22 de dezembro de 2009
Início da temporada 2010
17/01 - Dom - 17:00 - Pelotas: Pelotas X Grêmio
21/01 - Qui - 19:30 - P. Alegre: Grêmio X Caxias
24/01 - Dom - 19:30 - P. Alegre: Grêmio X Veranópolis
27/01 - Qua - 22:00 - S. Cruz do Sul: Santa Cruz X Grêmio
31/01 - Dom - 19:30 - Erechim: Timinho X Grêmio
03/02 - Qua - 17:00 - P. Alegre: Grêmio X São Luiz
07/02 - Dom - 17:00 - Canoas: Ulbra X Grêmio
13/02 - Sáb - 17:00 - P. Alegre: Grêmio X São José
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O tempo vai passando e, além do reforço no time de volantes (já são 7 no elenco), não veio ninguém. Lateral ou ala direito não existe no Olímpico. Será que isso está no "planejamento"?
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Hoje às 16 horas, no Passo da Areia, a final do Brasileiro Sub-20. Um bom programa para quem puder ir. Boa sorte aos garotos que jogam em busca do Bi-Campeonato Brasileiro.
21 de dezembro de 2009
Surge uma estrela
Bussato comemora a classificação, após defender 3 pênaltis.
Neste domingo, no estádio Passo da Areia, mais uma vez os pequenos moranguinhos aprenderam quem manda na aldeia. O Grêmio despachou-os para o seu lugar de direito (o de figurantes) e classificou-se para mais uma final do Brasileiro Sub 20.
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O Imortal foi melhor na maior parte do jogo, mostrando possuir jogadores de maior envergadura técnica. No início da segunda etapa, teve um pênalti marcado contra si. Foi a vez de Busatto dar mais uma vez mostra da sua qualidade, ao defender a cobrança no seu canto direito. O jovem goleiro começa a escrever história no Tricolor.
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Na sequência do jogo tivemos um pênalti claro sonegado pelo árbitro Leandro Vuaden. O mesmo juiz deixou Leozão, um praticante contumaz de chute ao adversário, exibir livremente toda a sua falta de técnica. Resultado: o marginal fraturou uma costela de Ricardo Maria, ao desferir um violento joelhaço no peito do meia gremista. Vuaden, ao melhor estilo dos isentos, nem cartão amarelo mostrou.
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Na próxima terça-feira à tarde, no mesmo estádio, será disputado o jogo decisivo. Nosso adversário será o Atlético Mineiro. Na preliminar teremos Fluminense x Sub-timinho.
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Piazada comemora a classificação, obtida sobre o tradicional freguês.
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O Grêmio jogou e venceu com:
Busatto;
Spessato (Fogaça), Saimon, Neuton e Dener;
Felipe, Fernando (Gérson), Bruno Renan e Ricardo Maria (Sérgio);
Bérgson (Vinícius) e Alex (Everaldo).
O técnico é Andrey Lopes.
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Arena
O debate sobre o novo estádio gremista adquire cada vez mais componentes emocionais, chegando a ser tratado, por vezes, como sendo um embate entre o bem e o mal.
Já afirmei ter algumas dúvidas sobre o projeto Arena, as quais estou procurando esclarecer. Elas englobam os direitos dos sócios e a segurança do contrato para o Grêmio.
Existem, porém, algumas questões importantes no tema que não dizem respeito ao empreendimento do bairro Humaitá. Elas referem-se ao estádio Olímpico e eu apreciaria muito se aqueles que atacam o projeto do novo estádio pudessem responder:
1) O estádio Olímpico pode passar por uma reforma que o deixe em condições de atender as exigências atuais de segurança e conforto?
2) Em caso afirmativo: qual seria o custo desta reforma?
3) O Grêmio possui suporte financeiro para executar estas reformas?
4) Em caso negativo: existe alguma empresa interessada em realizá-las?
5) Em caso afirmativo: o que exigiria em troca?
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Adendo matinal
O site do Grêmio está de cara nova.
Clique aqui e veja.
18 de dezembro de 2009
Os 12 trabalhos de Silas
Quando surgiu a notícia de que poderia vir, alguns o pintaram como um herói, capaz de façanhas impossíveis. Um Hércules dos tempos modernos. Sendo assim, vamos listar seus doze trabalhos para 2010:
- Não transformar o Grêmio no Avaí de 2009. Que traga o Marquinhos e ninguém mais.
