13 de abril de 2016

Uma vitória encorajadora

LDU 2 x 3 Grêmio

Primeiro Tempo: 0 x 2

Muita chuva para deixar o campo mais pesado e tornar mais difícil correr na altitude. E o jogo começou com um gol da LDU aos 3 minutos. Por sorte o juiz anulou, e bem, porque havia três impedidos.
Como se esperava, o jogo começou com pressão dos equatorianos. E o Grêmio, até os 10 minutos não tinha cruzado o meio de campo. Além disto, tentava tocar a bola rasteira em um campo encharcado. Total falta de noção.
Mas aos 12 minutos o tricolor fez o primeiro ataque. Luan recebeu de Wallace Oliveira, deu um puta passe para Douglas que dominou, driblou um zagueiro e fuzilou. 1 x 0.
Aí a Gisele Paixão, gatíssima Imortal tuitou:



O Grêmio não chegava a jogar bem mas controlava razoalvelmente tranquilo os ataques e teve aquele ataque mortal.
E aos 26 minutos teve outro ataque mortal. Giuliano recebeu na meia e deu um passe açucarado para Bobô, que deslocou do goleiro e mandou para o fundo das redes. Dois ataques e 2 x 0. Me serve.
Aos 28 minutos a LDU teve duas chances. Bolas cruzadas na área e bobeira da defesa. Mas por sorte as duas bolas foram para a linha de fundo.
Aos 35 minutos quase o terceiro mas a zaga salvou. Dez segundos depois Geromel mostrou como se faz para impedir um gol.
Aos 40 minutos Bobô quase fez o terceiro em grande jogada de Walace. Recebeu e bateu de fora mas o goleiro salvou para escanteio.
O juizão resolveu dar 3 minutos de acréscimo sabe-se lá porque. Mas não adiantou nada.
Terminou 2 x 0 mesmo.
O belo gol de Bobô:



.....

Um jogo com características cirúrgicas. Roger armou o time como deveria armar. Altitude e campo molhado se combate com passes, defesa fechada e articulações precisas.
E foi o que o tricolor fez.
Defesa extremamente sólida e ataque com precisão mortal. Nem a altitude e muito menos as poças d´água atrapalharam.
Que seja mantida a pegada no segundo tempo. embora persista uma dúvida e um medo: sentirá o time a altitude no segundo tempo?

Segundo Tempo: 2 x 1

O time voltou dormindo e, enquanto eu ainda ajeitava o notebook e a cerveja ouvi o grito de gol do equatorianos. Eram 36 segundos. E aos 2 minutos quase o empate. Grohe mandou para escanteio. Quarenta segundos depois Grohe levou amarelo. O segundo tempo começava sinistro.
E o LDU se animou e foi para cima.
E a torcida:



Mas Walace resolveu há 10 dias que está na hora de fazer gol. Fez dois contra o Brasil de Pelotas e enfiou um canudo aos 7 minutos no ângulo. O goleiro nem viu. Devolveu, com isto, a tranquilidade de dois gols de diferença.
Walace Oliveira quase fez do meio de campo aos 11 minutos.
Aos 12:28 minutos Marcelo defendeu firme um chute de longe.
Quase o Grêmio fez o quarto gol aos 14 minutos mas o zagueiro salvou em um contra-ataque de três contra um.
Marcelo Grohe mostrou porque é o melhor goleiro do Brasil: fez um milagre aos 19 minutos em um chute à queima roupa. E a LDU errou outro gol aos 19:52 minutos.
Douglas levou uma pancada e mostrava sinais de cansaço.
O gol do Walace foi tão bonito, mas tão bonito que até o empregado da RBS reconheceu.



Douglas e Bobô estavam exaustos mas Roger não esboçava movimento para modificar o time.
Mas aos 32 minutos, quando Pedro Rocha se preparava para entrar, um chute de longe deu frango de Marcelo Grohe. 3 x 2. Pedro Rocha entrou e Douglas saiu. E na sequência Grohe defendeu um chute perigoso. Teria sido uma modificação tardia? Como diria aquele cronista arigó da RBS, só o tempo poderia dizer.
A LDU perdeu um gol aos 35 minutos.
O time sentiu o gol e começou a errar passes. A altitude também cobrava seu pedágio. 
Lincoln entrou no lugar de Bobô aos 37 minutos.
E Bressan no lugar de Luan aos 39 minutos. Roger estava encagaçado.
Bressan entrou e começou a rebater para todo o lado, menos para a frente.
E o juizão começou a tentar o empate. Faltas para o Grêmio não existia.
E faltas para a LDU não faltavam.
Aos 46 minutos uma falta perigosíssima contra o tricolor. Mas o chute morreu na barreira.
Aos 47 minutos Lincoln teve a chance de matar o jogo. Na cara do goleiro perdeu o gol feito.
No último minuto Geromel deu um balão quando a bola rondava a área. E terminou. Ufa!
E terminou.
......

