me preparei, eu procurei ficar quase cinco anos me preparando. Eu vejo hoje que eu tomei a decisão correta, eu tirei o CREF, congressos, estágios, trabalhei de auxiliar técnico, ou seja, percorri todo um caminho".

Técnicos que servem de inspiração... Telê é exaltado

David Cannon/Getty Images
Com 14 anos de carreira como jogador, Guilherme foi comandado por muitos treinadores de nome, como Luxemburgo, Abel Braga, Levir Culpi e Felipão. Mas nenhum deles marcou tanto o ex-atacante como Telê Santana, com quem trabalhou na época do São Paulo, entre 1993 e 94. E, obviamente, o ex-técnico vem servindo de inspiração para Guilherme em sua nova 'profissão', que já conta com Ipatinga, Marília, Grêmio Novorizontino e Vila Nova no currículo.

"É difícil, sabe por quê? Eu trabalhei com muitos treinadores de nível muito bom: Telê, Luxemburgo, Abel Braga, Muricy, Levir Culpi, Felipão, fiz estágio com o Adilson Batista, Parreira foi o meu treinador, passei por quase todos na verdade, se for pegar os treinadores mais vitoriosos do Brasil... Logicamente que o Telê me marcou muito por ser o início da minha carreira, mas hoje não tem como eu visualizar muito aquilo que o Telê fazia porque o Telê era 50% parte técnica e 50% coletivo, e coletivo hoje não se faz mais, mas esta parte técnica do Telê eu ainda gosto, lembro muito e de todos os outros a gente vai tirando aquilo que você acha que é interessante para você no momento, isso que é importante, porque não adianta você ter passado por grandes treinadores há 15 anos atrás e tudo aquilo que ele pensava sobre futebol hoje já não existe mais. O futebol vem mudando muito e rapidamente você tem que estar atualizado, o futebol não é mais o mesmo, então os conceitos são outros. O que me chamava a atenção no Telê era a repetição, muita repetição de finalização, domínio, passe, ele treinava isso a exaustão, até mais que coletivo. A parte técnica era a que o Telê mais pegava com a gente, era realmente a parte técnica".

7 de janeiro de 2017

6 de janeiro de 2017

O Kayke furado

Não sei se o Kayke daria certo. Viria com algumas boas recomendações mas com o problema de não ter se firmado totalmente apesar dos 28 anos.
O que sei é que passou sim o tempo em que qualquer arigó chegava em Porto Alegre, pedia 5 vezes mais do que ganharia no Rio e em São Paulo e acabava levando. No Grêmio pelo menos acabou.
Jogador apalavrado que na última hora vem com mimimi pedindo mais dinheiro tem de ter o destino que teve este cara: tchau, gracias, foi um prazer te conhecer.
A prova de que isto está correto? A reação dos engajados isentos. A cada dia, aparentemente, mais burros e mais baratos encheram as redes sociais e as rádios com críticas à direção. Conseguiram o que? Aumentar o apoio da torcida ao comportamento dos dirigentes que não se tornaram refém de um empresário e de um jogador sem palavra.
Vida que segue. Certamente o que não será difícil é encontrar um jogador do nível deste aí.