27 de julho de 2016

Corneteando os corneteiros (ou... o teu também na reta)

Queridos amiguinhos,
A partir de hoje estaremos divulgando semanalmente os melhores (ou piores) comentários dos leitores do blog.
A ideia é divulgar os inteligentes e dar notoriedade aos sem-noção.

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Sobre o Grêmio estar iniciando os trabalhos na quarta-feira nas semanas de jogo domingo a domingo:

Gilberto Rezende  

P.S. Próximo jogo é com o América-MG, um jogo FÁCIL contra o lanterna CONVICTO do campeonato (apesar de fora) é para ir para liderança.
O PRIMEIRO sinal da comissão técnica foi PÉSSIMO...
O Grêmio só se reapresenta na quarta feira de manhã, Roger dá dois dias de folga e indica menos mobilização...
Depois os Arigós que como eu reclamam e eles ficam brabos...


Runner Tricolor
Seu Algoz, sou maratonista. Pelo que sei, todo fundista pode ficar até 2 dias seguidos de folga nos treinos. E dependendo do nível de preparo na temporada, vale a máxima que "descanso também é treino". Creio que para um jogador de futebol, que corre em torno de 15, 16 km por jogo, com variações de velocidade e movimentos, valha a mesma regra.
Arrisco afirmar que o preparo físico do Grêmio na temporada atingiu este estágio, onde precisa somente de manutenção e descanso, e não mais de treinos muito forçados. É claro que a ivi não concorda com a minha teoria.

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Sobre a escalação do time

Zeus
Sonha Marcelino, sonha! Maicon, Ramiro, Douglas e Negueba é o que o teu técnico vai te dar.
Com a tradicional substituição de Douglas por Bobô quando a derrota está se consumando


Emanuel Kjellin   
O problema e escalar Negueba....o que parece que vai acontecer......

Zeus 
Roger justifica titularidade de Negueba: "Interesse na questão defensiva".
Tenho vaga garantida no time do Roger: eu me interesso por questões de guardametivas, defensivas, armativas, ofensivas e discursivas
KKKKKKK! Cada treineiro que me aparece.
Pobre torcida!


 Mauro
Q rodião !
Jogou muito esse Negueba e o Douglas,muito gols desperdiçados....
SP não viu a cor da bola.
Hj neu grêmio fez o trabalho certinho e não amarelou,VALEU IMORTAL !


Ancião Imortal 
Apesar do careca de merda, foi um jogão de bola. Grande vitória do Imortal com empenho do time todo.
O melhor é que uma das minhas previsões otimistas (que são poucas), de que Giuliano não vai fazer falta, confirma-se. Parece que podemos superar a dificuldade de jogar sem Walace e Luan. Jailson e Miller vão dar conta!
Vamos jogar com esta vontade o próximo jogo, lá nas Minas Gerais? Só falta este grande detalhe (jogar bem fora de casa, mesmo contra os times da base da tabela) para o Grêmio deixar de ser coadjuvante e passar a ser protagonista


Bruno
Pedro Rocha não jogou nada !!


Paul Kersey
"Prefiro o Bolaños que não fala com ninguém e está "insatisfeito em Porto Alegre", só que vai comer a bola contra o sum paulo amanhã e vai continuar falando meia dúzia de palavras em portunhol no pós jogo." Kersey, Paul (23.07.16).
Quanto ao Negueba, o Giuliano ficou cansado só de vê-lo correndo; deve ter até cancelado seu supino da tarde.


Agenda Negativa
A tigrada que corneteou o Negueba antes da hora deve estar rebocando o BRioCo de hipoglos.


Matheus Tricolor 
se o "Neguemito Melhor Jogador do Universo" fizer 70% do que fez hoje em todas as partidas, já é umas 15x melhor que o Giuliano. Me serve.

Time como um todo foi muito bom, marcaram, morderam, atacaram com vontade, e só depois dos 35 quando cansaram, deram um pouco de alívio. Agora é esperar que joguem assim contra os pequenos também, que daí patrolamos.
Tem que parar de tropeçar nos pequenos, assim dá pra chegar lá kkkkk.

Guaru_
1 - Pra mim Negueba e Geromel foram os melhores. Negueba fez muito bem a função do Giuliano.
2 - Pé do Everton murchou hoje? Logo ele que tem um chute potente, talvez o melhor do time.
3 - Henrique Almeida não passa a bola pra ninguém. Nunca. Jogador fominha assim, raramente faz sucesso em time grande.
4 - Maicon jogou bem contra o ex-time. Uma das melhores partidas dele no ano.
5 - Esse careca enerva sempre. Péssimo juiz. A cara da CBF.

ivan
ouvi o jogo através do computador pela Radio Grêmio Umbro,é um show,nunca mais escuto em outra emissora,é tudo gente nossa ,critica quando precisa e aplaude e torce o tempom todo o narrador muito bom com o ¨descontrole¨ e os comentarista,Mazzaropi e Carlos Miguel,falam a nossa língua.
E o melhor não tem secador agourando nossos jogadores e falando e vendo defeitos na nossa ARENA


Ruigremista 
Também pegar um timinho com um treinador cotado pra seleção fraquíssima ARGENTINA, Roger tu tem muita sorte, tem muito o que aprender, um elenco dessese não ser líder..... FORA ROGER


Matheus Tricolor 
as vezes não sei se você é um gênio sarcástico ou um retardado.