- Fazer com que Rochemback estreie, pelo menos até agosto.
- Não deixar o "chefe" abrir a boca e contar aos repórteres todos os possíveis negócios que estão em andamento e que não se confirmam.
- Diminuir os passes errados de Adilson.
- Fixar Douglas Costa, se não for vendido, no time titular.
- Raspar o verniz de academia que passaram no time em 2009, tirando a cara de boca mole e devolvendo ao Grêmio a cara do Grêmio.
- Não deixar o "chefe" sentar no reservado durante os jogos.
- Deixar o Paixão mexer com o moral da moçada sem ciuminhos bobos.
- Ter culhão para por o Souza na lateral ou deixá-lo no banco.
- Ganhar pelo menos 35 % dos pontos fora de casa durante o Brasileirão, com pelo menos 4 vitórias.
- Não mexer no Vitor, no Réver, no Mário Fernandes, no William Magrão, no D. Costa e no Máxi Lopes. Se ficarem no Grêmio, é claro.
- Esquecer que jogou no cocô-irmão para não ser contaminado com o complexo de inferioridade. Se bem que este é trabalho para qualquer mortal inteligente. Nem precisa ser Hércules.
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Sou do tempo em que os jornais faziam uma descrição dos treinos, davam a escalação dos titulares e reservas, placar, marcadores de gol, etc. Sabia-se tudo do clube.
Hoje se vê mais fofocas e especulações. Coisas importantes passam desapercebidas. Às vezes vemos um jogador atuando em outro time sem ter lido nada a respeito de sua saída.
Banha saiu do Grêmio da mesma forma como atuava: em silêncio, sem ser notícia. Nem sei quando saiu, mas me dei conta alguns meses atrás quando prestei atenção num massagista que entrava correndo no campo e vi que não era ele. Soube agora que saiu por doença e que, hoje, faleceu.
Banha era um Gremista. Fazia parte da instituição. Com certeza, estará olhando os jogos do Imortal. Isto, é claro, se os médicos do céu deixarem.
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Adendo do Arigatô
Converso com um moranguinho, assim, como quem nada quer:
Arigatô: - Conhece o Calcio Mercato?
Morango: - Claro. É um dos principais sites de futebol da Itália.
Arigatô: - Tchê, tu és um morango muito bem informado. Agora, olha esta notícia.
Morango: - Bah, esses caras não sabem nada, são uns desinformados. #$@%$#*@%$!
É isso: falou futebol, falou Porto Alegre, pensou Grêmio.
17 de dezembro de 2009
Reflexão à luz da manhã
Confesso a vocês que tenho algumas dúvidas sobre o projeto, principalmente no que se refere aos direitos dos sócios. Porém, creio que esta importante questão haverá de ser equalizada a contento no curso da construção. Ora, um clube é feito de sócios. Ou não? Será que todo o Conselho Deliberativo do Grêmio que, à exceção do Presidente Hélio Dourado por razões compreensíveis, votou a favor do projeto, está sofrendo de demência? Será que gremistas de todas as correntes resolveram se unir para destruir o clube?
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A Arena é um tema sobre o qual se poderia discorrer longamente. Hoje, porém, quero ressaltar apenas um ponto que me parece sintomático. Eu escrevi lá no início que é tempo de dar espaço para qualquer coisa que possa chamar a atenção. Errei, confesso, Qualquer coisa não. Meses atrás anunciou-se "o início das reformas" no aterro. Hoje ninguém fala nada. Os "prazos FIFA" correm, alguns não estão sendo cumpridos e a imprensa isenta silencia. Convido vocês a visitarem este blog, criado para repassar informações sobre a evolução do remendo. Trata de tudo, talvez até da influência do horário de funcionamento das sorveterias de Imbé no ciclo menstrual das formigas do Alasca, menos da reforma, porque ela não está andando. E a imprensa isenta faz o que? Silencia, talvez esperando a aprovação do projeto de lei do assessor deputado, quando finalmente o assalto ao erário público dará fôlego à obra.
16 de dezembro de 2009
O conto do pacote

O mundo do futebol é cruel com os ingênuos e pune sem piedade aqueles que têm arroubos. Neste mundo, os ingênuos não sabem porque fracassam e os incontinentes verbais atrapalham a si mesmos.