Nada como um jogo na altitude para mostrar se o time está maduro para seguir adiante em uma Libertadores.
Era um jogo de altíssimo risco. E mostrou que não havia razão para brincadeiras.
E estamos maduros sim. Foi um grande jogo empanado por uma falha do Grohe. Mas nem esta falha atrapalhou. E Grohe tem crédito.
Agora vamos definir contra quem jogaremos na próxima fase e vamos mostrar que com o Imortal não se brinca.
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Como jogaram:

Marcelo Grohe: Um primeiro tempo em que quase não teve trabalho, mas quando foi exigido fez o trivial com segurança. Não teve culpa no primeiro gol mas teve muita culpa no segundo. Um frango. Mas tem crédito. Pelo cagaço na torcida vai levar Nota: 5
Wallace Oliveira:
 Uma atuação segura embora a tentativa do adversário de explorar suas "deficiências". Levou amarelo quando o Grêmio se segurava de qualquer jeito. Nota: 7
Geromel: Entrou de capitão pela primeira vez e fez o que sempre fez. Nada o perturba ou atrapalha sua humildade e classe
Nota: 8
Fred: É um belo coadjuvante
Nota: 7
Marcelo Hermes: Se Roger for inteligente não tira mais ele do timeNota: 8
Walace: É um volante do nível dos maiores volantes da história do futebol. O melhor em campo. Nota: 10
Edinho: Não se perturba com a cornetaNota: 8
Giuliano: Um passe espetacular para o segundo gol. Seu futebol voltou a aparecer e crescer na hora certaNota: 8
Douglas: Um golaço que só os maestros fazem. Saiu exausto. Nota: 7
Luan: Um grande passe para o gol do Douglas. Bela atuaçãoNota: 7
Bobô: Um gol de centro-avante. Aos poucos está destroçando as últimas resistências. Saiu esgotado. Nota: 7
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Pedro Rocha (Douglas): Entrou bemNota: 6
Lincoln (Bobô): Demorou para entrar. Perdeu um gol feitoNota: 5
Bressan (Luan): Entrou para dar balão. E deuNota: 6

Roger: Acertou a estratégia. Demorou para mexer. Nota: 9
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Arbitragem:
 Roberto Tobar, Christian Schiemann e Raul Orellana (Chile) - Ninguém viu. Nota 10.

12 de abril de 2016

Grêmio inaugura o "patrocínio não patrocinado"

O Departamento de Marketing do Grêmio encomendou uma pesquisa para medir o grau de satisfação do torcedor com o uniforme do time. E descobriu coisas interessantes como, por exemplo, que o consumidor gremista não aprecia logos nas omoplatas e que concorrem com o distintivo na parte frontal da camiseta.
Descobriu também que a aceitação do patrocínio master é de quase 100%.

Munido dessas novidades, o Departamento de Marketing entrou em contato com a empresa responsável pela marca Umbro e expôs à parceira que o torcedor não gosta de ter um patrocinador próximo ao  escudo do clube. Foi daí que surgiu a idéia de fazer um "patrocínio não patrocinado". Pelo fato de o torcedor não querer patrocínio que não seja o master, a camisa perde valor de mercado. Conforme o executivo de marketing do Grêmio, Beto Carvalho, a Umbro recebeu a proposta muito bem e fechou uma nova parceria com o clube. Nessa parceria, ficou acertado que os espaços sem patrocínio são valiosos. Assim, o clube receberá um valor em dinheiro e outro em mercadorias nas lojas do clube. O total arrecadado com as vendas ficará com o clube. Ou seja, quanto mais o torcedor comprar camisas, melhor será o resultado financeiro da Umbro. "Negociamos o espaço, mas ele ficará livre. A empresa bancou a idéia", explica Carvalho.

Mais uma vez o Grêmio está sendo pioneiro e caminhando à frente. Óbvio que não tardará para que a iniciativa seja copiada por outros clubes. Deixando de fatiar a camiseta entre vários patrocinadores, estará sendo agregado qualidade e valor ao produto. Mais um golaço do Marketing do clube.

Conforme o esperado, a torcida deles já acusou a sapatada.





11 de abril de 2016

Semana de expectativa

A torcida gremista está em suspense. Como se comportará o time na altitude? Motivos há de sobra para preocupação, já que a última experiência foi desastrosa.
Além desse fator contra, iremos de Edinho no meio? Douglas? Realmente é muito preocupante. Se o talentoso Walace ficar fora do jogo por lesão no maravilhoso Gauchão, a equipe perde tanto que a torcida ficará com o coração na mão durante os 90 minutos.