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Sobre a venda do Giuliano

CARLOS
PERGUNTAS da AJFRG:
"Afinal,quanto o GRÊMIO ganhou com a venda do Giuliano??
Com quanto dinheiro ficou?
Vai tudo para o empresário do arroz?
Por favor, nos respondam.Não aguentamos mais de tanta ansiedade."

heraldo
Giu....aí a gauchada miguxa é difamada e não querem ficar pitiquentos

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Sobre a campanha fora de casa

Ancião Imortal
O Grêmio tem aproveitamento de 28.6% (6 pontos em 21) nos jogos fora de Porto Alegre.
Em tem gente que sonha co título.
Ou muda a postura nos jogos longe da torcida, ou NUNCA MAIS vai ser campeão de coisa alguma.
1 resposta · ativo 12 minutos atrás
Até parece que jogar Grenal no Beira-Rio com toda a torcida contra e que nos odeia é muito diferente do que jogar longe de Porto Alegre ou dá na mesma que jogar na Arena. Põe 9 pontos em 24 nessa conta. Precisa aumentar de fato. Mas vai me convencer que só porque o Beira-Rio fica em Porto Alegre é menos hostil do que jogar em Belo Horizonte, Chapecó ou Recife?

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E atendendo aos curiosos


26 de julho de 2016

Enquanto não chega a próxima

Um olhar ainda para o domingo

"O São Paulo sofreu um desmanche", dizem eles, "por isto a vitória do Grêmio tem de ser vista com muita serenidade". Serenidade, no caso, é sinônimo de desimportância, de não mais que a obrigação.
Desmanche de dois jogadores. O Grêmio teve o desmanche de três: Luan, Walace e Giuliano. Claro que três jogadorzinhos apenas razoáveis, facilmente substituíves.

"O Grêmio foi bem porque o São Paulo não jogou nada". Esta é a segunda variante para desmerecer a atuação tricolor.

Então, Maicon, o zagueiro xerife do time paulista foi ao Bem Amigos.

- O Grêmio é candidato ao título? Perguntaram.
- Candidatíssimo, falou Maicon.
- Foi o pior jogo do São Paulo?
- Foi porque o Grêmio nos deu um sufoco danado. Não nos deixavam sair de trás. O máximo que conseguíamos era mandar a bola até um dos atacantes, mas estávamos tão presos atrás e desancaixados que logo a perdíamos.

Mas sim. O tricolor só ganhou porque o São Paulo sofreu um "desmanche" e tu aí, torcedor, olhe a vitória com muita "serenidade".

E não vão atrás dos caras da ESPN que inventaram esta bobagem aqui.

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Então somos campeões?

Antes que um corneteiro encha o saco, esclareço que o que escrevi na semana passada continua valendo. Este time, que é bom sim, que em jogos difíceis está se impondo sim, tem de mostrar que está mesmo afim.
Domingo é mais um teste. E, embora o América MG esteja de treinador novo e tenha dado um sufoco no Flamengo ontem, não há outro resultado aceitável que não a vitória.
Um campeão se faz com vitórias fora de casa e não perdendo pontos para os times do rodapé da tabela. E o tricolor já gastou a sua cota de pontos perdidos em jogos teoricamente fáceis.

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Iago

Foi o primeiro jogo, mas está aí um jogador que impressionou muito bem. É forte. Marca muito. Não se assusta com jogo grande e tem boa técnica.
Ficou devendo um pouco na frente, mas a medida em que adquira confiança certamente vai crescer também no ataque.
Com isto, o outro menino que começava a cair nas graças da torcida, afunda ainda mais no esquecimento.
Pelo menos até poder jogar no time da terceira divisão alemã, com o qual, dizem, assinou contrato de três anos por 25 mil euros.
Grande empresário ele arrumou. Nem contas sabe fazer.
Agora é esperar que Marcelo Oliveira sofra nova suspensão, para o guri ter continuidade.

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Folga até quarta

Aqui e ali pipocam críticas ao fato do Grêmio ter folgado ontem e hoje e só voltar amanhã ao trabalho.
Não entendo nada de educação física, mas confio nos caras que estão lá trabalhando.
Já houve um preparador físico famoso que esticava tudo o que dava para o time voar no início. Depois chegava se arrastando, mas fazia parte do planejamento.
A explicação para a folga maior foi convincente. O grupo vem de uma temporada de jogos quartas e domingos e precisa de um relaxamento para recuperação.
A folga de dois dias é trocada por trabalhos de grande intensidade na quarta e na quinta.
Isto já foi feito na semana passada. Com bons resultados viu-se domingo.
Então queridos corneteiros, deixem de falar no que não entendem e mais ainda, não critiquem por antecipação. Já está chato isto.