Vejamos: enquanto o Campeonato Brasileiro terminava, com o Flamengo campeão (esta observação é uma homenagem aos torcedores do moranguinhos que lêem o blog), o time do Grêmio tendo como única missão dar uma alegria efêmera e ridicularizante aos vices de tudo e não havendo quase mais nada a fazer no ano aos dirigentes do Tricolor, construiu-se o (espero) último atentado contra a paciência da maior e melhor torcida do Rio Grande. Fomos alvos do Conto do Pacote, aplicado pelos homens do futebol do Grêmio.
No Correio do Povo, no Clic RBS, na Zero Hora, no Final Sports... Onde poderia ter sido publicado publicado está.
Sem que ninguém perguntasse, foi dito e repetido em som perfeitamente audível, que no dia 6 de dezembro, juntamente com o treinador e o preparador físico, seriam anunciados quatro bons reforços, ficando o elenco fechado para a temporada 2010. Uma maravilha de planejamento.
O dia 6 chegou, o Flamengo foi campeão (não esqueçam, róseos) e ficamos esperando o "pacote". Dez dias depois, não chegou ninguém e o que se lê e ouve é que Réver e Douglas Costa podem sair. Em tempo: para Fábio Rochemback parece não haver proposta.
Se a chegada de Paixão foi um alento, os capítulos seguintes parecem prenunciar que 2010 poderá ser um ano gêmeo de 2009. Se orar adianta, oremos, porque parece que vamos ficar entregues ao "planejamento" construído por ingênuos e implementado por eles mesmos, no papel de falastrões.
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Falar em Réver: como alguém bem lembrou, o valor admitido para negociar o jogador é ridículo, comparado com outras trasações do futebol brasileiro. Só para citar um exemplo, em 2007 o zagueiro Breno foi vendido pelo São Paulo ao Bayern de Munique por 14 milhões de euros. Vender mal parece ser uma escola ativa no Olímpico. Historicamente vendemos barato, quando comparado com as transações de outros clubes.
15 de dezembro de 2009
14 de dezembro de 2009
Ranking, Silas e grandeza
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Silas foi entrevistado pela Rádio Gaúcha no sábado. Gostei do que ouvi. Exceto o papo de variar o esquema conforme o adversário.
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Aliás, isso pode levar a uma situação insólita. Se dois técnicos que mudam o esquema de acordo com o adversário se encontram, o que vai acontecer é que os dois mudam para enfrentar um esquema que não vai existir, já que os 2 mudaram de esquema.
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Deu no Globo Esporte: Alan Kardec é negociado com o Benfica e diz estar feliz em ir para um time grande.
13 de dezembro de 2009
Uma festa como poucas

A despedida de Danrlei foi um momento extraordinário. Primeiro, porque se tratava do adeus oficial de um goleiro como poucos. Segundo, porque, pela primeira vez, se pode ver juntos ídolos sagrados da torcida tricolor. Sem citar ninguém em especial, foi a oportunidade para jovens verem de perto aqueles que escreveram no campo a história moderna do Grêmio. Terceiro, porque a torcida compareceu como se fosse um jogo de campeonato.
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Fico imaginando a emoção não só do Danrlei mas também a dos outros jogadores, ao ouvirem, depois de anos, a voz vibrante das arquibancadas. Definitivamente, um momento inesquecível para todos.
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Obrigado por tudo e boa sorte Danrlei. Como alguém já citou, um Lara moderno. Alguns diziam que ele não sabia perder. Aqueles não entendiam o que viam. Na verdade, Danrlei Tricolor de Deus e do Grêmio Hinterholz, simplesmente não queria perder. Sua alma foi feita com a essência do Grêmio.
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O momento patético da festa ficou por conta da presença de assis. Sem senso de oportunidade, ousou enfrentar o sentimento da torcida. Levou enormes e merecidas vaias. Não sei se vai à festa do semternada morango. Deveria. Afinal, levou seu filho para lá, com direito a coletiva para a imprensa. Há quem diga que o motivo da morangada acolher o falso neo-craque seria um amigo que o acompanhou e que dizem ter futuro. Mais um motivo, então, para as vaias serem mais do que merecidas. Foi mais um momento do "empresário" lesando os interesses do Grêmio. Que a indignação da torcida lhe sirva de recado claro e definitivo: os moreiras não são bem-vindos ao Olímpico
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Momento para a posteridade
Não posso deixar de compartilhar com vocês mais um momento sublime da última rodada do Campeonato Brasileiro de 2009. Cliquem aqui e vejam a festa da morangada no gol do Roberson, filmada no palco dos acontecimentos. É demaaaaais, como diria o Pedro Ernesto.