Sobre Douglas, tudo o que se pensa já foi falado aqui pelos blogueiros e leitores. Sabe-se lá porque cargas d'água, Roger o considera indispensável no time. Mesmo que isso signifique enterrar a tal "intensidade" tão apregoada pelo técnico. Douglas simplesmente mata o jogo. Além de não contribuir com o ataque, ainda proporciona contra ataques do adversário em grande escala. Já tivemos uma amostra do que acontece quando Lincoln entra na equipe. O saldo é muito positivo.
Ah, mas esses técnicos possuem uma lógica avessa ao que pensa o torcedor. Eles sempre preferem viver sobre o fio da navalha desafiando o senso comum. Essas atitudes é que acabam desgastando a relação técnico-torcida. E eles não aprendem nunca.
Ainda considero Roger um ótimo treinador, mas...quando a teimosia e o temor prevalecem, a tendência é a admiração ceder lugar ao descrédito e irritação.

Enfim, vamos ter fé de que a altitude seja apenas um detalhe e que a equipe tenha um ótimo desempenho. Até agora tudo tem se encaixado para que tenhamos um ano de boa colheita.
É nisso que estou acreditando neste início de semana.
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Super Gero Bros 
 


9 de abril de 2016

Os ratões do jornalismo

O Sala de Redação já foi o melhor programa de esportes do Rio Grande do Sul. Arrisco a dizer do Brasil. Grandes e muito respeitados nomes passaram por lá. Ruy Osterman, Lauro Quadros, Osvaldo Rolla, etc. Estes davam lustro ao programa e enquadravam o elenco de apoio.
Jornalistas talentosos tinham capacidade de discutir e o faziam, todos os assuntos e não só o futebol.
Mas o tempo, este senhor implacável passa inexoravelmente e, aos poucos, um a um dos grandes profissionais foram saindo do Sala.
E hoje, sabe-se a safra de profissionais não é das melhores. Não só no jornalismo, mas as políticas públicas foram aos poucos destruindo as escolas de primeiro e segundo grau e, como efeito colateral, as universidades.
O Sala de Redação não poderia escapar ileso.
Aos poucos foi perdendo ouvintes, e mais do que isto, foi perdendo o respeito. Na tentativa desesperada de recuperar o prestígio foi re-maquiado e reinaugurado como Novo Sala.
Não adiantou. Continuou a perder publico e respeito.
Em aparente desespero elegeu jornalista velho e medíocre para ser o "malvado" do programa. O desbocado que agride todo mundo. O bobo da corte. Aquele que faz todos rir. Todos os participantes do programa, deixemos claro, que os cada vez mais escassos ouvintes não acham graça nenhuma.
Pois ontem o bobo do Novo Sala passou dos limites.
Ele resolveu mostrar todo o preconceito de que é dotada sua mente tão medíocre como aparentemente senil.
Saiu-se com a manifestação reproduzida abaixo.




A manifestação do grande gremista Evandro Krebs foi a mais suave. Choveram twitter indignados com o preconceito e a imbecilidade proferida pelo "jornalista".
Diante da repercussão o Grêmio fez o que todos esperavam que fizesse. Liberou nota oficial repudiando veementemente a fala do descerebrado. A nota pode ser lida aqui.
Feito isto, esperava-se que a empresa que emprega o elemento em questão tivesse humildade e, em respeito à comunidade do Humaitá e ao Grêmio se desculpasse pelo funcionário, já que este sabe-se, não tem grandeza para isto.
Mas não. O chefe imediato dele, indivíduo famoso por certas posturas, digamos assim, heterodoxas, saiu não só em defesa do colega medíocre e preconceituoso, mas partiu para o ataque à direção do Grêmio e aos gremistas.
A infâmia pode ser vista na reprodução deste twitter.




Visto isto, restam três comentários a serem feitos:

  1. Para certos órgãos de imprensa vale tudo pela audiência, até mesmo perder a credibilidade. Se seus comandantes tivessem um QI acima de 70 saberiam que este tipo de atitude sempre tem efeito contrário.
  2. Mais uma vez se comprova que elegância, educação e decência não se compra em farmácia.
  3. Se em decorrência das atitudes profissionais foram ou forem chamados por dirigentes de clubes de ratões do jornalismo a única coisa que podem vir a fazer é pegar um pedaço de queijo para roer na cova de esgoto mais infecta.

8 de abril de 2016

Incertezas

Blogueiro matador com caxumba

Uma visão geral da situação

Então o time já está na altitude. Os 6 dias de antecipação podem dar certo. Ou não. Vive-se dias de incertezas.

Walace jogará ou não?
Roger vai insistir com os cascudos?
Edinho, de má jornada contra o Brasil dará conta?
Teremos mais alguma baixa por conta da caxumba? Aliás, em relação a isto permitam um parêntese no post: que caxumbazinha mais seletiva esta não? Ela é exigente na escolha dos jogadores que resolve atacar.
Quanto tempo de jogo Douglas resistirá no ar rarefeito de Quito?
O ar rarefeito causará alucinações capazes de fazer Bobô enxergar o canto na hora de chutar a gol?