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Mas né?

Recebi e repasso. Autores desconhecidos.






25 de julho de 2016

Avalanche Tricolor: melhor recepção impossível

Por Milton Jung


Grêmio 1×0 São Paulo
Brasileiro – Arena Grêmio


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Douglas e cia festejam gol da vitória, em foto de LUCAS UEBEL/GrêmioFBPA

Cheguei há pouco a São Paulo. As férias estão terminando. Em dois dias estarei de volta ao trabalho. Reservei o domingo para colocar o fuso horário no eixo, depois de duas semanas com o corpo e a mente “rodando” cinco horas à frente. Fui muito bem recebido em casa, onde Bocelli, o Gato, me deu as boas vindas com um miado alto e forte como se reclamasse de saudades pelo tempo afastado.

Fui melhor ainda recebido pelo Grêmio, que mexeu no time para se adaptar as negociações e convocações. Na escalação, algumas surpresas para o torcedor como a preferência de Roger por Negueba para substituir Giuliano. E Roger fez certo. Nosso novo meio-campo foi apontado como um dos destaques da partida.

Soube de fonte segura que até meu amigo Teco Medina, são paulino de coração, bateu palmas para ele ao fim do jogo.

No time que me deu as boas vindas, tinha também, a confirmação de Jaílson, em lugar de Walace, para formar a dupla de volantes com Maicon, e de Miller Bolaños ocupando o espaço de Luan. Os dois cumpriram muito bem o seu papel, com Miller tendo sido fundamental para a vitória e mostrando que está pronto para reassumir a posição de titular, após convocações, lesões e complicações.

Neste meu retorno ao Brasil, o adversário era tradicional e histórico, e mesmo que tenha tropeçado aqui e acolá, nesta temporada, é sempre perigoso. Até agora não o havíamos vencido na Arena, nas quatro partidas até então disputadas.

Bem que o goleiro deles se esforçou para manter a escrita. Saltou pra cá, saltou pra lá. Defendeu com uma mão, com as duas, e quando não dava para alcançar a bola, deve ter cruzados os dedos, pois ela teimava em não entrar.

Do outro lado do campo, Marcelo Grohe assistiu ao jogo sem qualquer esforço. Na única vez em que o perigo parecia próximo, Geromel surgiu para despachar para escanteio. Aliás, nosso zagueiro segue encantando o torcedor.

Na defesa, fiquei muito feliz ainda com a maneira como fui recepcionado por Edílson, para quem o adversário torce o nariz, mas que dá conta do recado e com toques de picardia.

Soube das mesmas fontes anteriores que Teco Medina quer ganhar de aniversário uma camisa autografada pelo nosso lateral direito. Se não tiver a dele, pode ser a do Douglas. Apesar de que a deste, guardaria comigo na coleção que estou reconstruindo.

A camisa 10 tem sido vestida com genialidade por Douglas. No meio de campo, ele distribui o jogo com qualidade invejável, tem um passe refinado e facilita a vida de seus companheiros como nenhum outro em campo. No jogo de hoje, deu uma sequência de passes, no segundo tempo, que merecia o replay (mas o pessoal da TV prefere repetir pontapés e encontrões). Não bastasse o talento, Douglas tem se consagrado como reboteiro e marcado gols como o deste domingo, semelhante ao que já havia feito contra Santos, Cruzeiro e Inter. Mereceu todas as palmas recebidas quando deixou o gramado (inclusive as do Teco).

O Grêmio jogou muito melhor, quebrou um tabu na Arena, venceu um clássico e ficou apenas a dois pontos da liderança do Campeonato Brasileiro, após 16 partidas disputadas. Ainda por cima, tive o direito de brincar com meu grande amigo e colega de trabalho Teco Medina (aquele que sempre acha que eu tiro mais férias do que mereço).

Melhor recepção impossível!

24 de julho de 2016

Daniel Matador - Vitória e rodião

Grêmio 1 x 0 São Paulo

Miller voltou e foi um dos destaques no jogo de hoje.


Caros

O Grêmio entrou na Arena neste domingo ensolarado para enfrentar o São Paulo após estar ciente da vitória do Atlético-MG sobre o Palmeiras, o que auxiliaria sua busca pela liderança do campeonato. Giuliano foi passado nos cobres e já não joga mais pelo tricolor. Luan e Walace estão servindo a seleção olímpica. E Marcelo Oliveira cumpre suspensão. Em seu lugar Roger escalou o jovem Iago, visto que Marcelo Hermes bancou o abobado e arrisca terminar sua carreira jogando a Divisão de Acesso do Ruralito. Jaílson segue no time titular no lugar de Walace, enquanto Miller Bolaños entrou no lugar de Luan. E Negueba ocupou a vaga de Giuliano, com Wallace Reis voltando ao time para formar a dupla de zaga com Geromel.