12 de dezembro de 2009
32 minutos
Quando passou a existir, vivíamos um tempo no qual ainda nos era permitido caminhar à noite, expressando nossos desejos sobre como as coisas deveriam ser ou poderiam ter sido. Assim, verbalizando sonhos, andamos naquela noite de julho. Seguimos a pé, como fazíamos sempre que o tempo do relógio e da meteorologia permitia. Ninguém conduzindo alguém, avançamos, meu irmão e eu, enveredando pelas esquinas, fintando beques imaginários em busca do caminho mais curto.
Fomos cedo, porque o caso exigia. Chegados, esperamos com a paciência dos sôfregos e aguardamos com a calma dos ansiosos.
Aconteceu na noite do dia 28 de julho de 1983. Vindas daquele pedaço de terra coberto de grama úmida, as imagens se incorporaram às minhas retinas como tatuagem. Num parco metro quadrado de campo, sem um grama de metal, tomou forma um foguete cuja missão era desabar em queda livre, atrás das linhas defensivas uruguaias.
O artífice, em uma inspiração súbita e com toques divinos, concebeu e executou o projeto numa fração irrisória de tempo. Porém, com toda a maestria dos que conhecem os segredos da guerra.
A bola chegou pulsante, como a tensão que preenchia o espaço da batalha. Então, naquele minifúndio cercado por colunas inimigas se fez a obra. O construtor acolheu a esfera com a determinação de sempre. As colunas inimigas avançaram ainda mais, bloqueando todas as possibilidades de escape.
Ele então esculpiu o inusitado: com o bico da chuteira construiu a plataforma de lançamento; com incauta genialidade, materializou o objeto bélico e propeliu-o em direção ao quartel geral adversário. Uma viagem parabólica e mortal conduziu o artefato ao núcleo vital do oponente, onde detonou na cabeça do centroavante, arrasou a cidadela uruguaia e foi retumbar nas arquibancadas do Olímpico Monumental.
A noite alta nos encontrou ainda na rua em regozijo pelo término das coisas da única forma que nossos desejos verbalizados podiam conceber. Contemplávamos com orgulho desmedido os carros em movimento arrastando gritos de uma euforia louca, rouca e incontrolável. Porém, num canto já sacralizado da minha memória, não havia gritos, nem noite e nem nada que não fossem as imagens pinceladas pelos pés do artista.
Eram 32 minutos do segundo tempo, quando aquela área diminuta da ponta direita da Carlos Barbosa tornou-se um monumento sagrado nas minhas memórias. Sempre que ingresso no Monumental reservo um tempo para contemplá-la e a visão da manufatura e da decolagem do míssil brotam do terreno cada vez que o contemplo. Aquele pedaço de gramado deveria ser eternizado. Transplantado, se preciso for, para estar sempre com o Grêmio, onde o Grêmio estiver.
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Boiou? Clica aqui.
11 de dezembro de 2009
Entressafra

Hoje, 11 de dezembro, comemora-se o Saint Portaluppi's Day. Instituído pelo blog Grêmio Copero a data marca a conquista do Título Mundial pelo Grêmio, construída a partir dos pés do melhor atacante apresentado ao planeta pelo Rio Grande do Sul.
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Contratações
Marquinhos e William, do Avaí; Borges e Hugo, do São Paulo; Ciro, do Sport; Nei, do Atlético Petralha. Estes os nomes cogitados. Sinceramente, eu gostaria de ver também o lateral Vitor, do Goiás, na lista de pretensões. Infelizmente, nem de longe se fala nele.
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Vade retro
William Thiego já foi. Fala-se também que Herrera e Perea estariam de saída. Estas sim seriam duas descontratações de peso.
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Ainda o perfil
Não querem Roger no Grêmio. Até têm o direito de não querer, mas não pelos motivos explicitados. Alegam planejar (ai, ai, ai) um time veloz e Roger não se encaixaria neste perfil de time. São estes erros conceituais que deixam à mostra o desconhecimento que "vocês sabem quem" tem de futebol.
Ora, num time veloz quem deve andar rápida da defesa para o ataque é a bola, não os jogadores. A execução da jogada é que deve ser rápida. Isso se consegue com disposição tática e jogadores dotados de técnica suficiente para dar passes precisos. No máximo se pode exigir que os atacantes e os gandulas sejam velocistas. Quem pensa diferente deve sonhar com Usain Bolt de meia armador.