Cada uma das incertezas acima poderá causar efeito diverso.
Se Walace não puder jogar teremos um problema seríssimo, quase fatal. Quem entrará? Kaio foi com a delegação? Edinho será recuado para a primeira função? Giuliano poderia jogar como segundo volante? Neste caso, quem entraria na dele? Lincoln? Tontini? Dúvidas. Dúvidas.
Está certo Roger em insistir com Douglas? Talvez sim se Douglas atuar retendo a bola para cadenciar um jogo mais lento. Certamente não se ele continuar a perder a bola e entregar contra-ataques como tem acontecido com frequência.

De qualquer forma a sorte está lançada.
Pela simulação o empate será ótimo se o San Lorenzo perder e será bom se eles empatarem. Caso os argentinos ganhem no México, o empate levará possivelmente a decisão pelo saldo de gols. Hoje o Grêmio tem 4 a mais.
A derrota, combinada com a vitória do Toluca ou o empate no México vai nos obrigar a ganhar a última e depender de vitória ou empate dos argentinos contra a LDU. Já a derrota do tricolor e uma vitória do San Lorenzo (toc, toc, toc) será trágica. O Grêmio vai para a lanterna e, além de ganhar a última terá de torcer por um empate e só por um empate no outro jogo da chave na última rodada.

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Fernandinho

Fernandinho veio, viu, perdeu e foi embora.
Fernandinho voltou, viu, começava a vencer (aparentemente) e foi embora de novo.
Não convenceu com exceção de algumas poucas partidas. Nos últimos jogos estava mantendo uma regularidade de atuação mais positiva. Mas mesmo assim está certa sua saída.
O seu custo-benefício era baixo e o Grêmio tem fartura de atacantes jovens e com sede de vencer no elenco.
A favor do atleta está o fato de que nunca fez onda por ficar de fora como muitos medalhões fazem. Que seja feliz no Flamengo e os ajude a serem vices campeões da Copa do Brasil e do Brasileirão.

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Em tempo

Ontem no whats do Grêmio falei sobre o problema de fazer acusações sem provas. É algo leviano que quase nunca acaba bem para que o faz.
Como exemplo disto, cabe aqui este registro:




7 de abril de 2016

Avalanche Tricolor: gols cedo e inteligência para jogar

Por Milton Jung 

Grêmio 4×1 Brasil-Pelotas
Gaúcho – Arena Grêmio


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Festa em mais um gol  na foto de Richard Ducker/Framephoto/Divulgação

Em dois minutos de jogo, Geromel já havia marcado o primeiro gol. Fizemos outros depois com Bobô, Giuliano e Pedro Rocha; tomamos um, também. Mas quero focar nossa conversa, agora, nesse gol inicial. Pois, para mim, sinaliza um padrão de comportamento.

Com forte intensidade e marcação na saída de bola, o Grêmio tem feito gols logo cedo. Sem forçar a memória, em todas as últimas partidas deste campeonato começamos a construir o resultado antes dos primeiros 15 minutos.

Contra o Juventude, marcamos aos 3; contra o Passo Fundo, aos 6; e contra o Lajeadense, aos 13 minutos. Se você pesquisar um pouco talvez encontre outras partidas em que os gols saíram no início do jogo.

Verdade que nem sempre isso significou vida fácil, haja vista o que assistimos no fim de semana passado. Mas, certamente, o Grêmio de Roger tem demonstrado um jeito interessante de ser em campo.

E neste futebol qualificado, outro aspecto me chama atenção: a inteligência na forma de jogar. A maneira com que se cadenciou o jogo, logo após o susto no início do segundo tempo, mantendo o domínio da bola e trocando passes na tentativa de se livrar da marcação adversária, foi um dos sinais dessa inteligência.

Na partida desta quarta-feira, outros lances ratificam esta minha percepção: no segundo gol, o drible de Giuliano e a calma para permitir a chegada de Bobô; no terceiro, o passe incrível de Lincoln no que, antigamente, chamamos de ponto futuro, muito bem aproveitado por Marcelo Hermes; no quarto, a visão de Luan fez com que Pedro Rocha surgisse livre diante do goleiro, e o próprio Pedro Rocha foi inteligente o suficiente para apenas “dar um tapa” na bola.

Com intensidade, gols marcados cedo e inteligência, o Grêmio segue em frente no Campeonato Gaúcho, onde já está na semifinal, e arruma as malas para mais uma decisão na Libertadores.