Primeiro Tempo: Grêmio 0 x 0 São Paulo

Menos de dois minutos de jogo e Negueba passou para Douglas, que chutou, mas para fora. Aos seis, bela trama do tricolor em frente à meia-lua, com Miller finalizando. Aos 8, chute perigoso de Negueba, que o goleiro Dênis defendeu e mandou para escanteio. Aos 10, chutaço de Miller que foi rebatido no susto pelo goleiro do São Paulo. Aos 12, grande jogada entre Negueba e Miller, com finalização de Everton para fora. Aos 20, um belo chute de Miller, com a bola lambendo a rede pelo lado de fora. Na sequência, cobrança de falta que Edilson cobrou magistralmente para grande defesa de Dênis, mandando para escanteio. Aos 28, mais uma ótima jogada com cruzamento de Negueba e Miller cabeceando para finalizar.

Aos 31, troca de passes na área do São Paulo e Negueba matou no peito para chutar. Infelizmente, para fora. Aos 33, Jaílson foi driblando todo mundo desde o meio de campo, mas concluiu sem direção. Aos 35, o primeiro lance perigoso do São Paulo, com finalização de Michel Bastos. Mas o Grêmio tem Geromel, que salvou. Aos 36, outra boa trama tricolor, desta vez com Everton concluindo para defesa de Dênis. Aos 43, Everton sentiu e saiu para a entrada de Pedro Rocha. Aos 46, Gilberto protagonizou o segundo lance de ataque do São Paulo ao cabecear para fora. Aos 47, Miller deu um CHUTAÇO de fora da área que seria um golaço, não fosse o milagre de Dênis. E o careca apitou o final do primeiro tempo.




Segundo Tempo: Grêmio 1 x 0 São Paulo

Aos 4 minutos, mais uma finalização de Miller, desta vez tirando tinta da trave. Aos 7, Maicon recebeu passe de Miller e chutou. Dênis defendeu e, no rebote, Douglas conferiu e abriu o placar na Arena! No minuto seguinte, Pedro Rocha entrou na área dando o drible da vaca no primeiro marcador e sofreu pênalti. Mas o árbitro era o Heber, então obviamente não foi assinalado. Aos 12, após jogada de Miller, Edilson emendou um SAPATO de fora da área. Aos 15, bom chute de Negueba para mais uma grande defesa de Dênis. Aos 21, após cobrança de escanteio, Michel Bastos emendou de primeira e a bola quase saiu pra fora da Arena.

Aos 26, Douglas recebeu de Miller e chutou. Dênis defendeu de forma estranha e a bola quase entrou, saindo para escanteio. O São Paulo não via a cor da bola e o Grêmio dominava todas as ações. Aos 33, Negueba avançava com passadas largas e tomou uma falta por trás de Mena, que já havia levado amarelo e acabou expulso. Aos 35, Douglas saiu ovacionado para entrada de Henrique Almeida. Aos 42, Dênis fez outro milagre em chute de Maicon. Aos 44, Negueba também saiu ovacionado para a entrada de Kaio, naquele tipo de substituição para matar tempo. Aos 46, Pedro Rocha encobriu o goleiro e faria um golaço, não fosse o defensor salvar no último segundo. E mais não teve, com a Arena vendo mais uma vitória tricolor.




Como jogaram:

Grohe: no primeiro tempo, praticamente assistiu a partida. Nota 5
Edilson: a mesma boa regularidade de sempre. É o dono da lateral direita. Nota 7
Geromel: não há mais o que falar sobre o melhor zagueiro brasileiro da atualidade. É sempre soberano. Não deu chance para o ataque do São Paulo. Nota 8
Wallace Reis: retornou da lesão e mostrou que, até o momento, é o melhor parceiro de Geromel. Nota 7
Iago: entrou na fogueira e não se queimou. Estrear numa Arena lotada num clássico brasileiro não é para qualquer um. Nota 6
Jaílson: o garoto parece jogar há anos como titular, tal é a naturalidade com que joga. Nota 7
Maicon: cumpriu de forma regular a volância. Não brilhou, mas foi responsável direto pelo gol que abriu o placar. Nota 6
Negueba: grata surpresa. Substituiu Giuliano com folgas. Principalmente na questão ofensiva e na vitória pessoal sobre os marcadores. Conseguiu inclusive a expulsão de Mena em um lance destes. Nota 8
Douglas: soube desvencilhar-se da marcação no meio de campo e municiou bem as jogadas, apesar de ter perdido alguns lances. E continua manjando muito da jogada que se vale dos rebotes. Nota7
Everton: movimentou-se bem e cumpriu seu papel taticamente no ataque, porém pecou nas finalizações, praticamente todas sem força. Sentiu lesão e saiu para a entrada de Pedro Rocha. Nota 5
Miller: bom retorno após a lesão. Movimentou-se, passou, triangulou e principalmente chutou e muito bem. Nota 7

Pedro Rocha: entrou no lugar de Everton ao final do primeiro tempo. Acabou cumprindo a mesma função de forma semelhante. Nota 5
Henrique Almeida: entrou faltando pouco tempo. Sem nota
Kaio: entrou ao final. Sem nota

Roger: deu um verdadeiro NÓ no time do São Paulo, que não viu a cor da bola durante o jogo todo. Hoje o mérito é, em grande parte, dele. Nota 8

Arbitragem: a CBF inventou de escalar para o melhor jogo da rodada um dos piores árbitros. O careca Heber Roberto Lopes, auxiliado por Nadine Schramm Camara Bastos e Helton Nunes veio para atrapalhar o jogo, como já é natural. Não fossem suas trapalhadas, o placar poderia ter sido mais elástico.

Foi um verdadeiro massacre tático na Arena. Um rodião, um sacode, uma saranda. O Grêmio não deixou o São Paulo fazer nada. O placar magro não fez justiça à gigantesca superioridade tricolor, que agora está a apenas 2 pontinhos da liderança. O próximo compromisso será contra o virtualmente rebaixado América-MG, no Independência. Não há qualquer outra alternativa que não seja vencer. Sem qualquer desculpa para um eventual tropeço. Principalmente considerando que o Palmeiras irá até o Rio de Janeiro para enfrentar o Botafogo e o Corinthians enfrentará a galera da beira do lago no remendão pataxó. Avante, tricolor!!!

Saudações Imortais

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Adendo do seu Algoz

Peço licença ao Matador para mandar um abraço ao arigó que me chamou de pelego chapa branca porque falei que o Roger acertava em por o Negueba.
Eu só perdôo porque o sem noção é petralha.
Chupa arigó.

23 de julho de 2016

Chance de encostar

Jogo duro amanhã. Mas com uma perspectiva boa: o Grêmio nunca ganhou do São Paulo na Arena. E tabus, sabem vocês, existem para serem quebrados.
A semana foi cheia de novidades: Kannemann chegou e já está integrado e a venda de Giuliano foi a principal notícia.
Eu gosto do Giuliano e, penso, faço parte da minoria. Tem blogueiro do Imortal Tricolor que não gosta.
Giuliano é um jogador de carácter, e sempre lutou pela vitória com a camisa tricolor. Teve problemas no início por conta de uma lesão no púbis e depois foi titular constante.
Não fez os gols e as jogadas aguda que dele se esperava, mas entendo que muito pela função tática que exercia. Era incansável compondo o meio e, obviamente, quando chegava na frente já estava com a língua para fora pela luta constante.
Mas Giuliano, não esqueçam infiéis, iniciou a tratorada do 5 x 0 com um golaço que jamais será esquecido.
E sim, embora eu goste do jogo e da personalidade dele, concordei com a venda. Giuliano era um jogador caro para os padrões atuais do futebol brasileiro (e da economia brasileira) e o Grêmio tinha a dívida com o arrozeiro.
Que seja muito feliz no novo clube e, quem sabe, volte para encerrar a carreira no Imortal.
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Mas sim, o jogo contra os paulistas. Penso que Roger acerta ao colocar Negueba. Menos pelo que Negueba jogou, ou deixou de jogar, mas mais pelo que pode render. Aliás, ele foi contratado já pensando na possibilidade da venda de Giuliano.
Teve boas partidas no Coritiba e foi para a reserva quando pediu para sair diante do interesse do Grêmio.
Para saber se vai render só colocando em campo. Roger confia nele, o que já é uma boa indicação.
O jogo cresce em importância porque o Corinthians hoje também teve seu dia de fiasco e empatou, merecendo perder, com o Figueirense. Consolo e certeza de que todos terão suas rateadas no caminho.
Há boas chances do Palmeiras empacar no Atlético Calaveira.
Se isto acontecer, combinado com uma vitória nossa, voltamos a fazer bafo na nuca. E, penso, eles dificilmente resistirão.
Isto é claro, se o exército de frouxos resolver mostrar que aprendeu a lição no domingo passado.

22 de julho de 2016

Bom ou mau negócio?

O debate na imprensa e no seio da torcida gremista desde o amanhecer desta  sexta feira é a venda do jogador Giuliano para o clube Zenit da Rússia.
As opiniões estão divididas. Alguns aplaudem o negócio, outros mostram preocupação por considerar o jogador peça importante no esquema que Roger montou.
De minha parte, sou a favor da venda e digo o motivo.
Não gosto de jogador de criação e ataque agindo como volante colocado em campo mais para defender do que para fazer o que a posição exige. Giuliano ajuda muito na marcação, e como é fisicamente quase impossível fazer bem as funções de combate e ataque, o time perde bastante na hora de atacar porque ele tem feito melhor a função de defender.

O que eu via e não gostava nos jogos do Grêmio, era Giuliano perdendo a bola no confronto direto em 80% das divididas quando estava próximo à área adversária. Era irritante. Quem assiste os jogos comigo sabe que desde sempre reclamo durante as partidas da pouca competência de Giuliano na finalização da jogada. Ele chega tão cansado na frente, que quase sempre perde a bola para a zaga adversária. Não foram poucas as vezes em que ele "matava" a jogada que vinha sendo bem conduzida pelos companheiros.
Para quem gosta de jogador só marcando, Giuliano poderá ser considerado uma perda importante.
A notícia que temos é de que foi o empresário Celso Rigo que teria pago o valor da compra dos direitos do jogador há dois anos. Se foi isso mesmo e o Grêmio ficará com 20% do valor de 7 milhões de euros da transação, está sendo um bom negócio para o clube. Colocou zero reais e receberá  de volta 5 milhões de reais.