6 de abril de 2016

Agora é treinar falta de ar

Grêmio 4 x 1 Brasil - Pel

Primeiro Tempo: 2 x 0

O Régis vem ver jogo aqui e o Grêmio perde. Mas eu acredito na probabilidade e chamei de novo. Ele chegou, sentou, o jogo começou e aos 3 minutos Geromel encestou. Um golaço de cabeça na cobrança de escanteio.
Com o gol abri um Don Laurindo Tanat, que eu também como o 9 dedos, não sei a diferença entre um francês de mil dólares e um vinho Don Laurindo.
O jogo seguiu sem o Grêmio criar chances e sofrendo uma pressão inócua do Brasil.
Aos 26 minutos Giuliano levou amarelo ao travar com falta um ataque.
O principal problema do time era a lentidão na saída de bola da defesa para o ataque.
Aos 31 minutos quase gol de empate. Bola cruzada na área e deixaram o atacante cabecear, mas por sorte a bola saiu pelo lado do gol.
Aos 39 minutos, depois de longo, longuíssimo inverno, Bobô deu um passe espetacular para Maicon que cruzou. Luan entrava no risco da área e de frente para o gol, furou em bola. Um gol perdido.
Mas Bobô não perdeu aos 40 minutos. Grande passe de Maicon para Giuliano que eu um drible humilhante no zagueiro e deu para Bobô fuzilar da marca do pênalti. 2 x 0.
Aos 46 minutos Walace pisou na bola sozinho e caiu sentindo dor. Foi o suficiente para até os corneteiros do zap zap do Grêmio começarem a chorar e rezar para que não fosse nada. Aparentemente não foi.
E terminou o primeiro tempo.
.....

Um gol no início e amorcegamento.
Outro gol quase no final do primeiro tempo e foi tudo.
Claro que o pior foi o susto que o Walace deu. Que não seja nada.


Segundo Tempo: 2 x 1

Walace voltou para o segundo tempo. Quem não voltou foi Bobô que saiu para entrar Pedro Rocha.
Mas Walace não aguentou 2 minutos e saiu para entrar Edinho.
Aos 6 minutos escanteio para os pelotenses e ninguém cabeceou. Defeito crônico da defesa este ano. E o zagueiro de dentro da pequena área só enfiou a perninha para descontar.
O time pelotense se animou com o gol e foi para cima.
Douglas irritava a torcida com a lentidão e os erros de passe. Luan com seu sono. E Edinho com seus chutes sem noção de fora da área para quase a lateral.
O tricolor não conseguia criar nada na frente.
Aos 17 minutos Edinho fez a jogada sem noção do ano. Sozinho no meio campo resolveu dar um bago ao léu e quase permitiu um contra-ataque mortal. Teve muito, mas muito mais sorte do que juízo.
Lincoln entrou na lugar de Douglas, mas o time pelotado continuava a causar susto ao no torcedor gremista.
Como o ataque estava uma naba, Geromito resolveu ir para a frente. Passou por vários mas chutou para fora. Se fizesse teria uma estátua em cada portão da Arena.
Quando o jogo estava mais feio do que o Daniel Matador Marcelo Hermes, que ia bem defensivamente, resolveu fazer uma jogada no ataque. Cruzou para Pedro Rocha furar. Mas Giuliano não furou. Driblou um jogador e quase sem ângulo achou espaço para bater com raiva a bola entre vários pelotinos e fazer o terceiro gol. Eram 29 minutos. A ressaltar também o belíssimo passe do Lincoln para o Hermes.
Aos 32 minutos um golaço-aço-aço. Luan, que não estava jogando nada, deu um passe milimétrico para o Pedro Rocha que dominou ainda mais lindamente a bola e de primeira deu um toquinho para desviar do goleiro. Gol para ser visto e revisto muitas vezes pela beleza do lançamento e do domínio.
......

Placar seria enganoso se não fosse pela qualidade dos guris do ataque Imortal.
Não foi uma boa partida. Relativamente tranquila no primeiro tempo embora sem volume de jogo. Complicada depois do gol do Brasil até o terceiro.
Agora o gauchão fica de lado e todas as atenções irão com o time para o Equador a partir de amanhã.
Há várias preocupações, algumas pela ausência ou possibilidade de ausência: Ramiro, Maicon e Walace especialmente. Outras pela possível presença em campo, ou melhor, pela certeza que jogarão: Edinho e Douglas, por exemplo.
Cabe a Roger conversar com seus parceiros, com seus botões, com seu travesseiro e se preciso, até com sua mãe para que não cometa algum erro que seja fatal.
Mas vamos confiar. Desconfiando.
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Como jogaram:

Marcelo Grohe: Nenhum trabalho no primeiro tempo. Sem culpa no gol. Nota: 6
Wallace Oliveira:
 Alterna boas com más jogadas. Precisa se readaptar. Nota: 6
Geromel: Um golaço e a firmeza de sempre. Mais um pouco e cravo 10 como nota eterna para não perder tempo.
  Nota: DEZ
Fred: Está a cada dia diminuindo a desconfiança da torcida, apesar de ter falhado no gol do Brasil.
  Nota: 7
Marcelo Hermes: Eu acho que este alemão tem futuro. Uma bela cruzada no gol do desafogo. Nota: 7
Walace: Que se recupere logo. Por favor! Nota: 7
Maicon: Tem quem não goste dele. Mas quando ele não joga se percebe a falta que faz. Nota: 7
Giuliano: Bem melhor do que nos últimos jogos, mas na assistência que deu para o gol de Bobô poderia ter feito. Seria falta de confiança? Se era ganhou pois fez um gol onde o que não faltou foi coragem de chutar. Um dos melhores. Nota: 9
Douglas: Lento como sempre. Nota: 4
Luan: Aproveitou para dormir bastante durante o jogo. Certamente pensando na viagem de amanhã. De bom o passe milimétrico para o gol do Pedro Rocha. Nota: 6
Bobô: Boa atuação. E fez o que se espera de um centro-avante: gol. Saiu para ser poupado no intervalo. Nota: 7
.....


Pedro Rocha (Bobô): Entrou com vontade mas não conseguia acertar nada. Aí começou a incendiar o jogo e fez um gol de altíssima qualidade. Nota: 7
Edinho (Walace): Quem acha ele ruim ficou feliz hoje. Comprovou com juros e correção que estes tem razão. Foi apenas ridículo nos primeiros 30 minutos em que esteve em campo. Depois deu uma melhoradinha. Nota: 3
Lincoln (Douglas): Aumentou a velocidade e a dinâmica do time. Será craque daqueles de ficar na história do futebol mundial.  Nota: 8

Roger: Sei não, mas tenho medo que vá morrer abraçado nos seus cascudos lá no Equador. Nota: 5
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Arbitragem:
 Leandro Vuaden, Rafael da Silva Alves e Júlio Cesar Rodrigues dos Santos - Não teve chance de mostrar suas "qualidades".

Daniel Matador - Começou o ruralito


"Não é a vontade de vencer que importa, todo mundo tem isso. O que importa é a vontade de se preparar para vencer."
Paul Bear Bryant (técnico de futebol americano)

Lincoln e Bobô foram gratas surpresas nos últimos jogos da equipe.

Caros

O ruralito finalmente começou. A fase classificatória era apenas para cumprir tabela. Até os quero-queros da Arena sabiam que o Grêmio classificaria-se entre os primeiros colocados. Mais do que isso, o time foi o líder absoluto do campeonato até agora. Só que isso não veio de graça. Aconteceu depois de muito suor e críticas. O time trocou peças que, se não eram as melhores, já estavam encaixadas no estilo de jogo do técnico Roger. E nem sempre as peças substitutas conseguem encaixar-se rapidamente. Vieram derrotas que puseram em dúvida a real capacidade da equipe, ao menos entre aqueles que desconhecem o trabalho que é realizado antes das partidas.

Mas o tempo serviu para consolidar algumas certezas e outras boas apostas. Lincoln surgiu de forma fulminante, mesmo tendo apenas 17 anos. Fred começa a mostrar que Geromel finalmente tem um parceiro mais confiável, após a fracassada experiência com Kadu (que foi emprestado para a Ponte Preta). Ramiro mostrou que pode ser polivalente, atuando até mesmo na lateral direita. Bobô fez gols e entendeu como poucos a forma como o time joga. E estamos recém iniciando o mês de abril. O ano ainda promete muito.

Mas nesta quarta o jogo já é decisivo. Por conta da viagem para enfrentar a LDU pela Libertadores, a data e o horário da partida tiveram de ser antecipados. O Brasil de Pelotas, clube gaúcho com a melhor posição nacional após a dupla, por estar na Série B do Brasileirão, é sempre um páreo duro. Rogério Zimmermann é um treinador matreiro e já mostrou sua competência, tanto que dirige o xavante há anos (um feito notável, considerando-se a frenética troca de treinadores no futebol brasileiro). Não pensem que será fácil.

Ao mesmo tempo em que tem de lutar para garantir sua classificação para a próxima fase, o Grêmio também tem de tomar todos os cuidados para não sofrer mais nenhuma baixa na equipe. A Libertadores sempre foi a prioridade do ano. Já perdemos Bolaños e Walace em jogos menores (este último havia lesionado-se contra o Coritiba e retornou recentemente). Que não sejamos mais punidos por abrilhantarmos este certame viciado.

Hoje não é mata-mata. É somente mata. Um jogo só. Não tem recuperação. É matar ou morrer, seguir em frente ou despedir-se. E não basta apenas a história entrar em campo. Fosse assim, ganharíamos todos os confrontos. Preparar-se com vontade para vencer é primordial. Que Roger possa incutir isso na mente do grupo tricolor e possamos partir para o Equador com uma carga extra de confiança. A disputa de verdade começou somente agora. E temos de vencer.