O outro motivo de eu ser a favor da venda, é que haverá uma substancial redução na folha de pagamento. Os gastos com Giuliano giram em torno de R$ 600 mil mensais. Essa economia possibilitará ao clube investir em outros nomes para reforçar o time e ainda sobra troco.
E o último e derradeiro motivo, é que acredito que temos bons nomes no elenco para que Roger use na substituição.
De início cito os três de minha preferência: Jaílson, Pedro Rocha e Henrique Almeida.
Considero esses três muito bons jogadores. Então, não acho que a saída do jogador possa causar abalos . Estamos falando de um jogador médio e não de um fora de série.
Pelo contrário, acho que corremos o risco de ter uma melhora no desempenho.
Desde que Roger não venha com Ramiro e genéricos.

20 de julho de 2016

O exército dos frouxos


Domingo foi uma noite de decepção. Mais uma. Decepção que tem se repetido ao longo dos anos. Talvez por isto domingo foi mais do que uma noite de decepção.
Domingo foi uma noite de fúria.
Não houve um único torcedor gremista, e aqui incluo os gremistas da direção, que não tenham deixado aflorar a raiva com o time do Grêmio.
Mais uma vez. De novo. Como sempre. O dia tinha tudo para terminar com felicidade plena. Mas mais uma vez, de novo, como sempre o time conseguiu estragar tudo.
Que diabos acontece que sempre que aparece a oportunidade de um salto na tabela, sempre que há uma chance de confirmar-se como candidato ao título os caras dão um jeito de falhar?
Domingo foi um dia de fúria.
Todos nós xingamos a mãe, o pai, os irmãos, as mulheres, os filhos, os avós, os tios, os amigos e até os inimigos destes sujeitos que trabalham no futebol do tricolor.
Que diabos que acontece que eles mais uma vez, de novo, como sempre, deixam de ganhar um jogo fácil?
Fácil eu falei? Facílimo.
O Sport não existe. Vai ser rebaixado. Mas levamos quatro, ou melhor, NOSSOS HERÓIS, levaram quatro. Conseguiram levar quatro de um timeco. Conseguiram perder uma dúzia de gol que o mais gordo peladeiro não perderia. Conseguiram levar quatro do Sport Recife. Do Sport!
Domingo foi dia de xingar os desgraçados. Segunda e terça-feira foram dias de silêncio. Dias de tentativa de apagar a raiva, a dor de se sentir mais uma vez traído.
Um pouco da dor foi possível aplacar, não toda.
O pior é que a raiva está sendo trocada pela tristeza. Pela dor. Pela certeza de que mais uma vez as esperanças ficarão perdidas em algum lugar entre Florianópolis e Recife. Entre um jogo com um time ruim e outro pior.
Foi soberba como falaram alguns?
Foi falta de treino na bola aérea como alegaram outros?
Foi falta de pontaria?
Penso que isto até pode ter ajudado.
Mas penso que foi pura e simples covardia.
Covardia de um grupo que nasceu perdedor.
Covardia de um elenco (e incluam por favor a equipe técnica) que se assusta com a possibilidade de sucesso.
Covardia de assumir que estão jogando em um clube enorme com uma torcida apaixonada.
Covardia de um grupo que tem medo de ser feliz.
Provavelmente nos próximos jogos estes nossos bravos conseguirão algumas vitórias. Futebol eles tem para isto. Mas façam como eu. Não se empolguem. Não voltem a sonhar. Não acreditem em algo mais do que uma vaga.
Eles não tem culhões para confirmar logo adiante. E também, talvez, nem se importem com isto.
Por que então nós devemos nos importar?
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A tal bola aérea

Se o Roger não se lembra, sugiro que fale com o Carlos Miguel, este grande jogador que nos deu muitas alegrias (TÍTULOS) jogando e agora está se revelando um comentarista espetacular na Grêmio Rádio.
Nos escanteios contra o tricolor a ordem era clara: cada um pega um.
CADA UM PEGA UM!
O mais alto pegava o melhor cabeceador adversário e os outros tinham um jogador definido para marcar.
O Roger jogava neste time.
Esqueceu. Ou quem sabe a empáfia esteja fazendo que não use um artifício tão simples e efetivo?
Por que este câncer de marcar por zona?
Por que fazer com que ninguém, nenhum jogador, tenha a responsabilidade de cortar a bola alta?
Por que dar liberdade para os adversários entrarem correndo com toda a facilidade para cabecear livres e com força?
Por que Roger?
Para mostrar que és um treinador culto e inteligente?
Fala com o Miguel, Roger. Quem sabe ele te relembre.
Ou te ensine o feijão com arroz. O beabá do futebol.
Fala com o Miguel, Roger.
Senão, amanhã o Kanneman será torrado. E outros. E outros.