Saudações Imortais

4 de abril de 2016

Avalanche Tricolor: o gol de Luan vale bem mais do que um empate


by Milton Jung

Grêmio 2x2 JuventudeGaúcho - Arena Grêmio


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Luan comemora golaço de falta, em foto de LUCAS UEBEL/GRÊMIOFBPA
 Vamos convir que o jogo pelo jogo pouca coisa nos valia. A classificação estava garantida e a liderança, também. Méritos que construímos ao longo do campeonato, disputado, não vamos esquecer, em paralelo com a mais importante das competições: a Libertadores, onde se encontra apenas a elite do futebol sul-americano.
 Independentemente da qualificação da partida, do quanto acrescentaria no nosso currículo e de estarmos apenas com parte do time titular em campo, vamos combinar que não gostamos nunca de perder (nem em treino), especialmente dentro de casa. Por isso, a virada que tomamos no segundo tempo deixava um sabor amargo, neste fim de domingo, principalmente porque havíamos dado sinais de vitalidade no primeiro tempo e não aproveitamos as chances de gols construídas.
 Mesmo com o resultado negativo, havia pontos positivos: Wallace Oliveira e Giuliano de volta aos gramados, por exemplo, nos ofereciam alternativas para a construção do time, mesmo que o desempenho deles não estivesse a altura do que são capazes de dar à equipe. No caso dos dois, porém, o mais importante é estarem disponíveis no grupo novamente, aumentando as opções para Roger.
 Wallace, aliás, apareceu bem pela direita na jogada que resultou no primeiro gol, após receber um passe incrível e de longa distância de Maicon. Já pela esquerda, testar Iago para a ausência de Marcelo Oliveira no próximo jogo da Libertadores também foi mais um mérito desta partida dominical. O jovem lateral precisa de mais quilometragem, devido aos desafios que teremos pela frente, mesmo assim mostra ser audacioso, ofensivo e driblador.
 Como disse, porém, não gostamos nunca de perder (nem em treino).
 Foi, então, que Luan apareceu para cobrar a falta na entrada da área, no momento em que a partida estava prestes a se encerrar. Pegou a bola, secou-a na camisa, esfregou-a com as mãos e a ajeitou cuidadosamente na marca de espuma deixada pelo árbitro sobre o gramado. Havia muita gente entre ele e o gol, mas todos estavam ali apenas para assistir à cobrança de falta magistral de nosso jovem talento. O guri deu apenas alguns passos até lançar a perna direita em direção a bola e tocá-la com tanta delicadeza que ela parecia não ter outra coisa a fazer do que agradecer, seguindo seu destino até as redes.
 Gol de Luan; golaço de falta; cobrança de craque!
 Ao contrário do que muitos devem estar pensando, aquele não era apenas um gol para empatar a partida. Era muito mais do que isso. Era a demonstração que o Grêmio, quando o talento, intensidade e velocidade não conseguem se impor com a bola rolando, pode contar com a qualidade individual de alguns de seus jogadores. Que o Grêmio, mesmo quando as coisas parecem estar conspirando contra, pode apostar na genialidade de alguns de seus craques. Que o Grêmio não desiste nunca, porque aprendemos na vida a lutar sempre!

3 de abril de 2016

Daniel Matador - O líder só cumpriu tabela

Grêmio 2 x 2 Juventude

Luan mostrou novamente que não é apenas mais um rostinho bonito no futebol.

Caros

O líder Grêmio entrou em campo contra o Juventude apenas para cumprir tabela na última fase do ruralito. O maravilhoso software gerador de partidas da gloriosa FGF programou apenas UMA partida relativamente longe da Grande Porto Alegre para o arqui-rival em TODA a fase classificatória do campeonato. Imaginando, logicamente, que os reds já estariam classificados na ponta e poderiam mandar um grupo de reservas para não cansar seus titulares. Mas o tricolor fez com que o tiro saísse pela culatra e quem entrou com time misto foi o dono da Arena e líder absoluto do campeonato. O objetivo principal era dar ritmo para alguns titulares que não jogavam há um tempo e também para testar alguns reservas. O ano é longo e um grupo preparado é necessário.
 

1º Tempo: Grêmio 1 x 1 Juventude

O time de Roger está acostumando-se a fazer gol sem dar tempo para o adversário respirar. Aos 3 minutos, após grande jogada de Wallace Oliveira, este cruzou para Bobô que finalizou, porém o goleiro defendeu parcialmente. Só que Douglas não perdoou, pegou o rebote e abriu o placar. O time gremista dominava as ações durante o primeiro terço da etapa inicial. Aos 14, Bruno Grassi fazia sua primeira intervenção no jogo, sem grandes sustos. Aos 16, Maicon quase ampliou o placar, não fosse o goleiro da Papada salvar o time da Serra.

Aos 22, por incrível que pareça, o Juventude conseguiu empatar, após grande jogada de Hugo (sim, aquele mesmo que já passou pelo Grêmio), em uma das raras chegadas do time verde e branco. Bruno Ribeiro driblou e chutou. A bola ainda desviou em Wallace Oliveira, bateu na trave e entrou. Aos 32, em jogada muito parecida com a do primeiro gol, Bobô cruzou e Giuliano não concluiu corretamente. Aos 36, Bobô perdeu a chance de marcar, pecando pelo preciosismo. Aos 41, Bobô fez o que deveria ter feito no lance anterior e chutou direto. A bola tirou tinta da trave. O time tentou mais algumas chegadas, mas o placar manteve-se empatado com um gol para cada lado neste primeiro tempo.





2º Tempo: Grêmio 1 x 1 Juventude

O segundo tempo começou com Marcelo Oliveira saindo para a entrada de Iago. E, logo aos 5 minutos, Wallace Oliveira colocou o braço na bola, dando ao Juventude um pênalti de forma amadora. Hugo cobrou e marcou, virando o jogo para a Papada. Aos 14, Douglas saiu para a entrada de Lincoln. Aos 16, grande jogada que Luan quase conseguiu transformar em gol. Aos 22, Maicon fez um passe primoroso para Luan, que chutou muito bem. Só que o goleiro Douglas fez um milagre e salvou. Após a cobrança do escanteio, a bola sobrou para Bressan, que acabou chutando para fora.

A partida arrastava-se sem grandes lances, com os jogadores do Juventude jogando-se toda hora no gramado, fazendo uma cera incrível. Aos 30, Edinho saiu para a entrada de Fernandinho. Aos 37, Fernandinho bateu e Bobô mandou para as redes, mas a arbitragem corretamente marcou impedimento. Aos 42, Thyere quase marcou após cobrança de escanteio de Lincoln, com Douglas novamente salvando. Aos 44, o árbitro mosqueou e, ao invés de expulsar Klaus, do Juventude, apenas aplicou um cartão amarelo (que seria, no caso, o segundo). O quarto árbitro percebeu o erro e avisou-o a tempo de corrigir. Aos 48, Giuliano bateu de sem-pulo, mas não conseguiu empatar a partida. Até que, no último lance da partida, aos 49 minutos, Luan mostrou a qualidade dos diferenciados. Bateu uma falta no ângulo e garantiu o empate para o Grêmio. Foi só ele marcar, a bola sair e o jogo acabar.






Como jogaram:

Bruno Grassi: foi seguro na maioria dos lances, apesar de que poderia ter feito algo melhor no início do lance que originou o gol de empate do Juventude. Nota 6
Wallace Oliveira: bom cruzamento para o gol do Grêmio. Rateou no lance do pênalti. Nota 5
Thyere: deu conta do recado,  considerando-se que não jogava há um bom tempo. Nota 5
Bressan: razoável, é um reserva interessante para grupo. Para ser usado apenas em emergências, ressalte-se. Nota 5
Marcelo Oliveira: foi, no máximo, razoável. Nota 4
Edinho: fraco, mal conseguia cumprir as funções básicas de marcação. Nota 4
Maicon: não foi uma de suas melhores partidas com a camisa do Grêmio. Não chegou a comprometer, mas foi bem abaixo do que pode produzir. Nota 5
Giuliano: uma atuação bem apagada de quem sempre espera-se que faça a diferença. Nota 5
Douglas: fez o gol e não conseguiu fazer nada muito além disso. Saiu para a entrada de Lincoln. Nota 6
Luan: apesar de estar voltando agora do DM (estava com caxumba), deixou a desejar. Mas, no último lance do jogo, fez a diferença. Nota 7
Bobô: um dos melhores em campo. Movimentou-se e fez bons passes, mas pecou em algumas finalizações. Nota 7

Iago: entrou e não comprometeu, apesar de também não fazer nada além disso. Nota 5
Lincoln: foi bem mais efetivo do que Douglas vinha sendo. Nota 7
Fernandinho: seguiu sua média, não fazendo nada de muito produtivo. Nota 3

Roger: desta vez, não conseguiu montar um sistema que garantisse uma boa performance, não obstante ter optado por poupar alguns jogadores. Nota 5

Arbitragem: Luis Teixeira Rocha, auxiliado por Max Augusto Guimarães Vioni e Fabrício Lima Baseggio. Sinceramente, não me recordo de outros jogos apitados por este trio. Mas não comprometeram, apenas limitaram-se a apitar o jogo. Como deveria ser sempre. Cometeu apenas uma pataquada, que foi aplicar cartão amarelo para Klaus, que já havia levado amarelo anteriormente e deveria ter sido expulso. Foi salvo pelo quarto árbitro, que avisou-o a tempo de corrigir a rateada.


Foi um jogo para encerrar a melhor campanha entre todas as equipes do campeonato. Mas o time entrou de forma muito displicente. Que seja apenas um percalço e sirva para que não sejam repetidos os erros. O adversário do Grêmio nas quartas-de-final será o Brasil de Pelotas. Um adversário difícil, mas que ao menos não atrapalha tanto o planejamento para a Libertadores da América (o que teria acontecido caso o adversário fosse o Ypiranga de Erechim). Seguiremos em frente.

Saudações Imortais