18 de julho de 2016

Avalanche Tricolor: tropeço nas férias, não muda humor nem busca pelo título

Por Milton Jung

Sport 4×2 Grêmio
Brasileiro – Ilha do Retiro/Recife


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A lua quase cheia me acompanhou pela madrugada enquanto
assistia ao Grêmio, na Itália (foto: Abigail Costa)

Havia um tempo em que assistir aos jogos do Grêmio quando estávamos no exterior era um desafio à parte. A internet não havia se expandido, a tecnologia era precária e as transmissões pela televisão não alcançavam tão longe. Alguns sites com endereços duvidosos e arquivos maliciosos pirateavam as imagens da TV, que nem sempre chegavam com a qualidade desejada.

Os tempos são outros. O sinal de internet está muito mais acessível e os aplicativos estão disponíveis, desde que você tenha a assinatura da TV a cabo ou do pay-per-view. Já havia visto partida a bordo de um avião, cruzando o Oceano Atlântico, na tela do meu celular, portanto minha estada na Toscana, na costa do Tirreno, não seria motivo para me deixar longe do Grêmio.

De estranho mesmo, apenas o horário, pois aqui na Itália estamos cinco horas na frente do Brasil, e, assim, o que era final da tarde de domingo para você, já era fim de noite para mim. O jogo se iniciaria antes da meia noite e se estenderia pela madrugada. Como meu compromisso nessas férias é esperar o sol chegar e descansar na beira da praia, dormir tarde também não seria um problema.

Ipad conectado à internet, tela ampliada, transmissão iniciada e uma noite de verão europeu agradável, com lua quase cheia no céu: o cenário era perfeito para curtir meu Grêmio neste meio de férias. Pra deixar a turma com inveja: o vinho estava servido, também.

Aquela bola no poste assim que o jogo começou era o sinal para que aumentassem meu entusiasmo pelo time e a expectativa pelos três pontos que nos colocariam na vice-liderança do Campeonato Brasileiro. Os fatos que se sucederam, porém, frustraram meu programa de férias.

Depois de estarmos perdendo por dois a zero e desperdiçando muitos gols, no primeiro tempo, bem que Geromel se esforçou para me devolver a satisfação nesta noite, na volta para o segundo tempo. A reação durou pouco e nossos erros defensivos se repetiram.

Deixar de somar três pontos fora de casa, não é uma tragédia. Tem gente desperdiçando esses pontos diante da sua própria torcida. Mas como temos pretensões que vão bem além da maioria dos que estão disputando este campeonato, não devemos simplesmente aceitar o resultado passivamente.

Roger terá muito que conversar e treinar, conversar mais ainda e treinar ainda mais, nos próximos dias, para ajustar o que nos falta e darmos o salto maior nesta competição: chegar à liderança e lá permanecermos.

Como confio no trabalho de Roger e do elenco, sigo em frente com minhas férias, tranquilo, porque não será um tropeço no caminho que irá me tirar o bom humor nem estragar o sabor do vinho.

17 de julho de 2016

Balde de água fria na quente Recife

Entrávamos em campo após uma vitória do Palmeiras contra o co-irmão e um empate do Corinthians contra o São Paulo. O Sport na parte de baixo da tabela, era a hora de assumirmos a vice-liderança, colando no líder. Foi tudo diferente, foi um balde de água fria.

PRIMEIRO TEMPO: Sport 2 x 0 Grêmio

O jogo começou com o Grêmio na frente. Antes dos 2 minutos, em bela troca de passes, Luan chutou na trave.
Logo em seguida o Sport chegou com perigo, e o juiz começou a dar faltas ridículas contra nós. Previsível, visto que nossa vitória significava a vice-liderança.
O jogo seguiu morno até os 14 minutos, momento em que em uma triangulação entre Everton, Douglas e Maicon, o volante chutou com perigo, mas pra fora.
Aos 17, em cobrança de falta e jogada ensaiada, o Sport chegou com perigo com Rogério. 
E aos 21 minutos, em desatenção do time, o Sport abriu o placar com Serginho. O ditado 'quem não faz, leva' se fez valer.
Aos 27 minutos, o Sport chegou mais uma vez com perigo. Renê disparou na lateral, e Rogério chutou por cima do gol, após receber livre.
Logo em seguida, aos 28 minutos o Grêmio respondeu. Giuliano recebeu na ponta da grande área e chutou pra fora.
Aos 31 mais um bom lance do Grêmio, que começou a acordar no jogo. Everton recebeu livre do lado direito, cruzou rasteiro pra dentro da área e Luan chegou atrasado para colocar a bola pra dentro do gol.
E aos 38 minutos, o segundo gol do Sport. Everton Felipe cobrou escanteio e Diego Souza cabeceou pra dentro do gol. Mais um gol de bola aérea, com a lei do ex-jogador.

O primeiro tempo terminou com o time sem vontade e displicente. Algumas boas chances, mas nenhum ímpeto. Luan com a cabeça nas Olimpíadas, Douglas caminhando e Giuliano anulando o time (como sempre).


SEGUNDO TEMPO: Sport 2 x 2 Grêmio

O segundo tempo começou e logo aos 50 segundos GOL do Grêmio. Após escanteio, em bate e rebate dentro da área, Pedro Geromel descontou.
O jogo seguiu morno, com alguns lances de pouco perigo para os dois lados, até que aos 17 minutos ELE, GEROMEL, fez o segundo GOL
E pra variar (IRONIA), em cobrança de escanteio (bola aérea), aos 22 minutos o Sport passou na frente com Edmilson.
Aos 27 minutos o juiz marcou pênalti de Marcelo Oliveira em Everton Felipe. Nesse momento Roger fez as primeiras substituições. Saiu Jaílson e entrou Ramiro, saiu Giuliano e entrou Pedro Rocha. E na cobrança, com direito a paradinha, Diego Souza fez seu segundo gol no jogo, o quarto do Sport.
Aos 35 minutos Roger resolveu tirar Luan, e colocou Henrique Almeida.
O jogo seguiu sem chances, amorcegado. 
Everton entrou na área aos 45 minutos, chutou em gol, mas a bola desviou no zagueiro. Logo em seguida Pedro Rocha cruzou na área e sozinho, Douglas cabeceou, mas o goleiro defendeu.
E aos 48 minutos, Marcelo Grohe salvou o que seria o quinto gol do Sport.

Fim de jogo. Sport 4 x 2 Grêmio.


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Esse jogo mostrou que infelizmente não vamos brigar pelo título. Time que quer ser campeão não pode perder para o Sport, muito menos levando 4 gols.

Eu ainda não sei como Giuliano está no time. Eu ainda não sei porque Ramiro é uma opção.


Como jogaram:
Marcelo Grohe: não sabe sair do gol, falhou no terceiro gol do Sport. Nota 5 
Edílson: marcou, correu e chegou na frente. Nota 7
Pedro Geromel: voltou meio descontado, mas fez dois gols. Nota 8 
Fred: estava no lance no segundo gol do Sport, e segue dando balão em lance desnecessário. Nota 6 
Marcelo Oliveira: não foi bem. Não buscava bolas, não apoiou e participou do lance do pênalti. Nota 6 
Jaílson: o que joga esse menino! Não entendi sua substituição. Nota 9 
Maicon: voltou mal, muito lento e errando muitos passes. Nota 6 
Douglas: caminhou em campo e deu muito contra-ataque. Nota 5 
Giuliano: só atrapalhou, não sei como ainda joga no Grêmio. Nota 5 
Everton: um dos únicos que buscou o gol, jogando pra frente. Nota 7 
Luan: apagado, com a cabeça na Seleção. Nota 6 

Ramiro: 
não agregou em nada. Nota 5 
Pedro Rocha: valente, foi pra cima. Nota 7 
Henrique Almeida: não agregou em nada. Nota 5

Grêmio: Marcelo Grohe, Edílson, Pedro Geromel, Fred, Marcelo Oliveira, Jaílson, Maicon, Douglas, Giuliano, Everton e Luan. Técnico: Roger Machado.


Sport: Magrão, Samuel X., Matheus F., Ronaldo A., Renê, Rithely, Serginho, Diego Souza, Everton Felipe, Rogério e Edmílson. Técnico: Oswaldo de Oliveira.

Arbitragem: Rodrigo Batista Raposo (DF), Fabiano da Silva Ramires (ES) e Jose Reinaldo Nascimento Junior (DF).

15 de julho de 2016

Adri Rodrigues: A obsessão europeia

Alguns membros da mídia esportiva gaúcha revelam uma verdadeira obsessão: colocar o aterro no primeiro mundo do futebol. Isso para contrapor ao nosso "tic-tac", que é como chama o estilo de jogo implantado pelo técnico Roger. Basta o profissional assinar com eles para ser deflagrada a busca por vestígios e evidências de que a Europa chegou. Vejam exemplos abaixo. Cliquem nas imagens para ler as matérias, que são apenas uma amostra.

Aguirre







Argel



Falcão


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Desvendamos o mistério: A mídia está certa!

O blog foi pesquisar e descobriu o porquê disso e você, privilegiado leitor deste blog, saberá agora em primeira mão. Os jornalistas que vêem o estilo europeu nos últimos técnicos estão com toda a razão. Informação exclusiva: como intuito de fixar o estilo europeu no time, modelo que a gestão do futebol considera ideal, o clube do aterro disponibiliza gratuitamente um curso para o profissional contratado para ser técnico do time. Antes de comandar o primeiro treino, o profissional passa por um treinamento intensivo, para aprender e fixar os conceitos do que há de mais moderno em termos de treinamento. Está curioso? Pois, numa promoção especial aos seus leitores, disponibilizamos para vocês o mesmo curso, inteiramente grátis. Aproveitem.

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Beijo Azul!
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Post escrito por Adriana Rodrigues.